16 set 2021

Nossos números

Divulgamos em agosto a nova edição dos Indicadores de Desempenho do Mercado de Compósitos. A partir de uma pesquisa feita com todos os elos da cadeia produtiva do material, chegamos à fotografia de 2020 e à que, tudo indica, será revelada ao final deste ano.

Pela primeira vez, incluímos análises sobre os fatores que mais influenciaram – e influenciam – a demanda oriunda dos principais segmentos consumidores de compósitos no Brasil: construção, lazer (piscinas), transporte, corrosão/saneamento, energia, agronegócio, vestuário e náutico.
Também de forma inédita incluímos análises sobre os mercados de compósitos da Argentina, Chile e Colômbia, países onde estão localizadas as sedes regionais da ALMACO.

Estamos comercializando a íntegra do relatório dos Indicadores de Desempenho do Mercado de Compósitos – versões em português e inglês. Os interessados devem enviar um e-mail para marketing@almaco.org.br.

Aos números

Em 2020, o consumo brasileiro de compósitos recuou 4,6%, totalizando 208 mil toneladas. Apesar da queda, o faturamento do setor subiu 3,9%, chegando a R$ 2,801 bilhões, fruto dos sucessivos aumentos nos preços das matérias-primas, principalmente resina e fibra de vidro.

Por mais que tenha havido uma forte recuperação no segundo semestre, os efeitos da pandemia no começo do ano foram muito intensos e, em alguns casos, como no segmento de ônibus, perduram até agora.

De acordo com o nosso levantamento, a construção civil respondeu por 35% do consumo brasileiro de compósitos de poliéster em 2020, à frente de transportes (20%), corrosão/saneamento (17%), lazer/piscinas (12%), energia eólica (6%), energia elétrica (4%), náutico (2%) e vestuário (1%), entre outros.

Quando separada apenas a demanda de compósitos à base de resina epóxi, a geração de energia eólica liderou com 91%, à frente de óleo e gás (4%) e eletroeletrônicos (3%).

Para 2021, a nossa expectativa é de crescimento de 11% no consumo, totalizando 230 mil toneladas de compósitos – em valor, R$ 3,377 bilhões (+16%). A construção civil permanece aquecida, assim como a demanda de indústrias que lidam com processos altamente corrosivos, ambientes nos quais os compósitos se destacam por conta da elevada resistência química.

Erika Bernardino Aprá é presidente da ALMACO

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16 set 2021

Fenasucro & Agrocana abre credenciamento para sua 28ª edição

A Fenasucro & Agrocana, principal feira de bioenergia e do setor sucroenergético da América Latina, está com o credenciamento gratuito aberto para sua 28ª edição, que será realizada presencialmente entre os dias 9 e 12 de novembro de 2021, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP).

O evento, realizado pelo CEISE Br e promovido e organizado pela RX Brasil, reúne inovações e conteúdo de alto nível técnico voltados à toda cadeia de produção da indústria de bioenergia, além de profissionais dos principais pilares da matriz energética, dos setores de transporte e logística, papel e celulose, alimentos e bebidas, e distribuidoras e comercializadoras de energia para realização de negócios, networking e atualização profissional.

“Neste momento em que o mundo todo olha para as fontes renováveis como alternativa viável nos deixa otimistas não só para a realização da feira como também para a entrega de ótimos resultados em negócios aos nossos clientes. Estamos preparados para oferecer toda segurança, com os novos protocolos sanitários de eventos”, afirma Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana.

Segundo ele, após quase dois anos, os visitantes estão ansiosos para conhecer as inovações e novas tecnologias no evento de novembro, em Sertãozinho, que terá grandes novidades e tendências em equipamentos e soluções que irão revolucionar o setor de bioenergia.

Para saber mais sobre o evento e realizar o seu credenciamento gratuito, basta clicar no link: https://bit.ly/3tH5K59 .

Fonte: TN Petróleo

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16 set 2021

Indústria de materiais manteve tendência positiva em agosto

A mais recente edição do Índice Abramat, elaborada pelo FGV-IBRE e divulgada na última segunda-feira (13) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), mostra que o setor registrou alta de 4,8% no faturamento deflacionado em agosto de 2021 frente aos resultados observados no mesmo mês de 2020. Já em relação a julho, o crescimento foi de 0,8%. O levantamento indica, ainda, que o faturamento da indústria de materiais de construção alcançou o oitavo mês de 2021 com alta de 18,8% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Já no acumulado de 12 meses, o avanço é de 16,7%.

Os resultados mantêm a projeção da Abramat de que o setor crescerá 8% até o final deste ano. “A indústria de materiais de construção segue demonstrando sinais de recuperação em agosto, nos dando ainda mais confiança na projeção de 8% de crescimento no faturamento neste ano”, destaca Rodrigo Navarro, presidente da associação. Ele lembra que em junho de 2020 a produção industrial demonstrava sinais de recuperação, com as atividades econômicas sendo gradualmente retomadas. Por isso, o crescimento relativo deve diminuir nos próximos meses.

Mesmo assim, na opinião do presidente da Abramat, o avanço da vacinação, a flexibilização das atividades em diversos Estados e a continuidade de um varejo e mercado imobiliário aquecidos trazem boas perspectivas ao crescimento do setor desde o segundo trimestre de 2020. “Seguimos atuando proativamente junto aos nossos interlocutores, atentos e cautelosos com as potenciais consequências de alterações conjunturais decorrentes das diversas externalidades que permeiam o cenário econômico atual”, avalia Navarro.

Fonte: AECweb

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16 set 2021

Randon finaliza ampliação da fábrica de Araraquara que custou R$ 40 mi

A Randon finalizou a ampliação da fábrica de implementos de Araraquara (SP), empreendimento que durou dois anos e custou R$ 40 milhões. A empresa fará a inauguração do espaço renovado na quinta-feira, 16, assim como o anúncio de construção de uma linha férrea que conectará os vagões que também são produzidos na unidade até a malha da região, por onde são escoados.

“Esse movimento prepara a companhia para alcançar objetivos ainda maiores, promovendo aumento da eficiência logística na entrega de produtos, ampliando os níveis de competitividade em nossa atuação no Brasil e reforçando a busca por um crescimento sustentável”, disse Sérgio Carvalho, vice-presidente executivo das Empresas Randon.

Com a ampliação, a área construída passou de 29 mil para 42 mil metros quadrados, com aumento de 80% da capacidade instalada. Com a expansão, foram abertos 170 postos de trabalho na unidade e, até o final do ano, mais 90 vagas serão abertas, o que resultará em 650 funcionários.

Foram também construídas novas instalações para as áreas internas de logística, de expedição, de atendimento a clientes e fornecedores e de convivência para os trabalhadores. Também foi reformulado o pátio de produtos prontos, que passa a ter espaço para armazenar 350 itens já finalizados.

No caso do ramal ferroviário que será construído, ele terá cerca de 1,5 quilômetros de extensão e servirá também como um buffer para armazenamento dos vagões produzidos, antes da rodagem deles na linha férrea.

“O ramal será a primeira de uma série de novas obras e investimentos planejados para essa unidade. Enxergamos, para os próximos anos, um potencial significativo de ampliação da planta industrial”, projetou Carvalho.

Fonte: Automotive Business

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16 set 2021

Patrocínio de Top of Mind é ação de marketing ideal para atingir mercado de compósitos

Em sua 12ª edição, o Top of Mind da Indústria de Compósitos é a principal premiação do setor brasileiro de compósitos.

A pesquisa – eletrônica e espontânea – que apontará as três empresas mais votadas nas 28 categorias será realizada entre os dias 04/10 e 05/11.

O anúncio dos vencedores acontecerá no dia 09/12, às 19h, por meio de um vídeo postado em nossas redes sociais.

Para essa ação, estamos oferecendo uma cota única de patrocínio que garante os seguintes benefícios:

☑️ Perfil da sua empresa (até 20 linhas, com foto) publicado no site da ALMACO e divulgado, via e-mail, para o mailing da associação (cerca de 15 mil e-mails válidos);
☑️ 1 post nas páginas da ALMACO no LinkedIn, Insta e FB;
☑️ Presença como patrocinador no semanal Boletim Compósitos Online e no site da ALMACO por 6 meses;
☑️ Logotipo em todos os e-mails marketing divulgados antes e depois da premiação (quatro peças);
☑️ Menção nos press releases divulgados antes e depois da premiação (três press releases);
☑️ Logotipo na vinheta do vídeo em que a ALMACO anunciará os nomes dos vencedores;
☑️ Desconto de 5% no patrocínio do Top of Mind 2022.

Valor: R$ 5 mil • pagamento a combinar

Mais informações: marketing@almaco.org.br ou (11) 3719-0098 / (11) 93492-6553.

Fonte: ALMACO

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16 set 2021

Owens Corning divulga vaga de emprego

O Mural de Oportunidades ALMACO é um espaço para os nossos associados divulgarem vagas de emprego.

As informações são compartilhadas gratuitamente em nossas redes sociais (LinkedIn, Instagram e Facebook).

Nesta semana, a Owens Corning está divulgando uma oportunidade de emprego.

Ainda não é associado?

Associe-se e inclua a sua empresa no maior hub de desenvolvimento do setor brasileiro de compósitos.

Mais informações: marketing@almaco.org.br.

Fonte: ALMACO

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16 set 2021

Consumo de compósitos caiu 4,6% em 2020

Em 2020, o consumo brasileiro de compósitos – um tipo de plástico de engenharia – recuou 4,6%, totalizando 208 mil toneladas. Apesar da queda, o faturamento do setor subiu 3,9%, chegando R$ 2,801 bilhões, fruto dos sucessivos aumentos nos preços das matérias-primas, principalmente resina e fibra de vidro. Os dados fazem parte de uma pesquisa feita pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“Por mais que tenha havido uma forte recuperação no segundo semestre, os efeitos da pandemia no começo do ano foram muito intensos e, em alguns casos, como no segmento de ônibus, perduram até agora”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

De acordo com o levantamento da ALMACO, a construção civil respondeu por 35% do consumo brasileiro de compósitos de poliéster em 2020, à frente de transportes (20%), corrosão/saneamento (17%), lazer/piscinas (12%), energia eólica (6%), energia elétrica (4%), náutico (2%) e vestuário (1%), entre outros. Quando separada apenas a demanda de compósitos à base de resina epóxi, a geração de energia eólica liderou com 91%, à frente de óleo e gás (4%) e eletroeletrônicos (3%).

Para 2021, a expectativa da ALMACO é de crescimento de 11% no consumo, totalizando 230 mil toneladas de compósitos – em valor, R$ 3,377 bilhões (+16%). “A construção civil permanece aquecida, assim como a demanda de indústrias que lidam com processos altamente corrosivos, ambientes nos quais os compósitos se destacam por conta da elevada resistência química”.

Fonte: SLEA Comunicação

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08 set 2021

Fiberbus associa-se à ALMACO

A Fiberbus (Botucatu, SP) é a mais nova associada da ALMACO.

Empresa do Grupo Caio, a Fiberbus fornece peças de compósitos para os setores automotivo, agroindustrial, de máquinas de movimentação de terra e transporte coletivo.

Fonte: ALMACO

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08 set 2021

Montadoras deixarão de fabricar até 280 mil veículos no Brasil em 2021 por falta de peças

Com a crise dos semicondutores, o Brasil deixará de produzir este ano entre 240 mil e 280 mil veículos, segundo estimativa feita pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) e divulgada pela Anfavea, associação que reúne as montadoras, nesta quarta.

Na indústria automotiva global, o impacto será de uma perda de produção entre 7 milhões e 9 milhões de unidades este ano.

No Brasil, a produção de carros de passeio registrou o pior nível para um mês de agosto em 18 anos por conta da falta de peças. Foram fabricadas 119 mil unidades.

— A consultoria refez as projeções e avaliou que haverá uma perda maior do que o estimado anteriormente. A estimava anterior indicava que entre 5 milhões e 7 milhões de veículos deixariam de ser produzidos no mundo. Agora, esse número está entre 7 milhões e 9 milhões — disse Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

Fonte: O Globo

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08 set 2021

Hyundai pretende que todos os seus modelos de ônibus e caminhões tenham versões elétricas até 2028

A fabricante Hyundai anunciou nesta terça-feira, 07 de setembro de 2021, que pretende que todos os seus modelos de ônibus e caminhões tenham versões elétricas até 2028.
Para isso, a multinacional sul-coreana vai realizar investimentos para deixar as baterias mais leves e baratas.

Em alguns casos, o conjunto de baterias pode custar atualmente mais da metade do preço de um ônibus ou caminhões inteiros.

Até 2030, a empresa pretende concluir um ciclo de investimentos na ordem de US$ 13,6 bilhões no desenvolvimento de novas baterias.

O anúncio foi feito numa apresentação no Salão de Munique

A Hyundai também apresentou nesta terça-feira, 07 de setembro de 2021, no fórum online global Hydrogen Wave, planos para popularizar o hidrogênio até 2040 por meio da introdução de novas tecnologias e soluções de mobilidade em transporte e outros setores industriais.

Por meio de nota, a empresa afirmou que a meta central do Grupo é de aplicar totalmente à linha de veículos comerciais células de combustível até 2028.

De acordo com o Hydrogen Council, uma iniciativa global liderada por diretores de empresas de energia, transporte, indústria e investimentos a estimativa é que a energia do hidrogênio seja responsável por 18% da demanda global de energia até 2050, com um tamanho de mercado de US $ 2,5 trilhões. A popularização da energia do hidrogênio também ajudará a reduzir as emissões de CO2 em mais de seis bilhões de toneladas por ano, enquanto pode criar mais de 30 milhões de novos empregos.

Fonte: Diário do Transporte

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