12 set 2019

LORD conquista principal prêmio do setor de borracha

Empresa foi a vencedora do Top Rubber na categoria “Adesivos”

A LORD conquistou o prêmio Top Rubber 2019 na categoria “Adesivos”. Subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, a empresa desenvolve uma série de adesivos e coatings consumidos pelo setor de borracha, com destaque à icônica família de produtos Chemlok® – foi lançada em 1956.
“Em um ambiente econômico cada vez mais desafiador e competitivo, ser lembrado como a primeira opção em sua categoria é, sem dúvida, uma grande conquista”, afirma Andrio Ducati, gerente de vendas na América do Sul da LORD.
Organizado pela Editora Aspa, responsável pela publicação da revista Borracha Atual, o Top Rubber é o principal prêmio do setor brasileiro de elastômeros. Em sua 15ª edição, o Top Rubber deste ano contemplou 17 categorias.
“O objetivo agora é melhorar ainda mais para seguir atendendo os nossos clientes com qualidade, pontualidade e excelência”, completa Ducati.

Sobre a LORD
Com matriz em Cary (EUA), a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, atua no Brasil desde 1972 – mantém uma unidade produtiva em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.
A LORD Corporation é uma empresa diversificada de tecnologia e fabricação que desenvolve adesivos altamente confiáveis, revestimentos, dispositivos de gerenciamento de movimento e tecnologias de detecção que reduzem significativamente os riscos e melhoram o desempenho dos produtos. Por 95 anos, a LORD trabalhou em colaboração com seus clientes para fornecer soluções inovadoras aos setores de petróleo e gás, aeroespacial, defesa, automotivo e industrial. Hoje, a companhia emprega cerca de 3 mil funcionários em 26 países e opera 19 fábricas e 10 centros de P&D em todo o mundo. A LORD também promove ativamente as competências da educação STEM e muitas outras iniciativas de envolvimento com a comunidade. Para mais informações, visite www.lord.com/latam/pt.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

FCI lança linha de produtos anticorrosivos

Novidades são indicadas para aplicações industriais em diversos tipos de substratos

A FCI, empresa especializada na fabricação de especialidades para tratamento de superfície, acaba de lançar uma linha de produtos anticorrosivos. À base de resinas éster-vinílicas e epóxis, combinadas com flocos e escamas de vidro, a nova série é composta por quinze tipos de argamassas, primers e formulados.
“São produtos indicados à proteção de qualquer tipo de substrato, de compósitos e termoplástico a concreto, aço-carbono e aço inox”, explica Renato Ferrara, gestor comercial da FCI.
Ao todo, a nova família de produtos da FCI é formada por quinze itens, divididos entre as séries Ycon Softer Base e Ycon Chem Shelter. A primeira é representada por argamassas que aproximam o coeficiente de dilatação dos materiais, bem como por primers que preparam os substratos para a adesão do polímero que será aplicado posteriormente.
“Os produtos da série Ycon Softer Base são utilizados na fabricação tanques, bacias de contenção, canaletas e lavadores de gases, entre tantas outras estruturas e equipamentos presentes nos mais diferentes tipos de indústrias”, detalha Ferrara.
Já a Ycon Chem Shelter é composta por formulados anticorrosivos utilizados como barreiras químicas em aplicações desafiadoras, comuns em plantas petroquímicas, fábricas de cloro-soda e usinas de álcool e açúcar. “Formulamos os produtos e indicamos empresas parceiras que respondem pela aplicação”, observa o gestor comercial da FCI.

Sobre a FCI
Situada em Barueri (SP), a FCI é uma empresa especializada na fabricação de desmoldantes semipermanentes e produtos anticorrosivos, bem como no fornecimento de adesivos estruturais. São especialidades químicas consumidas por indústrias que processam diversos tipos de materiais, com destaque para borracha, metal, pneumáticos, compósitos e termoplástico. Para saber mais, acesse www.fci.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

ALMACO promove curso gratuito para alunos de engenharia da FEI

Treinamento acontece nos dias 26 e 27/09, no CETECOM

Nos próximos dias 26 e 27/09, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) receberá 18 alunos do Centro Universitário FEI para um curso gratuito no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM). A ação foi viabilizada graças ao apoio das empresas Novapol, Owens Corning e Polynt-Reichhold.
Destinado aos alunos de graduação de Engenharia de Materiais e Engenharia Mecânica, o treinamento contará com uma parte teórica, na qual serão compartilhados os conceitos básicos sobre as propriedades dos compósitos, e prática, quando os estudantes poderão fabricar peças pelo processo de laminação manual.
“A disseminação do conhecimento sobre o material é a base da nossa estratégia. E nada melhor do que compartilhar essas informações entre futuros engenheiros”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.
A propósito, em 2020 será lançada a primeira pós-graduação em materiais compósitos e polímeros do estado de São Paulo. Fruto da parceria entre ALMACO e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o curso será direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração, além de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos na área.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

Treinamentos e parcerias são o foco da nova gestão da ALMACO

Desde janeiro, Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos é presidida pela publicitária e jornalista Erika Bernardino Aprá

O primeiro semestre de 2019 foi bastante movimentado para a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Presidida desde janeiro por uma executiva independente, a publicitária e jornalista Erika Bernardino Aprá, a ALMACO tem desenvolvido uma série de ações para fortalecer o segmento e prepará-lo para a tão esperada retomada econômica.
A disseminação do conhecimento acerca do material – um tipo de plástico de alta performance – é a base da estratégia da nova administração da ALMACO. Para tanto, a associação promoveu dez cursos nos primeiros seis meses do ano, todos apoiados pela estrutura laboratorial do Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), organismo que a ALMACO mantém em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
“São treinamentos tanto para iniciantes na nossa indústria, que desejam conhecer os processos mais simples, como para profissionais experientes e que buscam ter contato com as tecnologias de ponta”, explica a presidente da ALMACO.
A propósito do IPT, todos os associados ALMACO passaram a contar este ano com descontos em ensaios e testes contratados no instituto.
Em paralelo, a entidade realizou duas edições dos Encontros Regionais nas cidades de São José dos Campos (SP) e em Caxias do Sul (RS). “Com isso, não limitamos às ações da associação à capital paulista e permitimos que mais pessoas tenham acesso aos conteúdos que disponibilizamos”.
Foi fora de São Paulo também que a ALMACO – mais precisamente, o seu Comitê de Tubulações – organizou um evento que obteve grande repercussão. Intitulado “Tubulações em PRFV: novas aplicações e tendências”, o encontro realizado na sede do departamento de engenharia da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ), foi marcado por forte interação com um público de perfil extremamente técnico.
“Valeu muito a pena, pois conseguimos dirimir algumas dúvidas dos engenheiros da Petrobras e discutir eventuais oportunidades de negócios para os nossos associados”, observa Erika.
Outra aproximação importante se deu com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos (ABENDI). No CETECOM e sob a orientação de técnicos da ALMACO, a ABENDI produziu corpos-de-prova de pás eólicas e simulou, em escala laboratorial, falhas nos laminados produzidos. O trabalho foi o pontapé inicial do curso de reparos em pás eólicas que a ALMACO lançará nos próximos meses.

Comitês, Guia de Pultrusão e Top of Mind
Para o segundo semestre, além da divulgação de mais um levantamento sobre o mercado de compósitos – pesquisa elaborada pela Maxiquim –, a ALMACO concentrará parte de seus esforços nas atividades de dois novos comitês: o de telhas e o de postes. “Em ambos, nos dedicaremos à elaboração de normas técnicas e planos de comunicação para popularizar essas aplicações”.

Os cursos, por sua vez, seguirão a toda. No CETECOM, estão programados mais dez treinamentos até o final do ano e, em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/USP), a ALMACO promoverá duas aulas práticas sobre processamento de compósitos. O escopo será o mesmo no treinamento dos alunos de engenharia do Centro Universitário FEI, atividade agendada para o final de setembro.
“Em 2020, teremos a primeira pós-graduação em materiais compósitos e polímeros do estado de São Paulo”, salienta Erika. Mais um fruto da parceria entre ALMACO e IPT, o curso será direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração, além de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos na área.
Já em termos de publicações, o destaque ficará por conta do lançamento, em meados de outubro, do Guia de Compras e Inspeção de Perfis Pultrudados. Digital e disponível para download gratuito, o material inédito reunirá as principais recomendações para os usuários de perfis fabricados pelo processo de pultrusão – as aplicações mais comuns são grades de piso, guarda-corpos, leitos para cabos e escadas.
“Também teremos em dezembro a décima edição do Top of Mind da Indústria de Compósitos, a principal premiação do setor”. Este ano serão premiadas 26 categorias, entre fornecedores de matérias-primas, distribuidores e processos de fabricação.

Mercado em expansão

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos deve emplacar o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões, alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior.
“Notamos uma tendência de elevação na maioria dos segmentos consumidores do material, com destaque para a indústria automotiva, representada pelas montadoras de veículos pesados e agrícolas, e de energia, na qual ocorre uma intensa substituição da madeira e concreto usados em cruzetas e postes pelos compósitos, devido ao seu baixo peso e resistência à corrosão”, resume Erika.
Em contrapartida, o mercado de construção segue andando de lado, muito em função da dificuldade de obtenção de crédito imobiliário. “Já os investimentos em infraestrutura dependem de projetos governamentais, que permanecem escassos. Isso impacta diretamente nas vendas, por exemplo, de tubulações de compósitos”.
Com uma fatia de 35% do consumo local de compósitos de poliéster, a construção civil aparece à frente de transporte (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica responde por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo fica em segundo lugar, com 5%.
De acordo com o levantamento da Maxiquim, em 2019 serão consumidas 210 mil toneladas de compósitos, volume 4,5% superior ao anotado em 2018. A geração de emprego, por sua vez, deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.
“Caso se confirmem essas previsões, será o nosso terceiro ano seguido de balanço positivo. Então, em dezembro, poderemos dizer que, enfim, a curva de crescimento se inverteu definitivamente. Agora, cabe ao governo colaborar com a indústria e fazer as reformas necessárias para que o Brasil volte a ser um ambiente favorável aos investimentos privados”, conclui a presidente da ALMACO.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

Início da pesquisa do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2019

Organizada pela ALMACO, principal premiação do setor contempla 26 categorias

A partir do dia 01/10, a Destaque Business Research dará início à pesquisa que apontará os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2019. Criado em 2010 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos, o Top of Mind é o principal prêmio do setor brasileiro de compósitos. A pesquisa encerrará no dia 08/11.
Por meio de votação eletrônica e espontânea, representantes da cadeia produtiva de compósitos e consumidores finais do material escolherão as empresas Top of Mind em 26 categorias, entre matérias-primas, processos, distribuição e inovação.

A cerimônia de premiação acontecerá em São Paulo, no dia 12/12.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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12 set 2019

O que o Processo de Enrolamento Filamentar Possibilita Fabricar?

O enrolamento de filamentos é uma técnica de fabricação usada principalmente para a fabricação de estruturas de extremidade aberta (cilindros) ou fechadas (vasos de pressão ou tanques).
Esse processo envolve o enrolamento de filamentos sob tensão sobre um mandril rotativo. O mandril gira em torno de um eixo enquanto um olhal de entrega em um atravessa horizontalmente em linha com o eixo do mandril em rotação, estabelecendo fibras no padrão ou ângulo desejado.
Os filamentos mais comuns são vidro ou carbono e são impregnados em um banho com resina à medida que são enrolados no mandril. Uma vez que o mandril esteja completamente coberto até a espessura desejada, a resina será curada.
Dependendo do sistema de resina e de suas características de cura, geralmente o mandril rotativo é colocado em um forno ou em aquecedores radiantes até que a peça seja curada. Após a cura da resina, o mandril é removido ou extraído, deixando o produto final oco. Para alguns produtos, como garrafas de gás, o ‘mandril’ é uma parte permanente do produto acabado, formando um revestimento para evitar vazamentos de gás ou como uma barreira para proteger o compósito do fluido a ser armazenado.
O enrolamento filamentar é adequado para automação, e existem muitas aplicações, as mais comuns são: postes de energia e transmissão, tubos e tanques para estações de tratamento (ETE e ETA). Mas também existem outros tipos de produtos fabricados por este processo como tacos de golfe, carcaças de membrana de osmose reversa, remos, garfos de bicicleta, aros de bicicleta, postes de energia e transmissão, vasos de pressão para carcaças de mísseis, fuselagens de aeronaves, etc.
Gostou desta informação? Entre em contato com a FIBERMAQ e saiba um pouco mais sobre esta tecnologia que vem revolucionando a fabricação de postes, tubos e tanques no Brasil.

Fonte: Fibermaq – Tiago Silva (Consultor Comercial)

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12 set 2019

INEOS completa aquisição da Ashland Composites Business

A INEOS Entreprises anunciou no dia 03/09 a conclusão da compra de todo o negócio de compósitos da Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH). A aquisição também incluiu uma fábrica de butanodiol (BDO) na Alemanha.

Os negócios que fazem parte da transação combinam vendas de mais de US$ 1,1 bilhão por ano e empregam 1.250 pessoas em 19 unidades distribuídas pela Europa, Américas do Norte e Sul, Ásia e Oriente Médio.
“Estamos muito satisfeitos por termos concluído o acordo para adquirir o negócio de compósitos da Ashland. Temos um forte histórico de excelência em fabricação, administrando negócios com segurança e confiabilidade, trabalhando em estreita colaboração com os clientes para atender às suas aspirações de crescimento. A INEOS Composites, como será conhecida, apresenta novas oportunidades para a INEOS entrar no mercado de compósitos por meio do apoio de excelentes pessoas e ativos. Estou ansioso para dar as boas-vindas a esse novo negócio”, afirmou Ashley Reed, CEO da INEOS Enterprises.
A partir de agora, o negócio de compósitos da Ashland passa a se chamar INEOS Composites, operação construída com base nas sólidas fundações de uma líder global em resinas de poliéster insaturado e éster-vinílicas, além de gelcoats. A fábrica de BDO, por sua vez, produz intermediários essenciais para poliésteres e poliuretanos de alto desempenho – será gerida pela INEOS Solvents.
“A Ashland completou uma etapa importante, cumprindo sua visão de se tornar a principal empresa de especialidades químicas com a conclusão da venda dos negócios de compósitos e intermediários. Ambos são excelentes negócios, com ótimas pessoas, tecnologia e ativos. Desejamos sucesso às equipes de compósitos e BDO agora que se tornaram parte da INEOS Enterprises”, afirmou Bill Wulfsohn, presidente e diretor executivo da Ashland.

Sobre a INEOS
A INEOS é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega. Trata-se de uma das dez principais empresas e a maior companhia privada a operar no Mar do Norte.

Sobre a INEOS Enterprises
A INEOS Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A INEOS Enterprises não faz parte do grupo de bancos INEOS Group Holdings. Para mais informações, acesse www.ineosenterprises.com.

Sobre a Ashland
A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma importante empresa global de especialidades químicas que atende clientes em uma ampla gama de mercados (industriais e de consumo), incluindo adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, nutracêuticos, cuidados pessoais e farmacêutico. A Ashland emprega cerca de 6 mil solucionadores, que desenvolvem respostas práticas, inovadoras e elegantes para problemas complexos apresentados por clientes em mais de cem países. Para saber mais, acesse www.ashland.com.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

Geração eólica bate novo recorde no Nordeste, diz ONS

O recorde anterior de geração média no Nordeste havia ocorrido em 26 de agosto, quando foram produzidos 8.650 MW médios

Conforme o operador, o recorde decorreu da intensificação do sistema de alta pressão que atuou no litoral do estado da Bahia.
O Nordeste registrou novo recorde de geração média diária de energia eólica na última sexta-feira (6), ao produzir 8.722 MW médios, volume que atendeu 87% da carga da região no dia, informou nesta terça-feira (10), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O fator de capacidade das eólicas da região chegou a 74%.
Conforme o operador, o recorde decorreu da intensificação do sistema de alta pressão que atuou no litoral do estado da Bahia, o que proporcionou geração eólica mais elevada, principalmente, nos estados da Bahia, Piauí e Pernambuco.
O recorde anterior de geração média no Nordeste havia ocorrido em 26 de agosto, quando foram produzidos 8.650 MW médios. O País vive atualmente a “safra de ventos”, quando sazonalmente a produção de energia proveniente das usinas eólicas é maior.
Anteriormente, especialistas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) já haviam sinalizado que setembro seria um mês tão bom quanto agosto ou até melhor.

Fonte: Diário do Nordeste

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12 set 2019

2º Encontro Regional ALMACO 2019 em Caxias do Sul/RS

Esta acontecendo hoje dia 12/09, em Caxias do Sul/RS, o 2º Encontro Regional de 2019 que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) esta promovendo. O evento esta sendo realizado no Restaurante SICA em parceria com a Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho).
Na parte da tarde os participantes acompanharão seis palestras. “Nada melhor do que apresentar trabalhos sobre o que há de mais avançado em termos de matérias-primas e processos de fabricação de compósitos, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.
Agradecemos aos patrocinadores: INEOS, LORD, Morquimica, Novapol e Saertex.

Fonte: ALMACO

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29 ago 2019

Simplás comemora 30 anos de olho nas tendências do futuro

Entidade que nasceu para integrar industriais do setor projeta avanço em ações de sustentabilidade econômica e ambiental
O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) completa neste sábado (24) três décadas de atuação. De origem regional, a entidade evoluiu para uma das mais representativas do país nas articulações do setor e da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Em solenidade na noite de sexta-feira (23), além da celebração do aniversário, também ocorreu a solenidade de apresentação da diretoria para o triênio 2019-2022 e outorga do Mérito Plástico Pietro Zanella – a principal honraria conferida pelo sindicato. Os homenageados desta edição são os empresários Leocádio Nonemacher (Sulbras Moldes e Plásticos) e Lourenço Stangherlin (Anodilar Indústria de Utilidades Domésticas).
Diretor da Natiplast Tecnologia em Polímeros, Gelson de Oliveira, 66 anos, torna-se o quinto presidente na história do Simplás. As vice-presidências ficam com o diretor da Lineform, Eugênio Misturini, 44 anos, e o diretor da Plasmosul, Orlando Marin, 61 anos, que já comandou a entidade por três gestões anteriormente (2004-2013). A nominata executiva se completa com Leocádio Nonemacher (Sulbras – 1º secretário), Paulo Francisco Weber (Pisani – 2º secretário), Mateus Bertolini Sonda (Plasmosul – 1º tesoureiro) e Jones Pellini (Kaballa – 2º tesoureiro).
Após duas gestões consecutivas à frente do sindicato (2013-2019), o diretor da Plásticos Itália, Jaime Lorandi, 59 anos, segue como diretor e passa a integrar o Conselho Fiscal. Também presidiram o Simplás nestes 30 anos os empresários João Francisco Muller (1995-2004), e Sérgio Ítalo Webber (1989-1995), que foi o primeiro.
“Cada presidente tem as suas ideias, as suas características e é justamente daí que o sindicato tira a sua força. Um novo presidente, quando assume, traz o seu jeito de liderar e assim traz novas contribuições para a entidade e o setor como um todo. É desta forma que pretendemos trabalhar: pensando sempre no benefício e na melhoria do nosso associado, porque todos fazemos parte deste grupo”, afirma Oliveira.

Missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade
Ao longo de três décadas de atuação, o Simplás firmou identidade própria em pelo menos quatro grandes vetores de desenvolvimento, além da própria representação em pleitos e negociações setoriais: missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade.
Na fundação da entidade, em 1989, a região já reunia muitas empresas de plásticos que buscavam uma representação própria e integração dos industriais do setor. A comissão para constituição do sindicato foi composta por mais de 20 indústrias plásticas. Desde a inauguração, a sede ficou na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Já nas primeiras ações promovidas pelo Simplás estava a intenção de contribuir como órgão técnico e consultivo para o desenvolvimento do setor, indo além da representar as empresas na celebração de convenções ou acordos coletivos de trabalho e prestar orientações jurídicas. A promoção de palestras, seminários, cursos e participações em feiras já estava no DNA desde o final da década de 80.
O passo evolutivo natural foi a formação – que se tornou uma prática recorrente, com o tempo – das missões técnicas para os grandes eventos nacionais e internacionais do setor. Destacaram-se, no exterior, as participações em feiras na Argentina, na Itália, na China e, fundamentalmente, no grande referencial mundial do setor, a Feira K, em Dusseldörf, na Alemanha (que já tem missão do Simplás confirmada para outubro de 2019).
De frequentador a realizador de feiras: o Simplás avançou para a organização de uma das mais importantes exposições setoriais do país assinada por um sindicato industrial. Em cinco edições, de 2007 a 2015, a Plastech Brasil atraiu para Caxias do Sul (RS) e o polo plástico da Serra Gaúcha mais de mil expositores, quase 100 mil visitantes e, apenas nas duas últimas edições, movimentou mais de R$ 320 milhões em geração de negócios.
Nestes 30 anos, o Simplás também exerceu papel decisivo em um dos temas considerados mais sensíveis em praticamente todas as manifestações de associados: a qualificação da mão de obra. Graças a atuação do sindicato, o eixo transformador local passou a contar com uma série de alternativas de aprimoramento técnico, como a criação do curso de Tecnologia em Polímeros da Universidade de Caxias do Sul (UCS), da Escola Senai do Plástico e do curso técnico em Plásticos do Instituto Técnico Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Além das capacitações desenvolvidas e oferecidas pela própria entidade, como os cursos de Gestão na Prática e Liderança, em parceria com a Uniftec.
Assunto que adquiriu contornos de modismo entre alguns grupos em tempos recentes, a sustentabilidade já é realidade concreta na vida do Simplás desde os anos 1990. Na época, já surgiram debates e ações de promoção da reciclagem e as primeiras parcerias com entidades referenciais no descarte correto, como a Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca). Na década seguinte, a grande feira organizada pelo sindicato trouxe demonstração de economia circular na prática com o projeto Recicla Plastech Brasil, que começou a incluir a doação de milhares de bancos e lixeiras confeccionados com plástico reciclado, coletado no próprio evento, para escolas públicas.

Transformação para o futuro
Um novo paradigma foi estabelecido com o surgimento do projeto Plástico do Bem. Iniciativa que alia Educação Ambiental com inclusão social, em parceria didática com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, promovendo a capacitação de professores, alunos e alunas de escolas públicas municipais para a coleta, seleção, limpeza e destinação correta de artefatos plásticos pós-consumo. O material é posteriormente comercializado pelas escolas com a empresa Reciclados em Cristo, que remunera imediatamente as instituições de acordo com o volume recolhido.
O Plástico do Bem começou a ser implantado na rede pública municipal de Farroupilha (RS), em 2018, e avançou para Caxias do Sul (RS) em abril de 2019. Recentemente, ganhou expansão para o município de Flores da Cunha (RS) – assim como os anteriores, integrante da área de representação do Simplás. Até 31 de julho deste ano, considerando-se apenas os dois primeiros municípios beneficiados, o Plástico do Bem já encaminhou para a reciclagem mais de 30 toneladas de plástico limpo. E rendeu às escolas públicas quase R$ 30 mil. Já são, entre Farroupilha e Caxias do Sul, 78 escolas, 3.099 professores e 31.741 estudantes alcançados com as capacitações.
“É o grande diferencial do projeto, porque aponta para o futuro. Não se trata apenas de uma campanha de arrecadação. É mais do que isso. É uma mudança de comportamento e uma promoção de novos hábitos que serão adotados e cobrados de toda sociedade por estas crianças e jovens que estão hoje tendo contato com o produto e recebendo conhecimento”, observa o presidente do Simplás, Gelson de Oliveira.
Dos cerca de 60 associados do início dos trabalhos, o hoje o Simplás representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país. E figura entre as cinco maiores geradoras de empregos do setor no Brasil. Em 2019, o Simplás completa 30 anos de fundação.

Fonte: Gabriel de Aguiar Izidoro – Jornalista MTE

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