16 ago 2017

Dados ALMACO

Em 2016, o setor brasileiro de compósitos faturou R$ 2,550 bilhões, empregou 60,5 mil pessoas e consumiu 159 mil toneladas de matérias-primas, divididas em resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil) e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.
A construção civil liderou o consumo do material (36%), à frente de transportes (25%), corrosão/saneamento (17%), energia elétrica (5%), eólico (4%) e náutico (4%). Quando separada apenas a demanda de materiais à base de resina epóxi, a geração de energia eólica respondeu por 95,6% do total.
Sobre os processos de fabricação adotados pelos moldadores brasileiros, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, apareceram com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (12%), enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).

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16 ago 2017

ALMACO integra programa de apoio às startups do JEC Group

Associação atuará como parceira no recrutamento de candidatos brasileiros

A parceria entre a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) e o JEC Group, líder global na divulgação desse tipo de plástico, ganhou um novo capítulo. Agora, a ALMACO integra o programa de apoio às startups do JEC Group. Denominada Startup Booster, a iniciativa tem como objetivo acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras que compreendem a utilização dos compósitos.
A ALMACO vai atuar como parceira de recrutamento de spin-offs acadêmicos e startups, bem como de pequenas e médias empresas brasileiras que estejam envolvidas com projetos destinados à criação de novos materiais, produtos, aplicações e processos de moldagem de compósitos, afirma Erika Bernardino, gestora da ALMACO.
Aberto a candidatos de todo o mundo, o Startup Booster divide-se em duas categorias: Processos, que avalia soluções de design e tecnologias de fabricação, e Materiais & Produtos, voltada ao desenvolvimento de novos materiais e aplicações.
As dez empresas selecionadas pelo comitê do JEC Group terão direito a apresentar, na feira JEC World 2018, em Paris, seus projetos a potenciais investidores. E as três mais bem avaliadas dividirão um prêmio de 10 mil euros, entre outros benefícios, como a cessão de um estande completo para cada uma participar da edição de 2019 do evento.
É uma oportunidade única para os empreendedores brasileiros viabilizarem os seus negócios em uma plataforma global reconhecida pela excelência em inovação, comenta Erika. Os interessados em participar devem encaminhar um resumo dos seus projetos, em inglês, para marketing@almaco.org.br. O prazo para as inscrições termina em 31/07, e os dez selecionados serão conhecidos em janeiro.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços  por exemplo, fibras de vidro , os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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16 ago 2017

Tecniplas reforça divulgação de torres de resfriamento de vinhaça na Fenasucro

Empresa já forneceu mais de 500 unidades do equipamento para usinas de todo o país

Principal fabricante brasileira de equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas participará mais uma vez da Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética (Fenasucro)  Sertãozinho (SP), de 22 a 25/08. Na edição deste ano, o objetivo da empresa é reforçar a divulgação das suas torres de resfriamento de vinhaça.
Ao longo dos últimos vinte anos, fornecemos mais de 500 unidades desse equipamento para usinas de todo o país, afirma José Roberto Vasconcellos, gerente comercial da Tecniplas. Para ser aproveitada como fertilizante, a vinhaça deve ter a sua temperatura reduzida, em média, de 90 ºC para 55 ºC.
Fabricada em uma única peça, o que elimina a ocorrência de vazamentos, as torres de resfriamento de vinhaça da Tecniplas contam com o conjunto mecânico instalado fora do fluxo de ar saturado e corrosivo. Além de ampliar a vida útil dos componentes, essa característica de projeto facilita o acesso para eventuais manutenções.
Outra vantagem do equipamento, ressalta Vasconcellos, é a fixação direta e por laminação do difusor, do sistema de distribuição e das vigas na carcaça da torre, o que torna o equipamento muito mais robusto. A distribuição da vinhaça quente é feita por uma tubulação de PRFV baseada em resina éster-vinílica, ou seja, apresenta elevada resistência química e à temperatura.
Em conjunto com as torres de resfriamento de vinhaça, a Tecniplas fabrica recuperadores de álcool, abatedores de açúcar, tanques, tubulações e conexões.
Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelos segmentos de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico, entre outros.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Serviço
Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética (Fenasucro)
Quando: 22-25/08
Onde: Centro de Eventos Zanini, Sertãozinho (SP)
Tecniplas: Estande A04

Fonte: SLEA Comunicação

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15 ago 2017

Revolução tecnológica na indústria automotiva

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) o convida a acompanhar uma palestra sobre o que há de mais avançado, no mundo,  em termos de tecnologia para a fabricação de peças de compósitos.

Intitulado Fast RTM  A Evolução de um Processo, o trabalho de Jerome Raynal, executivo do conglomerado francês  IS Group, detalha como as montadoras  europeias estão se beneficiando desse novo sistema fabril, caracterizado pela elevada cadência produtiva de peças estruturais de compósitos.

Inscrições abertas (vagas limitadas)

Inscrições (aceitamos cartão de crédito – Palestra em inglês)

R$ 400,00 (incluso almoço, couvert, entrada, prato principal, sobremesa e bebidas)

Data: 14 de setembro de 2017
Horário: 11h
Local: Restaurante Rubaiyat Alameda Santos – Sala Brasil
Alameda Santos, 86 – Cerqueira Cesar – São Paulo
Estacionamento no local

Para mais informações e inscrição entre em contato conosco através do telefone  (11) 3719-0098 ou e-mail: marketing@almaco.org.br

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15 ago 2017

Brasnox 45C® elimina espumação de éster-vinílica

Produto da Polinox pode ser usado em todos os processos de moldagem

Líder em catalisadores da América Latina, a Polinox fabrica mais de 40 tipos de produtos, entre formulações puras e blendas. Uma das especialidades desenvolvidas pela empresa é o Brasnox 45C®. Trata-se de um peróxido de cumeno acelerado específico para o uso com resinas éster-vinílicas  é indicado para todos os tipos de processos de moldagem.

Além de garantir as vantagens do cumeno, como eliminar a espumação da resina, o Brasnox 45C® combina melhor dureza Barcol com redução dos tempos de gel e cura, o que reflete diretamente no ritmo produtivo, detalha Sérgio Andrade, gerente industrial da Polinox.

Os interessados em amostras do Brasnox 45C® devem mandar um e-mail para sergio@polinox.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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15 ago 2017

Ashland apresenta palestras sobre compósitos especiais na Argentina

Empresa vai participar do II Congreso Sudamericano de Composites, Poliuretano y Plásticos de Ingeniería

A Ashland Performance Materials (APM), unidade de negócios da Ashland especializada em materiais compósitos  fabrica resinas termofixas , participará do II Congreso Sudamericano de Composites, Poliuretano y Plásticos de Ingeniería, evento agendado para os dias 15 e 16/08, em Buenos Aires, Argentina.
Na ocasião, Evaldo Mota, gerente de contas da APM, apresentará as palestras Compósitos para ambientes com enxofre e cloro e Compósitos de alta performance. Os trabalhos detalham algumas aplicações das nossas resinas éster-vinílicas Derakane” em ambientes corrosivos, destacando informações a respeito do comportamento desses compósitos especiais sob altas temperaturas e em situações de elevado stress químico e mecânico, ele afirma.
Há mais de 50 anos, as resinas Derakane” são consideradas sinônimos de proteção contra a corrosão pela maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo. Em linhas gerais, esses polímeros são empregados na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos
Promovido pela Artsim, mesma empresa que organiza a Feiplar Composites, o II Congreso Sudamericano deve receber mais de 200 profissionais do setor de materiais compósitos. Mais informações em www.congresosudamericano.com.br

Sobre a Ashland

Com fábrica em Araçariguama, no interior de São Paulo, e distribuidores oficiais em todas as regiões do país, a APM fornece no Brasil diversos tipos de resinas termofixas. Nos últimos três anos, foi eleita a empresa Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias Resina Poliéster e Resina Éster-Vinílica. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.
A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma companhia especializada no desenvolvimento de especialidades químicas para uma ampla gama de indústrias, como a de adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, cuidados pessoais e farmacêutica. Para mais informações, acesse www.ashland.com

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
” Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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23 maio 2017

Redelease completa dez anos de distribuição de Derakane

Resina éster-vinílica produzida pela Ashland é sinônimo em todo o mundo de solução contra a corrosão

Em 2017, a Redelease completa dez anos de distribuição exclusiva para o estado de São Paulo da resina éster-vinílica Derakane, produto fabricado pela Ashland e sinônimo em todo o mundo de solução contra a corrosão  é matéria-prima de tanques, tubos, equipamentos e revestimentos de compósitos instalados em ambientes quimicamente agressivos.
Ao longo desse período, a Redelease forneceu Derakane a mais de 250 transformadores de compósitos. Por se tratar de um produto destinado a aplicações complexas, a assessoria técnica é fundamental. Daí porque contamos com uma equipe dedicada exclusivamente ao atendimento a esses transformadores, fora todo o suporte que recebemos dos especialistas da Ashland, comenta Roberto Iacovella, sócio-diretor da Redelease.
Paulo Henrique Rodrigues, gerente de distribuição da Ashland, ressalta o esforço da Redelease para se qualificar como distribuidora de um produto utilizado em aplicações extremamente desafiadoras. Ao longo desses anos, a Redelease vem se estruturando para atender não só às demandas técnicas do mercado, mas também às exigências de uma companhia multinacional como a Ashland, comenta.
De acordo com Alexandre Jorge, gerente de vendas e de produtos da Ashland, a atuação da Redelease é caracterizada pela seriedade e comprometimento com um segmento de mercado bastante rigoroso. Trata-se de uma área que envolve muita preocupação com segurança patrimonial e de pessoas, por isso é fundamental contarmos com um parceiro com esse perfil.
Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto. Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler).
Em 2016, a Redelease conquistou pela quarta vez o Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria Distribuidor. A empresa também foi a vencedora pela quinta vez da categoria Desmoldantes. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.redelease.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 maio 2017

Faturamento do setor de compósitos caiu 4% em 2016

Resultado foi de R$ 2,550 bilhões; previsão para este ano é de novo encolhimento

Em 2016, o setor brasileiro de materiais compósitos, um tipo de plástico de alta performance, faturou R$ 2,550 bilhões, queda de 4% em comparação ao ano anterior. O consumo de matérias-primas diminuiu 1,3%, totalizando 159 mil toneladas. Em termos de nível operacional, o período marcou o pior resultado da série histórica, com apenas 55% de ocupação das plantas, enquanto o número de postos de trabalho caiu 4%, perfazendo 60,5 mil vagas. Os dados são da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).
Para Gilmar Lima, presidente da ALMACO, o desempenho foi impactado sobretudo pela desaceleração das indústrias de geração de energia eólica e construção civil. Somam-se a esses fatores a restrição de crédito, os poucos lançamentos de produtos e a demora na reação de, praticamente, todos os segmentos dedicados à moldagem de compósitos, comenta.
Das 159 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, o estudo da ALMACO aponta para a seguinte divisão: resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil) e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.
Em relação aos processos de fabricação adotados pelos moldadores brasileiros de compósitos, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, aparecem com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (12%), enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).
A construção civil permanece liderando o consumo do material (36%), à frente de transportes (25%), corrosão/saneamento (17%), energia elétrica (5%), eólico (4%) e náutico (4%). Quando separada apenas a demanda de materiais à base de resina epóxi, a geração de energia eólica lidera com 95,6%.
O levantamento da ALMACO traz como novidades alguns dados referentes à América Latina  a associação mantém bases na Argentina, Chile e Colômbia. Conforme o estudo, o setor que mais consome compósitos na região é o de saneamento/corrosão (32%), seguido por construção civil (22%), transportes (18%), agronegócio (4%), náutico (5%) e têxtil (4%). Com uma fatia de 50%, os processos manuais aparecem em primeiro lugar. Na sequência, laminação contínua (25%), enrolamento filamentar (15%), RTM e infusão e SMC (5%).

 

Mais dificuldades em 2017

De acordo com a pesquisa da ALMACO, a situação não melhora em 2017. O faturamento previsto para o setor brasileiro é de R$ 2,450 bilhões  ou seja, nova queda de 4% , enquanto o consumo de matérias-primas deve encolher 2,5%, totalizando 155 mil toneladas.
Os principais segmentos que impulsionam o mercado de compósitos, como transportes, agronegócio, implementos rodoviários, construção e geração de energia eólica, continuam atravessando uma fase de incertezas. E, mesmo nas áreas em que há alguma reação, o movimento ainda é bastante lento, lamenta o presidente da ALMACO.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços  por exemplo, fibras de vidro , os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 maio 2017

Mercado de máquinas usadas ganha força na crise

Que a recessão golpeou praticamente todos os setores da economia do país nos últimos anos não é novidade. Mas a crise também gera oportunidades, e na área de máquinas agrícolas a forte queda das vendas de novos tratores e colheitadeiras revigorou os usados e conferiu aos negócios nesse mercado uma certa profissionalização, em detrimento de sua histórica informalidade.

“Com a crise, as torneiras de crédito se fecharam. Financiamentos que eram de até 100% do valor das máquinas passaram a girar em torno de 70%”, lembra Marcelo Kozar, sócio da Via Máquinas, que presta serviços para concessionárias, entre os quais gerenciamento de estoques e vendas de equipamentos usados. A empresa, cuja sede é em Itajaí (SC), mantém convênio com a Assodeere, associação de distribuidores da John Deere, e conta no total com mais de 80 clientes, donos de 250 lojas.

Para a Via Máquinas, diz Kozar, o faturamento com as vendas de grandes máquinas agrícolas usadas saltou de cerca de R$ 5 milhões, em 2014, para R$ 16 milhões no ano passado. Em 2017, mesmo com a retomada das vendas de colheitadeiras e tratores novos no país, a expectativa é de crescimento de 31%. “Uma parcela considerável de produtores, para não ter de dar garantias adicionais, ainda está comprando equipamentos usados”, afirma.
Se no passado os baixos investimentos dos produtores brasileiros em maquinário não estimulavam a formalização do mercado de equipamentos já rodados, mesmo a partir de meados da última década, quando os aportes cresceram embalados por crédito farto a juros subsidiados, os usados continuaram a ser um negócio entre conhecidos ou simplesmente passaram a ser abandonados sem uso nas propriedades.
Mas com o tombo das vendas de maquinário novo em 2014 e 2015, o cenário mudou. Para tentarem estancar a sangria, as concessionárias começaram a aceitar colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e tratores usados como entrada na compra de novos. E nesse ambiente os negócios passaram a ser melhor estruturados e a contar com as garantias de praxe, embora as transações entre produtores ainda prevaleçam.
Emílio Gotti Filho, gerente de seminovos e usados da concessionária Igarapé, ligada à Associação Brasileira dos Distribuidores New Holland (Abraforte), confirma que, apesar do aquecimento do mercado de máquinas novas, a área de colheitadeiras e tratores usados segue viva. E que no segundo semestre, passadas as principais feiras agropecuárias do país, os negócios nessa frente tendem a ganhar uma nova dinâmica.
Fontes do segmento observam que o fato de atualmente as taxas de juros do Moderfrota ¬ linha de crédito voltada à aquisição de tratores e colheitadeiras com recursos do BNDES e juros controlados ¬ serem mais elevadas também ajuda as vendas de usados.
Mas entre os interessados não está apenas o produtor com restrição de crédito que não consegue financiamento para adquirir um zero quilômetro. Há o agricultor mais conservador, que investe tanto em equipamentos novos quanto em usados, a depender de suas prioridades, e o rol também inclui a figura do corretor, que compra e reforma o maquinário e para revendê¬lo depois.
Para a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o fortalecimento do mercado de máquinas usadas é importante para a dinâmica de vendas como um todo. “Ajuda tanto na venda de máquinas novas que aceita a usada como entrada quanto na democratização do acesso à tecnologia”, diz Ana Helena de Andrade, vice-presidente da Anfavea.
Mas mensurar o tamanho desse mercado ainda é uma tarefa árdua, até porque a vida útil do maquinário agrícola varia por horas de uso, não por anos. “O que eu posso garantir é que as máquinas que foram vendidas nos últimos 15 anos ainda estão em operação”, afirma Ana Helena. Nesses últimos 15 anos, foram vendidos 667 mil tratores de rodas e colheitadeiras de grãos no Brasil.
Segundo a executiva, a associação tem se aliado a outras entidades com o intuito de organizar e dar maior visibilidade ao mercado de máquinas usadas. Atualmente, estão sendo realizadas reuniões com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e com seguradoras para desenvolver parâmetros para cálculos de depreciação de usados. “Estamos tentando aprofundar o conhecimento desse mercado”.

Fonte: Valor Econômico/Kauanna Navarro

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23 maio 2017

Consulta pública – Apuração de inexistência de produção nacional

A ALMACO – Associação Latino- Americana de Materiais Compósitos. solicita a análise, sobre a existência ou não de fabricação nacional de produtos em condições de substituírem os produtos importados constantes nesta Consulta Pública que pode ser acessada pelo link à seguir:

http://www.almaco.org.br/artigos_tecnicos.cfm.

Em se tratando de produto considerado como similar, pedimos a gentileza que sejam encaminhados documentos correspondentes, conforme a seguir:

  • Características técnicas, catálogos e comparativo técnico entre o produto nacional e o bem objeto da consulta.
  • Comprovação de fornecimento (Nota Fiscal) de unidades já produzidas no País,
  • Nome do responsável pelas informações, endereço, telefone e e-mail para contato;

O envio com as informações acima deverá ser direcionado para: erika.bernardino@almaco.org.br

Face ao prazo limitado que dispomos para apreciação dos processos de concessão de Atestados de Inexistência de Produção Nacional, encarecemos o seu pronunciamento dentro de no máximo 05 dias úteis a contar da data desta publicação.

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