21 set 2017

CONHEÇA O PLANO DE AÇÕES ALMACO PARA 2018

 

O trabalho de divulgação que a ALMACO vem fazendo nos últimos anos tem como principais objetivos manter o nosso crescimento de forma sustentável e sempre criar novas oportunidades de negócios. Por isso, pretendemos levar cada vez mais conhecimento e fazer com que as nossas soluções e aplicações sejam discutidas e, sobretudo, especificadas nos mais variados projetos.

Nos preocupamos com temas como sustentabilidade, reciclagem, disposição de resíduos, escassez de matéria-prima, qualificação de mão de obra, desconhecimento dos órgãos especificadores e certificadores, competitividade desleal e aumentos descontrolados de preços. Esta combinação de fatores pode prejudicar a nossa competitividade e comprometer a especificação em projetos importantes.

Sabemos da crise econômico do nosso país mas acreditamos que é nesta hora que  devemos no juntar e fomentar ainda mais o nosso mercado. Gostaríamos de contar com a sua ajuda para continuarmos a desenvolver a indústria de compósitos.

Confira abaixo a apresentação do plano de ações 2018

Plano de ações ALMACO 2018 

Para mais informações entre em contato conosco através do telefone (11) 3719-0098

 

Compartilhe
21 set 2017

No dia 25/09, a Destaque Business Research dará início à pesquisa que apontará os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2017

Criado em 2010 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind da Indústria de Compósitos busca reconhecer as empresas que mais contribuem para a imagem do mercado de compósitos no Brasil. O Top of Mind é realizado por um instituto de pesquisa independente, a Destaque Business Research, e este ano incluímos mais uma categoria “Poliuretano”. Esse levantamento determinará, por votação espontânea, os vencedores do prêmio Top of Mind 2017, cuja cerimônia de entrega acontecerá em São Paulo, no dia 07/12.

 

Na sua oitava edição, o Top of Mind da Indústria de Compósitos contemplará as seguintes categorias:

 

  • Principais processos de fabricação: Manuais (spray-up e hand lay-up), RTM, SMC, BMC, Pultrusão, Infusão, Enrolamento Filamentar e Laminação Contínua
  • Principais matérias-primas utilizadas: Resina Poliéster, Resina Epóxi, Resina Éster-Vinílica, Fabricantes de Fibras de Vidro, Fabricante de Fibras de Carbono, Fabricantes de tecidos e reforços, Adesivos, Catalisadores, Equipamentos, Aditivos, Gelcoat,  Composto de Moldagem,  Desmoldante e Poliuretano;
  • Distribuidores;
  • Fabricantes de Moldes;
  • Inovação;
  • Destaque da Indústria de Compósitos.

 

Em breve, mais informações.

Compartilhe
21 set 2017

Cronograma de Cursos ALMACO 2017

 

Confira abaixo o cronograma de cursos ALMACO para 2017.

 

CURSOS OUT NOV
Introdução aos Compósitos Poliméricos Termofixos 04
Processo de Laminação Manual 05
Processo de Saco de Vácuo, Infusão e MPF (moldagem com pele flexível)
Processos de RTM e RTM-Light
Curso sobre Materiais    
Compósitos Avançados   08 e 09
Caracterização Mecânica dos Materiais Compósitos 25  
Análise de Tensões e Deformações dos Materiais Compósitos 26 e 27  

 

 

* É recomendável que os alunos realizem o curso de Introdução aos Compósitos Poliméricos Termofixos, antes da realização dos demais cursos, pois, este tema não será mais retomado nos módulos seguintes.

Para mais informações entre em contato conosco através do e-mail: marketing@almaco.org.br ou (11) 3719-0098.

 

Fonte: ALMACO

 

Compartilhe
20 set 2017

Montadoras participam de evento promovido pela ALMACO

Encontro aconteceu na semana passada, em São Paulo

Na última quinta-feira (14), em São Paulo, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoveu um evento sobre criatividade e novas tecnologias que reuniu cerca de 50 representantes das principais montadoras de veículos leves, pesados e agrícolas. “Foi o primeiro encontro do nosso setor a falar diretamente com o usuário final dos compósitos”, afirma Gilmar Lima, presidente da ALMACO.

Lima deu início às atividades com a apresentação da palestra “Inovação e criatividade no mundo dos compósitos”. Além de descrever cases de sucesso de aplicação do material – inclusive, o recém-lançado Núcleo Úmido, solução construtiva criada pela G12 Innovation –, o presidente da ALMACO falou sobre mercado, gestão e modelos de negócio.

Na sequência, Jerome Raynal, executivo do conglomerado francês IS Group, detalhou as características do Fast RTM, processo que possibilita a fabricação em larga escala de peças complexas de compósitos. “Trata-se de uma combinação entre o RTM de alta pressão e a tecnologia de compressão. Ao somar o que ambas têm de melhor, conseguimos desenvolver um sistema que permite produzir, em ciclos de dois minutos, peças sem rebarbas e prontas para a pintura”.

Resultantes da combinação entre polímeros e fibras, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água e tubos a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

 

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

Compartilhe
18 set 2017

Polinox apoia evento sobre Fast RTM

Líder latino-americana em catalisadores, a Polinox patrocinou a palestra “Fast RTM, a evolução de um processo”, que aconteceu no dia 14/09, em São Paulo (SP). Apresentado por Jerome Raynal, executivo do conglomerado francês IS Group, o trabalho – uma iniciativa da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) – tinha como objetivo ampliar a divulgação dos compósitos junto às montadoras.

“A indústria automotiva é vital para a recuperação do nosso setor, daí porque decidimos apoiar essa ação da ALMACO”, comenta Roberto Pontifex, diretor da Polinox. Ano passado, as montadoras de veículos pesados e agrícolas, principalmente, ficaram em segundo lugar no ranking dos maiores consumidores de compósitos no Brasil, com 25% das 160 mil toneladas transformadas.

De acordo com Raynal, o Fast RTM possibilita a produção, em ciclos de 120 segundos, de peças estruturais e complexas de até 3 metros. “Por permitir a completa automatização dos processos de alta velocidade, o Fast RTM deve ser considerado o futuro do RTM”, afirma. A tecnologia garante índices de impregnação dos reforços mecânicos – fibras de vidro e carbono, por exemplo – mais rápidos do que os apresentados pelos sistemas convencionais de RTM. “Capôs, para-choques e tetos são alguns exemplos de peças que podem ser moldadas via Fast RTM”.

O Fast RTM foi desenvolvido por um pool de dez empresas globais, que contaram com o suporte do Instituto de Pesquisa e Tecnologia M2P. Este ano, a novidade conquistou o JEC Awards na categoria “Inovação”, a principal premiação da indústria global de compósitos.

Com fábrica em Itupeva (SP), a Polinox dispõe de capacidade para a produzir 360 toneladas/mês dos catalisadores Brasnox®, Perbenzox® e Tecnox Super®, entre outros produtos. Ao todo, são mais de 40 tipos – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.

Hoje em dia, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.

Em 2016, a Polinox foi eleita pela quarta vez Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Catalisadores”. Organizado pela ALMACO, o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.polinox.com.br

 

Fonte: SLEA Comunicação

 

Compartilhe
16 ago 2017

Dados ALMACO

Em 2016, o setor brasileiro de compósitos faturou R$ 2,550 bilhões, empregou 60,5 mil pessoas e consumiu 159 mil toneladas de matérias-primas, divididas em resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil) e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.
A construção civil liderou o consumo do material (36%), à frente de transportes (25%), corrosão/saneamento (17%), energia elétrica (5%), eólico (4%) e náutico (4%). Quando separada apenas a demanda de materiais à base de resina epóxi, a geração de energia eólica respondeu por 95,6% do total.
Sobre os processos de fabricação adotados pelos moldadores brasileiros, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, apareceram com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (12%), enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).

Compartilhe
16 ago 2017

ALMACO integra programa de apoio às startups do JEC Group

Associação atuará como parceira no recrutamento de candidatos brasileiros

A parceria entre a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e o JEC Group, líder global na divulgação desse tipo de plástico, ganhou um novo capítulo. Agora, a ALMACO integra o programa de apoio às startups do JEC Group. Denominada Startup Booster, a iniciativa tem como objetivo acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras que compreendem a utilização dos compósitos.
A ALMACO vai atuar como parceira de recrutamento de spin-offs acadêmicos e startups, bem como de pequenas e médias empresas brasileiras que estejam envolvidas com projetos destinados à criação de novos materiais, produtos, aplicações e processos de moldagem de compósitos, afirma Erika Bernardino, gestora da ALMACO.
Aberto a candidatos de todo o mundo, o Startup Booster divide-se em duas categorias: Processos, que avalia soluções de design e tecnologias de fabricação, e Materiais & Produtos, voltada ao desenvolvimento de novos materiais e aplicações.
As dez empresas selecionadas pelo comitê do JEC Group terão direito a apresentar, na feira JEC World 2018, em Paris, seus projetos a potenciais investidores. E as três mais bem avaliadas dividirão um prêmio de 10 mil euros, entre outros benefícios, como a cessão de um estande completo para cada uma participar da edição de 2019 do evento.
É uma oportunidade única para os empreendedores brasileiros viabilizarem os seus negócios em uma plataforma global reconhecida pela excelência em inovação, comenta Erika. Os interessados em participar devem encaminhar um resumo dos seus projetos, em inglês, para marketing@almaco.org.br. O prazo para as inscrições termina em 31/07, e os dez selecionados serão conhecidos em janeiro.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços  por exemplo, fibras de vidro , os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

Compartilhe
23 maio 2017

Faturamento do setor de compósitos caiu 4% em 2016

Resultado foi de R$ 2,550 bilhões; previsão para este ano é de novo encolhimento

Em 2016, o setor brasileiro de materiais compósitos, um tipo de plástico de alta performance, faturou R$ 2,550 bilhões, queda de 4% em comparação ao ano anterior. O consumo de matérias-primas diminuiu 1,3%, totalizando 159 mil toneladas. Em termos de nível operacional, o período marcou o pior resultado da série histórica, com apenas 55% de ocupação das plantas, enquanto o número de postos de trabalho caiu 4%, perfazendo 60,5 mil vagas. Os dados são da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).
Para Gilmar Lima, presidente da ALMACO, o desempenho foi impactado sobretudo pela desaceleração das indústrias de geração de energia eólica e construção civil. Somam-se a esses fatores a restrição de crédito, os poucos lançamentos de produtos e a demora na reação de, praticamente, todos os segmentos dedicados à moldagem de compósitos, comenta.
Das 159 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, o estudo da ALMACO aponta para a seguinte divisão: resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil) e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.
Em relação aos processos de fabricação adotados pelos moldadores brasileiros de compósitos, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, aparecem com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (12%), enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).
A construção civil permanece liderando o consumo do material (36%), à frente de transportes (25%), corrosão/saneamento (17%), energia elétrica (5%), eólico (4%) e náutico (4%). Quando separada apenas a demanda de materiais à base de resina epóxi, a geração de energia eólica lidera com 95,6%.
O levantamento da ALMACO traz como novidades alguns dados referentes à América Latina  a associação mantém bases na Argentina, Chile e Colômbia. Conforme o estudo, o setor que mais consome compósitos na região é o de saneamento/corrosão (32%), seguido por construção civil (22%), transportes (18%), agronegócio (4%), náutico (5%) e têxtil (4%). Com uma fatia de 50%, os processos manuais aparecem em primeiro lugar. Na sequência, laminação contínua (25%), enrolamento filamentar (15%), RTM e infusão e SMC (5%).

 

Mais dificuldades em 2017

De acordo com a pesquisa da ALMACO, a situação não melhora em 2017. O faturamento previsto para o setor brasileiro é de R$ 2,450 bilhões  ou seja, nova queda de 4% , enquanto o consumo de matérias-primas deve encolher 2,5%, totalizando 155 mil toneladas.
Os principais segmentos que impulsionam o mercado de compósitos, como transportes, agronegócio, implementos rodoviários, construção e geração de energia eólica, continuam atravessando uma fase de incertezas. E, mesmo nas áreas em que há alguma reação, o movimento ainda é bastante lento, lamenta o presidente da ALMACO.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços  por exemplo, fibras de vidro , os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

Compartilhe
23 maio 2017

Mercado de máquinas usadas ganha força na crise

Que a recessão golpeou praticamente todos os setores da economia do país nos últimos anos não é novidade. Mas a crise também gera oportunidades, e na área de máquinas agrícolas a forte queda das vendas de novos tratores e colheitadeiras revigorou os usados e conferiu aos negócios nesse mercado uma certa profissionalização, em detrimento de sua histórica informalidade.

“Com a crise, as torneiras de crédito se fecharam. Financiamentos que eram de até 100% do valor das máquinas passaram a girar em torno de 70%”, lembra Marcelo Kozar, sócio da Via Máquinas, que presta serviços para concessionárias, entre os quais gerenciamento de estoques e vendas de equipamentos usados. A empresa, cuja sede é em Itajaí (SC), mantém convênio com a Assodeere, associação de distribuidores da John Deere, e conta no total com mais de 80 clientes, donos de 250 lojas.

Para a Via Máquinas, diz Kozar, o faturamento com as vendas de grandes máquinas agrícolas usadas saltou de cerca de R$ 5 milhões, em 2014, para R$ 16 milhões no ano passado. Em 2017, mesmo com a retomada das vendas de colheitadeiras e tratores novos no país, a expectativa é de crescimento de 31%. “Uma parcela considerável de produtores, para não ter de dar garantias adicionais, ainda está comprando equipamentos usados”, afirma.
Se no passado os baixos investimentos dos produtores brasileiros em maquinário não estimulavam a formalização do mercado de equipamentos já rodados, mesmo a partir de meados da última década, quando os aportes cresceram embalados por crédito farto a juros subsidiados, os usados continuaram a ser um negócio entre conhecidos ou simplesmente passaram a ser abandonados sem uso nas propriedades.
Mas com o tombo das vendas de maquinário novo em 2014 e 2015, o cenário mudou. Para tentarem estancar a sangria, as concessionárias começaram a aceitar colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e tratores usados como entrada na compra de novos. E nesse ambiente os negócios passaram a ser melhor estruturados e a contar com as garantias de praxe, embora as transações entre produtores ainda prevaleçam.
Emílio Gotti Filho, gerente de seminovos e usados da concessionária Igarapé, ligada à Associação Brasileira dos Distribuidores New Holland (Abraforte), confirma que, apesar do aquecimento do mercado de máquinas novas, a área de colheitadeiras e tratores usados segue viva. E que no segundo semestre, passadas as principais feiras agropecuárias do país, os negócios nessa frente tendem a ganhar uma nova dinâmica.
Fontes do segmento observam que o fato de atualmente as taxas de juros do Moderfrota ¬ linha de crédito voltada à aquisição de tratores e colheitadeiras com recursos do BNDES e juros controlados ¬ serem mais elevadas também ajuda as vendas de usados.
Mas entre os interessados não está apenas o produtor com restrição de crédito que não consegue financiamento para adquirir um zero quilômetro. Há o agricultor mais conservador, que investe tanto em equipamentos novos quanto em usados, a depender de suas prioridades, e o rol também inclui a figura do corretor, que compra e reforma o maquinário e para revendê¬lo depois.
Para a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o fortalecimento do mercado de máquinas usadas é importante para a dinâmica de vendas como um todo. “Ajuda tanto na venda de máquinas novas que aceita a usada como entrada quanto na democratização do acesso à tecnologia”, diz Ana Helena de Andrade, vice-presidente da Anfavea.
Mas mensurar o tamanho desse mercado ainda é uma tarefa árdua, até porque a vida útil do maquinário agrícola varia por horas de uso, não por anos. “O que eu posso garantir é que as máquinas que foram vendidas nos últimos 15 anos ainda estão em operação”, afirma Ana Helena. Nesses últimos 15 anos, foram vendidos 667 mil tratores de rodas e colheitadeiras de grãos no Brasil.
Segundo a executiva, a associação tem se aliado a outras entidades com o intuito de organizar e dar maior visibilidade ao mercado de máquinas usadas. Atualmente, estão sendo realizadas reuniões com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e com seguradoras para desenvolver parâmetros para cálculos de depreciação de usados. “Estamos tentando aprofundar o conhecimento desse mercado”.

Fonte: Valor Econômico/Kauanna Navarro

Compartilhe
23 maio 2017

Consulta pública – Apuração de inexistência de produção nacional

A ALMACO – Associação Latino- Americana de Materiais Compósitos. solicita a análise, sobre a existência ou não de fabricação nacional de produtos em condições de substituírem os produtos importados constantes nesta Consulta Pública que pode ser acessada pelo link à seguir:

http://www.almaco.org.br/artigos_tecnicos.cfm.

Em se tratando de produto considerado como similar, pedimos a gentileza que sejam encaminhados documentos correspondentes, conforme a seguir:

  • Características técnicas, catálogos e comparativo técnico entre o produto nacional e o bem objeto da consulta.
  • Comprovação de fornecimento (Nota Fiscal) de unidades já produzidas no País,
  • Nome do responsável pelas informações, endereço, telefone e e-mail para contato;

O envio com as informações acima deverá ser direcionado para: erika.bernardino@almaco.org.br

Face ao prazo limitado que dispomos para apreciação dos processos de concessão de Atestados de Inexistência de Produção Nacional, encarecemos o seu pronunciamento dentro de no máximo 05 dias úteis a contar da data desta publicação.

Compartilhe

© 2017 ALMACO. Todos os direitos reservados.

Click Me