31 maio 2021

40 anos

Os millenials ainda não sabem disso, mas a gente costuma fazer um balanço da vida quando completa 40 anos. Esse momento de reflexão chega para todo mundo, quase como um voz interior dizendo “ok, estou no meio do caminho, o que fiz até agora e o que vou fazer daqui para frente?”.

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) viverá essa fase dentro de alguns meses. Em 2022, completaremos quatro décadas na ativa. Assim como não se consegue resumir em um espaço tão curto os principais feitos da entidade nesse período, é impossível mencionar todos os que lutaram para chegarmos até aqui.

O que podemos ressaltar, no entanto, é que faremos 40 anos com a atenção voltada exclusivamente à melhora do ambiente de negócios para as empresas da cadeia produtiva de materiais compósitos.

Em meio a tanta concorrência – nem sempre leal, diga-se –, a ALMACO deve exercer o papel de parceiro para todas as horas de seus associados. A ideia da nossa gestão é criar mecanismos que, ao final do dia, terão melhorado de alguma forma a operação de quem faz parte do nosso ecossistema.

A educação é um deles. Desde a capacitação da mão de obra do chão de fábrica até a criação de cursos de pós-graduação em compósitos, a ALMACO tem como missão ser o principal hub de conhecimento no tema. Para tanto, contamos com a colaboração de profissionais que são referências aqui e lá fora – e que, felizmente, estão sempre dispostos a compartilhar todo esse know-how.

O front tributário é outro pilar. De nada adianta produzirmos um material fora de série se ele não for minimamente competitivo. É o caso, por exemplo, do incorreto IPI das telhas de compósitos, erro que já custou milhões aos fabricantes do produto. Entramos com um processo solicitando a redução do tributo e, tudo indica, as chances são grandes de sermos bem-sucedidos em nosso pleito.

Ainda na área fiscal – nesse caso, a recuperação de créditos tributários pagos de forma indevida –, fechamos recentemente uma parceria com o renomado escritório Nelson Wilians Advogados (NWADV). Em linhas gerais, o acordo garante condições especiais para os associados da ALMACO que contratarem o NWADV. Ou seja, pequenas e médias empresas – o perfil majoritário em nosso setor – terão acesso a uma banca de advogados bastante especial.

Também temos reforçado o nosso papel de ponte entre as empresas globais e os nossos associados – semana passada, por exemplo, fomos procurados por uma companhia que deseja nomear distribuidores no Brasil. Para tanto, divulgamos com frequência nossas ações na mídia especializada internacional e, com esse movimento, fortalecemos o reconhecimento da marca ALMACO em todo o mundo.

Educação, impostos e branding são três entre tantas áreas que tratamos como estratégicas aqui na ALMACO. E que, esperamos, ajudem a associação a chegar aos 80 anos vendendo saúde.

Erika Bernardino Aprá é presidente da ALMACO

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27 maio 2021

Itapemirim protocola petição para encerrar recuperação judicial

O Grupo Itapemirim protocolou uma petição para encerrar o processo de recuperação judicial. O pedido foi feito nesta segunda-feira, 24 de maio de 2021, para a 1ª Vara de falências e recuperações judiciais do foro central da comarca da capital, no Estado de São Paulo.
A recuperação judicial da Itapemirim teve início em 2016, quando o grupo de empresas ainda era comandado pela família Cola, a fundadora. O processo tem sido marcado por trocas de acusações e processos entre a família Cola, Camila Valdívia (ex-sócia) e Sidnei Piva (atual presidente do Grupo).

Em nota ao Diário do Transporte, o grupo informou que o encerramento da recuperação judicial é um passo importante, considerando a atual fase de novos investimentos.

“O Grupo Itapemirim tem cumprido rigorosamente todas as cláusulas do processo, incluindo os pagamentos aos credores. Diante disso, há a expectativa de uma decisão favorável para que o juiz Universal possa proferir sentença de encerramento da Recuperação Judicial, nos termos dos artigos 61 e 63 da Lei 11.101/05, com redação da Lei 14.112/20. O encerramento da Recuperação Judicial é um passo importante nesta nova fase do Grupo Itapemirim”, informou o grupo, ao Diário do Transporte.

Apesar de ter início no setor rodoviário, atualmente o grupo investe em uma companhia aérea, a Itapemirim Transportes Aéreos. As vendas das passagens já começaram e os destinos já foram divulgados.

Fonte: Diário do Transporte

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27 maio 2021

Exploração de óleo e gás ganha senso de urgência

A interrupção imediata da perfuração de novos poços de petróleo, sugerida pela Agência Internacional de Energia (AIE) como forma de assegurar os cortes de emissões previstos no Acordo de Paris, reforça o senso de urgência na indústria de óleo e gás sobre a necessidade de busca de novas descobertas, antes que a demanda comece a recuar. Embora a moratória tenha sido recebida mais como um gesto simbólico de pressão sobre governos e petroleiras e menos como um risco real ao setor, a percepção no mercado é de que a transição energética se tornou um caminho sem volta e que a janela de oportunidade para exploração se fechará em algum momento.

A expectativa, no entanto, é que as atividades no Brasil ganhem impulso nos próximos anos, diante da recuperação gradual dos preços do barril. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) projeta investimentos de R$ 6,5 bilhões em exploração de óleo e gás no Brasil em 2021. São estimados 19 poços offshore (em mar) para este ano, número ainda baixo mas quase quatro vezes superior às cinco perfurações de 2020, quando as campanhas foram prejudicadas pelo choque de preços da commodity e pelas restrições nas atividades a bordo ante a pandemia de covid-19. Entre as operadoras com projetos previstos para este ano estão Petrobras, Shell e ExxonMobil. Depois de um investimento maciço das grandes petroleiras nos leilões dos últimos anos, é hora de começar a perfurar as áreas adquiridas.

ANP estima ao menos R$ 6,5 bilhões de investimentos em exploração de óleo e gás no Brasil neste ano

Para o coordenador técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo (Ineep), William Nozaki, há sinais de que haverá uma aceleração nas atividades exploratórias no Brasil, como reflexo do sucesso dos grandes leilões ocorridos desde 2017. Segundo o pesquisador, o sucesso das petroleiras no processo de transição energética está atrelado, justamente, à capacidade das companhias de renovarem suas reservas.
“Esse novo aumento do preço do petróleo torna improvável que essa recomendação da AIE, de suspensão da perfuração de novos poços, seja seguida”, diz. “É inexequível imaginar a transição energética sem o papel da indústria petrolífera. É o petróleo que está financiando a maior parte dessa transição”, acrescenta.

Fonte: Portos e Navios

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27 maio 2021

Demanda por químicos sobe 9,2% no primeiro trimestre de 2021

A produção, a demanda e as vendas internas dos produtos químicos de uso industrial têm resultados positivos no primeiro trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período do ano passado. A produção teve alta de 0,81%, a demanda subiu 9,2% e as vendas internas tiveram elevação de 7,66%, segundo informações do Relatório de Acompanhamento Conjuntural (RAC) da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.

No entanto, o volume de importações da amostra de produtos do RAC subiu 19,1% e as exportações recuaram 8,4% nos primeiros três meses deste ano, sobre igual período do ano passado, na contramão do que se poderia esperar com a desvalorização do Real, em relação ao dólar. Já o índice de utilização da capacidade instalada do setor ficou em 73% na média do primeiro trimestre de 2021.

Segundo a Diretora de Economia e Estatística da ABIQUIM, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, a melhora das vendas internas e a alta das importações reflete a recuperação da demanda nacional, que se mantém em um patamar elevado desde meados do ano passado, sobretudo pela essencialidade da química e da necessidade dos produtos no atendimento das demandas relacionadas à pandemia. “O baixo índice de ocupação das instalações justamente em um período de aumento da demanda interna evidencia a falta de competitividade da indústria local, com consequente desestímulo a novos investimentos, além de risco de desativação de unidades produtivas.”

Na comparação dos últimos 12 meses, de abril de 2020 a março de 2021, os índices de produção, vendas internas e demanda também mostram resultados positivos. A produção cresceu 0,46%, as vendas internas tiveram alta de 3,52%, e a demanda subiu 12,1%. Como resultado, na média dos últimos 12 meses, encerrados em março de 2021, os importados representaram 47% da demanda de produtos químicos no mercado nacional, novo recorde do setor.

Fonte: Associação Brasileira

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27 maio 2021

Ações das Airbus sobem para nível recorde

A Airbus divulgou um lucro maior que o esperado no segundo trimestre e reafirmou suas metas para o ano, com os gargalos na entrega das aeronaves começando a diminuir e queda nos custos do mais novo jato do grupo, o A350.

As ações chegaram a subir mais de 5%, para um novo recorde de alta.

A Airbus está no meio de sua maior reforma industrial desde que foi fundada há quase 50 anos, substituindo ou atualizando suas duas linhas de produtos mais lucrativas e, ao mesmo tempo, acelerando a produção para atender à demanda recorde de viagens aéreas.

Embora a introdução do A350 tenha sido relativamente suave, mostrando “melhorias significativas” nos custos, à medida que a Airbus caminha para a meta de produção de 10 unidades por mês até o final do ano, o A320neo menor continua causando dores de cabeça.

As entregas do jato de médio alcance, que gera mais lucro e dinheiro para o maior grupo aeroespacial da Europa, foram atrasadas por falhas no fornecimento de motores da Pratt & Whitney e, em menor medida, da CFM.

Mas a Airbus chegou a um ponto de virada em maio, quando a fila de aviões semiacabados obstruindo a pista fora das fábricas europeias começou a cair, tendo atingido seu pico em 100 unidades.

Fonte: Forbes

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27 maio 2021

Aeris quer entrar no mercado offshore em até 4 anos

O diretor de Planejamento e de Relações com Investidores da Aeris Energy, Bruno Lolli, afirmou que quer entrar no mercado offshore de energia eólica em até 4 anos. O foco da fabricante de pás eólicas é alimentar o mercado de usinas offshore nos Estados Unidos, que planeja instalar 30 gigawatts desta fonte até 2030, e também o Brasil, que ainda não possui empreendimentos desta fonte.
Segundo o executivo, o mercado eólico offshore no mundo representa menos de 10% do total de instalações dos clientes. Ele diz que quase todas as pás destinadas a esse mercado são produzidas pelos próprios geradores, mas em pouco tempo o segmento passará a exigir um maior volume de entregas, o que deve obrigar as empresas produtoras de turbinas a terceirizar parte da produção.
“Com esse crescimento forte do segmento offshore, principalmente no nordeste dos Estados Unidos, a gente deve ter entrada nesse mercado nos próximos 3 ou 4 anos”.
Hoje a Aeris Energy fabrica apenas pás eólicas para turbinas de usinas onshore, mas os clientes da empresa já estão negociando com outras companhias que vão instalar parques offshore nos EUA e a Aeris quer ser uma das empresas fornecedoras.
Não é intenção da empresa se tornar uma montadora de aerogeradores nem verticalizar na cadeia produtiva, mas pretende desenvolver pás com mais de 100 metros. “A expansão que fizemos para atender a Siemens Gamesa é com estrutura fabril que é capacitada para pás de até 120 metros”.

Fonte: Canal Energia

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27 maio 2021

Com venda de caminhões em alta, Volvo retoma segundo turno em Curitiba (PR)

A Volvo anunciou nesta quinta-feira, 20, que vai reativar o segundo turno da linha de caminhões VM na fábrica de Curitiba (PR). A partir de agora, a montadora passa a trabalhar com toda sua produção de caminhões em dois turnos.

A retomada é feita justamente na mesma data em que a linha VM comemora 70 mil unidades produzidas. Idealizado para atender necessidades de mercados da América Latina, o VM foi totalmente desenvolvido no Brasil e lançado em 2003, o que marcou a estreia da Volvo no segmento de semipesados, pois até então a filial brasileira só havia fabricado caminhões pesados.

A ampliação da produção do caminhão VM, cuja linha havia operado em dois turnos entre 2011 e 2015, deve-se ao bom desempenho do modelo no mercado, que registrou um aumento de vendas de 24% no ano passado, de acordo com a empresa. O modelo mais vendido nessa linha é o semipesado VM 270cv 6×2, mas ela inclui ainda o pesado VM 330cv 8×2, que também tem boa procura.

A alta demanda divulgada pela Volvo não é muito diferente do que o mercado de caminhões está em geral experimentando neste ano. Segundo os números da Fenabrave, o setor registrou em abril a maior média diária de vendas do ano e já tem no acumulado de 2021 mais de 35 mil unidades emplacadas.

“Estamos adequando nossa produção à forte demanda dos clientes por esse modelo, que vem crescendo de forma consistente desde o ano passado e continua dando sinais positivos em 2021”, diz Alcides Cavalcanti, diretor executivo de caminhões da Volvo.

Fonte: Automotive Business

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20 maio 2021

Tecniplas fornece dez tanques de PRFV para a Chlorum Solutions

Inaugurada no final de 2020, na cidade de Codó (MA), a fábrica de cloro e derivados da Chlorum Solutions conta com dez tanques fornecidos pela Tecniplas, maior fabricante brasileira de reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).
O pacote adquirido pela Chlorum Solutions é formado por tanques de processo, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. “São reservatórios cilíndricos verticais com fundo plano e tampo abaulado. As capacidades de armazenamento variam de 24 m³ a 106 m³”, ele detalha, lembrando que os tanques foram produzidos ao longo de duas semanas na unidade da Tecniplas em Cabreúva, no interior de São Paulo.

Em função da típica agressividade da operação em uma fábrica de cloro, todos os tanques fornecidos para a Chlorum Solutions contam com liner e barreira química de resina éster-vinílica, polímero caracterizado pela elevada resistência química. “Também fez parte do plano de laminação certa quantidade de sobre-material, para ampliar ainda mais a durabilidade dos reservatórios”.

A fábrica da Chlorum Solutions em Codó ocupa uma área de 10 mil m² e tem capacidade para produzir 12 toneladas de hipoclorito de sódio, ácido clorídrico e soda cáustica. “O destaque do seu modelo de negócio é a proximidade das grandes estações de tratamento de efluente, o que reduz sensivelmente o custo de transporte dos produtos que fabrica. Tornou-se uma parceira da Tecniplas porque compartilhamos o mesmo DNA da qualidade”, conclui Rossi.

Fonte: SLEA Comunicação

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20 maio 2021

Construções no Brasil seguem a tendência de usar compósitos no design da fachada de prédios

Há uma tendência cada vez maior de usar compósitos, material resultante da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro, adesivos, espumas em PET. Os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica, química e baixo peso associados à liberdade de design para valorizar as fachadas dos prédios. Este movimento já é forte na Europa e Ásia e também está ganhando visibilidade em alguns empreendimentos no Brasil.

Segundo Rogério Sanches, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Armacell na América do Sul, entre os principais benefícios da espuma PET (Polietileno Tereftalato) Arma PET Struct, utilizada como material de núcleo nos compósitos “estão a versatilidade que o material oferece aos fabricantes dos compósitos e a liberdade aos arquitetos na criação de formas diferentes de desenhos, transformando a fachada de edifícios comerciais e residenciais. Diferentemente do que acontece com o concreto, indicado para fachadas retas”.

Dentre outras vantagens no uso deste tipo de espuma, que vão além da estética, Sanches destaca a facilidade de montagem das peças fora do canteiro de obra, como se fosse um quebra-cabeça. “Isso é possível, pois o compósito é cerca de 20 vezes mais leve que o concreto, que chega a pesar 2 a 3 mil quilos por metro cúbico”.

A Armacell desenvolveu dois produtos com avançada tecnologia para uso na construção civil, o ArmaPET Struct e o ArmaPET Struct FR (Fire Retardant). A empresa é pioneira nesta tecnologia, cujas propriedades mecânicas do produto variam muito pouco. De acordo com Sanches,”o processo de produção é muito bem controlado, propiciando ao produto final excelente estabilidade das propriedades, tais como densidade, dimensional e rigidez. Os produtos são testados e homologados por laboratórios interno e externo, como o DNV-GL, que fica na Noruega”.

O ArmaPET Struct é a solução versátil e durável para aplicações em painéis estruturais, com uma abordagem ambientalmente responsável, que utiliza como matéria-prima o PET proveniente de garrafas PET pós-consumo. Segundo a Armacell, testes comprovam que seu ciclo de vida demonstra baixas emissões de CO2, reduzindo o impacto sobre o meio ambiente, especialmente em comparação com outros materiais utilizados na construção tradicional.

Já o ArmaPET Struct FR é livre de halógenos com baixa geração de fumaça e com reduzida toxicidade. “A escolha desses materiais atende requisitos de segurança e também normas específicas, como a certificação LEED para construções sustentáveis”, esclarece Sanches.

A Gatron tem consultado a Armacell para alguns projetos mais sofisticados na cidade de São Paulo em que o compósito torna-se a melhor solução. Em outros projetos icônicos, destaca-se um prédio na Arábia Saudita em que foram usados mais de 3 mil painéis de compósitos com espumas PET fornecidas pela Armacell.

Não existe restrição quanto ao uso deste tipo de espuma. O que se deve levar em consideração é o padrão do empreendimento que justifique a aplicação do produto. “Vale ressaltar que o custo final pode se tornar mais barato em comparação ao concreto, que precisa ser aplicado no local, envolvendo algumas questões de logística, condições climáticas etc”, afirma Sanches.

Fonte: 2PRÓ Comunicação

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20 maio 2021

Randon tem melhor trimestre da história: lucro sobe mais de 4.000%

A Randon divulgou comunicado no qual informa que o resultado de suas empresas no primeiro trimestre deste foi histórico, com receita líquida consolidada de R$ 1,9 bilhão, que corresponde a um crescimento de 64% na comparação com o obtido nos três primeiros meses do ano passado. Com isso, a empresa manteve o ritmo registrado no último trimestre de 2020, quando contabilizou lucro de R$ 490 milhões, resultado quase dez vezes maior que o do mesmo período no ano anterior.

Câmbio favorável, aquisição de novas empresas foram fatores que, segundo a companhia, contribuíram para os números positivos, mas a demanda aquecida em setores ligados ao agronegócio e a venda de bens de consumo foram os principais responsáveis pelo melhor resultado da Randon em seus 72 anos de história. Assim, o lucro da empresa avançou 4.378% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 134 milhões.

“O desempenho satisfatório que a companhia vem apresentando nos últimos meses também está conectado ao constante investimento em inovação e novas tecnologias, o que contribui diretamente para a melhoria de eficiência e de produtividade”, afirmou Daniel Randon, CEO do grupo. “Isso também foi percebido neste primeiro trimestre de 2021, período em que consolidamos movimentos importantes feitos pela empresa, incluindo resultados do nosso processo de transformação cultural e digital”, completou.

De acordo com o comunicado, a Randon foi muito favorecida pelo crescimento de setores como o de caminhões, que teve alta de 34% no primeiro trimestre deste ano, em relação a 2020, totalizando mais de 33 mil unidades. Com isso, o mercado de semirreboques – no qual a Randon se destaca – acompanhou o ritmo e fechou o período com vendas 61,8% maiores no período.

“O impacto positivo da retomada econômica em diferentes geografias e o câmbio favorável para as exportações também contribuíram para o desempenho positivo no início do ano. Além disso, neste trimestre, já foi possível somar as receitas das novas empresas adquiridas recentemente, como Nakata, Fundituba e CNCS”, afirmou Paulo Prignolato, responsável pelas finanças do grupo.

Fonte: Automotive Business

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