20 maio

Randon tem melhor trimestre da história: lucro sobe mais de 4.000%

A Randon divulgou comunicado no qual informa que o resultado de suas empresas no primeiro trimestre deste foi histórico, com receita líquida consolidada de R$ 1,9 bilhão, que corresponde a um crescimento de 64% na comparação com o obtido nos três primeiros meses do ano passado. Com isso, a empresa manteve o ritmo registrado no último trimestre de 2020, quando contabilizou lucro de R$ 490 milhões, resultado quase dez vezes maior que o do mesmo período no ano anterior.

Câmbio favorável, aquisição de novas empresas foram fatores que, segundo a companhia, contribuíram para os números positivos, mas a demanda aquecida em setores ligados ao agronegócio e a venda de bens de consumo foram os principais responsáveis pelo melhor resultado da Randon em seus 72 anos de história. Assim, o lucro da empresa avançou 4.378% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 134 milhões.

“O desempenho satisfatório que a companhia vem apresentando nos últimos meses também está conectado ao constante investimento em inovação e novas tecnologias, o que contribui diretamente para a melhoria de eficiência e de produtividade”, afirmou Daniel Randon, CEO do grupo. “Isso também foi percebido neste primeiro trimestre de 2021, período em que consolidamos movimentos importantes feitos pela empresa, incluindo resultados do nosso processo de transformação cultural e digital”, completou.

De acordo com o comunicado, a Randon foi muito favorecida pelo crescimento de setores como o de caminhões, que teve alta de 34% no primeiro trimestre deste ano, em relação a 2020, totalizando mais de 33 mil unidades. Com isso, o mercado de semirreboques – no qual a Randon se destaca – acompanhou o ritmo e fechou o período com vendas 61,8% maiores no período.

“O impacto positivo da retomada econômica em diferentes geografias e o câmbio favorável para as exportações também contribuíram para o desempenho positivo no início do ano. Além disso, neste trimestre, já foi possível somar as receitas das novas empresas adquiridas recentemente, como Nakata, Fundituba e CNCS”, afirmou Paulo Prignolato, responsável pelas finanças do grupo.

Fonte: Automotive Business

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