29 set 2021

Brasil é o quinto colocado em ranking mundial de construções ESG

Com técnicas que diminuem o gasto de recursos como energia e água, além do envio de até 80% dos resíduos gerados para reuso ou reciclagem, o Brasil já é o quinto país com o maior número de projetos sustentáveis no ranking mundial, aponta oGreen Building Council Brasil(GBC Brasil), entidade sem fins lucrativos presente em 80 países, que atua na promoção de práticas ecologicamente efetivas na área da construção civil.

Para Leo Cesar Melo, CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis, não há mais como ignorar o impacto das edificações na biodiversidade e até na própria saúde das pessoas.

“A qualidade de vida no ambiente construído deve ganhar ainda mais força no pós-pandemia e, com isso, o número de construções sustentáveis deve ganhar ainda mais força no país”, aposta o CEO.
Melo defende que a busca por esse objetivo não compromete a viabilidade econômica dos negócios.

“Na verdade, a sustentabilidade é uma grande aliada da economia. As práticas de engenharia sustentáveis, tanto na construção civil quanto no ambiente industrial, também trazem como resultado a redução dos custos da obra e de manutenção. E as organizações preocupadas em proteger o meio ambiente somam valor à sua imagem”, afirma o executivo, que diz já haver uma forte demanda de clientes e investidores engajados na causa.

“A sustentabilidade visa maior qualidade de vida a partir do uso inteligente dos recursos finitos que o planeta proporciona. E as exigências por posturas empresariais mais responsáveis têm sido um fator cada vez mais decisivo para os consumidores e investidores, nos últimos anos”, conclui o CEO da Allonda.

Fonte: Grandes Construções

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29 set 2021

Volvo lança chassi de ônibus elétrico global 90% reciclável

A Volvo Buses apresentou na segunda-feira, 27, seu novo chassi de ônibus elétrico para mercados globais de olho no crescente mercado da eletromobilidade nos grandes centros urbanos.

Revelado na Europa, o Volvo BZL Electric foi projetado para operar com um ou dois andares, oferecer diversas opções para encarroçadoras e ter grande flexibilidade na hora de recarga: ele pode tanto receber carga de rápida de alta potência (OppCharge, para até 300 kW), como carga lenta (CCS, até 150 kW) no abastecimento na garagem.

“Estamos comprometidos em liderar a transformação de nossa indústria em direção a um futuro mais sustentável. Com o lançamento do novo Volvo BZL Electric, nossa ambição é oferecer o sistema de ônibus elétrico mais responsável do planeta, com foco em sustentabilidade, segurança e confiabilidade”, disse Anna Westerberg, presidente da Volvo Buses.

A sustentabilidade do projeto fica mais evidente no fato de que o novo modelo foi desenvolvido para ser 90% reciclável. “Temos a perspectiva de todo o ciclo de vida de nossos produtos e assumimos a responsabilidade pelo impacto ambiental do início ao fim. Isto significa que garantimos que os componentes, manufatura, operação e reciclagem atendam os mais altos padrões ambientais”, garante Anna.

Produzido pela própria Volvo, o motor elétrico de 200 kW trabalha em conjunto com um câmbio automatizado de duas marchas. O recurso aumenta o torque em baixas velocidades e reduz os picos de corrente, o que ajuda a diminuir o consumo de energia e aumentar a vida útil de motor e baterias. Há ainda a opção de equipar o chassi com um ou dois motores. Suas baterias têm capacidade de armazenagem de 470 kWh.

No campo da segurança, o novo ônibus traz a mais recente tecnologia conectada da empresa, o Volvo APP Bus Connect, que permite ao operador definir com antecedência algumas zonas seguras de tráfego, como próximo a escolas e em terminais, onde ele pode definir qual é a velocidade máxima para o local.

Fonte: Automotive Business

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29 set 2021

Estudo da Bain & Company destaca os maiores desafios da indústria química brasileira

A Bain & Company publicou estudo comparando os entraves e as oportunidades da indústria química no Brasil em comparação a alguns dos principais concorrentes internacionais.

O estudo aponta cinco fatores estruturais que conferem competitividade e auxiliam no desenvolvimento da indústria química de um país: demanda interna, disponibilidade local de matéria-prima, competitividade de custos de produção, infraestrutura e custo de capital e investimento. O Brasil está bem posicionado em dois destes fatores, mas possui lacunas em competitividade de custos de produção, infraestrutura e custo de capital e investimento. China, EUA e Índia, alguns dos países analisados na pesquisa são referências positivas nestes apontamentos.

Quinta maior indústria em PIB dentre as indústrias manufatureiras no mundo, a indústria química tem vendas brutas de mais de US$ 4 trilhões mundialmente. O segmento fornece insumos para diversos setores da economia, sendo a base de vários processos industriais e viabilizador da grande maioria dos produtos que consumimos atualmente.

Para ler o estudo completo, acesse www.abiquim.org.br.

Fonte: Abiquim

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29 set 2021

Tecniplas fornece silos de PRFV para a Cargill

Com design inédito, equipamentos fazem parte da nova fábrica de pectina da empresa

Cabreúva (SP) – Prestes a ser inaugurada na cidade de Bebedouro (SP), a fábrica de pectina da Cargill conta com silos de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) fabricados pela Tecniplas. A pectina é um agente texturizante à base de frutas cítricas, e os silos fornecidos pela Tecniplas receberão as cascas de laranja que farão parte do processo produtivo desse insumo da indústria alimentícia.

Dos quatro maiores silos fornecidos para a Cargill, detalha Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, dois têm diâmetro de 4.500 mm e dois de 5.000 mm. “A fabricação do fundo em formato retangular foi inédita para a Tecniplas e o maior desafio desse projeto. Por se tratar de uma peça única, desenvolvemos todos os moldes do zero”, explica. Ao todo, a Tecniplas produziu 18 equipamentos especiais diferentes para esse projeto.

Em outras plantas da Cargill ao redor do mundo, silos desse tipo são feitos de aço duplex, um tipo de liga metálica nobre. “Comprovamos para o cliente a adequação do PRFV, não só em relação à versatilidade de design como aos elevados níveis de resistência química e mecânica”.
Em média, equipamentos especiais como os silos respondem por 35% do faturamento da Tecniplas, líder brasileira em tanques de PRFV. Porém, há exceções, como no ano passado, quando as “especialidades” significaram mais de 60% do giro da empresa.

“Há certa estabilidade na demanda por equipamentos especiais. A procura aumenta, no entanto, quando surgem projetos baseados em processos industriais muito complexos, campo no qual o Brasil se destaca frente aos demais países da região”, conclui o diretor da Tecniplas.

Fonte: SLEA Comunicação

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29 set 2021

Compósitos: pesquisa do Top of Mind começará no dia 04/10

O levantamento que apontará os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2021 terá início no dia 04/10. Principal prêmio da indústria brasileira de compósitos – um tipo de plástico de engenharia–, o Top of Mind contempla 28 categorias, entre matérias-primas, processos e equipamentos.

A novidade da edição deste ano será a categoria “Projeto”, que premiará o transformador de compósitos cujo trabalho foi selecionado por uma banca de especialistas no material. “Os projetos serão sugeridos por fabricantes de matérias-primas que fazem parte do nosso quadro de associados”, explica Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

Por meio de votação eletrônica e espontânea, representantes da cadeia produtiva dos compósitos e consumidores finais escolherão as empresas mais lembradas em cada categoria. No dia 09/11, a ALMACO anunciará os nomes das três mais votadas e, em 09/12, a associação divulgará em suas redes sociais um vídeo com a relação de vencedores.
O Top of Mind da Indústria de Compósitos 2021 é uma ação apoiada pelas seguintes empresas: INEOS Composites, LyondellBasell, Owens Corning, Purcom e Texiglass.

Crescimento de 11% em 2021

Depois de um 2020 com queda de 4,6% no consumo brasileiro de compósitos, a expectativa da ALMACO para este ano é de crescimento de 11%, totalizando 230 mil toneladas de compósitos – em valor, R$ 3,377 bilhões (+16%). “A construção civil permanece aquecida, assim como a demanda de indústrias que lidam com processos altamente corrosivos, ambientes nos quais os compósitos se destacam por conta da elevada resistência química”, avalia Erika.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Estão presentes em aplicações nos setores de transporte, construção civil, saneamento básico, químico e náutico, entre outros.

Fonte: SLEA Comunicação

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23 set 2021

ALMACO presente no Fórum Cadeia Automotiva

Erika Bernardino Aprá e Rodrigo Braga, respectivamente, presidente e vice-presidente da ALMACO, participarão do Fórum Cadeia Automotiva – Tendências e Perspectivas do Setor.

Agendado para o dia 05/10, em Caxias do Sul (RS), o evento acontecerá em paralelo à Mercopar, feira de inovação e negócios.

Enquanto Braga apresentará uma palestra sobre compósitos, Erika fará contato com representantes de empresas potencialmente interessadas em se associar à ALMACO.

Fonte: SLEA Comunicação

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23 set 2021

Aval para eólicas no mar depende de regulação específica

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) analisa os pedidos de autorização para instalação de duas usinas eólicas em alto mar (offshore) no Ceará, mas deve aguardar o amadurecimento de uma regulação específica para o setor, o que deve acontecer em 2022. A informação foi dada pelo assessor da diretoria da Aneel, Daniel Vieira, em seminário online sobre a regulação do setor organizado ontem pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Fonte: Valor

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23 set 2021

Indústria de caminhões tem melhor mês desde 2014

A produção de caminhões registrou em agosto seu maior volume mensal desde fevereiro de 2014. Saíram das linhas de montagem 15 mil unidades, alta de 1,1% na comparação com julho e de 111% com relação a agosto do ano passado, segundo divulgou a Anfavea na quarta-feira, 8. Foi, também, o melhor resultado para agosto desde 2013.

A produção acumulada soma 104,5 mil unidades, o melhor janeiro a agosto desde 2013, de acordo com o vice-presidente Gustavo Bonini. O crescimento com relação ao mesmo período de 2020, e sua base baixa, foi de 115%.

Segundo Bonini o setor também sofre com a crise dos semicondutores, mas com impacto menor ao dos leves, porque seus volumes também são menores. Em segmentos como leves e médios, a demanda pelos componentes também é mais baixa, de acordo com o vice-presidente.

Os 13 mil caminhões vendidos em agosto também representam o melhor agosto desde 2013 e o maior volume mensal desde dezembro de 2014. O resultado foi 8,1% maior do que o de julho e, ante agosto de 2020, a expansão foi de 60,4%:

“O agronegócio segue impactando de forma positiva o mercado de caminhões pesados e semipesados. Segmentos como mineração, carga geral também estão puxando o crescimento do setor”.

A média diária de vendas em agosto foi de 589 unidades, volume superior as 544 unidades registradas em julho e as 415 do mesmo mês do ano passado.

No acumulado foram emplacados 83,7 mil caminhões, melhor volume desde 2014, com alta de 50,8% na comparação com iguais meses de 2020.

As exportações em agosto somaram 2 mil 68 caminhões, volume considerado bom por Bonini, com incremento de 9,8% ante julho e de 85,3% com relação ao mesmo mês de 2020. No acumulado do ano foram exportadas 14,7 mil unidades, crescimento de 105,9% na comparação com igual período do ano passado.

Fonte: AutoData

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23 set 2021

Gol anuncia malha aérea com 250 carros voadores a partir de 2025

A Gol Linhas Aéreas anunciou, nesta terça-feira (21/9), que terá uma malha de 250 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) até 2025. Em parceria com o Grupo Comporte, uma entidade acionista controladora, a companhia aérea brasileira assinou um acordo de intenção de compra dos “carros voadores” da Avalon.

A aeronave pode transportar até quatro passageiros e um piloto, com alcance de 160 km (100 milhas) e velocidade máxima de 320 km/h (200 mph). O modelo eVTOL produz 100 vezes menos ruído do que um helicóptero em voo de cruzeiro, e 30 vezes menos nos momentos de decolagem e pouso.

Segundo a nota da companhia, o Grupo Comporte vai prover os recursos requeridos para investimento do projeto, enquanto a Gol utilizará a expertise em aviação para desenvolver a frota de aviões utilizando as aeronaves VAX4 e eVTOL. O modelo do táxi aéreo foi inventado pela empresa britânica Vertical Aerospace.

Fonte: Correio Brasiliense

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23 set 2021

Bracell inicia operações em sua fábrica de nova geração

A Bracell acaba de iniciar as operações de sua nova fábrica, o Projeto Star, com a produção da primeira folha de celulose, estágio inicial da curva de aprendizagem da planta. O startup viabilizou o ambicioso projeto de expansão da companhia em São Paulo, que irá diversificar e aumentar a produção da unidade para 1,5 milhão de toneladas de celulose solúvel ou até 3 milhões de toneladas de celulose kraft por ano. Com o início das operações, a empresa passa a ser a maior produtora de celulose solúvel do mundo.

“A Bracell tem orgulho de ser pioneira na construção de uma fábrica de celulose de nova geração, que fornecerá produtos flexíveis e biodegradáveis usando a mais avançada tecnologia. Temos a maior caldeira de recuperação do mundo e o primeiro gaseificador de biomassa em operação no setor de Papel e Celulose na América do Sul. Estes e outros investimentos com foco em desenvolvimento sustentável e economia circular refletem a nossa preocupação com o clima, com a comunidade e com o país”, explica Per Lindblom, vice-presidente Executivo da Bracell.

A nova fábrica foi construída com duas linhas que operam de forma flexível. Nos próximos dois anos, o planejamento da produção será realizado em etapas, com foco na estabilidade operacional dos dois produtos. Após este período, as linhas serão utilizadas para a produção de celulose solúvel ou celulose Kraft, de acordo com as demandas da companhia.

A Bracell faz parte do grupo RGE, que gerencia empresas com operações globais de manufatura baseadas em recursos naturais. Neste contexto, parte significativa da produção de celulose solúvel da nova fábrica será consumida internamente a fim de atender aos planos de crescimento do grupo. Em relação à celulose Kraft, parte da produção será destinada à expansão da fábrica de papel e cartão da RGE na China. O excedente será comercializado para clientes internacionais, em especial da Europa e dos Estados Unidos.

Com a expansão concluída, a operação deve empregar de forma permanente cerca de 6.650 trabalhadores, diretos e terceirizados, nas atividades industriais, florestais e de logística. Em todo o processo de construção e para a operação, a Bracell priorizou a contratação de mão de obra local.

Fonte: Bracell

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