29 jul 2021

Volkswagen prevê vendas de até 2 mil caminhões elétricos por ano

Pela menor dependência de uma rede de postos de recarga nacional, a Volkswagen Caminhões e Ônibus optou por abrir pelo segmento urbano, onde as distâncias entre o ponto de partida e o ponto de entrega são menores, a sua investida na eletrificação de veículos comerciais. A expectativa da montadora é, num primeiro estágio de introdução da tecnologia, vender entre mil e 2 mil caminhões elétricos por ano.

As vendas nas concessionárias foram abertas ontem (13). Mas o e-Delivery, como foi batizada a linha dos primeiros caminhões 100% elétricos montados no Brasil, já nasce com intenção de compras de 1,6 mil unidades pela Ambev até 2025, junto com encomendas feitas por Coca-Cola Femsa (20 veículos) e JBS (uma unidade), além de outras 58 empresas interessadas em introduzir veículos de carga movidos a energia elétrica em suas frotas.

“O desejo das empresas de zerar emissões no transporte, com a agenda ambiental pautando cada vez mais os negócios, será importante para que a produção, que começará baixa, ganhe escala e, assim, o preço da tecnologia se torne mais competitivo”, comenta o presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Roberto Cortes, em entrevista ao Broadcast.

“No curto prazo, podemos vender de mil a 2 mil unidades por ano. Já no ano que vem, ficaremos satisfeitos se vender mil. É cedo para imaginar volumes mais altos. De qualquer forma, a fábrica está preparada para dar vazão aos pedidos”, acrescenta o executivo.

Ainda que o valor possa variar de acordo com a configuração do veículo, um preço de referência seria algo ao redor de R$ 750 mil, duas vezes e meio mais caro do que um caminhão equivalente movido a diesel. O argumento da montadora para convencer transportadoras a investir no e-Delivery é de que a economia de combustível “paga” em cinco anos a diferença de preço, explicada, principalmente, pelo custo da bateria importada da China.

Fonte: NewTrade

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29 jul 2021

Custo da construção varia 1,24% em julho

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 1,24% em julho, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando subiu 2,30%. Com este resultado, o índice acumula alta de 10,75% no ano e de 17,35% em 12 meses.

Como comparação, em julho de 2020 o índice variou 0,84% no mês e acumulava alta de 3,95% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,65% em junho para 1,37% em julho.

O índice referente à Mão de Obra passou de 2,98% em junho para 1,12% em julho. No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos variou 1,52% em julho, contra 1,75% no mês anterior.

Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para instalação, cuja taxa passou de 1,11% para 0,28%.

A variação relativa a Serviços passou de 1,19% em junho para 0,65% em julho. Neste grupo, vale destacar o recuo da taxa do item projetos, que passou de 2,29% para 0,92%.

Já a taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra passou de 2,98% em junho para 1,12% em julho.

Fonte: Revista Grandes Construções

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29 jul 2021

Confiança da indústria chega em julho ao maior nível desde janeiro

confiança da indústria brasileira registrou em julho leve avanço e chegou ao nível mais elevado desde o começo do ano depois do terceiro aumento seguido, apontou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Os dados mostraram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) ganhou 0,8 ponto e foi a 108,4 pontos em julho, chegando ao maior valor desde janeiro (111,3 pontos).

“A confiança da indústria avança pelo terceiro mês consecutivo influenciada por uma acomodação das avaliações sobre o momento em patamar alto mas com desaceleração do otimismo das empresas em relação aos próximos meses”, explicou em nota Claudia Perdigão, economista do FGV IBRE.

No mês de julho, o Índice de Situação Atual (ISA) subiu pela segunda vez, em 0,5 ponto, indo a 111,8 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção dos empresários sobre os próximos meses, teve alta de 0,9 ponto, a 104,9 pontos, no terceiro mês seguido de ganho mas desacelerando o ritmo de altas.

Fonte: Exame

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29 jul 2021

Energia eólica abastece todo o Nordeste durante um dia todo pela primeira vez

No dia 22 de julho, a energia eólica abasteceu todo o Nordeste durante um dia inteiro pela primeira vez. O recorde foi registrado pelo ONS, Operador Nacional do Sistema Elétrico, com geração média diária de 11.399 MW médios, representando 102% da demanda do Nordeste naquele dia. O recorde de geração média diária anterior havia sido registrado no dia 21 de julho, com 11.094 MW médios e atendimento de 99,9%. O ONS já havia registrado recordes horários em que as eólicas abasteceram todo o Nordeste em horários específicos, mas num dia todo é a primeira vez que acontece.

 “Nós estamos na ‘Safra dos Ventos’, o período do ano de maior geração eólica e que vai até novembro. Ficamos, portanto, sempre esperando nossos recordes, mas este é especial: atender toda uma região do País durante um dia completo é um feito inédito, algo que nos enche de orgulho e nos dá ainda mais energia para trabalhar”, explica Elbia Gannoum, Presidente da ABEEólica.

A eólica é hoje a segunda fonte de geração da País. São mais de 19 GW de capacidade instalada, com mais de 720 parques e 8.550 aerogeradores em operação.

Fonte: ABEEólica

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29 jul 2021

Marcopolo lança nova geração

Após quatro anos de pesquisas e desenvolvimento, a Marcopolo apresentou na terça (20) a nova linha de ônibus denominada Geração 8, que deverá estar à disposição do mercado nacional no primeiro trimestre de 2022 e, para o externo, no segundo trimestre. A oficialização da nova geração, que abrange os modelos Viaggio e Paradiso, ocorreu durante coletiva de imprensa virtual, seguida de live para clientes e convidados. A diretoria também antecipou que a Geração 7 continuará em linha, sendo produzida em paralelo com a nova, e deverá, inclusive, passar por inovações futuras.

Segundo a diretoria, a nova família representa um avanço em inovação para a marca, com padrões únicos de segurança, conforto, conectividade, dirigibilidade e ergonomia para passageiros e motoristas. “A Marcopolo busca sempre criar soluções de transporte inovadoras e realmente de valor para clientes, passageiros, colaboradores e parceiros de negócio. A Geração 8 é a representação deste propósito”, afirmou James Bellini, CEO da fabricante.

Bellini também informou que o primeiro veículo da nova geração foi vendido para a Águia Transportes, do Espírito Santo, que o receberá em setembro. Inicialmente, atenderá linhas em São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória.

Luciano Ressner, diretor de operações industriais, destacou que a geração traz em torno de 140 atributos diferenciados em segurança e conforto. Eles traduzem o resultado de mais de 300 visitas a operadores, acompanhamento de 500 viagens e 44 mil quilômetros rodados para entender as diferentes necessidades e preferências dos clientes. Segundo a empresa, a concepção da nova geração resultou em mais de 60 patentes que geram ganhos em conforto, confiabilidade e custo operacional.

Fonte: TranspoData

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29 jul 2021

São Paulo: inscrições abertas para a pós-graduação em compósitos e polímeros

Você sabia que foram abertas as inscrições para a 2ª turma de São Paulo da PÓS-GRADUAÇÃO EM MATERIAIS COMPÓSITOS E POLÍMEROS?

Fruto da parceria entre ALMACO e IPT, O curso é direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração.

Início: 28/08/2021 – Carga horária: 360 h – Local: IPT (São Paulo, SP) – Investimento: 30 x R$ 790,00 – cursos@ipt.br

 

Fonte: ALMACO

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21 jul 2021

Jalles Machado investirá R$ 517 mi para expandir volume de moagem em 1 mi t

O conselho de administração da produtora de açúcar e etanol Jalles Machado aprovou, em assembleia realizada na terça-feira, investimentos de 517,4 milhões de reais para que a companhia expanda o volume de moagem de cana-de-açúcar em suas duas unidades industriais em 1 milhão de toneladas.

De acordo com fato relevante divulgado pela empresa nesta quarta-feira, os investimentos fazem parte do plano de crescimento da companhia com uso de recursos obtidos por meio de sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

O IPO da Jalles Machado, realizado no início de fevereiro, movimentou 741,5 milhões de reais. Embora a oferta tenha saído com desconto de 20% em relação ao previsto, a empresa afirmou à época que manteria planos de investimento em expansão de operações.

Fonte: Notícias Agrícolas

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21 jul 2021

Fluxo de veículos pesados nas rodovias já é maior que no pré-pandemia

A ABCR (Associação brasileira de Concessionárias de Rodovias) divulgou seu Índice ABCR de junho, que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas. O valor apresenta crescimento de 1,4% em relação a maio e de 0,8% na comparação com os últimos doze meses. Sobre o pré-pandemia, fevereiro de 2020, porém, o valor ainda está 4,9% abaixo.

Há uma diferença perceptível quando as estatísticas são divididas entre veículos leves e pesados. Os leves apresentaram crescimento muito maior no comparativo entre junho e julho (27,1%) em relação aos pesados (11,2%). No entanto, se fizermos a comparação com o período pré-pandemia, veremos que os pesados já circulam 6,3% mais do que em fevereiro de 2020, enquanto os leves circulam 7,3% menos.

Andressa Guerrero, economista da Tendências Consultoria, empresa que produz o estudo junto com a ABCR, afirma que os dois segmentos foram igualmente afetados no começo da pandemia, mas têm se recuperado de forma diferente. Os pesados se beneficiaram com a retomada da construção civil, enquanto os leves ficaram sujeitos ao movimento de outros setores. “O fluxo de leves é muito afetado pelo setor de lazer e turismo. E esses foram os dois serviços que mais foram impactados pela pandemia”, explica ela.

No entanto, a perspectiva para os próximos meses é positiva entre os veículos leves. “O avanço da vacinação permite que o sistema de saúde fique menos esgotado, então temos uma reabertura de atividades mais sólida e também uma melhora do clima de incerteza entre os agentes econômicos”, afirma Guerrero. “A reabertura das atividades, a volta do turismo, o movimento do comércio, tudo isso vai levar a uma recuperação”, enumera ela.

Para os pesados, no entanto, o futuro próximo pode não ser tão bom assim, apesar dos resultados animadores até agora. O setor está sofrendo com a alta no preço de insumos e com a escassez de mão de obra, além da falta de chuvas. “O momento agro não é muito positivo”, avalia Guerrero. “Com a estiagem, a gente tem visto que algumas safras foram prejudicadas e previsões de colheitas foram afetadas. Então, já há indícios de certo enfraquecimento, algo que pode influenciar os próximos meses também”, analisa.

Fonte: Automotive Business

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21 jul 2021

Déficit de produtos químicos é recorde

O déficit de US$ 18,6 bilhões na balança de produtos químicos é recorde para o semestre, puxado por forte alta 27,8% de importações, de acordo com informações da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Em uma avaliação mensal, no contexto das perspectivas positivas de desempenho da economia brasileira para o ano com a retomada mais sólida de várias atividades que ainda sentiam severos impactos da pandemia, o valor importado foi superior a US$ 3,5 bilhões em todos os meses do primeiro semestre, tendo atingido, em junho, a inédita marca de US$ 5 bilhões em um único mês.

De acordo com o Presidente-Executivo da Abiquim, Ciro Marino, os resultados do primeiro semestre são simultaneamente encorajadores, uma vez que confirmam as expectativas quanto ao nível de retomada das trocas comerciais, mas gravemente alarmantes, uma vez que ainda são enormes os desafios na agenda de competitividade para transformar o potencial de investimentos do setor em projetos a serem implementados no curto e médio prazos.

“Indiscutivelmente, o mercado interno é um ativo estratégico para o Brasil e somente por meio da aceleração das reformas estruturantes, do fortalecimento da competitividade e de um sistema de defesa comercial robusto e eficaz no combate contra práticas predatórias e desleais é que conseguiremos maximizar a utilização do parque industrial já instalado e captar novos investimentos produtivos, trazendo mais empregos e renda para o Brasil nesse novo momento econômico em que já começa a ganhar forma como será o mundo pós pandemia”, destaca Ciro.

Fonte: Agrolink

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21 jul 2021

Startups de tecnologia espacial têm financiamento recorde

As recentes viagens espaciais de bilionários como Jeff Bezos Richard Branson não apenas evidenciaram um setor altamente promissor, como também ajudaram a alimentar financiamentos de startups que constroem a infraestrutura dos equipamentos necessários para tornar real o que era um sonho em um passado não muito distante.

Somente em 2020, foram investidos US$5,5 bilhões nessas empresas, segundo estudo da PitchBook. Marca histórica que deve ser superada neste ano. Afinal, já foram aplicados US$3,6 bilhões em 94 negócios no primeiro semestre de 2021.

Tendo um forte marketing por conta das empreitadas dos bilionários, inclusive de suas empresas, incluindo a SpaceX, de Elon Musk, as viagens espaciais comerciais estão na crista da onda nos ideais de quem já atingiu um patamar financeiro bem acima da realidade dos meros mortais.

Trata-se de um mercado que tem valor estimado em tecnologia de US$200 bilhões, abrangendo produtos e serviços necessários para a exploração espacial e missões ao redor da Terra, mesmo que seja em um passeio de menos de 30 minutos.

Fonte: Olhar Digital

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