28 jun 2018

Mercosul cogita redução temporária de impostos sobre automóveis da EU

Para fechar um acordo que vem sendo negociado há 20 anos com a União Europeia (UE), o Mercosul já admite criar uma cota de importação temporária para automóveis europeus com a tarifa reduzida de 35% para 17,5%. A medida afetaria, principalmente, Brasil e Argentina, que poderão sofrer forte oposição de suas indústrias automobilísticas. Faltam ainda a serem definidos o tamanho da cota e o tempo de duração.

A expectativa do bloco sul-americano é que saia uma acordo, mesmo que menos ambicioso do que se pretende atualmente, até o fim deste ano. Apesar de avanços na parte de acesso a mercados, ainda há divergências quanto aos automóveis e a temas como transportes marítimos, açúcar/etanol, indicações geográficas e produtos lácteos.

Espera-se uma nova reunião entre representantes dos dois blocos no mês que vem, em Bruxelas (Bélgica), sede da UE. Segundo uma fonte envolvida nas negociações, o Mercosul tem demonstrado mais boa vontade em avançar do que os europeus.

Essa aparente falta de disposição levou o Uruguai e a Argentina a se queixarem abertamente das negociações com a UE e a propor que o Mercosul passe a trabalhar em um acordo comercial com a China. Isso aconteceu na semana passada, durante uma reunião de chanceleres do bloco, em Assunção, no Paraguai. No dia seguinte, durante o encontro de presidentes, a Argentina recuou e passou a defender a conclusão do tratado com os europeus, enquanto o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, queixou-se da falta de avanços e chamou o atual estágio das discussões com a União Europeia de “perda de tempo”.

 

Fonte: O Globo/Eliane Oliveira

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28 jun 2018

Fibra de carbono livra Polestar 1 de 230 kg

O primeiro modelo da antiga divisão desportiva da Volvo deita a mão a muita fibra de carbono, para deitar fora uns quilos extra. A dieta visa um desempenho acima da média do coupé híbrido com 600 cv.

Se potência e, sobretudo, “força” são atributos que não faltam em grandes doses ao Polestar 1, fibra de carbono em abundância é outro dos ingredientes escolhidos pela Polestar para fazer do elegante coupé híbrido uma receita de sucesso.

O desportivo monta à frente um motor 2.0 turbo a gasolina com 320 cv, que passa a potência às rodas dianteiras, e mais dois motores eléctricos atrás,  cada um ligado à sua roda, alimentados por uma bateria de 34 kWh. Ou seja, estamos perante um tracção integral, com 600 cv e 1.000 NM de binário, com a vantagem dos dois motores separados atrás permitirem controlar melhor o comportamento do carro.

Mas, como seria de esperar da antiga divisão desportiva da Volvo, “só” isso não chega para fazer do Polestar 1 uma referência, em termos de performance. Razão pela qual o antigo preparador não se poupou à fibra de carbono, para garantir que poupava uns bons quilos, o que favorece a agilidade do 1. Mas não só: a rigidez torcional nos pontos mais críticos da estrutura da carroceria também melhora radicalmente.

O construtor fez agora saber que o híbrido plug-in de duas portas, que começará a ser produzido na China em meados de 2019, apesar de já poder ser encomendado numa série de países (Portugal incluído), conseguiu “prescindir” de 230 kg, graças ao recurso a polímero reforçado com fibra de carbono (CFRP, de Carbon Fiber Reinforced Polymer) no capot, tampa da bagageira, painéis laterais, portas e em toda a parte estrutural do tejadilho, entre outras zonas de reforço. O resultado será, nas palavras de chefe de Desenvolvimento de produtos da Polestar, Christian Samson, um chassi rígido e comunicativo, que eleva o prazer e a eficácia da condução para um patamar superior.

Fonte: Observador PT

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28 jun 2018

ALMACO fecha parceria com a EP Treinamentos

A ALMACO busca oferecer aos seus associados e ao mercado novas soluções e oportunidades para fomentar o mercado de compósitos, por isso, fecha parceria com a  EP Treinamentos e lança 3 novos cursos para o 2º semestre de 2018. Utilizando uma metodologia de educação assistida, a EP Treinamentos trabalha não somente com o ensino de técnica de vendas e liderança, mas sim com o processo de incorporação dessas técnicas na dinâmica de trabalho da equipe, gerando assim uma melhoria de resultados qualitativos e quantitativos, fazendo com que todos os inseridos nesse contexto trabalhem com mais sinergia e motivação. “Através destes workshops conseguimos nos aprofundar mais em alguns temas específicos e trabalhar de forma mais dinâmica para gerar maior aprendizado e incorporação por parte da equipe.” explica Eltber Paiva e Tiago Beltran, fundadores da EP treinamentos.

Confira abaixo os 3 módulos que constarão no nosso cronograma de cursos do 2º semestre

1 – Como potencializar os resultados da sua equipe através de uma comunicação influenciadora:

Carga horária: 4 horas.

Público Alvo: Líderes que queiram aprimorar suas habilidades de comunicação.

Apresentação: Se nós pedíssemos para que líderes de empresas descrevessem quais são os principais problemas que enfrentam, muito provavelmente, na lista de todos ou da grande maioria, a comunicação estaria presente. Esse treinamento tem como objetivo ampliar a visão de líderes com relação a importância de uma comunicação assertiva que consiga influenciar sua equipe, motivando e potencializando seus resultados. Serão apresentadas técnicas que comprovadamente geram melhores resultados no processo de comunicação e que propiciarão a esses líderes um aumento significativo no seu poder de influência.

 

2- Como vender mais, mesmo em tempo de crise:

Carga horária: 4 horas.

Público Alvo: Gestores comerciais; vendedores externos e internos, vendedores técnicos e assistentes comerciais.

Apresentação: Em tempos de crise os profissionais atuantes na área comercial que se destacam e tem índice de resultado elevado, tem a característica da busca continua pelo desenvolvimento e aprendizado, não só o conhecimento técnico de seu produto ou serviço, como também empreendedorismo, comunicação, persuasão e principalmente relacionamento humano.

O que este workshop propõe é a ampliação da visão sistêmica de todos estes profissionais, capacitando-os para proporcionar uma experiência singular, aumentando a fidelização, sinergia, motivação, valorização dos clientes e sua comunicação.

 

3 – Como planejamento e organização podem aumentar a sua produtividade:

Público Alvo: Profissionais com interesse em melhorar sua produtividade.

Carga horária: 4 horas

Apresentação: Talvez você já tenha se deparado com a seguinte situação: já chegou a noite e sua mesa ainda tem várias coisas que precisam ser resolvidas, você está cansado, trabalhou como um louco o dia todo e parece que só apagou incêndio. Se já passou por uma situação dessas com certeza as ferramentas apresentadas nesse workshop irão te ajudar a, com planejamento e organização, melhorar de forma significativa sua produtividade, fazendo mais em menos tempo e com menos estresse.

As datas e os custos serão enviados em breve.

Mais informações entre em contato com a ALMACO pelo e-mail: marketing@almaco.org.br ou pelo telefone (11) 3719-0098

Fonte: ALMACO

 

 

 

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07 jun 2018

Alta da matéria-prima deve dificultar recuperação de setor de Compósitos

Impacto do câmbio e do preço do barril de petróleo na cadeia de produção preocupa indústria que em 2017 apresentou desempenho positivo pela primeira vez após três anos de crise

As altas do dólar e do petróleo preocupam o setor de compósitos, ou plástico de engenharia. Após três anos de crise, a indústria ensaiou uma recuperação em 2017, mas agora avalia o impacto do encarecimento dos insumos.

“A matéria-prima é totalmente relacionada ao dólar e ao petróleo. Impacta o produto final para o cliente da cadeia do plástico que vai produzir um barco ou uma caixa d’água, por exemplo”, afirma o diretor da Polinox, Roberto Pontifex.

Especializada em na fabricação de catalisadores e ceras desmoldantes, matérias-primas dos compósitos, em sua planta em Itupeva (SP), a Polinox prevê, inicialmente, um crescimento de 5% em 2018. “Mas isso pode ser revisto pela queda após o 1º trimestre e o impacto desses preços nos produtos”, revela Pontifex.

O gerente comercial da Dilutec, Marcos Pannellini, explica que, desde outubro do ano passado, questões de economia global estão afetando o setor. “Além do câmbio e do preço do barril de petróleo, a oferta de produto foi readequada e forçou reajustes”. Pannellini conta que a crescente preocupação ambiental do governo chinês fez com que fábricas poluentes fossem fechadas, afetando a cadeia de fornecimento. “A China reduziu a produção e precisou importar. O preço disparou e a oferta diminuiu.”

O executivo afirma que esse suprimento reduzido é comercializado preferencialmente para mercados do hemisfério norte. “O resto do mundo compra o que sobra.”

Pequena retomada

Em 2017, o setor teve crescimento de 1,9% no faturamento, o primeiro resultado positivo desde 2014. “Esse crescimento sinaliza uma recuperação, mesmo sendo sobre uma base muito baixa. O setor perdeu muito nesse período de crise”, aponta o presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), Gilmar Lima. O levantamento, feito pela consultoria Maxiquim, mostra que o consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas. Já o número de postos de trabalho apresentou queda 0,9%. De acordo com a Almaco e empresas, o principal vetor dessa recuperação foi o setor automotivo. “O transporte foi o grande responsável, muito em função do desempenho do agronegócio, que impulsiona a fabricação de caminhões e tratores”, destaca Lima. A agropecuária foi o setor com melhor desempenho na economia brasileira no ano passado, com safra recorde de grão, especialmente milho e soja. O bom desempenho impactou a indústria automotiva, que faz diversas aplicações de compósitos, como painéis, compartimentos de motor, componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos.

“O setor automotivo deu uma retomada após três anos ruins. O resto está indo sem destaque, acompanhando o crescimento do mercado como um todo”, declara Pontifex.

O executivo afirma que o setor de saneamento é um mercado demandante que enfrenta problemas. “Está patinando, é um segmento que depende de verba pública. Tem um grande potencial, mas não está aquecido. O mercado como um todo começou o ano bem, dando prosseguimento ao ritmo do final 2017, mas houve uma queda a partir de abril.”

Pannellini também identifica uma queda nos negócios ao final do 1º trimestre, mas aponta que no caso da Dilutec, isso já era esperado. “O ano está ocorrendo dentro do esperado. Os nossos mercados mais fortes são bastante sazonais: náutico e piscinas, que vão melhor no verão.”

A empresa fabrica produtos químicos (thinner e gelcoat) e distribuí matérias primas e equipamentos para o setor de compósitos. Suas unidades estão localizadas em Piracicaba (SP) e Senador Canedo (GO).

O gerente comercial explica que o ano da empresa começa de fato em agosto. “É a temporada das piscinas, banheiros e barcos. Comparando ao ano passado, o desempenho deve ser mantido. Vemos o mercado comedido, evitando certas negociações. Há incerteza com cenário político e eleições, e o desempenho deve ser mantido em relação ao ano passado.”

Para 2018, o estudo da Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,841 bilhões e uma elevação de 9,4% ante o resultado de 2017, enquanto o consumo de matérias-primas deve crescer 4,8%, totalizando 205 mil toneladas. Lima acredita que para a recuperação ser mais consistente, o setor deve se mobilizar. “Há muito trabalho a ser feito. Temos que encontrar novos nichos, melhorar eficiência e gestão da produção. Senão, vamos continuar crescendo em um nível muito baixo Nesse ritmo, só voltaremos aos patamares pré-crise em dez anos.”

 FONTE: DCI Indústria

 

 

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07 jun 2018

CURSOS CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA e ANÁLISE DE TENSÕES – INSCREVA-SE

Nos dias 18 a 20 de junho a ALMACO ministrará os curso de CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DOS MATERIAIS COMPÓSITOS e CURSO DE ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES PELA TEORIA CLÁSSICA DA MECÂNICA DOS LAMINADOS no CETECOM.

Serão 3 dias de cursos que ajudarão os participantes a desenvolver a capacitação para a análise do comportamento mecânico dos compósitos, identificando o estado de tensões e deformações em laminados estruturais, e o aprendizado dos ensaios mecânicos, O curso abordará a parte teórica e prática e será ministrado pelo Profº Gerson Marinucci,  IPEN/USP.

18 DE JUNHO – CURSO CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DOS MATERIAIS COMPÓSITOS

19 E 20 DE JUNHO – CURSO DE ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES PELA TEORIA CLÁSSICA DA MECÂNICA DOS LAMINADOS.

Horário: 8h às 17h

Local: ALMACO/CETECOM – Av. Professor Almeida Prado, 532 – sala 11

Prédio 31 – Térreo – Cidade Universitária – São Paulo

 

Inscrições abertas! Vagas Limitadas!

 

Para mais informações entre em contato conosco através do telefone (55 11) 3719-0098, pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

 

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07 jun 2018

LORD lança na Expobor adesivo para a colagem a frio de correias transportadoras

Chemlok® CB 5200 é ideal para a manutenção feita em campo

Especialista no desenvolvimento de adesivos e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, participará mais uma vez da Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha (Expobor) – de 26-28/06, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na edição deste ano, a principal atração do estande da LORD será o lançamento do Chemlok® CB 5200, adesivo metal-borracha de cura a frio. Ou seja, polimeriza sob temperatura ambiente, o que permite a sua utilização em campo.

“É um produto indicado para o revestimento de tanques e cilindros, além de ser ideal para a realização de reparos de correias transportadoras normalmente utilizadas em jazidas de exploração de minério, fábricas de papel e usinas sucroalcooleiras”, explica Lucas Honorio, responsável pela área de desenvolvimento de novos negócios da LORD na América Latina.
O Chemlok® CB 5200, detalha Honorio, atinge um nível de união de 20 kgf/cm² em duas horas, resultado que garante o cumprimento das exigências da norma NBR 15391-2015, regulamentação referente à emenda por colagem a frio de correias.

“Quando uma esteira transportadora se rompe, a manutenção deve ser feita o mais rápido possível para que sejam reduzidos os prejuízos financeiros. Por isso, muitas empresas, sobretudo as do setor de mineração, adotam como parâmetro o tempo de duas horas disposto em norma para colocar o equipamento de novo em operação. Esse período é atendido tranquilamente pelo nosso novo adesivo”, explica o executivo da LORD.

Ainda a propósito da família Chemlok® – é referência global na união de artefatos de borracha –, Honorio destaca o recente aumento de capacidade da planta que a LORD opera em Saergertown (Pensilvânia, EUA), unidade dedicada exclusivamente à produção de matérias-primas para os adesivos metal-borracha da companhia. “Foram investidos mais de US$ 80 milhões nessa expansão, e esse movimento também é benéfico para a operação brasileira, que poderá responder mais rapidamente aos eventuais aumentos da demanda local”.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Mais em www.lord.com

Serviço:
Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha (Expobor)

Quando: 26-28/06

Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

LORD: estande H34

 

Fonte: SLEA Comunicação

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07 jun 2018

Redelease e Marbocote anunciam joint venture

Negócio visa à expansão do fornecimento de desmoldantes semipermanentes

A brasileira Redelease, tradicional distribuidora de especialidades químicas, e a inglesa Marbocote, líder global em desmoldantes semipermanentes, anunciam a criação de uma joint venture. Sediada em São Paulo, a Redelease-Marbocote tem como alvo o atendimento dos mercados de compósitos – um tipo de plástico especial – borracha, pneumáticos, calçados, fundição e poliuretano.

Os contatos entre as empresas tiveram início em 2016, quando a Redelease passou a distribuir os desmoldantes semipermanentes da Marbocote. “Agregamos ao nosso portfólio produtos consagrados internacionalmente, que tiveram excelente aceitação no mercado local. Além disso, a Marbocote desenvolveu formulações exclusivas para atender às necessidades dos clientes brasileiros. A parceria deu tão certo que optamos agora por essa união”, detalha Roberto Iacovella, sócio-diretor da Redelease.

Definida a joint venture, a primeira medida ficou por conta da contratação de Ana Clara Cordeiro para assumir a direção de vendas da Redelease-Marbocote. Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de agentes desmoldantes, Ana Clara é pós-graduada em gestão financeira pela FGV. “A combinação entre a agilidade e a dedicação com que a Redelease atende os clientes e a qualidade técnica da marca Marbocote me motivou a fazer parte do time”, ela comenta.

No setor de compósitos, avalia Ana Clara, a Redelease-Marbocote já tem uma posição muito bem estabelecida – detém os maiores volumes fornecidos atualmente. “Nas áreas de borracha e pneumáticos, estamos crescendo dia a dia. Os clientes têm testado os nossos produtos e comprovado a sua excepcional qualidade. Em paralelo, contamos com um grupo técnico bastante efetivo, que nos ajuda no trabalho de fidelização”.

De acordo com a diretora de vendas da Redelease-Marbocote, o objetivo da empresa é mostrar ao mercado brasileiro que também existem desmoldantes semipermanentes capazes de se destacar pela maior durabilidade. “Os nossos produtos ‘super duráveis’ surpreendem a maioria dos clientes, pois garantem maior produtividade, são fáceis de aplicar e têm preços competitivos”, conclui.


Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de cinco unidades licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Redelease-Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler). Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

Sobre a Marbocote

Situada na região de Manchester (Reino Unido), a Marbocote fabrica e distribui uma ampla gama de agentes desmoldantes semipermanentes de alta tecnologia. Seus principais consumidores são os segmentos de moldagem de compósitos e borracha. Para mais informações, acesse www.marbocote.co.uk.

 

Fonte: SLEA Comunicação

 

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24 maio 2018

ALMACO lança novos cursos técnicos para o 2º semestre de 2018

 

A Associação Latino – Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) lança dois novos módulos na sua grade de cursos de capacitação técnica para o 2º semestre de 2018. Os dois cursos terão uma carga horária de 16 horas e serão ministrado por Waldomiro Moreira, um dos maiores especialistas em compósitos e diretor da Global Composites. Veja abaixo as informações de cada módulo

 

1º)  Modelação e Ferramental – Moldes para Processamento Produtivo de Materiais Compósitos

 

– Data: 25 e 26 de setembro

 

Carga horária: 2 dias (16 horas com atividades de ensino teórico e prático)

 

– Propósito: Difundir as tecnologias atualizadas, métodos e parâmetros técnicos precisos para obtenção de modelos, moldes e ferramentas com qualidade e custo competitivo para moldagem de compósitos Termoplásticos, Termofixos e Elastômeros.

 

– Público Alvo: Estudantes de áreas técnicas, Profissionais voltados ao segmento de Design e Engenharia de Produto, Técnicos em Processos Plásticos, Oficinas de Reparos e preparação de veículos customizados “Tunning”, e de competição etc.

 

– Conteúdo  Programático:

– Introdução Materiais Compósitos Poliméricos Termoplásticos, Termofixos e Elastoméricos

-Conceito de Produto e Design  (Estudos de Funcionalidade, Ergonomia, Dimensionamento Estrutural etc)

-Ferramentas Computacionais e Métodos de Criação “3D” e “2D”

-Protótipos “Mock-up”

-Ensaios Mecânicos de Validação / Aprovação

-Apresentação de materiais para construção de modelos e ferramental produtivo (Temperatura Ambiente e Elevadas Temperaturas) como Desmoldantes, Gel Coats, Massas, Resinas, Compostos de moldagem Baixa Contração, Silicone Bi-Componente, Reforços de Fibras de Vidro, Ligas Metálicas etc.

-Técnicas de fabricação de Modelo Padrão (Madeira/ Gesso / Massas/ Espumas), e acabamentos

-Técnicas de fabricação de Ferramentas (Moldes) de produção – Processos abertos (Laminação Manual e A Pistola, Enrolamento Filamentar) e processos fechados (RTM com contra moldes rígidos e flexíveis “Pele de Silicone”, Infusão a Vácuo, Laminação Contínua “painéis e telhas” e moldagem a quente Compressão e Injeção Pultrusão, SMC e BMC.

-Estruturação de Moldes e Fabricacão de Berços e Gabaritos de Controle

-Técnicas de Manutenção e Reparo de Ferramental para moldagem de Compósitos.

 

No laboratório CETECOM atividades de construção de molde moldagem aberta laminação manual com sistema construtivo Baixa Contração

 

 

2º)  Fibras de Elevado Desempenho em Materiais Compósitos Avançados

 

– Data: 25 e 26 de outubro

 

Carga horária: 2 dias (16 horas com atividades de ensino teórico e prático)

 

– Propósito: Difundir as tecnologias de aplicações por meio das Fibras de Reforços de elevado desempenho a esforços mecânicos a exemplo das Fibras de Vidro de alto módulo “S” e “H, Fibras de Basalto, Fibras de Amidas Aromáticas Aramida e Fibras de Carbono.

 

– Público Alvo: Estudantes de áreas técnicas, Profissionais voltados ao segmento de Engenharia e Dimensionamento Estrutural de Produtos, Especialistas em Processos Plásticos, Oficinas de construção, reparos e preparação de veículos customizados “Tunning”, e de competição etc.

 

– Conteúdo  Programático:

– Introdução Materiais Compósitos Poliméricos Termoplásticos, Termofixos e Elastoméricos

– Apresentação de materiais de reforços e tabelas comparativas Custo/Desempenho

-Fibras de Vidro “E”

-Fibras de Vidro de elevado módulo de elasticidade “S” e ”H”

-Fibras de Basalto

-Fibras de Amidas Aromáticas “Aramidas” Kevlar® ,Twaron® etc.

-Fibras de Carbono de Módulos de Elasticidade elevados e intermediários

-Fibras Combinadas na forma de Tecidos, Fitas etc

-Ensaios Mecânicos de Validação / Aprovação

-Processos de Moldagem com Fibras de Reforços de elevado desempenho (Laminação Manual, “Prepegs” – Pré-Impregnados Termoplásticos e Termofixos, Saco de Vácuo Vacuum-Bag, Infusão a Vácuo, RTM (Moldagem por Transferência de Resina) e Compressão a Quente SMC – Composto de Moldagem e Prepregs Carbono / Termoplásticos Poliamida e Acrílico.

-Aplicações dos Reforços de Elevado Desempenho.

-Técnicas de Manutenção e Reparo de Ferramental para moldagem de Compósitos.

 

No laboratório CETECOM atividades de moldagem laminação manual, saco de vácuo vacum-bag e RTM Baixa Pressão com Fibras de Reforço de elevado desempenho (Vidro S, Aramida e Carbono) e Prensagem de Prepregs Termoplásticos Poliamida e Acrílico.

 

Para inscrições ou mais informações entre em contato conosco através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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24 maio 2018

Startup do Vale do Silício usa impressora 3D para fazer bicicleta de fibra de carbono

Fundada por ex-executivo de Google e Amazon, empresa iniciante recebeu investimento US$ 12,5 milhões para tornar a tecnologia de impressão mais barata.

Após uma carreira que incluiu ajudar o Google a construir centrais de processamento de dados e a Amazon a entregar encomendas mais rápido aos clientes, Jim Miller está fazendo o que muitos executivos do Vale do Silício fazem depois de passarem por grandes empresas: andar de bicicleta.

Mas sua bicicleta é um pouco diferente. A Arevo, startup que conta com a empresa de investimentos da agência de espionagem dos Estados Unidos (CIA), da qual Miller assumiu o comando recentemente, tem produzido o que diz ser a primeira bicicleta de fibra de carbono do mundo que tem o quadro impresso em 3D.

A Arevo está usando a bicicleta para demonstrar sua tecnologia de impressão e software de design, que espera usar para produzir peças de bicicletas, aeronaves, veículos espaciais e outras aplicações em que os projetistas precisam de força e leveza da fibra de carbono, mas enfrentam o custo elevado de produção do material.

A Arevo levantou nesta quinta-feira (16) US$ 12,5 milhões em financiamento de risco de uma unidade das japonesas Asahi Glass e Sumitomo e da Leslie Ventures. Antes, a empresa tinha levantado US$ 7 milhões da Khosla Ventures, que também participou da rodada desta quinta-feira, e um valor não revelado da In-Q-Tel, empresa de investimentos apoiada pela CIA.

Bicicletas de fibra de carbono tradicionais são caras porque o material é produzido à mão por meio da adição intercalada de camadas de fibra e resina. O produto final então é colocado em um forno para derreter a resina e unir as camadas de fibra.

A tecnologia da Arevo usa uma cabeça de impressão montada em um braço robótico para produzir o quadro da bicicleta em três dimensões. A cabeça deposita as fibras de carbono nos locais corretos e derrete um material termoplástico para colar as fibras, tudo em uma etapa.

O processo quase não envolve participação humana, permitindo que a Arevo produzza quadros de bicicleta por US$ 300, mesmo no caro Vale do Silício.

“Estamos em linha com o que custa produzir um quadro na Ásia”, disse Miller. “Como o custo de trabalho é muito menor, podemos trazer de volta a produção dos compósitos.”

Miller afirmou que a Arevo está negociando com vários fabricantes de bicicletas, mas a companhia espera fornecer peças para a indústria aeroespacial. A tecnologia de impressão da Arevo pode ser montada em trilhos para a produção de peças maiores, o que evita a necessidade de grandes fornos para produzi-las pelo processo tradicional.

 

FONTE: Site Globo – Economia foto: Executivos da Arevo Labs, startup que usa impressora 3D para fazer bicicletas de fibra de carbono: Jim Miller, Wiener Mondesir e Hemant Bheda. (Foto: Stephen Lam/Reuters)

 

 

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24 maio 2018

Energia renovável emprega mais de 10 milhões de pessoas no mundo

O setor de energia renovável, incluindo as grandes hidrelétricas, emprega mais de 10 milhões de pessoas no mundo, de acordo com dados da quinta edição do relatório Renewable Energy and Jobs – Annual Review, lançado hoje (8) na 15º Reunião do Conselho da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), em Abu Dhabi. De acordo com o relatório, em 2017 foram criados mais de 500 mil empregos, um aumento de 5,3% em relação a 2016.

Segundo a Irena, organização intergovernamental global com 156 membros, a China, o Brasil, os Estados Unidos, a Índia, Alemanha e o Japão continuam a ser os maiores empregadores do mercado de energia renovável no mundo, representando mais de 70% de todos os empregos no setor globalmente.

“Embora um número crescente de países esteja colhendo os benefícios socioeconômicos das energias renováveis, a maior parte da produção ocorre em relativamente poucos países e os mercados domésticos variam enormemente em tamanho”, avalia a agência.

Para a Irena, a economia global poderá criar até 28 milhões de empregos no setor até 2050, com a descarbonização do sistema energético. Os dados mostram que a produção de energia solar fotovoltaica continua sendo o maior empregador de todas as tecnologias de energia renovável, respondendo por cerca de 3,4 milhões de empregos. A estimativa é que a China responda por dois terços dos empregos fotovoltaicos, equivalente a 2,2 milhões, o que representa uma expansão de 13% em relação a 2016.

Ao lado da China, Blangladesh, Indía, Japão e os Estados Unidos são os principais empregadores no mercado de energia solar fotovoltaica no mundo. Juntos, os cinco países respondem por cerca de 90% dos empregos em energia solar fotovoltaica em todo o mundo.

Brasil

No Brasil, o relatório destaca que o número de empregos no segmento de biocombustíveis aumentou 1% em 2017, totalizando 593 400 postos de trabalho. “Os empregos em etanol diminuíram devido à constante automação e ao declínio da produção de etanol”, aponta a agência.

Apesar da queda na produção de empregos no setor de etanol, a agência disse que houve compensação com os empregos gerados pelo biodiesel. A Irena estima que o Brasil empregou 202 mil pessoas no setor de biodiesel em 2017, 30 mil a mais em relação ao ano anterior.

Já no que diz respeito à indústria eólica, o levantamento estima que o setor emprega cerca de 33.700 pessoas na fabricação, construção, instalação, operação e manutenção. Em 2017, a indústria eólica fechou o ano com 12,8 GigaWatts (GW) de energia acumulados.

De acordo com a agência, novas instalações no mercado de aquecimento solar no Brasil caíram 3% em 2017. O emprego total em 2017 foi estimado em cerca de 42.000 postos de trabalho, com cerca de 27.500 na indústria transformadora e 14.500 na instalação.

Segundo Adnan Z. Amin, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável, a energia renovável tornou-se um pilar do crescimento econômico de baixo carbono para governos em todo o mundo, um fato refletido pelo crescente número de empregos criados no setor. Ainda segundo o diretor da agência, os dados também ressaltam um quadro cada vez mais regionalizado, destacando que os benefícios econômicos, sociais e ambientais das energias renováveis são mais evidentes nos países onde existem políticas atraentes para o setor.

 

Fonte: Agência Brasil – Foto: site www.engenhariae.com.br

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