07 abr 2021

Energisa inicia obras do Programa Luz Para Todos em Rondônia

A Energisa já começou as obras em várias localidades de Rondônia para iniciar as ligações previstas no Programa Luz Para Todos (PLPT). O programa, que pretende instalar 6 mil novas ligações, visa ampliar a rede de energia em áreas rurais e receberá cerca de R$ 90 milhões dos R$ 747,5 milhões em investimentos anunciados pela distribuidora para o estado.
A distribuidora informou que vem investindo 44% mais esse ano do que no ano passado e que o projeto Luz para Todos terá uma parcela importante desses recursos. Ressaltou ainda que o programa é de forte interesse social porque contribui para a universalização da energia elétrica, mas que depende de ter energia para distribuir.
A companhia explicou que as obras seguem o cronograma definido pelo Comitê Gestor Estadual do programa e homologado pela Aneel para cada município. Ainda durante março, está programado o início da obra da Linha C 90 do distrito de Rio Pardo. A comunidade está em meio a Floresta Nacional do Bom Futuro, a 403 quilômetros da capital. A Energisa destacou que, apesar das equipes estarem trabalhando em regiões com menos circulação de pessoas, todos os protocolos de cuidado com a Covid-19 estão sendo seguidos.

Fonte: Canal Energia

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07 abr 2021

Custos com insumos para construção em SP têm alta de 26,18%

O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo, apurado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 1,55% em março frente ao mês anterior, encerrando o mês em R$ 1.599,58 por metro quadrado. No acumulado de 12 meses, houve alta de 11,18% e, em 2021, de 3,97%.

Na composição do índice, o custo médio das construtoras com mão de obra e com o administrativo (salários dos engenheiros) foi nulo, e a variação dos custos com material teve alta de 3,87% no período. No acumulado de 12 meses, os custos registraram, respectivamente: +2,77%, +1,62% e +26,18%.

Fonte: AECweb

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07 abr 2021

Fundo da Vinci Partners conclui aquisição de parques eólicos da Petrobras

Um fundo de investimento controlado pela gestora de recursos Vinci Partners concluiu na segunda-feira a aquisição de dois parques eólicos no Rio Grande do Norte, após ter fechado a compra da participação da estatal Petrobras nos empreendimentos.
A transação, que marca a saída da Petrobras (PETR3; PETR4) dos negócios em energia eólica, envolveu também fatia detida pela alemã Wobben Windpower nas usinas, conhecidas como Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4, cada uma com 26 megawatts em capacidade instalada e operacionais desde 2011, informou a Vinci em fato relevante.
“A consecução do negócio representa uma importante aquisição de ativos de geração de energia renovável, reforçando as práticas de sustentabilidade e as políticas de ESG da Vinci”, disse a gestora, em referência à sigla em inglês para questões ambientais, sociais e de governança.
A empresa afirmou ainda que a operação é “totalmente aderente à estratégia do fundo de proporcionar um perfil de renda de longo prazo a seus investidores e diversificação de seu portfólio”.
O acordo pelas usinas no Rio Grande do Norte envolveu pagamento total de 183,15 milhões de reais nesta segunda-feira, divididos proporcionalmente entre Petrobras e Wobben. Cerca de 22,48 milhões de reais haviam sido pagos quando da assinatura do contrato.

Fonte: TN Petróleo

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07 abr 2021

Preços médios da safra 2020/21 de etanol caem 13%

Mesmo com os aumentos sucessivos nos últimos meses, os preços médios do etanol hidratado e do etanol anidro na safra 2020/21 ficaram abaixo dos registrados na temporada anterior, em termos reais.
Levantamento do Cepea mostra que as médias da safra recuaram em função dos baixos preços praticados nos primeiros dois meses da temporada (abril e maio de 2020).
Naquele período, algumas usinas tiveram necessidade de venda do biocombustível, enquanto a demanda pelo etanol estava bastante baixa, diante do início do período de restrições de locomoção, devido à pandemia de covid-19.

Fonte: Jornal Cana

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07 abr 2021

É possível blindar um carro elétrico?

Sim, mas são precisos cuidados extras na hora de aplicar a proteção. Por outro lado, algumas características dos materiais usados na blindagem podem até beneficiar o veículo elétrico. A proteção, inclusive, já está sendo aplicada nesses carros no Brasil: a Stuttgart, que tem uma rede de concessionárias Porsche, vende o Taycan com proteção à prova de balas feita pela empresa BSS.

“O mais importante é que o sistema de alta tensão deve ser desligado antes de começar o desmonte da cabine, necessário para colocação da blindagem”, explica Marcelo Fonseca, líder de vendas para a América Latina da DuPont. A multinacional detém a patente do Kevlar, nome comercial da poliamida aromática, um dos materiais mais importantes na blindagem do veículo.

Essa desativação geralmente é feita pela concessionária antes da entrega do carro à blindadora, mas o processo também pode ser feito pela empresa que irá aplicar a proteção balística. Esta etapa adicional, porém, aumenta o custo da blindagem e inclui um pequeno dificultador: como o carro não pode mais ser ligado, seu deslocamento durante a colocação das proteções passa a ser feito sobre pequenos suportes com rodas, com funcionários empurrando a carroceria na linha de montagem.

Um ponto crítico nos elétricos e híbridos é a condutividade da carroceria, mas neste ponto a blindagem é até benéfica. “O Kevlar não conduz eletricidade, e também é usado como isolante em algumas aplicações”, continua Fonseca. A proteção balística adiciona outra vantagem aos carros: ela é autoretardante de chamas, ou seja, o fogo não consegue se propagar pelo material se não houver outro combustível para alimentá-lo.

Fonte: Auto Esporte

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07 abr 2021

FCI-Marbocote reforça equipe de vendas técnicas

A FCI-Marbocote, empresa especializada na fabricação de desmoldantes e produtos anticorrosivos, bem como no fornecimento de adesivos estruturais, reforçou a sua equipe de vendas técnicas com a contratação de um novo gerente. Formado em química e administração de empresas, com pós-graduação em marketing e MBA em gestão empresarial, Sérgio Dias atua há mais de 40 anos na indústria química.

Natural de Pedregulho (SP), mas cidadão jundiaiense há mais de 50 anos, Dias começou a carreira em uma fabricante multinacional de adesivos. “Trabalhei no desenvolvimento de centenas de projetos voltados à aplicação de adesivos em substratos de borracha, metal e compósitos”. Na sequência, ele atuou no setor de pinturas especiais para a proteção de superfícies diversas contra a corrosão.

“Minha missão na FCI-Marbocote é usar essa experiência no processo de abertura de novos mercados para a empresa, um player novo no Brasil e com muito espaço para se desenvolver, apesar das dificuldades que o país vem enfrentando no momento”, comenta.

Aos 64 anos, casado e pai de três filhas, Dias divide o seu tempo livre entre música – rock, blues e soul são seus estilos favoritos – e cinema. “Nos últimos tempos, porém, o cinema foi substituído pelas séries assistidas em casa”.

Fonte: SLEA Comunicação

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31 mar 2021

JEC divulga panorama da indústria global de compósitos

Uma cadeia de valor com mais de 40 segmentos diferentes, produção estimada em 11,7 milhões de toneladas, faturamento de US$ 83 bilhões e participação de centenas de milhares de pessoas em todo o mundo.

Essa é a indústria global de compósitos, de acordo com a quinta edição do Composites Landscape, que a JEC Composites publicou recentemente.

Como a própria JEC declara, trata-se de um trabalho em andamento e longe de estar completo – a próxima edição será divulgada durante a JEC Composites Connect, em 01-02/06.

Para incluir a sua empresa no Composites Landscape, envie o logo, a categoria e a subcategoria nas quais ela se enquadra para composites-landscape@jeccomposites.com.

Fonte: ALMACO

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31 mar 2021

Basf, Natura, Henkel e Braskem criam “bitcoin” da reciclagem

A Fundação Espaço Eco, instituição criada e mantida pela Basf, está coordenando um projeto que busca criar uma moeda digital para materiais de reciclagem. Batizada de reciChain, a iniciativa conta com a participação de Natura, Henkel, Braskem, entre outras empresas, principalmente do setor químico.

Segundo Rafael Viñas, gerente de operações da fundação, a iniciativa surgiu dentro da Basf. “Há um edital interno para fomento de negócios de impacto”, explicou Viñas, que foi o convidado desta semana do podcast ESG de A a Z, produzido pela EXAME. “Mas, entendemos que, para ter massa crítica, era necessário criar um consórcio de empresas.”

Com a tecnologia de blockchain, o consórcio criará tokens cuja finalidade é atestar a veracidade das informações, como a qualidade e as condições de origem dos materiais, e garantir que embalagens e outros produtos recicláveis não foram para em aterros ou lixões. As empresas participantes ou têm obrigações legais de fazer essa logística reversa, ou fizeram compromissos públicos de reduzir o descarte, como no caso da Natura.

Fonte: Exame

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31 mar 2021

Mudança de Volkswagen para Voltswagen nos EUA é mentira

A Volkswagen dos Estados Unidos mentiu “de forma oficial” ao emitir um comunicado de imprensa e imagens afirmando que mudaria seu nome para Voltswagen. De acordo com a Reuters, tudo foi pensado como estratégia de marketing em uma pegadinha de 1º de abril, embora ainda faltem dois dias para a data. Desta forma, atualizamos o texto com a informação verdadeira.

Tudo foi feito de forma oficial. A Volkswagen emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira (30) afirmando que passaria a usar o nome Voltswagen nos Estados Unidos a partir do mês de maio, de acordo com um breve comunicado à imprensa disponível no site da montadora, que já foi apagado.

“Podemos estar trocando nosso K por um T, mas o que não estamos mudando é o compromisso desta marca em fazer os melhores veículos para motoristas e pessoas em todos os lugares”, dizia Scott Keogh, presidente e CEO da Voltswagen da América em o anúncio oficial. “A ideia de um ‘carro do povo’ é a própria estrutura do nosso ser. Dissemos, desde o início de nossa mudança para um futuro elétrico, que construiríamos EVs para milhões, não apenas para milionários. Essa mudança de nome significa um aceno para o nosso passado como o carro do povo e nossa firme convicção de que nosso futuro está em ser o carro elétrico do povo”.
Fonte: Motor1

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31 mar 2021

CCR inicia estudos para expansão de linhas de metrô 5 e 17 de São Paulo

A CCR informou que foi celebrado aditivo ao contrato da ViaMobilidade, sua controlada direta e concessionária da Linhas 5 e 17 do Metrô de São Paulo, e o Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Transportes Metropolitanos. O comunicado foi feito pela empresa (BOV:CCRO3), na terça-feira (30).

O Contrato de Concessão estabeleceu a possibilidade de se atribuir à ViaMobilidade a responsabilidade pela elaboração dos competentes estudos e execução dos futuros investimentos relacionados à implantação, de forma integral, de trechos de expansão das Linhas 5 – Lilás e 17 – Ouro do Metrô de São Paulo, em condições a serem acordadas com o Poder Concedente em termo aditivo próprio, inclusive no que concerne ao reequilíbrio econômico financeiro da concessão.

A assinatura do Termo Aditivo nº 01 ao Contrato de Concessão da ViaMobilidade traduz o respeito do Grupo de CCR à parceria de longa data com o Estado de São Paulo e ao seu compromisso com o desenvolvimento da infraestrutura no Estado.

Fonte: ADVFN News

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