08 fev 2018

CONHEÇO O PLANO DE AÇÕES ALMACO PARA 2018

O trabalho de divulgação que a ALMACO vem fazendo nos últimos anos tem como principais objetivos manter o nosso crescimento de forma sustentável e sempre criar novas oportunidades de negócios. Por isso, pretendemos levar cada vez mais conhecimento e fazer com que as nossas soluções e aplicações sejam discutidas e, sobretudo, especificadas nos mais variados projetos.

Nos preocupamos com temas como sustentabilidade, reciclagem, disposição de resíduos, escassez de matéria-prima, qualificação de mão de obra, desconhecimento dos órgãos especificadores e certificadores, competitividade desleal e aumentos descontrolados de preços. Esta combinação de fatores pode prejudicar a nossa competitividade e comprometer a especificação em projetos importantes.

Sabemos da crise econômico do nosso país mas acreditamos que é nesta hora que devemos no juntar e fomentar ainda mais o nosso mercado. Gostaríamos de contar com a sua ajuda para continuarmos a desenvolver a indústria de compósitos.

Confira abaixo a apresentação do plano de ações 2018

AÇÕES DATA COTA DE PATROCÍNIO
Encontro Regional ALMACO em Joinville (SC) 24 de abril R$ 5.000,00
Encontro Regional ALMACO em Botucatu/SP 26 de junho R$ 5.000,00
Encontro Regional ALMACO em Caxias do Sul 27 de novembro R$ 5.000,00
Curso de infusão e MPF em Caxias do Sul 28 de novembro
Prêmio Top of Mind 2018 06 de dezembro R$ 15.000,00
R$ 5.000,00

Para mais informações entre em contato conosco através do telefone (11) 3719-0098

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08 fev 2018

Produção de ônibus sobe 70%. Destaque vai para os urbanos, com alta de 99,4%

As fábricas brasileiras de chassis de ônibus trabalharam em ritmo bem maior no mês de janeiro de 2018 na comparação com janeiro de 2017.
De acordo com balanço da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, no primeiro mês deste ano, saíram das linhas de montagem 1.818 chassis, entre rodoviários (243) e urbanos (1.575).
São números positivos para o setor, já que apontam aumento na produção de 37,5% sobre dezembro de 2017 (1.322 unidades fabricadas), e de 70,1% sobre janeiro de 2017 (1.069 unidades).
O destaque foi para o segmento de urbanos, que em janeiro, teve alta de 99,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Já o segmento de chassis rodoviários registrou queda de 12,9% em relação ao volume produzido em janeiro de 2017.
Com problemas relacionados às definições de tarifas e licitações e sentindo a queda de demanda, em parte pela crise econômica, os empresários de urbanos refrearam as compras.
Mas como 2018 é ano eleitoral, o que influencia no ritmo de renovação e com parte da frota já vencida, as encomendas por urbanos crescem.
Grandes grupos empresariais, por exemplo, foram às compras em dezembro, refletindo já no nível de produção de dezembro.
Conforme revelou ontem o Diário do Transporte, somente o Grupo Comporte realizou a compra de mil ônibus da Mercedes-Benz em dezembro.
O mercado acredita que o setor de rodoviários deve se aquecer. Um dos motivos é a determinação de, a partir de julho, todos os ônibus (com exceção dos de dois andares que têm piso baixo) saírem de fábrica com plataforma elevatória para oferecer acessibilidade de fato para as pessoas com deficiência, em vez das desconfortáveis cadeiras de transbordo. Mas os equipamentos deixam um ônibus entre 15% e 30% mais caro, dependendo do modelo, e, para fugir destes preços maiores, os empresários devem antecipar as renovações.
Licenciamento de ônibus e ranking de marcas

O número de ônibus novos licenciados neste janeiro, no entanto, diminuiu em relação ao número dos ônibus licenciados em dezembro de 2017: de 1.121 caiu para 848. Queda percentual de 30,5%. Já no comparativo com janeiro de 2017, houve aumento de 68,3% no número de licenciamentos, já que no ano passado foram licenciados 504 veículos de transportes coletivos.
Em relação às marcas, o ranking de janeiro ficou da seguinte maneira:

1º) Mercedes-Benz: 498 ônibus produzidos – alta de 200% em relação a janeiro do ano passado
2º) MAN (Volkswagen Caminhões e Ônibus): 136 ônibus produzidos – alta de 7,1% em relação a janeiro do ano passado
Agrale (incluindo os miniônibus Volare): 136 ônibus produzidos – alta de 51,1% em relação a janeiro do ano passado
3º) Scania: 33 ônibus produzidos – alta de 106,3% em relação a janeiro do ano passado
4º) Iveco: 11 ônibus produzidos – queda de 82,5% em relação a janeiro do ano passado
5º) Volvo: 7 ônibus produzidos – queda de 79,4% em relação a janeiro do ano passado

Veículos em geral

A produção de veículos no Brasil subiu 24,6% em janeiro de 2018, na comparação com o mesmo mês de janeiro de ano passado. Os dados foram apresentados na última terça-feira (6) pela associação das montadoras (Anfavea).
No total, as montadoras fabricaram 216.834 carros, comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus no mês de janeiro, número bem superior ao de janeiro de 2017, quando foram fabricadas 174 mil unidades.
O presidente da Anfavea, Antônio Megale, afirmou que a produção aponta um número bem razoável para janeiro, mantendo a indústria na média dos últimos 10 anos.
O destaque foi para as exportações, que têm funcionado como alavanca na recuperação da indústria automotiva nacional. Somente neste janeiro foram exportados 47 mil veículos, novo recorde para o mês.

Fonte: Diário do Transporte/Adamo Bazani e Alexandre

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08 fev 2018

Cursos ALMACO mês de março

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• 21 de março – Processo de Laminação Manual

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08 fev 2018

Produção industrial se recupera e fecha 2017 com alta de 2,5%, aponta IBGE

Desempenho da indústria em 2017 foi o melhor desde 2010, quando a alta foi de 10,2%; resultado positivo vem após três anos de recessão para o setor: 2014 (-3,0%), 2015 (-8,3%) e 2016 (-6,4%), informa o IBGE

A produção industrial no País cresceu 2,5% em 2017, tendo o melhor desempenho desde 2010, quando a alta foi de 10,2%, informou nesta quinta-feira, 1, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado positivo vem após três anos de recessão para o setor: 2014 (-3,0%), 2015 (-8,3%) e 2016 (-6,4%).
Em dezembro do ano passado, a produção industrial nacional cresceu 2,8% frente a novembro, na série com ajuste sazonal, a maior alta desde junho de 2013 (3,5%). Nos quatro últimos meses, as taxas foram positivas, acumulando alta de 4,2%.
Em relação a dezembro de 2016, a indústria teve alta de 4,3%, a oitava taxa positiva consecutiva na comparação com o mesmo mês do ano anterior (série sem ajuste), mas inferior às taxas de outubro (5,5%) e novembro (4,7%). Com isso, frente ao mesmo período de 2016, indústria cresceu 4,9% no quarto trimestre e 4,0% no segundo semestre.
Parte inferior do formulário
Capacidade. A indústria brasileira operava em dezembro 13,8% abaixo do pico de produção registrado em junho de 2013, segundo os resultados do IBGE.
“A distância (do pico) já foi bem superior. Em fevereiro de 2016, essa distância alcançava 21,6%. Em outubro de 2016, essa distância era de 20,6%. Ou seja, claramente no ano de 2017, a despeito desse movimento de recuperação gradual, a indústria vem conseguindo recuperar esse espaço perdido. Mas ainda há uma distancia considerável a percorrer”, avaliou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.
Apesar da melhora do ritmo de produção, o parque fabril ainda operava em patamar semelhante ao de junho de 2009.
Setores. Na comparação de dezembro frente a novembro de 2017, a indústria cresceu em três das quatro grandes categorias econômicas e em 20 dos 24 ramos pesquisados pelo IBGE.
As principais influências positivas foram veículos automotores, reboques e carrocerias (7,4%), que reverteu a queda de 0,8% no mês anterior, e produtos alimentícios (3,3%), que avançou pelo segundo mês consecutivo e acumulou crescimento de 4,3%.
Das sete atividades com queda na produção, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,1%) teve a maior contribuição negativa, pressionada, em grande medida, pelo item óleo diesel. Outras baixas importantes vieram de outros equipamentos de transporte (-10,1%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,3%), de produtos de minerais não metálicos (-3,1%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,5%).

Fonte: O Estado de São Paulo

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08 fev 2018

Brasil encerra 2017 com 12,76 GW de capacidade instalada de energia eólica

O Brasil encerrou o ano de 2017 com 12,76 GW de capacidade instalada de energia eólica, em 508 parques eólicos. Em construção e contratados, há mais 5,11 GW em outros 223 parques. Estas e outras informações estão no boletim “Dados Mensais ABEEólica” de janeiro de 2018, que também resume os dados dos leilões de energia nova realizados em dezembro de 2017, após um hiato de contratação de energia eólica de quase dois anos.
O documento traz ainda dados de emissão de CO2 evitada nos últimos doze meses, assim como a atualização sobre a divisão da matriz elétrica, geração das diversas fontes, gráficos com informações sobre capacidade instalada e em instalação nos diferentes estados, dados de geração e fator de capacidade.

Para ler o documento completo, clique aqui: Dados Mensais ABEEólica | Janeiro de 2018

Fonte: Abeeólica

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08 fev 2018

Vendas da Dilutec cresceram 30% em 2017

Empresa é uma das principais fabricantes brasileiras de gelcoat e thinner

A Dilutec, uma das principais fabricantes de gelcoat e thinner do país, fechou 2017 com um crescimento ao redor de 30%, desempenho esplendoroso, sobretudo em um período ainda marcado pela crise econômica.
Segundo Marcos Pannellini, gerente comercial, o resultado foi diretamente impactado pela consolidação dos produtos da Dilutec em todos os segmentos de mercado – os gelcoats dão acabamento às peças de compósitos, um tipo de plástico de engenharia. “Mas o destaque ficou por conta do aumento da demanda dos fabricantes de piscinas, os maiores consumidores de gelcoat do Brasil”, afirma.
Do portfólio da Dilutec – a relação é composta por mais de 40 tipos de gelcoat –, os produtos com melhor performance foram as formulações à base de resina éster-vinílica e isoftálica com NPG. “Fizemos um trabalho bastante intenso para mostrar a excelente relação custo-benefício desses gelcoats”, lembra Pannellini. Ele ressalta também a boa aceitação do Colorgel® Mármore, gelcoat para aplicações em mármore sintético lançado pela Dilutec no ano passado. “Passamos a contar com cinco produtos específicos para mármore, um segmento de mercado muito importante no Brasil”.
Também colaborou para o avanço da Dilutec em 2017, salienta o gerente comercial, o fortalecimento da sua rede de distribuidores. “Além de observar a expansão de distribuidores ativos na nossa rede, agregamos a paulista Percilglass, que está fazendo um ótimo trabalho na Região Sudeste”. Neste ano, o objetivo da Dilutec é credenciar ao menos um distribuidor na Região Sul do país.
Para 2018, Pannellini espera manter os patamares registrados no período anterior. “Um eventual crescimento neste ano deve ser puxado basicamente por lançamentos de produtos com tecnologias diferenciadas, principalmente destinados aos moldadores de compósitos que atuam nos mercados de transporte, eólico e industrial”.
Além de produzir gelcoat e thinner, a Dilutec é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a moldagem de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina.

Para mais informações, acesse www.dilutec.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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08 fev 2018

Programa de logística reversa de compósitos superou a meta inicial

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus

O programa de logística reversa de peças de compósitos, um tipo de plástico de alta performance, superou a meta de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a fase inicial – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser a anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de materiais compósitos em 2018.
“Estamos satisfeitos com o resultado, pois, antes de tudo, conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da ALMACO.
De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.
“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela ALMACO conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.
A fiscalização já começou, e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram os acordos de logística reversa.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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11 dez 2017

Teijin vai acelera o negócio de fibra de carbono mundial por meio de uma nova filial nos EUA [Teijin]

Teijin Limited anunciou dia 30 de novembro sobre uma nova planta de produção de fibra de carbono nos EUA em Greenwood, Carolina do Sul, e a integração da filial Teijin Carbon Fibers, Inc. (TCF). Espera-se que TCF seja incorporada e esteja operando na sua nova instalação de produção de fibra de carbono no final do ano fiscal de 2020.
Além disso, Toho Tenax Co., Ltd., a divisão de fibras de carbono da Teijin, anunciou hoje que expandirá a capacidade do precursor de poliacrilonitrila (PAN) especializado para fibra de carbono na Fábrica Mishima (Japão).
Baseado nestes dois empreendimentos, o grupo Teijin tem o objetivo de fortalecer seu negócio de fibra de carbono verticalizando as operações para acelerar a expansão mundial por meio do polo trilateral no Japão, EUA e Europa. Em particular, a companhia tem alavancado pesquisa e desenvolvimento para expandir o negócio de fibra de carbono nas áreas automotivas e aeronáutica, focando em ajudar a reduzir suas emissões ambientais para satisfazer a limitação das recentes normas ambientais mundiais. Objetivando ser um empreendimento que dá suporte a sociedade do futuro, a Teijin está evoluindo seu negócio de fibra de carbono e outros negócios em uma visão de longo prazo.
Os investimentos totais da nova instalação da produção de fibra de carbono nos EUA e expansão da capacidade do precursor no Japão equivalerão a JPY 35 milhões ou aproximadamente USD 320 milhões.
O precursor, o material que Toho Tenax expandirá a produção, aumentando a capacidade de Fábrica Mishima, é produzido através de processo de oxidação a 200-300 °C e posterior carbonizados a 1.000-2.000°C em ambiente livre de oxigênio para produção final de fibra de carbono.

Sobre o Grupo Teijin
O Grupo Teijin (TSE: 3401) é uma empresa global de tecnologia que oferece soluções avançadas nas áreas de valor sustentável, segurança e atenuação de catástrofes, mudanças demográficas e melhoria da saúde. Seus principais campos de atuação são fibras de alto desempenho, como aramida, fibras de carbono e compostos, cuidados à saúde, filmes plásticos, plástico de engenharia, resina e filmes especiais, fibras de poliéster e TI. O grupo tem 170 empresas e cerca de 19.000 funcionários espalhados por 20 países em todo o mundo. Ele registrou vendas consolidadas de JPY 741,3 bilhões (USD 6,5 bilhões) e ativos totais de JPY 964,1 bilhões (USD 8,5 bilhões) no ano fiscal terminado em 31 de março de 2017.

Por favor, visite www.teijin.com

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11 dez 2017

As multinacionais Scott Bader e Andercol ampliam investimentos no Brasil para dobrar a capacidade da Joint Venture Novascott

Com a expansão da planta serão manufaturados produtos das tecnologias novas e atuais que hoje são uma realidade na Europa e outros continentes. Segmentos industriais específicos serão o foco para 2018.

A Novascott começou há três anos e foi criada para satisfazer as necessidades do mercado de gelcoats e compósitos de maneira geral, realizando um trabalho focado em clientes parceiros, oferecendo além do gelcoat, produtos especiais, como resinas acrílicas, resinas de baixa contração e adesivos estruturais.
Através das bases tecnológicas da Scott Bader e todas as marcas Crystic®, Crestapol®, Crestabond® e Crestomer® comercializados em outros países, Novascott difundirá novos portfolios a partir de 2018.
O Brasil apresenta novas perspectivas de crescimento e com os resultados alcançados em diferentes mercados como eólico, piscinas e elétrico; a Andercol e a Scott Bader decidiram ampliar a planta atual localizada no ES, trazendo novos equipamentos e novas tecnologias que hoje não são fabricadas no Brasil.
O Gerente Geral Gilson Tadeu Scaglia e o Coordenador Comercial Rodrigo Briguelli destacam a importância desse cenário e o que ele pode proporcionar ao mercado brasileiro:

“Através das tecnologias da Scott Bader e os processos produtivos do Andercol, conseguimos nos posicionar nos mercados citados acima, com bastante destaque no mercado eólico, trazendo diferencial técnico aos clientes e alcançando peças e processos de melhor qualidade e valor agregado. Com a ampliação da planta iremos nacionalizar novas tecnologias como Gelcoats de baixo VOC, isentos de estireno e também Gelcoats retardantes de chama, além de outros produtos específicos que hoje são uma realidade na Europa e demais continentes. Nossa ideia é aumentar a gama de atuação, pois a Scott Bader além de ser um modelo de fornecimento ao mercado eólico, é referência no mercado marítimo e de transporte, e queremos atuar de forma mais participativa nesses segmentos com produtos de alta performance e tecnologia inovadora”

SITE PRODUTIVO:
A nova planta atua desde segundo semestre de 2017 e conta com equipamentos de tecnologia alemã e com uma estrutura de laboratório de desenvolvimentos semelhante as demais plantas da Scott Bader, trazendo para o Brasil o que há de mais novo no mercado Europeu.

SOBRE SCOTT BADER:
É uma companhia química global fundada em 1921 que emprega mais de 650 pessoas em todo o mundo, com fábricas na Europa, Oriente Médio, África do Sul, Canadá, Índia e América do Sul.

SOBRE ANDERCOL:
A Andercol é uma empresa com 50 anos no mercado de química intermediária e presença em cinco países latino-americanos, pertencente ao Grupo Orbis, uma multinacional colombiana que atua em diferentes países há mais de 90 anos e em diversos segmentos, como pinturas, águas, comércio e químicos.

Para mais informações sobre os produtos da NovaScott contacte-nos

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11 dez 2017

Ashland vence Top of Mind da Indústria de Compósitos

Empresa foi a mais votada nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”

Pela quarta vez consecutiva, a Ashland, líder global em especialidades químicas, foi eleita Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”.
A cerimônia de premiação aconteceu ontem, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos, um tipo de plástico de alto desempenho.
“Participam da pesquisa do Top of Mind todos os elos da cadeia produtiva, e essa abrangência torna ainda mais significativa a premiação, pois fomos os mais lembrados não só pelos nossos clientes, mas por todo o mercado”, afirma Fábio Sanches, líder comercial da Ashland Performance Materials (APM), unidade de negócios especializada em compósitos, bem como em intermediários e solventes (I&S).
Com fábrica em Araçariguama (SP) e distribuidores oficiais em todas as regiões do país, a Ashland fornece no Brasil as resinas poliéster Aropol™ e Arotran™, referências globais em polímeros termofixos – esta última é mais voltada às aplicações em sistemas de prensagem de materiais (SMC e BMC).
A Ashland também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane™, sinônimo de proteção contra a corrosão para a grande maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo – completou 50 anos em 2015. As resinas Derakane™ são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.

Para mais informações, acesse www.ashland.com

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
™ Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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