18 jul 2019

Curso de Análise de Tensões e deformações pela teoria clássica da mecânica dos laminados – Dias 07 e 08 de agosto

Carga-horária: 16 horas ( 2 dias)

Público Alvo: Engenheiros e Técnicos em cálculos estruturais.

Requisitos: Maior de 18 anos e conhecimento sobre compósitos

Professor: Gerson Marinucci

Os exercícios de aplicação serão feitos pelos alunos em sala de aula, com posterior acompanhamento à distância, se necessário.

Mini currículo Prof. Gerson Marinucci:

Possui graduação em Engenharia Mecânica pela UNESP- Universidade Estadual Paulista (1981), mestrado em Engenharia Mecânica pela USP-Universidade de São Paulo (1993) e doutorado em Tecnologia Nuclear pelo IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (2001). Tecnologista sênior nível IIIA da Comissão Nacional de Energia Nuclear no IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, professor responsável pelas disciplinas Materiais Compósitos Poliméricos e Compósitos Termoestruturais na Pós Graduação do IPEN/USP e especialista em compósitos poliméricos no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.Tem experiência na área de Engenharia de Materiais, com ênfase em Materiais Compósitos e Materiais Poliméricos, atuando principalmente nos seguintes temas: Desenvolvimento de novos materiais, Desenvolvimento de processos, Caracterização mecânica, Análise microestrutural, Análise de Fratura, Processo Filament Winding, Compósitos estruturais com fibra de carbono. Também é orientador nos programas de mestrado e doutorado do IPEN/USP.

PROGRAMAÇÃO

 

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS

Introdução
Grandezas Escalares, Vetoriais e Tensoriais
Tipos de carregamento em estruturas
Conceito de Tensões e Deformações
Trigonometria básica
Matrizes
Operações com matrizes
Anisotropia e Isotropia

 

MÓDULO 2 – ANÁLISE DA LÂMINA

Relação tensão-deformação para materiais anisotrópicos
Matriz de rigidez para materiais ortotrópicos
Relação tensão-deformação de lâminas no estado plano de tensão- eixos locais
Relação tensão-deformação de lâminas com orientação
Arbitrária- eixos globais
Exercício de aplicação

 

MÓDULO 3 – ANÁLISE DO LAMINADO

Análise micromecânica de laminados unidirecionais
Análise macromecânica de um laminado
Relação tensão-deformação de um laminado
Equações constitutivas do laminado
Análise de tensões e deformações na lâmina
Critério de falha pela tensão máxima
Exercício de aplicação

 

Inscrições através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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18 jul 2019

Curso de Caracterização Mecânica dos Materiais Compósitos – Dia 06 de agosto

Carga-horária: 8 horas (1 dia)

Público Alvo: Engenheiros e Técnicos em cálculos estruturais.

Requisitos: Maior de 18 anos e conhecimento sobre compósitos

Número Máximo de alunos: 30

Professor: Gerson Marinucci

Programação

Ementa:

Fornecer conhecimento da mecânica dos laminados e de ensaios mecânicos com ênfase em materiais compósitos poliméricos, envolvendo desde as matérias-primas constituintes até os compósitos fabricados com fibra de carbono, fibra de vidro e aramida. O conteúdo programático aborda fundamentos teóricos de ensaios mecânicos, destacando tração, compressão, cisalhamento no plano, cisalhamento interlaminar, flexão e torção. Há também um tópico que introduz conceitos da análise térmica das matrizes poliméricas.

Objetivo:

Desenvolver capacitação para a análise do comportamento mecânico dos compósitos, identificando o estado de tensões e deformações em laminados estruturais, e o aprendizado dos ensaios mecânicos. Permite, por meio dos ensaios de caracterização mecânica, obter as propriedades do material, tais como tensão, módulo, deformações e coeficiente de Poisson. Conceitos de análise térmica são abordados e permitem compreender e avaliar propriedades das matrizes poliméricas, como, por exemplo, temperatura de transição vítrea e grau de cura. Técnicas de preparação dos corpos-de-prova são também abordadas.

Mini currículo Prof. Gerson Marinucci:

Possui graduação em Engenharia Mecânica pela UNESP- Universidade Estadual Paulista (1981), mestrado em Engenharia Mecânica pela USP-Universidade de São Paulo (1993) e doutorado em Tecnologia Nuclear pelo IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (2001). Tecnologista sênior nível IIIA da Comissão Nacional de Energia Nuclear no IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, professor responsável pelas disciplinas Materiais Compósitos Poliméricos e Compósitos Termoestruturais na Pós Graduação do IPEN/USP e especialista em compósitos poliméricos no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.Tem experiência na área de Engenharia de Materiais, com ênfase em Materiais Compósitos e Materiais Poliméricos, atuando principalmente nos seguintes temas: Desenvolvimento de novos materiais, Desenvolvimento de processos, Caracterização mecânica, Análise microestrutural, Análise de Fratura, Processo Filament Winding, Compósitos estruturais com fibra de carbono. Também é orientador nos programas de mestrado e doutorado do IPEN/USP.

Inscrições através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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18 jul 2019

Aberta as inscrições para a 1º turma de pós-graduação em materiais compósitos e poliméricos de São Paulo

Iniciativa da ALMACO, em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a primeira turma de especialização em materiais compósitos de São Paulo (SP) terá início no dia 13/09.

COMPETÊNCIAS
· Especializar os profissionais na área de Materiais Compósitos;

· Promover a capacitação profissional par atender a demanda de profissionais para este segmento;

· Proporcionar uma visão atual e objetiva da importância dos materiais compósitos para o mercado empresarial por meio de palestras e visitas técnicas;

· Promover a compreensão dos processos de fabricação dos materiais compósitos, por meio de atividades teóricas e práticas;

· Desenvolver atividades em diversas linhas de pesquisa, formando recursos humanos de alta qualidade e atendendo à comunidades acadêmica e industrial;

· Fomentar a excelência acadêmica e a adequada colocação do foco no mercado de compósitos, levando à obtenção de conhecimento inovador e sua transformação em novos produtos e patentes, buscando o desenvolvimento tecnológico na indústria e o fortalecimento dos materiais compósitos.

OBJETIVOS
Compreender a aliança entre linguagens técnicas e criativas, desenvolvendo ações comuns tanto para a indústria de compósitos como para o gerenciamento de equipes, favorecendo o entendimento, as tecnologias e as inovações da área de compósitos. Dominar equipamentos, materiais, processos e metodologias para exercer as funções em uma empresa do segmento.

PÚBLICO

O curso destina-se à capacitação de profissionais graduados em Design, Administração, Engenharia, Arquitetura e áreas afins; executivos, consultores e todos os profissionais envolvidos com os materiais compósitos e docentes interessados em aprofundar conhecimentos na área.

CARGA HORÁRIA

496 horas

PERIODICIDADE, DIAS E HORÁRIOS

Aulas quinzenais – Sextas-feiras, das 18h30 às 22h50 e aos Sábados das 08h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.

INSCRIÇÕES / PRE-MATRICULA

Pelo link https://www.ipt.br/pos_graduacao_ipt/cursos_de_especializacao/13-curso_de_especializacao_em_compositos_.htm#.XOapkBxC5Gs.linkedin

INVESTIMENTO

30 parcelas de R$ 980,00(Neste valor incluso o material didático – Livros Compósitos 1, 2, 3, 4 e 5 digital)

LOCAL

IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) – Av. Professor Almeida Prado, 532 – Prédio 56 – Térreo – Cidade Universitária – São Paulo / SP

*Alguns módulos serão ministrados no Laboratório de Estruturas Leves do IPT em São José dos Campos / SP

DIFERENCIAIS
· Corpo docente altamente qualificado· Aproximação com a indústria

· Curso descentralizado, aproveita laboratórios implantados em empresas do segmente e instituições apontadas por disciplina, caso necessário.

 

Para inscrições entre em contato com Andréa no telefone (11) 3767 – 4226

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18 jul 2019

Brasil sobe em ranking e tem perspectiva de crescer mais em energia eólica

A energia eólica entrou com força no Brasil nos últimos anos e o país chegou até a oitava colocação do ranking mundial de capacidade instalada, que cresceu 15 vezes na última década.

O país passou de 1 GW de capacidade instalada em 2010 para 15,1 GW neste ano, distribuídas em 600 parques eólicos em 12 estados, segundo os últimos dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).

A energia eólica ganhou espaço e atualmente representa 9,2% da matriz energética nacional, atrás apenas das usinas hidrelétricas, que têm 60,3%.

Apesar do sólido avanço, esta fonte de energia renovável ainda tem bastante espaço para crescer no país, segundo os especialistas, e espera-se que em 2023 haja cerca de 19,4 GW de capacidade eólica instalada, levando em conta os leilões já realizados e os contratos assinados no mercado.

“Temos uma perspectiva de crescimento muito grande. Vemos que a eólica e a solar são as fontes que mais vão crescer no Brasil nos próximos 30 anos”, explicou à Agência Efe, a presidente da ABEEólica, a economista Elbia Silva Gannoum.

Apesar das conquistas nos últimos anos, graças à melhoria da tecnologia, da competitividade e das boas perspectivas em relação ao futuro, Elbia ressaltou que a situação de fragilidade da economia brasileira representou um freio para o setor ao reduzir a contratação de energia nos leilões.

O Brasil entrou em uma profunda recessão entre 2015 e 2016, quando o Produto Interno Bruto (PIB) perdeu cerca de sete pontos percentuais e, entre 2017 e 2018, a economia cresceu apenas 2%.

As previsões para este ano continuam fracas e, segundo as projeções do mercado financeiro, o PIB brasileiro registrará um crescimento tímido de 0,8% em 2019.

“A economia está dificultando, quando houver crescimento econômico veremos um crescimento maior do setor. Mesmo assim, temos um mercado crescendo bastante na média e com uma perspectiva futura muito boa”, acrescentou a presidente de ABEEólica.

A região nordeste concentra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, cujo território apresenta condições meteorológicas favoráveis, com ventos regulares e intensos, e onde proliferaram as turbinas de geração de energia eólica.

No município de Rio do Fogo, no Rio Grande do Norte, está a primeira instalação da Iberdrola no desenvolvimento de energias renováveis nesse país, inaugurada em 2006, e que representa o ponto de partida de um empreendimento que tem se expandido com força na última década.

A empresa espanhola Iberdrola, que está presente no país através da filial Neoenergia, conta com 17 parques eólicos em funcionamento, distribuídos nos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia (nordeste), com potência instalada de 516 megawatts (MW), e tem outros 15 em construção.

Com a conclusão da implantação de todos os projetos, a carteira de ativos em operação de Iberdrola em energia eólica totalizará em torno de 1 GW em 2022.

O crescimento dos projetos eólicos de Iberdrola no Brasil acompanhou o do próprio setor no país, onde já existe uma rede produtiva nacional, com seis fabricantes de turbinas em solo brasileiro.

“Essas fontes sofreram mudanças tecnológicas que fazem com que sua produtividade aumente e podem competir com a fonte mais barata que é a hidrelétrica, cujos recursos estão se esgotando”, detalhou Elbia.

 

FONTE: Site EFE

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30 maio 2019

Embraer | Setor comercial passa a se chamar Boeing Brasil Commercial

A Boeing e a Embraer anunciaram nesta quinta-feira (23) que a empresa resultante da fusão entre as empresas (compra de 80% da divisão comercial da Embraer) se chamará Boeing Brasil – Commercial. O acordo, vale lembrar, não engloba as divisões de aviação executiva e defesa, portanto, o nome Embraer continua existindo, mas com menos visibilidade, pois ficará restrita aos segmentos de aviação executiva e de defesa, que não foram incluídos no acordo com a americana.

O anúncio da nomenclatura da nova empresa, que até então vinha sendo chamada de Newco, foi feito por meio de um vídeo divulgado aos funcionários das companhias e, depois, nas redes sociais da Boeing. A mudança ocorre quatro meses depois de o presidente Jair Bolsonaro dar aval para o negócio. O Governo Federal detinha uma ação especial na Embraer que lhe dava poder de veto para decisões como venda. As companhias trabalham, agora, na separação de áreas e funcionários e aguardam a aprovação do negócio por órgãos regulatórios em diversos países, como a China, por exemplo.

O acordo fechado prevê, ainda, que Boeing e Embraer devem criar uma joint venture para a comercialização do cargueiro militar KC-390, a maior aeronave já desenvolvida no Brasil. Dessa empresa, a Embraer será controladora, já que está sob o guarda-chuva do setor de defesa da fabricante brasileira.

A Boeing ainda não informou qual será o novo nome dos aviões comerciais da fabricante brasileira, hoje chamados de E-Jets. A Airbus, após comprar o programa de desenvolvimento e vendas dos jatos comerciais C-Series da canadense Bombardier, trocou o nome da família de aeronaves para A220, seguindo o padrão de nome para seus aviões. Para situar melhor nossos leitores, os aviões comerciais da Embraer são um pouco menores do que os modelos de entrada da Boeing, os 737. Muito embora o acordo deixe de fora os jatos executivos como os da linha Legacy, a Boeing possui uma divisão especial que molda seus jatos de entrada e os transforma em produtos para taxi aéreo, os chamados BBJ (Boeing Business Jet), portanto, nada impediria a empresa americana de utilizar os E-Jets para este fim.

Ao fim da negociação, a Boeing pagará US$ 4,2 bilhões (R$ 16 bilhões, na cotação atual) para a Embraer.

Fonte: Estadão – Por: Felipe Ribeiro

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20 jul 2018

Polinox assina acordo de venda com a AkzoNobel

Empresa brasileira é a maior fabricante sul-americana de peróxidos orgânicos

A Polinox (Itupeva, SP), líder sul-americana em peróxidos orgânicos, assinou hoje um acordo de venda com a empresa holandesa AkzoNobel Specialty Chemicals. O negócio ajudará a AkzoNobel a expandir a sua presença na América do Sul e a torná-la uma das principais produtoras de sistemas de cura para resinas poliéster da região. A conclusão da venda está prevista para o quarto trimestre de 2018.

“É muito gratificante olhar para trás e pensar em tudo o que conseguimos fazer ao longo desses anos”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox. O acordo contempla a permanência de Pontifex, mas agora como executivo contratado da AkzoNobel.

A negociação entre as empresas consistiu na venda das marcas registradas da Polinox – Brasnox®, Perbenzox® e TecnoxSuper® –, bem como da sua carteira de clientes e know-how de produção. A AkzoNobel Specialty Chemicals investirá em seu próprio site localizado também em Itupeva, e a fabricação dos produtos será transferida para lá após a conclusão da expansão.

 

Fonte: SLEA Comunicação

 

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09 nov 2017

Carro elétrico da USP em São Carlos pode cruzar o País com R$ 5

Há mais de dez anos, uma oficina, no campus da USP em São Carlos, constrói veículos de alta eficiência energética. São pequenos carros feitos para percorrer o máximo de quilômetros gastando o mínimo de energia possível. Essa é a EESCuderia Mileage, equipe formada por 34 alunos da USP, a maioria da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

Foi de lá que saiu o Faísca, carro elétrico que alcançou o recorde nacional em eficiência energética no ano de 2013. Uma conquista que ainda não foi superada por nenhum outro veículo do País, mas que a própria equipe pode ultrapassar.

Com vista na Shell Eco-marathon Brasil, versão nacional da competição que existe desde 1985 nos Estados Unidos, a equipe preparou um modelo sucessor ao Faísca: o Venturo, adjetivo que faz alusão ao futuro e que também representa a nova etapa de um time que se reinventou.

Segundo os cálculos dos alunos, com apenas R$ 5, o Venturo poderia cruzar o Brasil de Norte a Sul. Isso, claro, só na teoria. Para ser usado nas ruas das cidades, o veículo precisaria ser equipado e adaptado às leis de trânsito brasileiras.

Com 24 quilos, uma vantagem competitiva do Venturo é ser um carro leve. Diferente do Faísca, que tinha uma estrutura única (chamada monocoque), o novo carro é dividido entre a carenagem, estrutura que recobre o veículo, e um chassi econômico, que une a base do carro ao banco do piloto em uma única peça. Isso confere mais leveza e aumenta sua eficiência energética.

As mudanças foram feitas para que o Venturo pudesse se adequar melhor aos padrões exigidos nas competições, sanando algumas deficiências mecânicas que o antigo carro apresentava. “O Faísca é nossa história, com ele conseguimos atingir o recorde brasileiro, mas a ideia do Venturo, do ‘futuro’, é exatamente progredir e inovar além dele”, diz Hermano Esch, presidente da Mileage e estudante de Engenharia Mecânica.

“Nossa ideia é formar engenheiros melhores, ou seja, todo mundo tem oportunidade de trabalhar e poder idealizar um pouco do carro para podermos tomar decisões em conjunto”, explica o estudante.

O veículo, movido a energia elétrica, consegue rodar durante uma hora e meia com uma velocidade média de 40 km/h. Recarregar não é problema: basta usar um cabo para ligá-lo a uma tomada de 110 ou 220 volts.

Mais do que competidores

Era 2008 quando a EESCuderia Mileage participou pela primeira vez da Maratona Nacional de Eficiência Energética, competição que reúne equipes universitárias de todo o Brasil. Cinco anos depois, a equipe não só conquistou o primeiro lugar na maratona, com o carro Faísca, como também atingiu o recorde nacional, que detém até hoje.

Desde 2015, no entanto, a Maratona Nacional deixou de ser realizada, e só agora começa a dar previsão de volta, transformando-se no Grande Prêmio Brasil de Energia Sustentável.

Sem competição para participar, surgiu a oportunidade da Mileage olhar para si mesma, expandindo sua atuação para além do automobilismo. “A equipe passou a se questionar sobre o papel que tinha na sociedade”, lembra o professor Luís Carlos Passarini, orientador do time.

O próprio professor começou a priorizar os esforços para formar uma equipe melhor, que fosse mais engajada com a comunidade e com o desenvolvimento pessoal de cada membro, do que apenas focada na necessidade de ter carros melhores para as competições.

Esse foi um comprometimento também adotado pelos alunos. “A eficiência não está só no carro, ela também está na nossa forma de se organizar e trabalhar. Queremos harmonia com a Universidade”, diz Hermano Esch.

Fruto da nova fase da Mileage foi a criação da Semana de Eficiência Energética, evento organizado pela equipe para discutir soluções sustentáveis para a produção e o consumo de energia, que em outubro realiza sua segunda edição.

Em 2017, o Venturo trouxe a possibilidade de voltarem mais uma vez às pistas. A equipe se prepara para a Shell Eco-marathon Brasil, que desde o ano passado é realizada no Brasil. A competição será entre os dias 6 e 9 de novembro, no Rio de Janeiro.

Mais informações: https://www.facebook.com/eescuderiamileage/

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27 out 2017

ALMACO e IPT expandem parceria com a realização de cursos no LEL

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) firmaram um acordo que contempla a realização, em 2018, de uma série de cursos práticos no Núcleo de Estruturas Leves (LEL). Construído pelo IPT no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), o LEL é o único laboratório da América do Sul especializado em pesquisas aplicadas aos processos de fabricação de estruturas leves.

“A parceria com o IPT nos dará condições de oferecer treinamentos em um ambiente marcado pela tecnologia de ponta”, comenta Gilmar Lima, presidente da ALMACO. Entre os equipamentos instalados no LEL, destaque para as máquinas de deposição e laminação automática de fibras (fiber placement e tape laying) e uma prensa de moldagem por infusão de resina (resin transfer molding).

De acordo com Hugo Resende, diretor do LEL, os cursos ajudarão a disseminar os usos mais avançados dos compósitos, o que deve estimular o aumento da presença do material em projetos desenvolvidos no Brasil. “Serão oferecidos treinamentos de média complexidade e com foco em sessões práticas, de forma a permitir que as pessoas entendam as vantagens e dificuldades de se produzir peças de compósitos, inclusive utilizando equipamentos automáticos e materiais pré-impregnados”, afirma.

ALMACO e IPT são parceiros de longa data. Já desenvolveram, por exemplo, soluções para a reciclagem de compósitos e, em junho deste ano, assinaram um Termo de Cooperação (TC) para contribuir com o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas, por meio do acesso a linhas de financiamento governamentais.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química associados à leveza. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

 

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16 out 2017

LORD participa de congresso sobre compósitos na Colômbia

Referência em adesivos estruturais – são usados na união de materiais compósitos a diversos tipos de substratos –, a LORD fechou a participação no III Congreso Sudamericano de Composites, Poliuretano y Plásticos de Ingeniería, evento que acontece nos dias 18 e 19/10, em Bogotá, Colômbia.

Gabriel Matos, analista de engenharia de aplicação da LORD, preparou para o congresso o trabalho intitulado “Fornecer soluções para incrementar o valor dos produtos dos nossos clientes”. “Trata-se de um estudo que detalha como os adesivos estruturais podem melhorar o design e reduzir o peso das peças de compósitos, bem como aumentar a produtividade dos moldadores”, afirma Matos.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD Corporation opera desde 1972 uma fábrica em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, desenvolve adesivos, coatings, sistemas de controle de vibração e ruído e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

 

Para mais informações, acesse www.lord.com

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05 out 2017

Começa a pesquisa do Top of Mind da Indústria de Compósitos

As pesquisas que apontarão os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2017 já começaram. Conduzido pela Destaque Business Research, o levantamento é feito por e-mail e abrange mais de 10 mil endereços fornecidos pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), organizadora do Top of Mind.

A principal novidade desta edição, conta Erika Bernardino, gestora da ALMACO, é a inclusão da categoria “Poliuretano”. “No Brasil, a resina de poliuretano tem sido cada vez mais utilizada em combinação com reforços mecânicos, caso da fibra de vidro, o que a qualifica como um tipo de compósito”, explica.

Principal premiação do setor brasileiro de compósitos, o Top of Mind 2017 terá 26 categorias, a exemplo de matérias-primas, processos e equipamentos. Os grandes vencedores só serão conhecidos no dia 07/12, durante a cerimônia de entrega dos troféus que acontecerá no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

 

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