09 nov 2017

Carro elétrico da USP em São Carlos pode cruzar o País com R$ 5

Há mais de dez anos, uma oficina, no campus da USP em São Carlos, constrói veículos de alta eficiência energética. São pequenos carros feitos para percorrer o máximo de quilômetros gastando o mínimo de energia possível. Essa é a EESCuderia Mileage, equipe formada por 34 alunos da USP, a maioria da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

Foi de lá que saiu o Faísca, carro elétrico que alcançou o recorde nacional em eficiência energética no ano de 2013. Uma conquista que ainda não foi superada por nenhum outro veículo do País, mas que a própria equipe pode ultrapassar.

Com vista na Shell Eco-marathon Brasil, versão nacional da competição que existe desde 1985 nos Estados Unidos, a equipe preparou um modelo sucessor ao Faísca: o Venturo, adjetivo que faz alusão ao futuro e que também representa a nova etapa de um time que se reinventou.

Segundo os cálculos dos alunos, com apenas R$ 5, o Venturo poderia cruzar o Brasil de Norte a Sul. Isso, claro, só na teoria. Para ser usado nas ruas das cidades, o veículo precisaria ser equipado e adaptado às leis de trânsito brasileiras.

Com 24 quilos, uma vantagem competitiva do Venturo é ser um carro leve. Diferente do Faísca, que tinha uma estrutura única (chamada monocoque), o novo carro é dividido entre a carenagem, estrutura que recobre o veículo, e um chassi econômico, que une a base do carro ao banco do piloto em uma única peça. Isso confere mais leveza e aumenta sua eficiência energética.

As mudanças foram feitas para que o Venturo pudesse se adequar melhor aos padrões exigidos nas competições, sanando algumas deficiências mecânicas que o antigo carro apresentava. “O Faísca é nossa história, com ele conseguimos atingir o recorde brasileiro, mas a ideia do Venturo, do ‘futuro’, é exatamente progredir e inovar além dele”, diz Hermano Esch, presidente da Mileage e estudante de Engenharia Mecânica.

“Nossa ideia é formar engenheiros melhores, ou seja, todo mundo tem oportunidade de trabalhar e poder idealizar um pouco do carro para podermos tomar decisões em conjunto”, explica o estudante.

O veículo, movido a energia elétrica, consegue rodar durante uma hora e meia com uma velocidade média de 40 km/h. Recarregar não é problema: basta usar um cabo para ligá-lo a uma tomada de 110 ou 220 volts.

Mais do que competidores

Era 2008 quando a EESCuderia Mileage participou pela primeira vez da Maratona Nacional de Eficiência Energética, competição que reúne equipes universitárias de todo o Brasil. Cinco anos depois, a equipe não só conquistou o primeiro lugar na maratona, com o carro Faísca, como também atingiu o recorde nacional, que detém até hoje.

Desde 2015, no entanto, a Maratona Nacional deixou de ser realizada, e só agora começa a dar previsão de volta, transformando-se no Grande Prêmio Brasil de Energia Sustentável.

Sem competição para participar, surgiu a oportunidade da Mileage olhar para si mesma, expandindo sua atuação para além do automobilismo. “A equipe passou a se questionar sobre o papel que tinha na sociedade”, lembra o professor Luís Carlos Passarini, orientador do time.

O próprio professor começou a priorizar os esforços para formar uma equipe melhor, que fosse mais engajada com a comunidade e com o desenvolvimento pessoal de cada membro, do que apenas focada na necessidade de ter carros melhores para as competições.

Esse foi um comprometimento também adotado pelos alunos. “A eficiência não está só no carro, ela também está na nossa forma de se organizar e trabalhar. Queremos harmonia com a Universidade”, diz Hermano Esch.

Fruto da nova fase da Mileage foi a criação da Semana de Eficiência Energética, evento organizado pela equipe para discutir soluções sustentáveis para a produção e o consumo de energia, que em outubro realiza sua segunda edição.

Em 2017, o Venturo trouxe a possibilidade de voltarem mais uma vez às pistas. A equipe se prepara para a Shell Eco-marathon Brasil, que desde o ano passado é realizada no Brasil. A competição será entre os dias 6 e 9 de novembro, no Rio de Janeiro.

Mais informações: https://www.facebook.com/eescuderiamileage/

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27 out 2017

ALMACO e IPT expandem parceria com a realização de cursos no LEL

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) firmaram um acordo que contempla a realização, em 2018, de uma série de cursos práticos no Núcleo de Estruturas Leves (LEL). Construído pelo IPT no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), o LEL é o único laboratório da América do Sul especializado em pesquisas aplicadas aos processos de fabricação de estruturas leves.

“A parceria com o IPT nos dará condições de oferecer treinamentos em um ambiente marcado pela tecnologia de ponta”, comenta Gilmar Lima, presidente da ALMACO. Entre os equipamentos instalados no LEL, destaque para as máquinas de deposição e laminação automática de fibras (fiber placement e tape laying) e uma prensa de moldagem por infusão de resina (resin transfer molding).

De acordo com Hugo Resende, diretor do LEL, os cursos ajudarão a disseminar os usos mais avançados dos compósitos, o que deve estimular o aumento da presença do material em projetos desenvolvidos no Brasil. “Serão oferecidos treinamentos de média complexidade e com foco em sessões práticas, de forma a permitir que as pessoas entendam as vantagens e dificuldades de se produzir peças de compósitos, inclusive utilizando equipamentos automáticos e materiais pré-impregnados”, afirma.

ALMACO e IPT são parceiros de longa data. Já desenvolveram, por exemplo, soluções para a reciclagem de compósitos e, em junho deste ano, assinaram um Termo de Cooperação (TC) para contribuir com o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas, por meio do acesso a linhas de financiamento governamentais.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química associados à leveza. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

 

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16 out 2017

LORD participa de congresso sobre compósitos na Colômbia

Referência em adesivos estruturais – são usados na união de materiais compósitos a diversos tipos de substratos –, a LORD fechou a participação no III Congreso Sudamericano de Composites, Poliuretano y Plásticos de Ingeniería, evento que acontece nos dias 18 e 19/10, em Bogotá, Colômbia.

Gabriel Matos, analista de engenharia de aplicação da LORD, preparou para o congresso o trabalho intitulado “Fornecer soluções para incrementar o valor dos produtos dos nossos clientes”. “Trata-se de um estudo que detalha como os adesivos estruturais podem melhorar o design e reduzir o peso das peças de compósitos, bem como aumentar a produtividade dos moldadores”, afirma Matos.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD Corporation opera desde 1972 uma fábrica em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, desenvolve adesivos, coatings, sistemas de controle de vibração e ruído e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

 

Para mais informações, acesse www.lord.com

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05 out 2017

Começa a pesquisa do Top of Mind da Indústria de Compósitos

As pesquisas que apontarão os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2017 já começaram. Conduzido pela Destaque Business Research, o levantamento é feito por e-mail e abrange mais de 10 mil endereços fornecidos pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), organizadora do Top of Mind.

A principal novidade desta edição, conta Erika Bernardino, gestora da ALMACO, é a inclusão da categoria “Poliuretano”. “No Brasil, a resina de poliuretano tem sido cada vez mais utilizada em combinação com reforços mecânicos, caso da fibra de vidro, o que a qualifica como um tipo de compósito”, explica.

Principal premiação do setor brasileiro de compósitos, o Top of Mind 2017 terá 26 categorias, a exemplo de matérias-primas, processos e equipamentos. Os grandes vencedores só serão conhecidos no dia 07/12, durante a cerimônia de entrega dos troféus que acontecerá no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

 

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05 out 2017

ALMACO lança curso sobre “Segurança em plantas de compósitos”

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) lança curso de capacitação e treinamento sobre Segurança em plantas de compósitos. A indústria dos materiais compósitos inclui três grandes áreas de atuação: Polímeros, Metais e Cerâmica. O Curso em referência trata com profundidade tópicos de Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente neste segmento da indústria conhecido como Materiais Compósitos de Matriz Polimérica, cujos componentes por estrutura orgânica com Carbono, Nitrogênio e Hidrogênio entre outros, podem causar reações adversas e extremamente perigosas por desprendimento de calor e formação violenta de  subprodutos de reação danosos e irreversíveis às pessoas e ambiente como flora e fauna, se indevidamente manipulados ou descartados.

Objetivo & Público Alvo:

Informação e conscientização de SSMA aos colaboradores direta ou indiretamente envolvidos em processos industriais, preparações e misturas, qualidade, segurança e meio ambiente, movimentação e estocagem de materiais, serviços de manutenção, limpeza e descarte de inservíveis.

Segmentos Industriais:

Ênfase em Materiais Compósitos, Termoplásticos e Elastômeros, Adesivos e Pintura.

Programa:

– Segurança Química e Normas Técnicas (OHSAS18001)

– Incompatibilidade Química – FISPQ’s e Riscos adversos de estocagem e manuseios inadequados.

– Inventário e Mapeamento de unidades de produção, desenvolvimento e laboratórios.

– Análises de Risco e Potenciais Atos Falhos – Atenção especial a Peróxidos e Promotores Químicos de reação.

– Incêndio – Como e Por que ocorrem, como evitar, Técnicas 5S.

– Procedimentos de Emergência.

– Debates

Docente: Waldomiro Moreira – Mini Currículo

Professor Universitário com formação em Engenharia Química e Segurança do Trabalho. Pós-graduação em Compósitos, Termoplásticos e Elastômeros Mestrado em Ciência da Computação. Mais de 44 anos de atividade no segmento.

 

Empresas interessadas em levar este curso para suas plantas deverão entrar em contato através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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04 out 2017

Curso de Compósitos Avançados – 08 e 09 de novembro

Nos próximos dias 08 e 09 de novembro, na sede do Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), em São Paulo, acontece o Curso de Compósitos Avançados. Promovido pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o treinamento contará com abordagens teóricas e práticas sobre o que há de mais moderno em termos de matérias-primas e tecnologias voltadas ao processamento dos compósitos – um tipo de plástico de alta performance presente nos setores de transporte, construção, energia eólica, aeroespacial e náutico, entre outros.

De acordo com Erika Bernardino, gerente geral da ALMACO -“A cadeia produtiva global de compósitos tem evoluído muito sob o ponto de vista tecnológico. Com esse curso, mostraremos as novas alternativas para que os fabricantes consigam produzir, em larga escala, peças mais resistentes, leves e com acabamento superior”, afirma.

Confira a agenda completa do Curso de Compósitos Avançados:

08/11

08h00 – Welcome coffee
08h30 – Abertura10h – Intervalo;
08h40 – Compósitos Poliméricos x Compósitos Poliméricos Avançados
09h10 – Reforços estruturais: Fibras de Vidro, Carbono e Aramida
10h10 – Intervalo
10h30 – Prática: Ensaio de viscosidade
11h00 – Proteção dois reforços (gelk coat e pintura)
11h30 – Resinas poliméricas: termoplásticos e termofixos
12h00 – Almoço
13h00 – Prática: Ensaios de permeabilidade
14h00 – Núcleos
14h30 – Adesivos estruturais
15h00 – Intervalo
15h30 – Processos de fabricação
16h30 – Exemplos de aplicações
17h00 – Debates

09/11

8h00 – Welcome Coffee
8h30 – Laminação Manual com tecido de carbono
10h30 – Intervalo
11h00 – Demonstração prática: Processo de Saco de vácuo
12h00 – Almoço
13h00 – Demonstração prática: Processo de infusão convencional
14h00 – Demonstração prática: Processo de infusão MPF
14h30 – Fast RTM
15h00 – Intervalo
15h30 – Demonstração prática: Simulação RTM Fast
16h30 – Reparos em compósitos avançados
17h00 – Debates

Os investimentos para a participação são de R$ 800,00 (associados) e R$ 1 mil (não associados). As inscrições podem ser feitas pelo (11) 3719-0098 ou marketing@almaco.org.br – as vagas são limitadas.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

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04 out 2017

LORD integra comitê organizador do International Rubber Journey

A LORD está participando da organização do primeiro International Rubber Journey (IRJ) – South America, evento voltado ao desenvolvimento da cadeia produtiva de borracha – acontece no dia 17/10, em São Paulo. No México, onde já foi promovido seis vezes, o IRJ é o principal encontro da indústria local de elastômeros.

“O IRJ tem como objetivo compartilhar informações técnicas entre os fornecedores de matérias-primas, distribuidores e fabricantes de produtos acabados”, afirma Amanda Paschoalini, responsável pela área de marketing da LORD no Brasil. Referência em adesivos, coatings e primers, a empresa fabrica a tradicional família de adesivos Chemlok®, produtos usados na união de borracha a diversos tipos de substratos.

Além de palestras de especialistas brasileiros e internacionais, o IRJ contará com espaços para a exposição de produtos e tecnologias destinadas ao processamento de borracha. Confira, a seguir, a agenda do evento:

08h30: Welcome Coffee
09h15: Abertura oficial
09h30: “Eficiência e produtividade no recobrimento de peças automotivas e industriais”, Jim Hynds Jr (TurboSpray)
10h30: Coffee break
11h: “Avanços recentes em tecnologia de adesão de borracha a substratos”, Pat Warren (LORD Corporation)
12h: Almoço
13h10: “Novos tempos: cenário econômico e perspectivas do setor de autopeças”, Carlos Cavalcanti (Sindipeças)
14h: “Formulação, mistura e processamento de compostos elastoméricos”, Jeferson Laerte Kranz (Arlanxeo)
15h30: Coffee break
16h: “Automação e digitalização no processo de injeção”, Henning Pfahl (Desma)
17h00: Fechamento oficial
17h10: Coquetel

Com o apoio da Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha (ABTB) e da Revista Borracha Atual, o IRJ é patrocinado pelas seguintes empresas: Desma, Fragon, LORD, Mapribor, Pintak, Sweet Mix e Turbo Spray. Mais informações em www.irjsa.com.br

Baseada em Cary (EUA), a LORD Corporation atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

Para mais informações, acesse www.lord.com

FONTE: SLEA Comunicação

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04 out 2017

Tecniplas mostra soluções em tancagem na Fenasan

A Tecniplas, referência brasileira em tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), participa mais uma vez da Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan), evento que acontece entre os dias 03-05/10, em São Paulo.

Conhecida por ter fabricado o maior tanque de PRFV do Brasil – com 15 m de diâmetro, armazena até 3,5 milhões de litros –, a Tecniplas pretende divulgar na Fenasan não só os seus megatanques, mas também os reservatórios que produz de acordo com as padronizações das concessionárias de água e esgoto. “Por exemplo, uma das exigências mais comuns é a inclusão de pontos de descanso, estruturas compostas por plataformas intermediárias e escadas”, explica José Roberto Vasconcellos, gerente comercial da Tecniplas.

Outra determinação das concessionárias diz respeito à coloração das resinas utilizadas na fabricação das paredes dos tanques. “Ajustamos o tom dos polímeros que processamos para que fiquem mais escuros. Assim, o líquido envasado não sofre qualquer influência da luz solar”, detalha.

A Tecniplas também mostrará na Fenasan a importância de contemplar nos projetos dos tanques a influência das cargas de vento. Por conta das recentes mudanças climáticas, tem crescido no Brasil o número de ocorrências causadas pela maior velocidade das rajadas. “Projetamos os reservatórios sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço, que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”.

Os tanques da Tecniplas para aplicações em saneamento podem ter até 15 m de diâmetro e armazenar 4,5 milhões de litros. Frente aos tradicionais reservatórios de concreto, garantem diversas vantagens, como maior estanqueidade e vida útil superior. “Concessionárias como Sabesp, em São Paulo, Corsan, no Rio Grande do Sul, e Casan, em Santa Catarina, já operam com os nossos tanques”.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos também são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes e alimentos.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Serviço
Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan)
Quando: 03-05/10
Onde: São Paulo Expo
Tecniplas: estande G04

FONTE: SLEA Comunicação

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04 out 2017

Fibermaq marca presença em congresso aeronáutico

Líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, um tipo de plástico de alto desempenho, a Fibermaq participará pela primeira vez do Congresso de Gestão Industrial e Tecnologia Aeronáutica (Cimatech), evento agendado para os dias 17-19/10, na Faculdade de Tecnologia (Fatec) de São José dos Campos (SP).

De acordo com Christian de Andrade, diretor da Fibermaq, a empresa vai reforçar no Cimatech a divulgação das máquinas da Autometrix, fabricante norte-americana de sistemas automatizados para o corte de tecidos especiais e prepregs. Em junho, a Fibermaq assumiu a distribuição dos produtos da Autometrix no Brasil.

“Há diversas oportunidades para esses equipamentos no mercado de aviação, um dos principais consumidores de tecidos de vidro e carbono que reforçam as peças de compósitos”, afirma Andrade.

No Brasil, a Fibermaq distribui as linhas Autometrix Advantage, Radium e Argon, cujas velocidades de corte variam de 0,60 m/s até 1,67 m/s – as duas últimas trabalham com até duas ferramentas de corte simultâneas. “Em uma hora, essas máquinas cortam a mesma quantidade de tecido que um operador leva de 8 a 16 horas para cortar manualmente”. A largura dos modelos standard é de 1,60 m, mas pode chegar até 3,80 m, enquanto o comprimento máximo é de 17 m.

Aliado ao ganho de produtividade, os equipamentos da Autometrix têm como diferencial a presença do software de agrupamento (nesting) e design PatternSmith. Bastante intuitivo e apto a receber arquivos de Drawing Exchange Format (DXF) – podem ser gerados por softwares populares de desenho, como AutoCAD e SolidWorks –, o programa maximiza o aproveitamento de tecido, o que é muito bem-vindo quando se manipula materiais com preços elevados, a exemplo dos usados em peças de compósitos. “O conjunto formado pelo software e hardware também possibilita a realização de cortes extremamente complexos e com muita precisão”.

Comercializado à parte, o software CadShot Mobile permite que o usuário fotografe a peça com o celular e exporte a imagem diretamente para o programa, que reconhece o formato e realiza o plano de corte do tecido.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Ano passado, a Fibermaq foi eleita pela quinta vez consecutiva Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Equipamentos”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.fibermaq.com.br

FONTE: SLEA Comunicação

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04 out 2017

Recorte e cole: manual básico para a compra de catalisador

Você já sabe que a Polinox é a maior fabricante latino-americana de catalisadores, certo? Que, em Itupeva (SP), a empresa produz mais de 40 formulações indicadas para qualquer tipo de processo, não sabe? Maravilha!

Agora, vamos falar sobre os cuidados no momento de comprar o catalisador. Apesar de você usá-lo em quantidades mínimas, de 1% ou 2% em comparação à resina, se o produto não for bom, sua peça terá problemas de qualidade. E tenho certeza de que você quer ser reconhecido como um moldador dos bons, não quer? Então, vamos lá:

  • Água

Você não abastece o seu carro num posto de combustível que vende gasolina “batizada”. Por que, então, vai usar um catalisador com mais água do que o recomendado? Para baratear os custos, alguns fabricantes não extraem a quantidade de água necessária – o limite tolerado é de 2,5%. Daí, quando você usa esse catalisador, o tempo de polimerização da sua peça aumenta e a cura fica incompleta, surgem bolhas de água e manchas, fora que a resistência mecânica e química caem bastante. Resultado: o seu cliente vai procurar outro fornecedor.

Exija do fabricante do catalisador a informação sobre o percentual de água.

  • Glicol

Também para baratear o produto, alguns fabricantes de catalisador usam o glicol como plastificante, no lugar do ftalato. Isso aumenta as chances de a cura ser insuficiente, diminui a resistência da peça e provoca o surgimento de bolhas no laminado.
Quer um exemplo de como essa prática pode gerar grandes problemas? Nos anos 1970, sem que ninguém soubesse o porquê, os barcos de um grande estaleiro começaram a desenvolver bolhas abaixo da linha d´água. Depois de muita investigação, foi descoberto que o fabricante do gelcoat usou um catalisador que continha glicol. O estaleiro precisou reparar todos os barcos e quase faliu.

Confirme com o seu fornecedor se ele usa ou não glicol.

  • Destilação a vácuo

Quem fabrica catalisador sabe que o melhor método para a extração de água é a destilação a vácuo, tecnologia que torna o produto mais eficiente, seguro e estável, permitindo a cura da resina de forma adequada. Ocorre que a tal destilação a vácuo demanda um investimento muito alto. Assim, alguns fabricantes seguem usando o antigo – e bem mais barato – sistema de secagem por meio de sais, como o sulfato de magnésio ou sódio. O problema é que os sais costumam estar contaminados com traços de metais, que provocam a diminuição da estabilidade do catalisador e a perda de rendimento. Além disso, causam o entupimento da pistola usada no processo de spray-up.

Quando receber a próxima amostra daquele novo fornecedor, pergunte: “Vocês têm destilação a vácuo?”

  • Oxigênio ativo

Ao ler os boletins técnicos dos catalisadores, uma das primeiras informações que aparecem é o nível de oxigênio ativo. Ainda que o número seja igual em boletins de diferentes fabricantes, as propriedades nem sempre são as mesmas. Porque o que determina a qualidade do produto é a relação equilibrada entre as “espécies”, ou seja, entre os elementos que levaram para aquele percentual de oxigênio ativo, como monômeros, dímeros, água oxigenada, etc.
Parece complicado, mas não é. Por exemplo, um catalisador pode ter 9% de oxigênio ativo, o que é um bom índice. Só que, desse total, 40% podem vir da água oxigenada. Isso é péssimo, porque água oxigenada em excesso atrapalha bastante a cura final do laminado.

Seja curioso! Pergunte ao seu fornecedor se ele considera equilibrada a receita que usou para chegar ao oxigênio ativo.

  • Tempo de gel x Cura

Este item tem um pouco a ver com o anterior. O tempo de gel (geltime) é um dos indicadores sobre a qualidade do catalisador, mas nem sempre o mais rápido é o melhor. Você também precisa estar bastante atento ao índice de dureza final do laminado, que vai ser garantido pelo equilíbrio dos elementos que compõem o oxigênio ativo. Se a cura for pobre, todo aquele trabalho para conquistar o cliente foi em vão. Na próxima, ele vai procurar outro moldador.

Então, a pergunta é novamente sobre oxigênio ativo. Sugestão: “Caro fabricante de catalisador, quais elementos compõem o índice de oxigênio ativo do seu produto?”

A Polinox está à sua disposição para responder a todas essas perguntas. Entre em contato pelo e-mail polinox@polinox.com.br ou ligue para (11) 4591-3444

FONTE: SLEA Comunicação

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