26 ago 2021

Nova empresa de saneamento promete investir mais de R$ 3 bi na Baixada Fluminense/RJ

A expectativa dos moradores da Baixada Fluminense é alta com a chegada da empresa Águas do Rio, que vai substituir a Cedae nos serviços de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto e relacionamento comercial com os clientes.

A nova concessionária investirá R$ 3,4 bilhões, nos primeiros cinco anos de atuação nos nove municípios que estão em sua área de concessão (Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Queimados e São João de Meriti).
Somente as duas cidades mais populosas, Nova Iguaçu e Duque de Caxias, nos cinco primeiros anos, vão receber juntas R$ 1,5 bilhão para desenvolver o saneamento básico. Além disso, a concessionária vai impulsionar a economia local com a contratação de mão-de-obra (o processo de seleção já está aberto e as pessoas podem se inscrever pelo site aguasdorio.com.br) e a política de dar preferência a fornecedores regionais.

A empresa já assinou os contratos referentes aos blocos 1 e 4 com o Governo do Estado e está agora em uma fase de transição, em que a Águas do Rio acompanha de perto a operação dos sistemas de água e esgoto, ainda feito pela Cedae, para os ajustes finais no planejamento estratégico. Assim que iniciar a operação plena, a empresa começará a recuperação e melhoria da infraestrutura de saneamento básico existente.

Nesse período, a concessionária iniciará também a construção de coletores de esgoto ao redor da Baía de Guanabara, formando um “cinturão”, que vai evitar que milhões de litros de esgoto sem tratamento sejam despejados diariamente nesse ecossistema. E grande parte destas obras acontecerão na Baixada. Somente na implantação dos cinturões serão investidos R$ 2,7 bilhões nos próximos cinco anos, o que vai contribuir com a recuperação ambiental da baía e de toda atividade econômica que gira ao redor desse cartão postal do estado.

Fonte: Portal Saneamento Básico

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26 ago 2021

Eve, da Embraer, reforça parceria de mobilidade aérea urbana com startup de Cingapura

A Eve Urban Air Mobility, subsidiária da Embraer ampliou parceria com a Ascent Flights Global Ltd. na região da Ásia Pacífico, pela qual fornecerá à startup com sede em Cingapura até 100 mil horas de voo em veículos elétricos de decolagem e pouso na vertical (eVTOL).

“A aeronave será utilizada em grandes cidades como Bangcoc (Tailândia), Manila (Filipinas), Melbourne (Austrália), Singapura e Tóquio, no Japão”, afirmou a fabricante brasileira de aviões em comunicado nesta segunda-feira.

De acordo com a Embraer, a Eve planeja disponibilizar até 100 aeronaves para serem comercializadas pela plataforma da Ascent, que atua como um aplicativo sob demanda, em suas rotas atuais e futuras.

A startup pagará pelo tempo de voo nas aeronaves da Eve ao mesmo tempo em que irá operar em conjunto com outros parceiros na Ásia-Pacífico e de outros mercados. A implementação das aeronaves da Eve na rede da Ascent está sujeita à celebração de acordos finais entre as partes, disse a Embraer.

Fonte: Época Negócios

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26 ago 2021

Cosan anuncia ingresso no ramo de mineração

A Cosan (CSAN3) anunciou na segunda-feira que iniciará uma nova estratégia de investimentos, com nova estrutura de investimentos, incluindo a compra do TUP Porto São Luís e a criação de uma futura joint venture no ramo de mineração. A companhia entra assim no segmento de mineração e logística.

A controlada do grupo Atlântico Participações assinou, com a São Luís Port Company SARL, do grupo China Communications Construction Company Limited (CCCC) e com outros acionistas minoritários detentores de 49%, uma proposta vinculante para aquisição de 100% do TUP Porto São Luis, empresa detentora de um terminal de uso privado localizado em São Luis (MA), pelo valor de R$ 720 milhões.

Além disso, também por meio da Atlântico, a Cosan assinou um memorando de entendimentos vinculante (MoU) com uma sociedade do Grupo Paulo Brito, fundador e controlador da Aura Minerals (AURA33), para a formação de uma joint venture para a exploração de minério de ferro, que deverá ser escoado pelo Porto, com o nome JV Mineração.

Fonte: InfoMoney

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26 ago 2021

Faturamento da indústria de máquinas cresceu 7,1% em julho

A indústria brasileira de máquinas e equipamentos faturou R$ 17 bilhões em julho, um crescimento de 7,1% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a junho, a variação foi negativa, com queda de 4,3%. Os dados foram divulgados hoje (25) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo a entidade, era esperado que os dados de julho tivessem menor crescimento na relação interanual. Isso ocorre porque julho de 2020 foi marcado pelo início da recuperação das vendas após o estabelecimento das medidas sanitárias para conter a pandemia da covid-19. O balanço de junho, por exemplo, mostrou crescimento de mais de 45%.

“Como a base do ano passado no segundo semestre é mais alta do que a base do primeiro semestre do ano passado, a tendência de crescimento, que hoje está em 27% em 12 meses, é diminuir um pouco para 20%, mas não que a gente venda menos. A gente vai crescer menos”, explicou José Velloso, presidente da Abimaq. A alta em julho foi puxada pelos setores ligados ao agronegócio e bens de consumo.

Nos últimos 12 meses, as vendas do setor acumulam R$ 202,3 bilhões, alta de 27%. De janeiro a julho, a receita teve crescimento de 34,3% na comparação com igual período de 2020. O faturamento da indústria de equipamentos nos primeiros sete meses do ano alcançou mais de R$ 118,5 bilhões. A Abimaq segue com uma estimativa de crescimento anual de 18% a 20%.

Fonte: Agência Brasil

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26 ago 2021

Mercedes-Benz investe R$ 100 milhões no seu primeiro ônibus elétrico no Brasil

A Mercedes-Benz deu seu primeiro passo na rota da eletromobilidade no Brasil, com investimento de R$ 100 milhões no projeto do chassi de ônibus urbano eO500U, apresentado na quarta-feira, 25. As vendas só começam em 2022, enquanto a fabricante ainda acerta os últimos testes e o modelo de negócio que prevê a venda do veículo junto com uma consultoria ao cliente que quiser adotar a propulsão elétrica em sua frota de ônibus, incluindo desde o financiamento até o fornecimento de carregadores e assistência técnica.

Karl Deppen, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, confirma que o investimento no primeiro veículo elétrico da marca no País está incluído no programa de R$ 2,4 bilhões para o período 2018-2022. O executivo avalia que o transporte urbano de passageiros é o melhor segmento para iniciar a rota da eletromobilidade no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que coloca a subsidiária em linha com tecnologias globais da empresa, abrindo inclusive caminho para exportações do chassi elétrico para além de países da América Latina, como Europa e Oceania.

A Mercedes não esconde que também está no horizonte a possível venda e produção de caminhões elétricos no Brasil, como a Daimler já tem na Europa. Contudo, ainda não há previsão de quando isso pode acontecer. “Optamos por começar a eletrificação no segmento de ônibus porque tem maior impacto para a população. Caminhões têm mais restrições nesse mercado, mas ainda estamos avaliando qual será o melhor momento, quando a infraestrutura melhorar”, indica Roberto Leoncini, vice-presidente de marketing e vendas da Mercedes-Benz do Brasil.

O executivo destaca que o segmento escolhido para lançar o primeiro veículo elétrico no Brasil, o de transporte urbano de passageiros, alivia e supera a falta de infraestrutura, já que todas os frotistas já fazem o reabastecimento e manutenção de seus ônibus na própria garagem da empresa. “Isso facilita a adoção, porque os postos de recarga poderão ser instalados nos pátios, e os concessionários vão às empresas prestar assistência técnica como já fazem hoje”, explica Leoncini.

Fonte: Automotive Business

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26 ago 2021

Baixe gratuitamente o Guia de Compra e Inspeção para o Mercado de Pultrusão

Análises conservadoras apontam para uma vida útil mínima de dez anos dos perfis pultrudados. Não são incomuns, porém, relatos de grades de piso, corrimões e guarda-corpos fabricados há quinze, vinte ou até trinta anos ainda em bom estado.

Essa longevidade é determinada por alguns fatores, como nível de exposição às intempéries, tipo de ambiente químico onde ocorreu a instalação e, principalmente, escolha correta das matérias-primas e qualidade do acabamento dado ao perfil.

Quer saber mais sobre o assunto?

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Fonte: ALMACO

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18 ago 2021

Gastos governamentais prenunciam ‘superciclo’ mundial da construção

Chefes do setor estão prevendo um “superciclo” para a construção civil, que deverá alimentar a demanda por materiais à medida que governos pelo mundo forem bombeando bilhões de dólares em projetos de infraestrutura na era pós-pandemia.

Jan Jenisch, executivo-chefe da Holcim, maior produtora mundial de cimento, prevê uma grande onda mundial de obras, que se estenderá por anos, uma vez que muitos países desenvolvidos intensificarão os gastos para modernizar sua infraestrutura.

“Os estímulos começarão lentamente. Isso durará pelos próximos quatro ou cinco anos”, disse Jenisch ao “Financial Times”. “Acredito que estamos num superciclo de avanço para a construção e os materiais de construção.”

O executivo-chefe da mexicana Cemex, Fernando González, corroborou a posição da rival suíça e disse que os estímulos das economias avançadas também impulsionarão a demanda por cimento nos países emergentes, por meio de remessas e do comércio exterior.

“Estímulos fiscais adicionais, como a ‘Onda Verde’ [da União Europeia] e o plano proposto de empregos nos Estados Unidos, levarão a gastos significativos em infraestruturas que exigem uso maciço de cimento no fim de 2022 e mais além”, disse.

O diretor econômico do grupo setorial Associação de Produtos de Construção (CPA, na sigla em inglês), Noble Francis, também prevê um “superciclo de longo prazo” para a construção civil em mercados importantes.

Ele destacou a transição de longo prazo dos governos rumo à neutralidade nas emissões de carbono e seus planos para incentivar o crescimento econômico via grandes projetos de infraestrutura, como estradas, ferrovias, portos, energia e abastecimento de água.

Entre os planos que deverão impulsionar os gastos em obras e elevar a demanda por cimento, o material fabricado pelo homem mais consumido no mund, está o pacote do presidente dos EUA, Joe Biden, de US$ 1 trilhão de investimentos em infraestrutura.

Bruxelas também começou a dar aprovação aos planos dos governos nacionais para repartir os € 800 bilhões do fundo de recuperação da União Europeia, enquanto o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, reservou 600 bilhões de libras esterlinas (US$ 832 bilhões) para gastos em infraestrutura nos próximos cinco anos.

O diretor de finanças da Cemex, Maher Al-Haffar, projeta que a demanda por cimento aumentará entre 20% e 30% nos EUA com o projeto de infraestrutura de Biden. Francis, porém, tentou conter parte do entusiasmo.

É improvável que o crescimento dos próximos anos iguale o superciclo dos anos 2000, que foi puxado por um período de expansão sem precedentes na China, segundo Francis.

“Este provavelmente será um superciclo substancial que se mostrará mais lento que o dos anos 2000, mas sustentado ao longo de um período mais longo.”

Por outro lado, executivos do setor de construção temem que os preços mais altos possam diluir o impacto em seus lucros dos gastos governamentais em infraestrutura.

Os preços dos materiais de construção já deram um salto, diante da reabertura das economias pelo mundo e do fim dos lockdowns e das restrições a viagens.

Em maio, a Travis Perkins, maior varejista de materiais para obra do Reino Unido, elevou o preço dos sacos de cimento em 15% e alertou para a continuidade das pressões inflacionárias.

O aumento na demanda também levou à falta de madeira e de placas de reboco, sendo que produtos como as placas de isolamento já estão esgotados na Holcim até o fim do ano.

Fonte: Revista Grandes Construções

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18 ago 2021

Receita líquida das Empresas Randon cresce 127% no segundo trimestre do ano

Em linha com o avanço dos últimos trimestres, as Empresas Randon registram mais um período de resultados históricos.

No segundo trimestre de 2021, a receita líquida da companhia alcançou R$ 2,1 bilhões, crescimento de 127% no comparativo com o segundo trimestre de 2020. Além disso, a margem bruta consolidada atingiu 24,6% no período, avanço de 3,1 pontos percentuais se comparado ao mesmo período do ano anterior.

O Ebitda consolidado somou, no segundo trimestre desse ano, R$ 323 milhões, aumento de 109,6% no comparativo com o segundo trimestre de 2020.

O desempenho positivo das Empresas Randon foi impulsionado pela recuperação de diferentes mercados, principalmente os ligados ao agronegócio e aos bens de consumo.

Adicionalmente, as exportações apresentaram sinais de melhora, com receitas do mercado externo atingindo US$ 71,3 milhões no segundo trimestre do ano, 59% superior aos números obtidos no mesmo período de 2020.

“O setor de veículos comerciais, em especial, pesados, apresentou forte ritmo de produção e vendas no período e já percebemos a retomada de outros segmentos, evidenciada pela recuperação do PIB do país e pelo aumento da demanda de fretes. Além disso, o mercado externo também vem demonstrando crescimento gradativo, principalmente em razão da recuperação das economias, do câmbio favorável e do avanço da vacinação em diferentes países”, reforça o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato.

Fonte: Revista M&T

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18 ago 2021

BRF e AES Brasil formam joint venture para construir parque eólico no Nordeste

A AES Brasil (AESB3) e a companhia de alimentos BRF (BRFS3) anunciaram nesta terça-feira a formação de uma joint venture com controle compartilhado para a construção de um parque eólico para autogeração no Complexo Eólico Cajuína, Rio Grande do Norte.

A unidade terá capacidade instalada de 160 MWm, gerando 80 MWm a serem comercializados com a BRF por meio de contrato de compra e venda de energia de 15 anos.

O investimento estimado para o desenvolvimento do parque eólico é de aproximadamente 5,2 milhões de reais por MW instalado.

Fonte: Money Times

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18 ago 2021

Inscrições abertas para o Programa de Especialização em Engenharia (PEE) da Embraer

Até o dia 31/08, graduados em engenharia entre 2019 e 2021 podem se inscrever no Programa de Especialização em Engenharia (PEE) da Embraer.

DESCRIÇÃO DA VAGA

O PEE – Programa de Especialização em Engenharia – é um programa corporativo da Embraer que tem o objetivo de capacitar engenheira(o)s recém-formada(o)s para atuarem nas áreas de engenharia de desenvolvimento do produto e processos da empresa. Em parceria com o ITA, oferece o título de mestrado profissional em engenharia aeronáutica, reconhecido pela CAPES/ MEC. Os cursos e atividades são ministrados em dependências da empresa, ou remotamente, por profissionais da Embraer, professora(e)s do ITA e consultora(e)s contratada(o)s.

Se desejar mais informações sobre o PEE, acesse através do site da Embraer – https://embraer.com/br/pt/pee

Em caso de dúvidas, consulte-nos através do e-mail selecao.pee@embraer.com.br

Para dúvidas em relação a plataforma Gupy, acesse o botão Help na sua tela ou no e-mail contato@gupy.com.br

Fonte: Embraer

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