19 abr 2018

Ashland apresenta palestra sobre SMC em Joinville

Empresa é uma das participantes do 1º Encontro Regional ALMACO de 2018

Líder global em especialidades químicas, a Ashland é uma das participantes do 1º Encontro Regional de 2018 promovido pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) – 24/04, em Joinville (SC).
Na ocasião, Márcia Cardoso, especialista da área técnica da Ashland, apresentará a palestra intitulada “Novas resinas estruturais para SMC”. Sigla de Sheet Moulding Compound – em tradução livre, Moldagem de Compostos em Lâminas –, o SMC é utilizado principalmente pela indústria automotiva para a fabricação de capôs, tetos e caçambas, entre outras peças.
“Em linhas gerais, vou detalhar as características de duas novas resinas da Ashland para SMC: a Arotran™ 500, que combina elevado módulo de rigidez e leveza, e a Arotran™ 600, caracterizada pelo baixo índice de emissão de compostos orgânicos voláteis na atmosfera”, afirma Márcia.
Os interessados em participar do 1º Encontro Regional ALMACO devem fazer a inscrição gratuita pelo e-mail marketing@almaco.org.br (vagas limitadas). Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Sobre a Ashland

Com distribuidores oficiais em toda a América Latina, a Ashland fornece na região as resinas poliéster Aropol™ e Arotran™, referências globais em polímeros termofixos – esta última é mais voltada às aplicações em sistemas de prensagem de materiais (SMC e BMC).
A Ashland também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane™, sinônimo de proteção contra a corrosão para a grande maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo. As resinas Derakane™ são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.
Nos últimos quatro anos, a Ashland foi eleita a empresa Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.
A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma companhia especializada no desenvolvimento de especialidades químicas para uma ampla gama de indústrias, como a de adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, cuidados pessoais e farmacêutica. Para mais informações, acesse www.ashland.com

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
™ Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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19 abr 2018

1 ANO DE E-COMPOSITES

Em abril, a E-composites completa um ano de atuação. A loja online da Barracuda Advanced Composites, foi desenvolvida para fazer muito mais do que vender produtos. Em apenas um ano, a E-composites bateu recordes de acessos na internet, busca por materiais compostos e integração de públicos.
“Da mesma forma que eu tinha uma enorme dificuldade de conseguir os materiais que eu precisava quando comecei a ser construtor de barcos, sinto que muitas pessoas têm dificuldade de acesso a estes novos produtos em quantidades menores, e aí, nós decidimos que estava na hora de oferecer os mesmos produtos usados por construtores profissionais, para estudantes, pequenos construtores e pesquisadores de todo Brasil” ressalta Jorge Nasseh, CEO e Engenheiro Chefe do Grupo Barracuda.
Na E-composites, os usuários têm acesso a produtos exclusivos e de alta performance. Todos os materiais dispõem de especificação técnica e contam com a assistência dos engenheiros da Marine Composites, empresa de engenharia do Grupo Barracuda.
Mas além de comercializar produtos, a E-composites cria oportunidades. Lançou um programa de patrocínio estudantil e garantiu a diversas equipes universitárias, acesso à tecnologia em materiais compostos. A primeira edição do Desafio Barracuda, reuniu mais de 1000 alunos de 129 equipes universitárias em uma competição educacional, interativa e desafiadora.
“A experiência foi ótima! Durante este ano conseguimos ter mais de 1 milhão de acessos e mais de 10 mil alunos inscritos em nossas redes sociais, recebendo notícias online sobre a disponibilidade de materiais, cursos, livros e tecnologia na distância de poucos clicks. Essa é uma das grandes missões do Grupo Barracuda, difundir o conhecimento sobre materiais compostos e torná-los acessíveis” conclui Nasseh.

Fonte: Barracuda

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05 abr 2018

ALMACO promove evento em Joinville

Encontro Regional acontece no próximo dia 24

A cidade de Joinville (SC), um dos principais polos consumidores de compósitos – um tipo de plástico de alta performance –, será palco no próximo dia 24 do 1º Encontro Regional de 2018 promovido pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).
Com apenas 60 vagas disponíveis, o evento contará com a apresentação de palestras sobre matérias-primas, processos de moldagem, tecnologias e tendências acerca dos materiais compósitos.

Confira, a seguir, a agenda do 1º Encontro Regional ALMACO:

13h – Credenciamento
13h30 – “Compósitos global: um novo olhar!”, Gilmar Lima (ALMACO);
14h – “Novas resinas estruturais para SMC”, Márcia Cardoso (Ashland);
14h30 – “Tecidos multiaxiais (NCF)”, Eliza Sonsini (Saertex);
15h – “Tecnologias Abcol para a indústria de compósitos”, Gilmar Auter (Abcol);
15h30 – Coffee break
16h – “Prepeg termoplástico: tipos, aplicações, métodos e dados técnicos”, Luís Fernando Barbi (Texiglass);
16h30 – “SMC de baixa pressão para aplicações automotivas e agrícolas”, Ariosvaldo Vieira (Tecnofibras).

O evento será realizado no Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura e Processamento a Laser. As inscrições gratuitas devem ser feitas pelo e-mail marketing@almaco.org.br ou pelo fone (11) 3719-0098.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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05 abr 2018

Tecniplas mostra soluções para a armazenagem de fluidos na FIEMA

Feira de Tecnologia e Meio Ambiente acontece na próxima semana, em Bento Gonçalves

A Tecniplas participa mais uma vez da Feira de Negócios, Tecnologia e Conhecimento em Meio Ambiente (FIEMA), evento que acontece entre os dias 10 e 12/04, em Bento Gonçalves (RS). Líder brasileira em tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a empresa pretende ressaltar na FIEMA as vantagens das soluções que desenvolve para a armazenagem de diferentes tipos de fluidos.
“Os tanques da Tecniplas são dimensionados para o armazenamento de água potável a produtos químicos altamente corrosivos. Em comparação aos reservatórios feitos de outros materiais, como aço e concreto, os nossos produtos apresentam maiores índices de durabilidade, além de outros benefícios como ausência de porosidade e pontos suscetíveis à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.
Palco da FIEMA, a Região Sul do país conta com diversos tanques e equipamentos especiais da Tecniplas em operação. “É o caso, por exemplo, de reservatórios adquiridos por empresas que fabricam ou manipulam produtos químicos, indústrias alimentícias e plantas de celulose e papel, entre outras”, observa Rossi.
O diretor da Tecniplas destaca também os fornecimentos recentes que a empresa fez para a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN). “O último foi o de um tanque monolítico de 250 m³ para a armazenagem de água potável”. Ajustado às exigências da Portaria 2914, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle de qualidade da água para o consumo humano, o reservatório faz parte do sistema de abastecimento da cidade de Palma Sola.
Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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05 abr 2018

Venda de veículos tem alta de 15,6% no trimestre

As vendas de veículos em março atingiram 207.373 unidades, com uma média por dia útil de 9.874 emplacamentos, a melhor do ano. O desempenho alcançado pelo setor automotivo representou crescimento de 9,6% em relação a março de 2017 e de 32% no comparativo com fevereiro, tradicionalmente um período mais fraco por causa do Carnaval e menor número de dias úteis.
No trimestre foram emplacados total de 545,5 mil veículos, resultado 15,6% superior ao dos primeiros três meses do ano passado, quando as vendas ficaram em 472 mil unidades. O movimento em março acabou sendo maior do que estimavam os concessionários em meados do mês, quando a expectativa era de algo em torno de 190 mil a no máximo 200 mil unidades. Na quinta-feira, 29, véspera do feriado de Páscoa e ponto facultativo. Houve mais de 8 mil emplacamentos, volume bem acima do esperado pelo setor.
Na terça-feira, 3, a Fenabrave divulgará o balanço completo do mês de março e do trimestre, com números relativos às vendas por marca e modelo, assim como os dados de venda por segmentos do mercado. Durante todo o ano passado, em apenas quatro meses o número de emplacamentos superou a casa de 200 mil unidades – agosto, outubro, novembro e dezembro.

Usados

Assim como o mercado de veículos novos, também o de usados está aquecido este ano. Segundo dados da Fenauto, Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores, as vendas de veículos usados atingiram 1.141.381 unidades em março, com alta de 15,7% sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram registrados 986.346 emplacamentos.
Os números da Fenauto englobam todos os tipos de veículos – leves, pesados e motos – assim como todas as idades, dos seminovos, até três anos de uso, até os chamados velhinhos, com mais de dez anos.
E é interessante notar que, ao contrário dos anos anteriores, o mercado de usados agora em 2018 está em ritmo mais lento do que o dos novos. A evolução de vendas de usados no primeiro trimestre foi de apenas 1,4%, ante os 13,4% do mercado de zero-quilômetro.
De qualquer forma, o presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, avalia o desempenho como positivo: “O mercado de usados parece estar mantendo o mesmo ritmo de evolução do ano passado. A manter-se esse movimento ao longo dos próximos meses, será possível afirmar que o setor vem se reequilibrando satisfatoriamente”.

Fonte: AutoIndústria/Alzira Rodrigues – Foto: Marcos de Paula/Estadão

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05 abr 2018

Dilutec lança gelcoat que retarda a propagação de chamas e reduz a emissão de estireno

Colorgel® FR LE atende às exigências de inflamabilidade da norma UL 94 V-0

Uma das principais fabricantes brasileiras de gelcoat – híbrido de resinas e pigmentos que protege e dá acabamento às peças de compósitos –, a Dilutec anuncia o lançamento do Colorgel® FR LE. O produto atende à norma de inflamabilidade de materiais plásticos UL 94, na classificação V-0, e é caracterizado pela baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (VOC) na atmosfera, caso do monômero de estireno.
O fato de atender à UL 94 significa que as peças fabricadas com o Colorgel® FR LE retardam a propagação das chamas. Ou seja, depois de removida a fonte de ignição, a superfície deixa de queimar, característica necessária para aplicações nos setores de transporte – rodoviário, ferroviário e náutico – industrial, elétrico, em produtos como postes e cruzetas, e de geração de energia eólica, tanto nas pás como nos nacelles e spinners.
“O produto também é ambientalmente amigável, pois apresenta baixos índices de emissão de VOC, atributo garantido pela elevada compatibilidade da resina utilizada na sua formulação com o monômero de estireno”, explica Marcos Brambilla, gerente técnico da Dilutec. Depois de polimerizado, o Colorgel® FR LE perde 0,66% de massa, contra 2,27% de um gelcoat padrão, de acordo com os ensaios realizados pela Newtech, empresa acreditada pelo Inmetro.
Foram necessários cerca de dois anos para que a Dilutec completasse o desenvolvimento do Colorgel® FR LE. “Por se tratar de um gelcoat complexo, levamos mais tempo para balancear a fórmula com as resinas e aditivos corretos e para ajustar a estabilidade”. A aplicação da novidade, detalha Brambilla, pode ser feita com gelcoateadeira e pistola de caneco invertido ou por meio da pintura com rolo ou pincel, na versão topcoat.
Marcos Pannellini, gerente comercial da Dilutec, calcula que exista no Brasil uma demanda mensal de cerca de 300 toneladas de gelcoats com as características do Colorgel® FR LE. “Esse volume é atendido hoje em dia por produtos importados ou por soluções caseiras, como a aditivação de gelcoats comuns feita pelos próprios transformadores de compósitos. Por isso estamos bastante otimistas com a reação do mercado ao nosso lançamento”.
Para assistir ao vídeo do ensaio de queima de um corpo-de-prova produzido com o gelcoat Colorgel® FR LE, acesse https://tinyurl.com/y7z6oqrb

Sobre a Dilutec

Além de produzir gelcoat e thinner, a Dilutec é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a moldagem de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina. Fundada em 1995, mantém unidades fabris em Piracicaba (SP) e Senador Canedo (GO).

Para mais informações, acesse www.dilutec.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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05 abr 2018

Cursos ALMACO mês de Abril

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Não perca a oportunidade de aprender as boas práticas ou aperfeiçoar as suas técnicas de base para elaborar trabalhos com resinas combinadas com fibras de vidro.

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• 25 de abril – Processos de Saco de Vácuo e Infusão (moldagem com pele flexível)
• 26 de abril – Processos RTM e RTM Light

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15 mar 2018

Montadoras de caminhões esperam crescimento de até 30% nas vendas

As montadoras de caminhões trouxeram para 2018 um otimismo que havia tempos não sentiam. Neste ano, as empresas esperam que as vendas cresçam entre 25% e 30%. Apesar de ser uma previsão de alta muito acima do que se espera para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – 2,87%, segundo o relatório Focus, do Banco Central, publicado mais recentemente, se essa projeção for alcançada, ainda assim a indústria estará em um patamar muito abaixo do que o registrado no seu auge, mas será um volume maior que o de 2015 e 2016, quando as vendas chegaram ao fundo do poço.
Em 2017, as vendas chegaram a 51,9 mil unidades – aumento de 2,7% em relação a 2016. Mas os dois últimos meses do ano foram os que confirmaram a tendência de recuperação para 2018. Em dezembro, foram comercializadas 6,1 mil unidades (crescimento de 11% sobre novembro e 36,5% a mais do que o registrado no mesmo período de 2016). Já a produção aumentou 37% no ano passado, com 82,9 mil unidades (7,4 mil só em dezembro, o que apontou para uma alta de 81,3% se comparado ao mesmo mês de 2016). As exportações também avançaram. Foram 28,3 mil unidades embarcadas, equivalente a uma expansão de 31,3%.
O agronegócio, apesar de ter uma previsão de crescimento menor em 2018, deve ser o responsável pelo principal empurrão nas vendas de caminhões. Já o setor de construção civil (incluindo construção pesada) é o que está demorando mais a reagir, segundo os executivos ouvidos pela reportagem.
Para o diretor comercial da Volvo, Bernardo Fedalto, se a expansão do mercado de fato se confirmar dentro do patamar estimado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Motores (Anfavea), o setor ainda estará a apenas 60%, no máximo 70% do seu potencial de mercado. Fala-se que, no auge da crise, a capacidade ociosa chegou a cerca de 70% e hoje seria de 45%. “Já percebemos a inversão, mas nossa base é muito ruim. Fomos bem até 2014, com 2011 e 2013 batendo recordes, até acima do que se esperava. Houve uma bolha naquele momento, depois vimos uma queda de 70% em dois anos. Mas agora vemos a economia retomando, e o mercado de caminhões está diretamente ligado à economia”, afirma.
Para Fedalto, um ponto de atenção nessa expectativa de recuperação é a eleição presidencial. “Estamos otimistas para 2018, com previsão de mais de 30% de crescimento, mas a base é muito baixa. A expectativa para o Brasil nos próximos anos é positiva, desde que a economia continue em uma polÍtica mais liberal, como está sendo visto hoje, com menos despesas e mais controle, sem gastos acima da arrecadação. Mas há desafios, como o deficit fiscal, que tem de ser resolvido pelo governo e parar de gastar mais do que arrecada. Talvez esse governo não consiga fazer as reformas que deveria por conta das questões políticas, mas o próximo governo não escapa de fazê-las, baixando o custo do Estado perante a arrecadação”, analisa.

Infraestrutura

O executivo da Volvo argumenta que as necessidades do país, por exemplo, com infraestrutura, são enormes, e esse é um “grande gerador de oportunidades” para o setor de caminhões. Mesmo que o setor demore a decolar, a expectativa é de que haja demanda em outras frentes, como a que vem do campo. Apesar de alguma incerteza, a montadora anunciou no início de 2017 um investimento de R$ 1 bilhão até 2019. Além disso, no fim do ano começou a contratar 250 funcionários para iniciar o segundo turno a partir da segunda semana de fevereiro.
A retomada das vendas leva o executivo da Volvo a acreditar que será possível reajustar alguns preços, deprimidos nos últimos anos, segundo ele, por conta da concorrência. “Foram três anos de acirramento total entre os competidores, porque todo mundo estava desesperado para vender o pouco que tinha. Mas, nos últimos anos, tivemos os custos aumentados em toda a cadeia, sem reposicionarmos os preços. Apesar de a briga estar feia, esse reposicionamento será necessário”, avisa Fedalto.
Roberto Barral, vice-presidente de Operações Comerciais da Scania no Brasil, lembra que o setor passou por seu momento mais delicado a partir de 2014. “As vendas caíram junto com a economia. O volume de vendas chegou a cair entre 70% e 75%. Agora, apesar da projeção de crescimento, estamos vindo de um patamar de vendas muito deprimido”, avalia.
Barral lembra que os níveis de venda registrados em 2013, quando foram produzidos 187.002 caminhões, estavam em um patamar insustentável, estimulado artificialmente graças a financiamentos “com juros muito subsidiados, o que inflou o mercado de forma artificial”. Apesar de a retomada não estar nem perto do auge do setor, as montadoras sabem que não podem ficar paradas. No caso da Scania, foram anunciados no ano passado investimentos de R$ 2,6 bilhões. O valor será destinado a desenvolvimento e lançamento de produtos, na unidade de produção e nas redes de distribuição. “A matriz já está acostumada com as turbulências no Brasil e sabe que precisamos continuar nos atualizando”, afirma o executivo.

Fonte: Correio Braziliense

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15 mar 2018

Produção da Polinox cresceu 8% em 2017

Empresa é a maior fabricante de catalisadores da América Latina

Líder latino-americana em catalisadores – são matérias-primas dos compósitos, um tipo de plástico de engenharia –, a Polinox registrou um aumento de 8% no volume produzido em 2017. O resultado, comenta Roberto Pontifex, diretor, embute duas análises principais: a crise brasileira, enfim, é página virada e a Polinox consolidou de vez a sua presença nos demais países da América do Sul.
“Esperávamos um crescimento de, no máximo, 5%, sobretudo porque vínhamos de dois anos muito difíceis. O resultado não foi tão superior assim na comparação com o período anterior, mas já mostra que o cenário é diferente”, afirma.
Outro sinal dessa mudança, observa Pontifex, ficou por conta da elevação de 4% nos negócios envolvendo as ceras desmoldantes produzidas pela Polinox – são produtos auxiliares à moldagem de compósitos. “A quase totalidade das vendas das nossas ceras acontece via distribuidores. Ou seja, esse aumento significa que o pequeno transformador de compósitos, aquele microempresário que se abastece com modestas quantidades de matérias-primas, teve mais poder de compra”.
Em relação às exportações, pelo terceiro ano consecutivo as vendas para os países da América do Sul responderam por 20% do faturamento da Polinox. “Com esse histórico, os negócios deixaram de ser pontuais e passaram a representar uma fatia importante da nossa receita”. Ao longo de 2017, a Polinox intensificou a procura de oportunidades no Peru e deu início às exportações para o Equador. “Nos demais países mantivemos uma participação em linha com a do ano passado”.

Sobre a Polinox

Com fábrica em Itupeva (SP), a Polinox dispõe de capacidade para a produzir 360 toneladas/mês dos catalisadores Brasnox®, Perbenzox® e Tecnox Super®, entre outros produtos. Ao todo, são mais de 40 tipos – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.
Hoje em dia, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.
Em 2017, a Polinox foi eleita pela quinta vez Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Catalisadores”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.polinox.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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15 mar 2018

Fibermaq consolida portfólio para enrolamento filamentar

Processo de moldagem de compósitos é usado na fabricação de postes, tanques e tubos

Se 2017 não foi um ano inesquecível para a Fibermaq, líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, ao menos o período serviu para a consolidação do seu portfólio para enrolamento filamentar. Tradução livre do inglês filament winding, o processo em questão dá forma a tubos, tanques e postes, entre outros produtos ocos de compósitos – um tipo de plástico de engenharia.
“A recuperação da demanda no ano passado serviu para repor as perdas de 2016, quando o nosso giro caiu mais de 30%. Em paralelo, conseguimos negociar uma máquina de enrolamento filamentar, equipamento sofisticado e com maiores índices de automação e personalização”, afirma Christian de Andrade, diretor da Fibermaq.
Logo, entre os principais fornecimentos de 2017, Andrade destaca o de uma máquina destinada à fabricação de postes cônicos de compósitos, de até 12 m de comprimento, para a Mossoró Premoldados. O segmento de postes, a propósito, é um dos poucos que vem se mostrando imune à crise. Estima-se que cerca de 10% de todos os postes fabricados no país sejam de compósitos, e a expectativa é de que essa participação dobre nos próximos dois ou três anos. Leves e imunes à corrosão, são produtos ideais para áreas de difícil acesso ou situadas no litoral.
Para o mercado de tanques, o diretor da Fibermaq ressalta a construção de um modelo de máquina de enrolamento filamentar que produz reservatórios de até 4 m de diâmetro e 6 m de comprimento. “Está em operação na planta da Delta Vinil, em Atibaia”. E, em relação aos tubos, um dos cases mais relevantes da Fibermaq fica por conta das máquinas fornecidas para o Grupo Stringal Hurner. Cada uma produz barras de 6 m de comprimento, com 50 a 700 mm de diâmetro.
“Pode soar estranho, mas o nosso maior diferencial frente à concorrência é que as nossas máquinas de filamento realmente funcionam. O que mais existe no Brasil são casos de transformadores decepcionados com o processo, pois adquiriram o equipamento com muitos problemas”, resume o diretor da Fibermaq.

Sobre a Fibermaq

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.
Ano passado, a Fibermaq foi eleita pela sexta vez consecutiva Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Equipamentos”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.fibermaq.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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