04 mar 2021

Compósitos viabilizam primeiro projeto arquitetônico da Pininfarina no Brasil

Molduras das lajes de edifício construído pela Cyrela em São Paulo foram produzidas pela Gatron 

São José dos Pinhais, PR – O setor de compósitos, um tipo de plástico que combina resinas e reforços mecânicos, como fibras de vidro, costuma afirmar que a liberdade de design é uma das maiores vantagens para quem projeta com o material. Algo subjetivo, talvez, até que você se veja diante da fachada do edifício Heritage, que a Cyrela construiu em São Paulo. Primeiro empreendimento brasileiro com design assinado pelo estúdio Pininfarina – sim, o mesmo de alguns carros da Ferrari –, o Heritage conta com molduras de revestimento das lajes fabricadas pela paranaense Gatron, referência em processamento de compósitos.

“Esse projeto é um marco não só para a Gatron, mas também para o mercado brasileiro de compósitos”, resume Jean Zolet, diretor da empresa situada em São José dos Pinhais e mais conhecida por fabricar componentes de turbinas eólicas – nacelles e spinners, por exemplo.

Para tirar do papel o design dinâmico e repleto de curvas criado pelo estúdio italiano, a Cyrela imaginava ter de usar concreto, tanto que as lajes foram estruturadas para suportar várias toneladas. Outra possibilidade aventada pela construtora foram painéis de ACM, mas essa alternativa, por exigir muitas emendas, interrompia a fluidez das linhas desenhadas pela Pininfarina.

“Em contrapartida, os compósitos permitem a fabricação de peças curvas, quase sem emendas, leves e resistentes à corrosão e ao intemperismo”, detalha Lilian Basílio, arquiteta da Gatron.

Para efeito de comparação, um dos maiores componentes das molduras do Heritage – assemelha-se à letra “J” – tem 4 m de altura e 6 m de comprimento. Seu peso, em compósitos, é de 250 kg, mas seria de 1,5 tonelada se fosse de concreto. No caso do ACM, as placas têm comprimento médio de 1,5 m, contra 8 m dos painéis compósitos.

“Reduzimos bastante o número de emendas e, por conta da elevada estabilidade dimensional típica dos compósitos, alinhamos perfeitamente as peças aos guarda-corpos e às peles de vidro das sacadas, outra exigência do projeto”. O gap máximo aceito pela Cyrela – e cumprido pela Gatron – era de somente 2 mm. A propósito, a preocupação com o dimensional foi tão grande que a Gatron chegou a construir um protótipo da laje do Heritage em sua fábrica. “As peças só seguiam para São Paulo depois de validadas dimensionalmente no protótipo”, lembra Lilian.

Pintura automotiva

Com cerca de cem pessoas envolvidas no projeto, a Gatron produziu 3 mil m² de molduras de compósitos para as lajes das 33 unidades do Heritage, daí contando a cobertura, mais algumas peças instaladas nas áreas comuns. Como não poderia deixar de ser, todas foram pintadas com tinta metálica à base de poliuretano, a mesma usada em carros.

O processo fabril escolhido pela Gatron foi a infusão, tecnologia comumente empregada na fabricação de lanchas e pás eólicas. Mais: todas as peças foram moldadas com resinas autoextinguíveis, de acordo com as exigências da Instrução Técnica nº 10, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

“Esse trabalho nos permite mostrar aos arquitetos brasileiros que os compósitos são excelentes aliados para executar qualquer tipo de fachada. E, o melhor, com benefícios adicionais à liberdade de design, como leveza, durabilidade e redução de custo, pois dispensam uma maior estruturação das lajes”, conclui o diretor da Gatron.

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Sobre a Gatron

Fundada em 1989, na cidade de São José dos Pinhais (PR), a Gatron é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções por meio da transformação de materiais compósitos e plásticos de engenharia. Com forte presença nos setores de geração de energia eólica, agrícola e automotivo, a Gatron atua em todas as etapas dos projetos, da concepção e modelagem à execução, acabamento e instalação. Mais em www.gatron.com.br.

Fonte: SLEA Cominucação

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04 mar 2021

Lucro da Irani sobe 140% e soma R$ 33,9 milhões no quarto trimestre

A Irani Papel e Embalagem (RANI3) registrou lucro líquido consolidado de R$ 33,9 milhões no quarto trimestre. A cifra é 140% maior que a do mesmo período do ano retrasado, e 33% superior ao reportado entre julho e setembro.

A receita líquida cresceu 25% na comparação entre os últimos trimestres de 2020 e 2019 e alcançou R$ 290,1 milhões. Um número, porém, deve desagradar os analistas e investidores. Trata-se da queda de 22,6% do ebitda ajustado, para R$ 62,4 milhões.

A margem ebitda também sofreu uma forte deterioração de 13,1 pontos percentuais e encerrou dezembro em 21,5%.

Fonte: Money Times

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04 mar 2021

Bens de capital, agroindústria e automotivo serão os mais dominados pelas tecnologias 4.0, diz estudo da CNI

Os setores industriais de bens de capital, agroindústria e automotivo são os que mais apostam na dominância de tecnologias 4.0 para a competitividade dos negócios até 2027. E para chegar até esse cenário, inovação e tecnologia devem ser prioridade zero para governos e empresas. É o que mostra pesquisa inédita do Projeto Indústria 2027, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com os institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp).

A pesquisa de campo foi realizada com 753 empresas de dez setores industriais:  aeroespacial, agroindústrias, automotivo, bens de capital, bens de consumo, farmacêutica, insumos básicos, petróleo e gás, química e tecnologias da informação e comunicação. 65% dos entrevistados disseram que as tecnologias avançadas – inteligência artificial, internet das coisas, nanotecnologia, novos materiais, biotecnologia, produção conectada, entre outras –  terão alto ou muito alto impacto no futuro da indústria na próxima década.

Entretanto, para alguns setores, o impacto será maior. Para 71% dos representantes de bens de capital, a inovação terá influência alta ou altíssima sobre o desempenho do setor. Na agroindústria, a opinião é de 70% dos representantes e no automotivo, 68% pensam o mesmo.

Segundo o documento, se as expectativas se realizarem, as transformações na indústria se darão, principalmente na produtividade e na competitividade do produto brasileiro. “As empresas serão mais eficientes e produtivas e capazes de prover bens e serviços atualizados e adequados às demandas dos consumidores; as cadeias de valor terão intensidade tecnológica avançada; as empresas estarão disputando mercados em ambiente competitivo onde seus concorrentes também possuem nível tecnológico elevado”, afirma o estudo.

Fonte: CNI

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04 mar 2021

Embraer vende mais 19 aviões Ipanema em um só mês e já chega a 27 no ano

A Embraer anunciou hoje, 3 de março, que a sua divisão de aviação agrícola registrou a venda de mais 19 aeronaves EMB-203 Ipanema somente no mês de fevereiro, totalizando 27 aeronaves comercializadas no ano.

Este volume de vendas no primeiro bimestre já é 8% maior do que o total negociado durante todo o ano de 2020. O segundo mês consecutivo de alta nas vendas reflete o desempenho favorável do agronegócio brasileiro e as inovações tecnológicas incorporadas na nova versão da aeronave.

O destaque no período ficou para as empresas aeroagrícolas que prestam serviços especializados de pulverização aérea. Embora a demanda pelo Ipanema permaneça tendo maior intensidade no Centro-Oeste, o principal polo agrícola do Brasil, o ritmo de vendas deste ano também tem sido crescente em outras regiões.

Com quase 1.500 unidades entregues, o Ipanema ocupa a liderança do segmento agrícola com 60% de participação no mercado nacional. Seu protagonismo na agricultura de precisão combina alta tecnologia e tradição de um produto que evolui continuamente para atender aos requisitos de alta produtividade e baixo custo operacional.

O Ipanema 203, o modelo mais atual da série, conta com aprimoramentos como substituição de peças da asa por outras com nova geometria e material em aço inox mais resistente. Essa solução posterga ainda mais eventuais desgastes gerados pela condição severa natural da operação no campo e despesas com manutenção ao longo dos anos.

O novo pulverizador aéreo também tem um novo design no capô do motor, com novas grades de saída de ar, garantindo maior refrigeração.

Fonte: AeroIn

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04 mar 2021

Usina Coruripe deverá encerrar a safra 20/21 com faturamento de R$ 3 bilhões

Usina Coruripe deverá alcançar resultado recorde na safra 2020/21, que se encerra no dia 31 de março. Isso é o que apontam as demonstrações contábeis da companhia auditadas pela PwC Brasil e publicadas na última semana.

O faturamento previsto é de aproximadamente R$ 3 bilhões (22,4% superior aos R$ 2,45 bilhões na safra anterior) e o Ebitda ajustado deve chegar a R$ 1,11 bilhão, um crescimento de 15% em relação à safra 2019/20 (R$ 967 milhões). A estimativa de aumento do lucro líquido é de 220,4%: de R$ 92,35 milhões para R$ 295,9 milhões.

No balanço auditado relativo aos três trimestres da safra 2020/21 (abril a dezembro de 2020), a Usina Coruripe registrou receita operacional líquida de R$ 2,15 bilhões, 46,3% a mais que o resultado no mesmo período da safra anterior (R$ 1,47 bilhão).

O presidente da Usina CoruripeMario Lorencatto, afirma que “a companhia tem registrado resultados expressivos e a previsão é continuar nessa trajetória”. Ele destaca que a meta é produzir, até o final da safra atual (março de 2021), 22,8 mil sacas de 50kg de açúcar, o que representa aumento de 12,6% em relação à safra encerrada em março do ano passado.

Em relação ao etanol, haverá uma redução de 5,5% no volume: de 505,8 milhões de litros, em 2019/20, para 477,8 milhões de litros na safra atual. A produção de energia elétrica deve chegar a 755MWh, um aumento de 5,7% sobre os 714MWh gerados na safra anterior.

Fonte: Jornal Cana

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04 mar 2021

Tecniplas reforça a adequação dos tanques de PRFV para a armazenagem de água potável

Líder em reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas acaba de reforçar, mais uma vez, a plena adequação do material ao contato com água potável – o PRFV é mais conhecido por armazenar produtos químicos corrosivos.

Da sua planta em Cabreúva, no interior de São Paulo, foi despachado recentemente um tanque de 70 m³ para a cidade catarinense de Rio do Sul, onde fica o loteamento residencial Parque Vila Verde, da LBP Empreendimentos. O reservatório permitirá à Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), a concessionária local, substituir as caixas d´água antigas e desativar o reservatório de concreto até então utilizado.

“Tanques como esse têm capacidade para suprir, em média, a demanda de 400 pessoas/dia”, calcula Roberto Fukumaru, representante da Tecniplas em Santa Catarina.

Para ter condições de armazenar água potável, observa Fukumaru, os reservatórios foram produzidos com resinas que possuem o Laudo de Inocuidade, conforme exigência da Portaria de Consolidação n° 5, de 28/09/2017, do Ministério da Saúde – Anexo XX (antiga Portaria 2914/2011).


Tanque de PRFV x tanque de concreto

Por ser muito poroso, o concreto requer a impermeabilização com borracha. Além de elevar o preço do tanque, esse revestimento tem vida útil limitada. Então, depois de três ou quatro anos, a água começa a atacar a estrutura de aço presente no concreto, exigindo investimentos pesados em manutenção ou até mesmo a troca do reservatório. Os compósitos em PRFV, por sua vez, são imunes à corrosão, possuem elevada resistência mecânica e podem ser formulados com resinas próprias para o contato com a água potável.

Tanque de PRFV x tanque de aço

Frente ao tanque de aço vitrificado, opção importada e mais recente para a armazenagem de água, os reservatórios de PRFV também oferecem diversos benefícios. A instalação é muito mais simples, pois são equipamentos monolíticos. Ao contrário dos tanques vitrificados, compostos por milhares de placas parafusadas, o que também pode significar pontos de vazamento depois de alguns anos. Outras vantagens ficam por conta da facilidade de manutenção dos compósitos em PRFV e o fato de toda a sua cadeia produtiva ser local. Trata-se de um material bem mais protegido contra as oscilações cambiais.

 Fonte: SLEA Comunicação

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04 mar 2021

Armacell lança a marca da família ArmaPET™

  • Uma marca da família para todos os produtos de espuma à base de PET
  • Estrutura de nomenclatura simples e direta
  • Sem mudanças na qualidade ou processo de produção

A Armacell, líder global em espuma flexível para o mercado de isolamento de equipamentos e fornecedora líder de espumas de engenharia, anunciou hoje o lançamento da nova marca da família ArmaPET. A partir de hoje, todos os produtos de espuma à base de PET inovadores e ecológicos da Armacell serão comercializados sob a marca ArmaPET.

“Nosso negócio de PET está crescendo rapidamente. Nossa família de produtos PET está se expandindo. No contexto de avanço contínuo, decidimos buscar uma arquitetura de marca simples e direta”, disse Bart Janssen, vice-presidente de Espumas de Engenharia e Energia. “O novo nome, ArmaPET, irá abranger todas as nossas soluções de produtos sustentáveis com a tecnologia de espuma rPET patenteada da Armacell, para converter garrafas de plástico recicladas em materiais de espuma de longa duração e alto valor”, continua ele.

“Um sistema de nomenclatura simplificado para os produtos de espuma PET da Armacell permitirá uma orientação mais rápida e fácil para nossos clientes”, explica Thomas Kessel, Diretor Executivo de Espumas PET da Armacell. A nova arquitetura da marca tem ArmaPET como a marca da família para todas as espumas PET e, inicialmente, quatro submarcas:

ArmaPET Struct Soluções versáteis e duráveis para aplicações estruturais em painéis.

ArmaPET Eco – Produtos que combinam isolamento e integridade estrutural para garantir eficiência energética e de emissões por décadas de uso.

ArmaPET Curve – Produtos projetados para soluções de micro-painéis termoformáveis recicláveis produzidos em processos de fabricação contínua.

ArmaPET Shape – Soluções de espuma de partículas que oferecem flexibilidade máxima de design para produzir peças de espuma 3D rígidas e leves usando tecnologia de fusão inovadora.

Os produtos de espuma ArmaPET são usados em uma ampla variedade de aplicações, desde pás de turbinas eólicas, veículos rodoviários e ferroviários até componentes de construção sustentável. A ArmaPET traz uma variedade de benefícios que incluem estender a vida útil das pás das turbinas eólicas, melhorar a segurança contra incêndio dos veículos ferroviários e permitir a construção de veículos rodoviários mais leves para reduzir as emissões de CO2. Até a presente data, a Armacell converteu mais de 1,5 bilhão de garrafas de plástico recicladas em produtos de espuma de longa duração que ajudam a melhorar a pegada ambiental de vários convertedores de material núcleo.

Fonte: Armacell

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24 fev 2021

FCI desenvolve revestimento anticorrosivo próprio para o contato com água potável

Barueri (SP) – A FCI, empresa especializada na fabricação de desmoldantes e produtos anticorrosivos, lançou um revestimento próprio para tanques que armazenam água potável. Denominado Ycon CS Acqua, o produto foi desenvolvido a pedido da Vantare, fabricante de reservatórios modulares de compósitos – material também conhecido como plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV).

Renato Ferrara, gerente técnico da FCI, explica que o Ycon CS Acqua possui o Laudo de Inocuidade, conforme exigência da Portaria de Consolidação nº 5, do Ministério da Saúde. “Os testes foram conduzidos pela Newtech, laboratório acreditado pelo INMETRO, e a aprovação se deu logo na primeira rodada de ensaios”, observa.

À base de resina isoftálica, a novidade da FCI caracteriza-se pelos elevados índices de resistência (mecânica e química), aderência e elasticidade. “Depois de aplicado, o Ycon CS Acqua promove um filme de alta espessura e totalmente inerte em contato com a água”, detalha, lembrando que o produto é ideal para a proteção não só de substratos de compósitos, mas também de concreto, aço-carbono e aço inox.

Para Arnaldo Gatto, diretor da Vantare, a novidade da FCI atendeu plenamente às suas expectativas, sobretudo no que se refere à resistência à abrasão e ao dobramento.

“Não ocorreram trincas ou quebras da película, problemas relativamente comuns quando se trata de um revestimento desse tipo. Outro ponto positivo ficou por conta da extrema facilidade de aplicação, com ótima tixotropia”. Em linhas gerais, tixotropia é o fenômeno relacionado a um líquido cuja viscosidade diminui por agitação e aumenta em repouso.

Pioneira na fabricação de tanques de compósitos modulares, a Vantare aplicou 0,5 mm de Ycon CS Acqua nas faces internas das placas de um reservatório de 12 m de diâmetro, 12 m de altura e capacidade para armazenar 1.400 m³ de água potável. Por serem modulares – as placas de compósitos são fabricadas pelo processo de infusão –, os reservatórios da Vantare superam os equivalentes de aço vitrificado, pois não corroem, são mais leves e, portanto, mais fáceis de transportar, e têm custo inferior, uma vez que a produção é 100% local.

Sobre a FCI


Situada em Barueri (SP), a FCI é uma empresa especializada na fabricação de desmoldantes semipermanentes e produtos anticorrosivos, bem como no fornecimento de adesivos estruturais. São especialidades químicas consumidas por indústrias que processam diversos tipos de materiais, com destaque para borracha, metal, pneumáticos, compósitos e termoplástico. Para saber mais, acesse
www.fci.ind.br.  

FONTE: SLEA Comunicação

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24 fev 2021

Cenibra estabelece recorde de produção de celulose

A Celulose Nipo-Brasileira S.A. (Cenibra), de Belo Oriente/MG, estabeleceu em 2020 novo recorde anual de produção, conforme informou o Diretor Industrial e Florestal da Empresa, Júlio César Tôrres Ribeiro.

— Fechamos o ano de 2020 com uma produção anual de 1.273.282 toneladas, sendo 50.394 toneladas acima do valor orçado, estabelecendo um novo recorde de produção anual. A magnitude do recorde foi amplificada pela não execução da Parada Geral no ano de 2020. Porém, descontando a produção dos dias de Parada, ainda teríamos superado o recorde anterior em mais de 13 mil toneladas —explicou.

Mais importante do que o recorde foi a dedicação e o engajamento dos empregados e prestadores de serviço que, suportados pela criação e adoção de um rígido protocolo de prevenção à Covid-19, mantiveram a estabilidade da produção ao longo do ano, apesar de todos os desafios impostos pela pandemia.

Segundo Júlio, as medidas de enfrentamento à pandemia proporcionaram condições adequadas para o trabalho e, em momento algum, houve interrupção dos processos produtivos. — O sucesso na prevenção, no controle e na mitigação dos impactos inerentes ao novo coronavírus decorreu de um trabalho que teve como foco o bem-estar humano. Desde o início, a Cenibra forneceu aos empregados, familiares e parceiros informações precisas, equipamentos adequados e assistência profissional, o que garantiu a plena produtividade de suas operações —enfatizou.

Fonte: Portal Fator Brasil

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24 fev 2021

Aeris fecha acordo para fornecer pás eólicas para Siemens por R$ 3 bi

A Aeris (AERI3) fechou contrato para fornecer pás eólicas para Siemens Gamesa, com equivalente a 3,8 gigawatts de potência, pelo valor de R$ 3 bilhões, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (23). O contrato deverá vigorar até meados de 2025.

A negociação com a Siemens Gamesa havia sido antecipada pela Aeris em fato relevante publicado em meados de janeiro. À época, a empresa projetava um acordo de 2,5 bilhões de reais, com vigência até 2024 e equipamentos de 3,3 GW.

“A companhia acredita que a celebração do contrato, além de representar relevante fator para o aumento de sua receita, tem um importante caráter estratégico no contexto da consolidação da sua atuação no mercado externo, reforçando o processo de crescimento e expansão de seus negócios”, afirma a empresa no comunicado.

Fonte: Money Times

 

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