16 set

Nossos números

Divulgamos em agosto a nova edição dos Indicadores de Desempenho do Mercado de Compósitos. A partir de uma pesquisa feita com todos os elos da cadeia produtiva do material, chegamos à fotografia de 2020 e à que, tudo indica, será revelada ao final deste ano.

Pela primeira vez, incluímos análises sobre os fatores que mais influenciaram – e influenciam – a demanda oriunda dos principais segmentos consumidores de compósitos no Brasil: construção, lazer (piscinas), transporte, corrosão/saneamento, energia, agronegócio, vestuário e náutico.
Também de forma inédita incluímos análises sobre os mercados de compósitos da Argentina, Chile e Colômbia, países onde estão localizadas as sedes regionais da ALMACO.

Estamos comercializando a íntegra do relatório dos Indicadores de Desempenho do Mercado de Compósitos – versões em português e inglês. Os interessados devem enviar um e-mail para marketing@almaco.org.br.

Aos números

Em 2020, o consumo brasileiro de compósitos recuou 4,6%, totalizando 208 mil toneladas. Apesar da queda, o faturamento do setor subiu 3,9%, chegando a R$ 2,801 bilhões, fruto dos sucessivos aumentos nos preços das matérias-primas, principalmente resina e fibra de vidro.

Por mais que tenha havido uma forte recuperação no segundo semestre, os efeitos da pandemia no começo do ano foram muito intensos e, em alguns casos, como no segmento de ônibus, perduram até agora.

De acordo com o nosso levantamento, a construção civil respondeu por 35% do consumo brasileiro de compósitos de poliéster em 2020, à frente de transportes (20%), corrosão/saneamento (17%), lazer/piscinas (12%), energia eólica (6%), energia elétrica (4%), náutico (2%) e vestuário (1%), entre outros.

Quando separada apenas a demanda de compósitos à base de resina epóxi, a geração de energia eólica liderou com 91%, à frente de óleo e gás (4%) e eletroeletrônicos (3%).

Para 2021, a nossa expectativa é de crescimento de 11% no consumo, totalizando 230 mil toneladas de compósitos – em valor, R$ 3,377 bilhões (+16%). A construção civil permanece aquecida, assim como a demanda de indústrias que lidam com processos altamente corrosivos, ambientes nos quais os compósitos se destacam por conta da elevada resistência química.

Erika Bernardino Aprá é presidente da ALMACO

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