05 maio 2021

Startup de veículos elétricos quer acabar com a linha de montagem. Como?

Uma pequena montadora de veículos elétricos financiada pela empresa de entregas UPS quer substituir as linhas de montagem que as montadoras usam há mais de um século por algo radicalmente diferente: pequenas fábricas que empregam algumas centenas de trabalhadores.

A empresa, Arrival, está criando “microfábricas” altamente automatizadas, nas quais suas vans e seus ônibus de entrega serão montados por robôs multitarefa, rompendo com a abordagem pioneira de Henry Ford, usada pela maioria das montadoras do mundo. As fábricas produziriam dezenas de milhares de veículos por ano. Isso é muito menos que a capacidade das montadoras de automóveis tradicionais, que contam com mais de 2.000 funcionários e normalmente produzem centenas de milhares de veículos por ano.

De acordo com a Arrival, a vantagem é que suas microfábricas custarão cerca de 50 milhões de dólares, em vez do valor superior a 1 bilhão necessário para construir uma montadora tradicional. A empresa, que tem sede em Londres e está instalando fábricas na Inglaterra e nos Estados Unidos, afirma que esse método deve produzir vans muito mais baratas que outros modelos elétricos e mais até que os veículos comuns, atualmente movidos a diesel. “A abordagem da linha de montagem exige um investimento de capital muito grande e você tem de chegar a níveis de produção muito altos para ter alguma margem. A microfábrica nos permite montar veículos lucrativos em qualquer quantidade”, disse Avinash Rugoobur, presidente da Arrival e ex-executivo da General Motors.

A empresa espera que seus veículos elétricos representem uma mudança no mercado sonolento das vans de entrega. Esses veículos são adequados para eletrificação porque viajam determinado número de quilômetros por dia e podem ser carregados durante a noite. A Arrival já conquistou a UPS, que tem menos de 1% de participação na empresa e planeja comprar 10.000 vans da Arrival nos próximos anos.
Nas fábricas da Arrival, uma plataforma motorizada transportará veículos inacabados entre seis grupos de robôs diferentes, com diferentes componentes adicionados em cada parada. A empresa também está substituindo a maioria das peças de aço dos veículos por componentes feitos de compósitos avançados, uma mistura de polipropileno, um polímero usado para fazer plásticos, e fibra de vidro. As partes são unidas por adesivos estruturais e não por soldas de metal.
O uso de materiais compósitos, que podem ser produzidos em qualquer cor, eliminaria três das partes mais caras da linha de montagem de automóveis — a oficina de pintura, as prensas gigantes que fazem paralamas e outras peças, e os robôs que soldam peças de metal para formar os componentes maiores da parte inferior da carroceria. Cada uma dessas partes da montadora geralmente custa várias centenas de milhões de dólares.

Fonte: Exame

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05 maio 2021

Fenasucro & Agrocana é adiada e acontecerá entre 9 e 12 de novembro de 2021

A Reed Exhibitions e o CEISE-Br, parceiros na realização da Fenasucro & Agrocana, informaram nesta quarta-feira (5), o adiamento do evento para 09 a 12 de novembro de 2021.
De acordo com os organizadores, a decisão considera análise feita junto a visitantes e expositores do evento e foi tomada em um cenário altamente imprevisível, tendo como principais objetivos resguardar a saúde e a integridade de todos os participantes, assim como responder de forma adequada aos impactos causados pela pandemia, que continua afetando diversos setores da economia.

Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana, reforça que, no último ano, a feria se reinventou e enxergou oportunidade em meio a um cenário atípico, no qual conseguiu manter seu principal propósito através do ambiente digital: impulsionar negócios e desenvolvimento à uma das maiores comunidades de bioenergia do mundo. O foco foi manter a comunidade engajada para aproveitar as novidades e oportunidades do evento presencial em novembro de 2021.
“Estamos otimistas com a realização do evento em novembro. A feira já está preparada para oferecer toda a segurança com os novos protocolos sanitários de eventos e as melhores oportunidades de negócios e conteúdo”, conclui Montabone

Fonte: JornalCana

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05 maio 2021

Workshop Panorama atual e potenciais para o hidrogênio verde no Brasil

Pensando em trazer informação e oportunidade para o Brasil – um dos países com maior potencial de renováveis do mundo -, a Aliança Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde, composta pelas Câmaras de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro e São Paulo, convidam para o lançamento do Portal Hidrogênio Verde.

A descarbonização do planeta está na agenda global. Empresas e governos de todo o mundo buscam formas de usar energia limpa e eficiente em seus processos produtivos.

O Hidrogênio Verde é um vetor de energia inovador, que traz inúmeros benefícios para os setores industriais, agronegócio, transporte e sociedade. Obtido a partir do excedente da produção de energias renováveis, como a solar fotovoltaica, eólica e biomassa, entre outras, ele é 100% sustentável e pode ser armazenado e transportado.

O Brasil certamente irá desempenhar um papel importante na produção global e exportação para a Europa de H2 Verde. Além disso, o desenvolvimento de uma demanda nacional no futuro por produtos derivados de PtX nos setores agrícola, industrial e de transporte, também irá crescer, impulsionando novos negócios.

Pensando em trazer informação e oportunidade para o Brasil – um dos países com maior potencial de renováveis do mundo -, a Aliança Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde, composta pelas Câmaras de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro e São Paulo, convidam para o lançamento do Portal Hidrogênio Verde.
O Portal chega para se tornar referência sobre o tema, trazendo informações, eventos, projetos, financiamentos, questões regulatórias e fomentando oportunidades de negócios. No Portal, as empresas terão uma área especial para estabelecer conexões e desenvolver negócios, contribuindo para a tão esperada transição energética no Brasil.

Fonte: AHK

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05 maio 2021

Balança de produtos químicos tem déficit recorde, de US$ 8,7 bilhões, no 1º tri

O déficit acumulado na balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 8,7 bilhões no primeiro trimestre do ano, recorde para o período, e representa um aumento de 27,9% na comparação com os US$ 6,8 bilhões registrados entre janeiro e março de 2020, informa a Abiquim. Pela primeira vez em toda a série histórica da balança comercial de produtos químicos, medida desde 1989, o montante acumulado em 12 meses atinge a marca de US$ 32,3 bilhões, apesar dos sérios impactos da pandemia da covid-19 na atividade econômica.
De janeiro a março, as importações de produtos químicos foram de US$ 11,6 bilhões, elevação de 21,1% ante mesmo período de 2020. Em termos de quantidades, as mais de 13,7 milhões de toneladas importadas resultam do aumento de 27,5% na comparação com os três primeiros meses de 2020, tendo sido registrados aumentos importantes em todos os grupos acompanhados, sobretudo em intermediários para fertilizantes (35,1%) em resinas termoplásticas (32,3%) e em produtos químicos orgânicos (16,2%).
Já as exportações de US$ 2,9 bilhões significaram um modesto aumento de 4,5% na mesma comparação, tendo as quantidades exportadas, de 3,9 milhões de toneladas, apontado um incremento na mesma ordem de grandeza, de 3,9%. Tais resultados em uma primeira impressão são ligeiramente positivos e se devem fundamentalmente ao desempenho em alumina calcinada, item que figura no grupo de produtos químicos inorgânicos, e em produtos químicos orgânicos diversos.
Comparando março com o mesmo mês em 2020, os preços médios das importações de produtos químicos tiveram alta de 17,8% (de US$ 776/T para US$ 914/T), no contexto do instável cenário internacional para oferta dessas mercadorias, ao passo que os preços médios das exportações setoriais brasileiras (US$ 807/T) continuam os mesmos do ano passado.

Fonte: ABIQUIM

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05 maio 2021

Leilão de lanchas nos Estados Unidos bomba tanto que armazém parece um cemitério náutico

A primeira reação de quem vê essa imagem é pensar em um cemitério náutico, tamanha a quantidade de embarcações, aglomeradas em terra, umas quase por cima das outras. Teria passado algum tsunami por aqui? Nada disso. É apenas a vista aérea do pátio da empresa Lanier Marine Liquidators, que — à véspera de um leilão — armazenava 1200 lanchas. Sim, parece um cemitério de barcos.
Alojada na cidade de Dawsonville, no estado americano da Geórgia, a Lanier Marine Liquidators vende barcos novos e usados de diversas marcas. “Vendemos 500 barcos por ano durante 7 anos, e atualmente somos um dos maiores nomes do Sudeste dos Estados Unidos, atendendo clientes de Atlanta, Alabama, Tennessee e Carolina’s”, dizem os proprietários da empresa, Shane e Laura Vaughan, em sua página na internet.
Além de vender lanchas como picolé na praia, a Lanier Marine também é especialista na realização de leilões de lanchas e jets. Daí o Liquidators de seu nome, que significa liquidante, ou seja, empresa encarregada da liquidação de produtos de apreensão, seja por financiamento inadimplente, seja de recuperação de roubos e acidentes.
Nesses eventos, em que oferecem simultaneamente centenas de barcos, é possível comprar lanchas e jets seminovos com 10, 20 ou até 50% de desconto em relação cotação de mercado. E ainda há embarcações, acidentadas, cujo preço mínimo de arremate não passa de US$ 1.
O problema é abrigar tanta embarcação ao mesmo tempo. É necessário um espaço gigantesco, que a Lanier Marine contrata apenas para fins de armazenamento, e que — visto do alto, como nessa foto, parece um cemitério náutico. Mas não é. Por quê cada um desses barcos ainda tem alma.

Fonte: Revista Náutica

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