21 out 2021

Download gratuito do Guia de Compra e Inspeção para o Mercado de Pultrusão

Análises conservadoras apontam para uma vida útil mínima de dez anos dos perfis pultrudados. Não são incomuns, porém, relatos de grades de piso, corrimões e guarda-corpos fabricados há quinze, vinte ou até trinta anos ainda em bom estado.

Essa longevidade é determinada por alguns fatores, como nível de exposição às intempéries, tipo de ambiente químico onde ocorreu a instalação e, principalmente, escolha correta das matérias-primas e qualidade do acabamento dado ao perfil.

Quer saber mais sobre o assunto?

Faça o download gratuito do Guia de Compra e Inspeção para o Mercado de Pultrusão, publicação editada pela ALMACO: https://lnkd.in/dA4dz9a
Fonte: ALMACO

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21 out 2021

Gatron fabrica defletores do caminhão-conceito Efficiency Concept Truck

O caminhão do futuro conta com defletores laterais e traseiros fabricados pela Gatron, empresa paranaense especializada na transformação de compósitos, um tipo de plástico de engenharia.
Denominado Efficiency Concept Truck, o veículo-conceito criado pela Volvo serviu de plataforma para a antecipação de novas tecnologias, entre elas, a de um rodotrem basculante uma tonelada mais leve que os convencionais desenvolvido pela Randon Implementos. É nesse rodotrem, chamado de Concept Truck, que foram instalados dois defletores laterais e três traseiros produzidos pela Gatron.
“Nossa equipe de engenharia atuou bem próxima ao time da Randon para chegar ao melhor resultado em termos de design aerodinâmico e peso dos defletores”, afirma Camila Scarmin, gerente comercial da Gatron.

Fabricados pelos processo de infusão, os defletores têm 1,8 m (laterais) e 2,4 m de comprimento (traseiros). “A infusão possibilitou a moldagem com alto teor de fibras de vidro. Ou seja, conseguimos produzir componentes leves e muito resistentes. Além disso, mantivemos fielmente as linhas do design da peça, o que fez toda a diferença no projeto final”, salienta Camila.

Um dos principais desafios desse projeto, observa a gerente comercial da Gatron, ficou por conta da produção de moldes que reproduzissem exatamente o design sinuoso dos defletores. “O fato de contarmos com a operação 100% verticalizada foi determinante para que tivéssemos sucesso na transformação de desenhos em peças prontas para serem instaladas no caminhão”, completa.

Fonte: SLEA Comunicação

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21 out 2021

Importações de US$ 6,2 bi, em setembro, e déficit de US$ 40,3 bi, nos últimos 12 meses, são inéditos

Confirmando a tendência de consecutivos e expressivos aumentos dos valores importados em produtos químicos, observada desde o início de 2021, em setembro, o Brasil ultrapassou, de maneira inédita e simultânea, duas marcas particularmente alarmantes: de US$ 6,2 bilhões em importações, no mês, e de US$ 40,3 bilhões no déficit para os últimos 12 meses (outubro de 2020 a setembro de 2021). As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, têm permanecido estáveis, em níveis mensais bastante inferiores ao das importações, com vendas médias de US$ 1,2 bilhões, relativas às expedições de 1,3 milhões de toneladas aos países de destino das mercadorias nacionais.

No acumulado do ano, até setembro, as compras de produtos químicos vindos do exterior somam US$ 42,4 bilhões, um forte crescimento de 39,8% frente ao mesmo período de 2020, enquanto as vendas de produtos químicos para o estrangeiro totalizaram US$ 10,2 bilhões, valor 23,6% superior ao registrado entre janeiro e setembro de 2020. Tais resultados acumulados produziram, no período, um déficit de US 32,2 bilhões, valor superior aos US$ 32 bilhões de 2013, até então maior déficit anual da história do acompanhamento da balança comercial pela Abiquim.

O momento é crítico para o setor. As fortes altas dos preços médios dos produtos transacionados entre o Brasil e o mundo (aumentos de 39,6% nos importados e de 21,5% nas exportações, comparando setembro de 2021 com igual mês do ano anterior), a manutenção da atividade econômica em patamares elevados em praticamente todas as cadeias que demandam químicos, além da sazonalidade do terceiro trimestre, historicamente mais forte para o setor, foram, em grande parte, os fatores conjunturais que resultaram nos piores indicadores da balança comercial de químicos.

Para o presidente-executivo da Abiquim, Ciro Marino, somando-se a esse grave quadro conjuntural, a dependência externa em setores industriais estratégicos, como fertilizantes e produtos farmacêuticos, além da própria química, e a insegurança jurídica causada pelo avanço assimétrico das políticas comerciais sem as contrapartidas necessárias para garantia do ambiente de negócios justo e leal tornam urgente uma agenda de fortalecimento da competitividade focada em medidas pragmáticas de estímulo de curto prazo, como têm feito os principais players mundiais, e nas reformas estruturais da economia brasileira atreladas a um sistema de defesa comercial técnico, isento e robusto. “Nesse exato momento em que as principais economias estão reavaliando suas estruturas industriais e investindo bilhões de dólares para atrair investimentos que possam diminuir o risco de concentração de dependências externas em setores estratégicos, como a química, temos que ser pragmáticos e objetivos. O Plano Biden, nos EUA, de incentivo à capacidade industrial e tecnológica, o Plano Quinquenal da China e o “New Deal” Sul-coreano de investimentos e estímulos fiscais são exemplos concretos daquilo que imediatamente temos que fazer pelo Brasil para voltarmos a ter condições de competir internacionalmente, além de acelerar as reformas estruturais e reequilibrar a agenda internacional, com políticas comerciais alicerçadas em facilitação de comércio, cooperação internacional, competitividade e segurança jurídica do sistema de defesa comercial”, destaca Ciro.

Fonte: Abiquim

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21 out 2021

Aegea Saneamento aposta em startups para aceleração do setor

Em parceria com o Innovation Latam, a Aegea Saneamento desenvolveu um programa de aceleração com startups para buscar soluções e projetos que tragam inovação, desenvolvimento, impulsionem negócios e ajudem a reduzir o déficit do setor.

A empresa acredita que, para que haja mudanças no atual cenário do saneamento no Brasil, é necessário desenvolver projetos de tecnologia e inovação.
O programa contará com 4 desafios: Gestão e Relacionamento com Stakeholders; Plataforma de Gestão de Serviços Prestados; Atualização Cadastral e Autoleitura dos Hidrômetros.
O programa também é aberto para startups que ofereçam projetos em energia, auxiliando no tratamento de água, reduzindo o impacto social e ambiental e smart cities. As startups interessadas podem se inscrever por meio deste link.

Entre os benefícios e oportunidades em participar desta iniciativa, a startup contará com mentoria de especialistas da Aegea para o desenvolvimento de proposta de valor do produto, gerando visibilidade do seu projeto para importantes lideranças e promovendo a aceleração dos negócios com oportunidades de contratação e investimentos pela companhia.

“O setor de saneamento possui dados alarmante de 35 milhões de pessoas sem água tratada e cerca de 100 milhões sem acesso ao serviço de coleta e tratamento de esgoto. Os desafios do setor estimulam as empresas a desenvolverem ações e projetos que resultem em impactos econômicos e sociais”, afirma Klaus Paz, Gerente de Infraestrutura Digital da Aegea.

“A ideia da Aegea em apostar em startups é fato inerente às nossas premissas em ESG e na estimulação da inovação em diferentes regiões do Brasil.”

Fonte: Revista Grandes Construções

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14 out 2021

Embraer fecha acordo com NetJets para venda de até 100 aviões

A Embraer anunciou nesta segunda-feira, 11, que fechou um novo contrato com a NetJets para a venda de até 100 aeronaves adicionais, totalizando mais de US$ 1,2 bilhão. O acordo prevê que a NetJets começará a receber o modelo Phenom 300E da nova encomenda no segundo trimestre de 2023, para operação nos Estados Unidos e Europa.

Em nota à imprensa, a fabricante brasileira lembra que o primeiro acordo de compra da NetJets, assinado em 2010, contemplou 50 pedidos firmes para os jatos executivos Phenom 300 mais opções de até 75 aeronaves adicionais.

Fonte: Exame

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14 out 2021

Mercado de implementos rodoviários cresce 42% no ano

indústria de implementos rodoviários encerra os nove primeiros meses do ano com crescimento de 41,96% nas entregas de reboques, semirreboques e carrocerias. De acordo com os dados da Anfir divulgados na quarta-feira, 13, de janeiro a setembro, o mercado transportador absorveu 120,9 mil produtos ante 85,1 mil vendidos no mesmo período do ano passado.

O desempenho apresentado nos nove meses revela continuidade de recuperação que vinha em marcha em 2019, mas interrompida com o impactado da pandemia. Isso porque, se naquele momento as vendas do acumulado até setembro registravam alta de 39,4% sobre 2018, com 89 mil unidades, o volume de agora representa expansão de 35,8% sobre o resultado de janeiro a setembro de dois anos atrás.
Segundo a associação, o terceiro trimestre do ano, em boa medida, proporcionou impulso considerável com 44,1 mil implementos rodoviários entregues. Superior, portanto, aos 40,7 mil produtos registrados no segundo trimestre e aos 35,8 mil no primeiro.

“Estávamos dando os primeiros passos da recuperação, ainda em meio aos efeitos da redução nas atividades comerciais, e nosso esforço resultou em zero perdas no volume de emplacamentos com relação a 2019”, avalia em nota José Carlos Spricigo, presidente da Anfir. “Agora, essa curva crescente mostra como nosso setor está aproveitando todas as oportunidades que surgem para ampliar sua recuperação.”

Fonte: AutoIndústria

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14 out 2021

Associados ALMACO têm 10% de desconto na inscrição do 6th BCCM

O Congresso Brasileiro de Materiais Compósitos (Brazilian Conference on Composite Materials – BCCM) é um evento científico bianual de alcance internacional, direcionado à comunidade científica e industrial na área de materiais compósitos. Com a participação de pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, principalmente dos países Estados Unidos, Portugal, Chile, Nova Zelândia, Suécia, Reino Unido, Coreia do Sul, China e Japão, o evento já conta cinco edições. Tendo se consagrado entre a comunidade científica e industrial na área, reúne alunos dos cursos de graduação e pós-graduação de várias instituições de ensino superiores bem como representantes de indústrias nacionais e internacionais.

O BCCM tem propiciado, desde a sua criação, um ambiente multidisciplinar favorável ao diálogo, troca de experiências e à criação de oportunidades de colaboração entre os diversos setores da indústria, universidades e institutos de pesquisa, visando o desenvolvimento de novas tecnologias nas diversas áreas de materiais compósitos: Dano e Fratura, Simulação em Compósitos, Estruturas Multifuncionais, Durabilidade e Envelhecimento, Propriedades Mecânicas e Físico-químicas, Nanocompósitos, Reciclagem, Técnicas Experimentais, Compósitos Lignocelulósicos, Processamento e Manufatura e Acompanhamento Ativo e Passivo da Saúde Estrutural de Compósitos.

O BCCM conta com um comitê científico de elevado nível técnico-científico na área de atuação, com a participação de pesquisadores de 20 instituições brasileiras de ensino/pesquisa e 31 instituições do exterior. Este encontro será uma excelente oportunidade para compartilhar pesquisas anteriores, atuais e futuras sobre Materiais Compósitos. Seu conhecimento e experiência enriquecerão a discussão sobre os desafios da área e ampliarão as perspectivas para futuras colaborações e pesquisas.

O arquivo contendo o modelo de resumo está disponível em https://www.bccm.com.br, e as submissões devem ser enviadas para bccm6submission@ufsj.edu.br até 31 de Dezembro de 2021.
Em breve, novas informações sobre palestrantes, logística e inscrições estarão disponíveis no website. Participantes associados à ALMACO terão 10% de desconto nas taxas de registro.

Fonte: BCCM

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14 out 2021

Compósitos de espuma PET são cada vez mais usados em partes estruturais dos aerogeradores

Um avanço impressionante levou a energia eólica a se tornar uma das principais fontes de eletricidade no Brasil, com participação de 10% na matriz nacional. Em dez anos, a capacidade instalada saltou de menos de 1 gigawatt para os atuais 19 gigawatts. Graças a novos parques, o potencial de geração deve alcançar 30 gigawatts até 2024, prevê a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). O cenário é animador para as espumas de PET (polietileno tereftalato) ArmaPET™ Struct, da Armacell, cada vez mais presentes em partes estruturais, como pás e naceles, dos aerogeradores.

Combinadas a outros materiais, como fibra de vidro e resinas, as espumas ArmaPET™ Struct são utilizadas na produção de compósitos para a moldagem das pás e da nacele – gabinete que fica no topo da torre do aerogerador e que abriga o gerador, o transformador, a caixa de multiplicação (transmissão) e outros componentes do sistema de geração eólica.

“Os compósitos que utilizam núcleo em PET são ideais para os geradores eólicos porque viabilizam estruturas de altíssima resistência mecânica, porém leves, garantindo desempenho adequado aos rigores da aplicação”, explica Rogério Sanches, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Armacell na América do Sul. A leveza se deve à estrutura de células fechadas das espumas, resultante da injeção de um gás inerte no processamento do material plástico.

“Uma pá de aerogerador pode ter mais de 80 metros de comprimento, pode pesar mais de 10 toneladas e está constantemente submetida a esforços gigantescos quando em operação. Isso dá ideia do quão tecnologicamente avançado deve ser o seu material estruturante”, ressalta o executivo. Segundo ele, mais de 120 mil pás de geradores de energia eólica já foram fabricadas mundialmente com ArmaPET™ Struct.

Pioneirismo, responsabilidade e competitividade
A Armacell foi pioneira ao desenvolver, em 2005, núcleos de espuma estrutural à base de PET para a indústria de compósitos. Desde então, investiu significativamente em pesquisas e criou uma tecnologia de processo para a produção de espumas a partir de garrafas de bebidas PET pós-consumo.

Em 2010, a empresa lançou o primeiro núcleo de espuma estrutural do mundo baseado em plástico PET 100% reciclado (rPET). “Hoje, todo o nosso portfólio de produtos de espuma PET baseia-se nessa tecnologia patenteada. Já reciclamos mais de 1,7 bilhão de garrafas, em escala mundial, dentro das nossas atividades”, afirma Sanches. As espumas de PET utilizadas para compósitos de pás, naceles e outras peças também podem ser recicladas após o fim da vida útil. De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Armacell, esse é um diferencial em relação às espumas concorrentes para aplicação em componentes para energia eólica, entre elas as de PVC.

Segundo Sanches, contudo, o fator que mais tem colaborado para a difusão dos compósitos de espuma de PET entre a indústria de peças para energia eólica é o preço competitivo aliado à excelente processabilidade, “que atende muito bem aos requisitos e desafios técnicos da fabricação”. Não à toa, situa o executivo, algo em torno de 90% da produção nacional de naceles para aerogeradores já utiliza a tecnologia da Armacell. No caso das pás, a participação fica próxima de 40%, mas em viés ascendente.

De acordo com a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o uso de compósitos de PET em geradores de energia eólica vem crescendo e já é responsável pelo quinto maior escoamento dos produtos na região (6%). “A valorização do dólar e o aumento expressivo dos fretes internacionais têm valorizado a indústria nacional de componentes para aerogeradores. Por isso, a perspectiva é de ventos ainda melhores para a tecnologia da Armacell”, finaliza Sanches.

Fonte: Armacell

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07 out 2021

Pesquisadores da UFSC desenvolvem tecnologia eólica inédita no país

Pesquisadores do grupo UFSCkite — vinculado à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) — estão trabalhando em uma tecnologia inédita no país para transformar a força do vento em eletricidade. O protótipo troca as convencionais torres por um cabo e utiliza um tipo de asa no lugar das pás. Segundo o professor Alexandre Trofino, coordenador do projeto, esse novo sistema viabiliza a geração eólica em altitudes muito elevadas (locais inacessíveis para as torres tradicionais). Com os cabos, será possível instalar esse modelo de equipamento em locais de até 600 m de altura.

“Com uso de cabos, a asa pode operar em alturas elevadas, no caso da tecnologia que a gente adota, 600 metros, onde um grande número de localidades apresenta ventos mais fortes e mais frequentes”, comenta Trofino, destacando que, com a tecnologia já existente, é possível detectar a chegada de pássaros e desviar a operação da asa para evitar a morte dos animais.

Além de todas essas vantagens, o sistema reduz os custos de instalação e de produção, além de tornar a energia renovável mais barata. Atualmente, em todo o mundo, 55 grupos estudam esse tipo de sistema e o UFSCkite é o único na América Latina. Com protótipos e testes já na etapa final, o projeto depende de investimentos para sua continuidade. Por isso, o grupo busca parcerias.

“Segundo empresas e universidades europeias, [essa tecnologia] deve chegar ao mercado no horizonte de 5 a 10 anos. A questão é: vamos comprar ou vender essa tecnologia quando ela estiver no mercado? Se quisermos vender, o momento de investir é agora”, ressalta Trofino. A tecnologia apresenta, ainda, grande potencial para abastecer a demanda interna.

Detalhes da tecnologia

Batizada de Airborne Wind Energy (AWE), a tecnologia substitui as pás do aerogerador convencional por um aerofólio (asa) capaz de se manter no ar apenas por forças aerostáticas ou aerodinâmicas. O aerofólio é fixado ao solo com um ou mais cabos em substituição à torre convencional. Com isso, a estimativa é que os aerogeradores com aerofólios cabeados produzam energia a um custo inferior ao da tecnologia tradicional, além de outras vantagens.

A troca da torre por um ou mais cabos de comprimento variável permite ao aerofólio operar em altitudes elevadas, local onde o vento é mais consistente e forte, caracterizando um maior potencial energético. Isto, por sua vez, colabora para que localidades próximas aos grandes centros de consumo tornem-se viáveis para o aproveitamento da energia eólica.
Além disso, a tecnologia traz uma redução substancial nos custos do aerogerador, especialmente em material, transporte e instalação, devido à ausência de uma torre que deva suportar os esforços mecânicos elevados decorrentes da operação da turbina.

Fonte: AECWeb

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07 out 2021

Demanda e vendas internas de produtos químicos crescem em agosto de 2021

O índice Abiquim-FIPE, que mede o comportamento do volume de vendas internas dos produtos químicos de uso industrial, subiu 2,30% em agosto, enquanto o consumo aparente nacional (CAN), que mede a demanda, subiu 4,20%, ambos na comparação com o mês anterior. Essa melhora se dá especialmente em razão da manutenção da atividade econômica em patamares elevados em praticamente todas as cadeias demandantes de químicos, além do período sazonal do terceiro trimestre, tipicamente o mais forte de todo o ano para o setor.

Por outro lado, o índice de quantum da produção recuou 0,69%, na comparação com o mês anterior, após ter crescido 5,64% em julho. Paradas programadas para manutenção, problemas operacionais e um incêndio em uma unidade de produtos químicos marcaram o resultado negativo da média geral do IGQ-Produção de agosto.

Já o nível de utilização da capacidade instalada ficou em 74% em agosto, dois pontos acima do mês anterior, mas quatro pontos abaixo do resultado de agosto do ano passado. Em relação ao índice de preços, houve elevação de 1,27% em agosto, após deflação de 3,13% verificada em julho.

No acumulado de janeiro a agosto de 2021, sobre igual período do ano anterior, o índice de produção apresenta alta de 7,44% e o de vendas internas de 6,35%. Por outro lado, a manutenção da demanda em níveis elevados também puxou as importações, que cresceram significativos 15,2% de janeiro a agosto deste ano, contrastando com o volume de exportações, que exibiu recuo de 10,0% em igual período de comparação, ambas variações sobre os primeiros oito meses do ano anterior.

Levando-se em conta os resultados mencionados, o CAN teve elevação de 11,9% de janeiro a agosto, sobre iguais meses do ano passado, mantendo o ritmo acelerado da demanda, iniciado em meados de 2020. A participação do produto importado sobre a demanda local foi de 45% no período. Vale destacar que a alta das importações também está refletida na elevação do déficit na balança comercial total de produtos químicos, que alcançou US$ 27,24 bilhões nos primeiros oito meses deste ano, valor 41,7% maior do que o de igual período do ano anterior.

O uso da capacidade instalada ficou em 71% nos primeiros oito meses do ano, mesmo percentual alcançado em iguais meses do ano passado. No que se refere ao índice de preços, houve alta nominal de 41,66% no acumulado de janeiro a agosto deste ano.

Fonte: ABIQUIM

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