04 fev 2021

Mais um “possível” talento para a vinhaça

Usina da Pedra, Fermentec e JW trabalham no desenvolvimento de um projeto que visa à produção de biodiesel tendo como matéria-prima a vinhaça.

A produção possível através da ação de uma levedura que se alimenta do subproduto o transformando em óleo, é testada numa planta-piloto instalada na unidade de Serrana-SP do grupo, iniciando os trabalhos em 2019, o que significa que já produziu biodiesel em duas safras diferentes.

Os primeiros resultados apontam que em média serão precisos mil litros de vinhaça para serem gerados 2,8 litros de óleo. Embora pareça alto, numa contabilidade preliminar, considerando uma unidade industrial produtora de açúcar e etanol, perante a quantidade de vinhaça gerada, caso toda a frota fosse preparada para aceitar 100% do biocombustível em seus tanques, seria possível atender de forma interna cerca de 75% da demanda necessária em uma safra.

Fonte: Revista Canavieiros

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04 fev 2021

Custo da indústria subiu 8,6% com alta no preço de insumos e matérias-primas

O Indicador de Custos Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI) subiu 8,6% no terceiro trimestre de 2020 em relação ao trimestre anterior. Esse aumento acendeu um sinal de alerta na indústria, principalmente porque a série recente mostra o aumento crescente dos custos relacionados aos bens intermediários, nacionais e importados. Esses custos tiveram alta de 5,3% no terceiro trimestre de 2020, após um reajuste de 6,2% no trimestre anterior.

“O aumento do preço de insumos e matérias-primas começou devido as circunstâncias da pandemia. Nossa preocupação é com o caráter persistente desses aumentos”, explica o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Fonte: CNI

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04 fev 2021

Amontada: 1ª usina eólica offshore do CE deve começar a operar em 2025

Pioneiro em energias renováveis, o Ceará também assume o protagonismo entre os projetos de usinas eólicas offshore, isto é, com torres instaladas no mar. O primeiro projeto do tipo no Estado, nomeado Asa Branca, da Eólica Brasil, irá receber um investimento de R$ 12 bilhões na primeira fase e deve entrar em operação em janeiro de 2025, segundo estima o CEO da empresa, Marcello Storrer.

Com exclusividade ao Diário do Nordeste, o executivo revelou que o Asa Branca é o único projeto de usina eólica offshore no Ceará que já conta com Despacho de Registro de Outorga (DRO) expedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), documento que autoriza a produção de energia elétrica. “Somos os únicos que cumprimos todos os requisitos técnicos, jurídicos e fiscais. Essa autorização nos foi dada a primeira vez em 2016 e vem sendo renovada desde então”.

A usina será instalada no litoral de Amontada e terá potência instalada de 900 megawatts (MW) na primeira fase, distribuídos em 60 aerogeradores. Após a entrega do primeiro bloco, a usina será expandida três vezes, uma a cada dois anos, totalizando quatro blocos e 10 GW de capacidade em uma área de 360 mil hectares. O valor do investimento se repete a cada expansão.

Fonte: Diário do Nordeste

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04 fev 2021

ANP: Produção de petróleo e gás bate recorde em 2020

O Brasil bateu novo recorde na produção de petróleo e gás natural em 2020, chegando a 3,74 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), aumento de 5,22% em relação a 2019, informa o boletim da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Foram produzidos 2,94 milhões de barris de petróleo por dia (bbl/d) e 127,4 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (m³/d),

De acordo com o levantamento, a marca atingida representa um aumento de 52,71% em relação a 2010, quando somou 2,45 boe/d. A última década contou com constante aumento de produção, com exceção apenas dos anos de 2012 e 2018.

A produção média de gás natural total foi de 127.399,71 Mm³/d, elevação de 102,8% em comparação com 2010, que foi de 62.834,17 Mm³/d, resultado atribuído ao crescimento de 127,8% do gás associado nesse período.


Fonte:
Canal Energia

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04 fev 2021

Indústria vira “surpresa positiva” e fecha o ano com 8ª alta seguida

A produção da indústria brasileira teve resultado melhor do que o esperado em dezembro e registrou o oitavo aumento seguido, subindo 0,9% no último mês do ano na comparação com o mês anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação anual com dezembro de 2019, a alta foi de 8,2%.
Apesar das altas desde o pico da pandemia, a indústria encerrou 2020 com a maior queda em quatro anos diante das consequências do coronavírus, pressionada principalmente pelo segmento de automóveis.

Mas ambos os resultados de dezembro, anual e mensal, ficaram acima das expectativas, com o consenso do mercado prevendo queda de 0,4% no mês. O resultado foi classificado como uma “surpresa muito positiva” no fim de ano, escreve o analista Arthur Mota, da Exame Research.

“Com o resultado, chegamos a uma sequência de oito meses com taxas positivas, algo que o setor não apresentava desde 2009 — outro momento de recuperação da crise global”, diz Mota, que aponta que a recuperação também tem sido mais rápida na indústria do que nas crises de 2014 e 2016.

Fonte: Exame

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29 jan 2021

Setor de compósitos se mostra otimista com 2021

Vendas devem ser puxadas pelo aquecimento dos mercados de construção, transportes e energia eólica

São Paulo, SP – Ainda que seja impossível cravar um percentual de crescimento, 2021 será um ano positivo para o setor brasileiro de compósitos, um tipo de plástico de alta performance. O aquecimento da demanda deve vir principalmente dos mercados de construção civil, transportes, geração de energia eólica e, mais atrás, infraestrutura, esse bem mais dependente de liberação da escassa verba governamental.

É dessa forma que Erika Bernardino Aprá, presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), projeta o desempenho da cadeia produtiva de plástico reforçado, outra denominação dos compósitos – no caso, reforçado quase sempre por fibras de vidro, mas também por fibras de carbono, aramida e naturais.

“Assim como a maioria dos setores, vivemos em 2020 uma verdadeira montanha russa”, ela lembra. Depois de dois primeiros meses excelentes, a pandemia atingiu em cheio as empresas representadas pela ALMACO – mais de 70% recorreram a reduções de jornadas e cerca de 40% a demissões. Até que, a partir de julho, o cenário mudou. “Foi uma recuperação tão forte que surpreendeu até os mais otimistas”.

Uma das maiores evidências dessa subida abrupta das vendas de compósitos pode ser ilustrada pelo giro das piscinas. Presas em casa, as pessoas passaram a investir em opções domésticas de lazer, e as “piscinas de fibra” viraram um sucesso absoluto de vendas. “Nunca se vendeu tanta resina, fibra e gelcoat para a fabricação de piscinas como no segundo semestre de 2020”, atesta a presidente da ALMACO.

Noves fora, o crescimento do mercado de compósitos no ano passado, se houve, foi mínimo, pois os meses muito bons acabaram compensando os muito ruins, observa Erika. “Mas a fotografia do segundo semestre deixou uma perspectiva bastante animadora para 2021”.

Para o período vigente, os maiores desafios no radar da ALMACO são, além das óbvias incertezas quanto à pandemia e vacinação, a escassez de matérias-primas e insumos, como embalagens. “Situações como essa podem puxar os preços para cima e dificultar o avanço do nosso setor”, conclui.

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Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

 

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27 jan 2021

Tiasa vai investir R$ 250 milhões em fábrica de dióxido de titânio em Camaçari

O Polo Industrial de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, vai ganhar uma unidade química de dióxido de titânio que vai gerar 1,1 mil empregos. O grupo Titânio América (Tiasa) vai investir, na primeira fase de implantação, R$ 250 milhões, quando serão gerados 200 empregos diretos, 300 indiretos e outros 600 postos de trabalho nas obras civis. O investimento foi anunciado no dia 19/01, durante a assinatura de protocolo de intenções com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

O dióxido de titânio é um pó branco, inorgânico e de uso seguro, utilizado para dar cor, brilho e opacidade a uma enorme gama de produtos do nosso dia a dia, como tintas, plásticos, papel, borracha, cerâmica, entre outros.

Fonte: NewsBa

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27 jan 2021

Projetos se multiplicam e biogás avança no Brasil

A desindustrialização que marcou a economia brasileira no ano passado passou ao largo do “pré-sal caipira”, como o biogás é chamado por seus entusiastas. No ano passado, 69 novas plantas de produção do gás renovável, de diferentes tamanhos, foram concluídas no País, segundo a Associação Brasileira do Biogás (Abiogás).

Nos últimos dois anos, os investimentos em novas plantas foram de mais de R$ 700 milhões. Só no ano passado, esses projetos injetaram no sistema 50 megawatts (MW), o equivalente a 100 milhões de metros cúbicos de biometano por ano.

A maioria das novas unidades foram erguidas por empresas e cooperativas agropecuárias interessadas em reaproveitar resíduos, sobretudo da criação de animais, para diversificar a produção e aumentar a renda.

Porém, o setor com maior espaço de expansão da capacidade é o sucroalcooleiro, avalia a associação, que prevê potencial de produção de até 57.6 milhões de metros cúbicos por dia dada a capacidade atual do setor.

Fonte: Sociedade Nacional Agricultura

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27 jan 2021

Boeing registra prejuízo anual recorde

A Boeing divulgou um prejuízo anual recorde de quase 12 bilhões de dólares, em meio a novo adiamento de seu jato 777X, o que resultou em um efeito negativo de 6,5 bilhões de dólares no resultado.

A crise do coronavírus exacerbou a queda na demanda pelas maiores aeronaves da indústria, com companhias aéreas evitando receber os aviões encomendados devido a restrições de viagens internacionais, prejudicando o fluxo de caixa da fabricante de aeronaves dos EUA.

A Boeing disse que espera que o 777X, uma versão maior do 777 mini-jumbo, entre em serviço no final de 2023, atrasando o lançamento do jato pela terceira vez e registrando uma baixa de 6,5 bilhões de dólares antes de impostos.

Fonte: Money Times

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27 jan 2021

CNI: Confiança do Empresário cai em 26 dos 30 setores da indústria pesquisados

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu em 26 dos 30 setores da indústria pesquisados em janeiro deste ano, na comparação com dezembro. Apesar desse recuo, o levantamento, divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que todos os 30 setores da indústria considerados ainda se mantêm confiantes, com índices acima de 50 pontos.

Em janeiro, os únicos setores em que a confiança avançou foram o setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (alta de 1,4 ponto, para 61,4 pontos) e o setor produtos de madeira (alta de 1 ponto, para 65,6 pontos). Segundo a pesquisa, a confiança não mudou nos setores de máquinas e materiais elétricos (64,3 pontos) e veículos automotores (62,7 pontos).

Os setores com maiores quedas de confiança em janeiro foram: outros equipamentos para transporte (-10 pontos, para 53,7 pontos), equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (-6 pontos, para 58 pontos) e produtos de borracha (-4,8 pontos, para 61,4 pontos).

Fonte: Exame

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