15 ago 2019

Geração eólica cresce 9% em maio, afirma CCEE

Fonte representa 8,1% do total de energia gerado no Sistema Interligado Nacional – SIN. Entre as regiões, Bahia lidera na produção e capacidade instalada, ultrapassando o Rio Grande do Norte no segundo quesito.
A geração de energia eólica em operação comercial no país no mês de maio atingiu a marca de 5.176,8 MW médios, representando um crescimento de 9,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi entregue 4.738,2 MW médios ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A informação consta nos dados consolidados do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.
De acordo com o levantamento, a representatividade da fonte movidas pela força dos ventos em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema chegou a 8,1%. O quadro é completado em 76,3% pela fonte hidráulica, incluindo as PCHs, e por 8,5% das usinas térmicas, 6,4% pelas plantas a biomassa e 0,8% entregues pelas usinas solares.
A CCEE ainda registrou 594 usinas eólicas em operação comercial no país ao final do mês, somando 15.042,2 MW de capacidade instalada, incremento de 15% frente aos 13.064,1 MW de capacidade das 514 parques existentes em maio de 2018.
Geração por Estado
Na análise regional, a Bahia segue como maior produtora de energia eólica, com 1.798,3 MW médios no mês, representando aumento de 39% no comparativo com o mesmo período de 2018, quando gerou 1.290,9 MW médios. Na sequência, aparecem como maiores produtores o Rio Grande do Norte com 1.257,6 MW médios produzidos, o Piauí com 628,5 MW médios, Ceará com 537,5 MW médios e o Rio Grande do Sul, com 519,5 MW médios.
Quanto à capacidade instalada, a Bahia superou o Rio Grande do Norte e passou ao primeiro lugar, com 3.964,3 MW, seguida pelo estado potiguar, que aparece com 3.935,9 MW. Na sequência aparece o Ceará com 2.347,7 MW, Rio Grande do Sul com 1.777,8 MW e o Piauí, com 1.638,1 MW.

Fonte: CTEE

Compartilhe
15 ago 2019

Gigante dos mares, maior hélice de turbina eólica do mundo fará o Morro da Urca e arranha-céu de São Paulo ficarem pequenos!

Projetada pela divisão de energia renovável da GE, a turbina Haliade-X 12 MW será gigante, tanto em tamanho quanto em capacidade de geração de energia. Maior do que o Morro da Urca, no Rio de Janeiro e do que o Edifício Farol Santander, um dos ícones de São Paulo, uma única turbina dessas será capaz gerar 67 GWh anualmente, energia que garante o abastecimento de 16 mil residências. Com 23 turbinas dessa daria para suprir um ano inteiro uma cidade como Vitória, Capital do Espírito Santo, com cerca de 350mil pessoas.
Esse rotor de 220 metros tem uma área de 38.000 m2, equivalente ao tamanho de 3 campos de futebol, possibilitando que a turbina fique menos sensível às variações da velocidade do vento, aumentando a previsibilidade e a capacidade de gerar mais energia em baixas velocidades do vento.
Em relação ao recurso eólico offshore, uma das vantagens é que, fora da costa, onde não há obstruções de terrenos e edifícios, os ventos costumam ter velocidade e constância superiores, o que implica em uma maior geração de eletricidade. Além disso, o Brasil, que possui As vantagens do aproveitamento eólico offshore também se deve a possibilidade de instalação próxima aos centros de carga, tendo em vista que grande parte da população brasileira reside próxima da costa.

Algumas características do conjunto em números:

• Altura: 260 metros
• Rotor: 220 metros
• Área do rotor: 38.000m2
• Hélices: 107 metros (cada)
• Geração de energia: capacidade de 12 MW, 67 GWh/ano— considerando um fator de capacidade de 63%, compatível com a qualidade dos ventos da costa brasileira.

Um dos objetivos do aumento do tamanho das turbinas é reduzir o custo niv
elado da energia (LCOE), tornando-a a fonte mais competitiva. A GE pretende comercializá-la a partir de 2021. Será que veremos uma dessas no Brasil? Vento na costa brasileira é o que não falta…
Saiba mais em:
https://www.ge.com/renewableenergy/wind-energy/offshore-wind/haliade-x-offshore-turbine

Fonte: GE

Compartilhe
15 ago 2019

Motores de plástico podem baixar preço dos carros elétricos

Inovação na tecnologia dos motores elétricos pode baixar preço de carros elétricos e reduzir o seu peso com uso de motores de plástico.
Já o dissemos em algum momento: o peso é o principal obstáculo do carro elétrico. Sendo mais concreto, da sua autonomia, isso gerou uma obsessão para melhorar a aerodinâmica dos veículos e reduzir o seu peso.

Como vão funcionar os motores de Plástico

E dentro dessa problemática, o Instituto Fraunhofer de Tecnologia Química, em colaboração com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, descobriu um novo elemento que pode ser aliviado: os próprios motores de carros elétricos.
Porque eles entendem que ao substituir o invólucro de metal que o transporta por um de plástico, ele pode melhorar ainda mais o carro elétrico.
Além disso, permitiria aproveitar 98% da energia gerada por um motor elétrico. Devido à carcaça de metal, 10% desta energia é perdida devido a perdas de calor, e embora os motores dos carros elétricos já sejam muito eficientes, desta forma seria possível torná-los quase 100% eficientes.
As perdas ocorrem porque o alojamento de metal guia o calor para uma manga de arrefecimento para evitar o sobreaquecimento. E isso seria evitado com este invólucro de plástico e cabos retangulares planos substituindo os redondos. Desta forma, haveria uma economia de espaço que permite dissipar o calor dentro do motor.
Os plásticos utilizados para o desenvolvimento deste projeto são termo-estáveis e são reforçados com fibra, o que também permite reduzir os custos de produção. De facto, de acordo com os próprios pesquisadores, esses protótipos são construídos em apenas quatro minutos. Portanto, se eles são tão confiáveis como os motores atuais, pode ser um grande avanço para os carros elétricos.
Ao realizarem este projeto, as marcas poderiam tornar os carros elétricos mais acessíveis. Assim, resolveriam outra das grandes queixas do público interessado neste tipo de mobilidade.
Um dos desafios do carro elétrico é, entre outras coisas, reduzir o seu peso, que é principalmente mais pesado devido às baterias. Outro dos componentes mais pesados em qualquer carro é o motor, mas agora os pesquisadores do Instituto Fraunhofer estão a trabalhar em conjunto com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe para desenvolver um novo motor elétrico feito de materiais poliméricos (plásticos) que não só reduz o peso como também reafirma o conceito de refrigeração, aumentando ainda mais a eficiência do motor elétrico.
A ideia é usar polímeros como material para a carcaça do motor e aumentar significativamente a densidade de potência.

Existem três pontos-chave que desempenham um papel decisivo na melhoria de um motor elétrico:

• Alta densidade de potência;
• Design compacto;
• Altos níveis de eficiência

Este projeto chama-se ‘DEMIL’, uma abreviatura que em alemão significa “Directly-cooled electric motor with integrated lightweight housing”.

Fonte: Portal Energia

Compartilhe
15 ago 2019

ALMACO promoverá evento em Caxias do Sul/RS

2º Encontro Regional de 2019 da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos acontecerá no dia 12/09, em Caxias do Sul/RS

No dia 12/09, em Caxias do Sul/RS, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoverá o 2º Encontro Regional de 2019. O evento será realizado no Restaurante SICA em parceria com a Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho)

Na parte da tarde os participantes acompanharão seis palestras. “Nada melhor do que apresentar trabalhos sobre o que há de mais avançado em termos de matérias-primas e processos de fabricação de compósitos, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

Com patrocínio das empresas Ashland, LORD, Morquimica, Novapol e Saertex, o 2º Encontro Regional ALMACO é um evento gratuito destinado aos profissionais que lidam com os compósitos e estudantes interessados no material.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail marketing@almaco.org.br ou (11) 3719-0098 – Vagas limitadas.

Compartilhe
15 ago 2019

ALMACO e IPT lançam pós-graduação em compósitos

Primeiro curso promovido no estado de São Paulo terá início no dia 13/09

A primeira pós-graduação em materiais compósitos e polímeros do estado de São Paulo começa no dia 13/09. Fruto da parceria entre a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o curso é direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração, além de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos na área.
“Desde 2012, quando lançamos a pós-graduação, tínhamos o objetivo de trazê-la a São Paulo, o maior mercado de compósitos do país. Agora, com o apoio do IPT, conseguimos viabilizar esse projeto”, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO. Até hoje, o curso foi promovido nas cidades de Curitiba (PR), Caxias do Sul (RS) e Joinville (SC), com cerca de cem alunos formados.
Integram o corpo docente da pós em São Paulo pesquisadores ligados ao IPT e profissionais com larga experiência em compósitos, muitos deles com destacada atuação nas principais empresas do setor. “Toda essa vivência será muito enriquecedora durante o processo de aprendizagem dos alunos”, observa a presidente da ALMACO.
Com 15 vagas, duração de 496 horas e aulas quinzenais – sextas e sábados –, as atividades da pós-graduação em compósitos acontecerão na sede do IPT e no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), ambos na Cidade Universitária (USP), bem como no Núcleo de Estruturas Leves (LEL) do IPT, em São José dos Campos (SP).

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail cursos@ipt.br ou (11) 3767-4226/4058.

Mais de 50 mil aplicações
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pela resistência mecânica e química, leveza, facilidade de moldagem e por serem materiais ambientalmente amigáveis. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
Em 2018, a construção civil liderou o consumo brasileiro de compósitos de poliéster, com uma fatia de 35%, à frente de transportes (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica respondeu por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo ficou em segundo lugar, com 5%.
Para 2019, a previsão é que o setor emplaque o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões, alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior. A geração de emprego deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

Compartilhe
02 ago 2019

ALMACO promoverá evento em Caxias do Sul/RS

2º Encontro Regional de 2019 da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos acontecerá no dia 12/09, em Caxias do Sul/RS

No dia 12/09, em Caxias do Sul/RS, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoverá o 2º Encontro Regional de 2019. O evento será realizado no Restaurante SICA em parceria com a Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho)

Na parte da tarde os participantes acompanharão seis palestras. “Nada melhor do que apresentar trabalhos sobre o que há de mais avançado em termos de matérias-primas e processos de fabricação de compósitos, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

Com patrocínio das empresas Ashland, LORD e Saertex, o 2º Encontro Regional ALMACO é um evento gratuito destinado aos profissionais que lidam com os compósitos e estudantes interessados no material.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail marketing@almaco.org.br ou (11) 3719-0098 – Vagas limitadas.

Compartilhe
02 ago 2019

Tecniplas foca em resfriamento de vinhaça na Fenasucro

Empresa já forneceu mais de 600 unidades do equipamento para usinas de todo o país

Referência na fabricação de equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) para o setor sucroalcooleiro, a Tecniplas garantiu mais uma vez a presença na Fenasucro – Sertãozinho (SP), de 20 a 23/08. Na edição deste ano, o objetivo da empresa é reforçar a divulgação das suas torres de resfriamento de vinhaça.
“Ao longo dos últimos vinte e cinco anos, fornecemos mais de 600 unidades desse equipamento para usinas de todo o país”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. Para ser aproveitada como fertilizante, a vinhaça deve ter a sua temperatura reduzida, em média, de 90 ºC para 55 ºC.
Fabricada em uma única peça, o que elimina a ocorrência de vazamentos, as torres de resfriamento de vinhaça da Tecniplas contam com o conjunto mecânico instalado fora do fluxo de ar saturado e corrosivo. “Além de ampliar a vida útil dos componentes, essa característica de projeto facilita o acesso para eventuais manutenções”.
Outra vantagem do equipamento, salienta Rossi, é a fixação direta e por laminação do difusor, do sistema de distribuição e das vigas na carcaça da torre, o que torna o equipamento muito mais robusto. “A distribuição da vinhaça quente é feita por uma tubulação de PRFV baseada em resina éster-vinílica, ou seja, apresenta elevada resistência química e à temperatura”.
Em conjunto com as torres de resfriamento de vinhaça, a Tecniplas fabrica recuperadores de álcool, abatedores de açúcar, tanques, tubulações e conexões.

Serviço
Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética (Fenasucro)
Quando: 20-23/08
Onde: Centro de Eventos Zanini, Sertãozinho (SP)
Tecniplas: D44

Sobre a Tecniplas
Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

Compartilhe
02 ago 2019

Cursos Técnicos ALMACO mês de Agosto

Nos dias 20,21 e 22 de agosto a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) ministrará os cursos:

20 de agosto – Introdução aos Compósitos Poliméricos Termofixos
Associados: R$ 220,00
Não associado: R$ 330,00

21 de agosto – Processo de Laminação Manual
Associados: R$ 330,00
Não associado: R$ 550,00

22 de agosto – Processo de Saco de Vácuo, Infusão e MPF ( Moldagem com Pele Flexível)
Associados: R$ 330,00
Não associado: R$ 550,00

Informações:
Horário: 8h30 às 17h00
Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP

Não perca a oportunidade de aprender as boas práticas ou aperfeiçoar as suas técnicas de base para elaborar trabalhos com resinas combinadas com fibras de vidro.

Para inscrição ou mais informações entrem em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

Compartilhe
04 jul 2019

Cursos Técnico ALMACO mês de Julho – Curso de Compósitos Avançados

Nos dias 30 e 31 de julho a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) ministrará o curso de Compósitos Avançados no CETECOM.

Não perca a oportunidade de aprender as boas práticas ou aperfeiçoar as suas técnicas de base para elaborar trabalhos com resinas combinadas com fibras de vidro.

 

30 e 31/07 – Compósitos Avançados

Inscrições:

Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

Informações:

Horário: 8h30 às 17h00
Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP

Para inscrição ou mais informações entre em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

Compartilhe
04 jul 2019

Programa Logística Reversa ALMACO

Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO, reuniu-se na manhã do dia 02 de julho em Curitiba (PR) com Laerty Dudas, coordenador da Divisão de Resíduos Sólidos do governo do Paraná, e sua equipe na sede da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA).
As discussões giraram em torno do Programa ALMACO de Logística Reversa. Lançada em setembro de 2016, a iniciativa tem como objetivo promover a logística reversa de peças de compósitos presentes em ônibus que circulam pela capital paranaense.
A Geoquímica, empresa localizada em São José dos Pinhais (PR), é a responsável por recolher as peças em oficinas e garantir a correta destinação – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras.
“Os representantes do governo paranaense reiteraram a importância do programa. Tanto é assim que, daqui a um mês, depois de entregarmos um planejamento das atividades para os próximos dois anos, eles promoverão ações para incentivar a adesão das empresas locais”, afirma Erika.

Fonte: SLEA Comunicação

Compartilhe

© 2017 ALMACO. Todos os direitos reservados.

Click Me