29 abr 2021

ALMACO e NWADV unem-se para recuperar créditos tributários de empresas do setor de compósitos

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) acaba de fechar um acordo com o escritório Nelson Wilians Advogados (NWADV). Em foco, a recuperação de créditos tributários pagos por associados da ALMACO de forma indevida ou acima do que determina a legislação. Entre eles, destaque para contribuições parafiscais destinadas a terceiros (Sistema S, por exemplo) e Contribuição Previdenciária Patronal, bem como ICMS e ISS utilizados na base de cálculo do PIS e COFINS.

Por meio de mandados de segurança, as empresas poderão pleitear a recuperação de créditos tributários pagos ao longo dos últimos cinco anos. Apenas os associados da ALMACO terão acesso às condições especiais de preço e pagamento propostas pelo NWADV.

“A área fiscal tem sido uma das prioridades de nossa gestão. Além desse trabalho agora para reaver as quantias pagas pelos nossos associados, estamos pleiteando a redução do IPI das telhas de compósitos, processo que está mais avançado e deve ser concluído nos próximos meses”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

De acordo com Tainah Mello, sócia do NWADV, os valores recuperados nas ações variam muito conforme a proposição defendida e o porte da empresa. “No entanto, somente na tese que versa sobre a limitação das contribuições ao Sistema S a vinte salários-mínimos, conseguimos estimar um benefício econômico de 3,5 vezes o valor da folha de pagamento da empresa”, ela explica.

O NWADV é um dos principais escritórios de advocacia full service do Brasil. Reúne em sua carteira mais de 17 mil empresas, entidades de classe, fundações e instituições públicas e privadas.

Fonte: SLEA Comunicação

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29 abr 2021

Ford investe em centro de pesquisa para baterias de carros elétricos

A Ford anunciou a construção de um novo centro de desenvolvimento de baterias em Michigan (EUA), cujo objetivo principal é construir as células que alimentarão seus carros elétricos. O Ford Ion Park, que será inaugurado no fim do próximo ano, reunirá uma equipe de 150 especialistas que desenvolverão pesquisas para criar baterias mais duradouras, rápidas de carregar e sustentáveis para o meio ambiente.
A montadora também quer acelerar (e diminuir os custos) sua produção de baterias. A unidade de Michigan não fabricará os componentes em escala, contando apenas com uma produção em “escala de laboratório e escala piloto”, de acordo com o diretor do centro, Anand Sankaran.

Fonte: Olhar Digital

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29 abr 2021

Embraer entrega nove aeronaves comerciais no 1T21

A Embraer entregou um total de 22 jatos no primeiro trimestre de 2021, sendo nove comerciais e 13 executivos (10 leves e três grandes). Em 31 de março, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizava US$ 14,2 bilhões.
Durante o 1T21, a KLM Cityhopper, subsidiária regional da KLM Royal Dutch Airlines, recebeu seu primeiro jato E195-E2, por meio da empresa ICBC Aviation Leasing, elevando para 50 o número total de jatos.
No mesmo período, a Air Peace, a maior companhia aérea da Nigéria e do Oeste da África, recebeu seu primeiro jato E195-E2. A Air Peace se tornou assim a primeira cliente de E2 na África, sendo também e empresa lançadora global do design de assentos escalonados da Embraer.
Ainda no trimestre, a Embraer entregou a primeira conversão de um Legacy 450 em um jato Praetor 500 à AirSprint Private Aviation. A empresa canadense de propriedade compartilhada tem programada uma segunda conversão ainda este ano, além da entrega de um novo Praetor 500, também em 2021.

Fonte: Mercado & Eventos

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29 abr 2021

Faturamento do setor de materiais de construção cresce 15,6% no trimestre

Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), em março de 2021, o faturamento deflacionado do setor produtivo aumentou 22,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e de 2020, houve aumento de 15,6% no faturamento.

Já em fevereiro de 2021, a indústria de materiais de construção teve faturamento 11,6% superior ao observado no mesmo mês de 2020. Para 2021, a Abramat prevê crescimento de 4% no faturamento da indústria de materiais de construção frente a 2020.

“O resultado positivo no primeiro trimestre de 2021 mostra que a indústria de materiais de construção está sendo demandada, o que possibilita chegarmos a um crescimento de 4% ainda este ano. De qualquer maneira, é importante ressaltar que se faz necessário acelerar a vacinação em todo o país, bem como progredir nas pautas de reformas no Congresso Nacional, para que se minimizem potenciais impactos negativos das externalidades”, comenta Rodrigo Navarro, presidente da Abramat.

Fonte: AECweb

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29 abr 2021

Rodofort dobra volume de emplacamentos em 2021

Os negócios da Rodofort em 2021 estão aquecidos. No primeiro trimestre do ano a empresa entregou ao mercado 471 produtos ante 184 unidades no mesmo período de 2020. Isso representa variação positiva de 156%. “Nossa carteira de clientes está dividida entre agronegócios e logística de movimentação de produtos acabados”, diz Alves Pereira, diretor-geral da Rodofort.
Pouco mais da metade dos implementos rodoviários entregues pela Rodofort nos três primeiros meses do ano foram do tipo graneleiro e foram destinados aos clientes do agronegócio. Os demais produtos foram sider e baú alumínio, para os transportadores que em sua maioria atuam com pallets e que fazem a distribuição entre a indústria e o mercado de varejo; e porta-contêiner, para os operadores de cargas no modal marítimo.
A Rodofort voltou ao mercado em 2018 e produziu naquele ano 110 unidades. No ano seguinte, a companhia registrou 654 emplacamentos e no ano passado 1.350 implementos rodoviários da linha Pesada foram vendidos. Para 2021, a expectativa é chegar a 2.100 unidades entregues ao mercado. “Estamos consolidando nossa marca no mercado e os resultados crescentes mostram que nossa estratégia comercial é acertada”, explica o executivo.

Fonte: ANFIR

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29 abr 2021

Estados Unidos concedem US$ 20 milhões em doações a 31 pequenos estaleiros

O MARAD (Departamento de Administração Marítima dos Transportes dos Estados Unidos) está liberando quase US$ 20 milhões em doações para 31 pequenos estaleiros em 15 estados.
O Small Shipyard Grant Program ajuda pequenos estaleiros a se modernizar, aumentar a produtividade e criar empregos locais enquanto compete no mercado global, de acordo com um comunicado à imprensa do departamento e reportagens locais. Os subsídios podem ser usados para comprar equipamentos, treinar funcionários ou comprar equipamentos de manufatura feitos nos Estados Unidos, o que dá suporte a uma ampla gama de empregos em toda a base de manufatura dos Estados Unidos, de acordo com o MARAD.
“As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia americana e os pequenos estaleiros desempenham um papel crítico na indústria marítima da América”, disse o secretário de Transportes dos Estados Unidos, Pete Buttigieg, em um comunicado. “Essas doações vão diretamente para pequenos estaleiros em todo o país e ajudarão a proteger e criar empregos locais, fortalecer a indústria marítima da América e aumentar nossa segurança econômica”.
Os pequenos estaleiros geralmente são empresas familiares que empregam milhares de americanos, nos quais pequenos investimentos podem fazer grandes diferenças. Os projetos financiados vão desde a compra de equipamentos, como guindastes e soldadores, até expansões de edifícios e novas instalações de doca seca.
“Esses subsídios ajudarão as pequenas empresas a fazer o que fazem de melhor: construir infraestrutura essencial e, ao mesmo tempo, criar empregos de longo prazo para os trabalhadores americanos”, disse Lucinda Lessley, administradora marítima em exercício. “Melhores equipamentos significam maior produtividade e mais navios em movimento em nossos pequenos estaleiros – e mais navios significam mais empregos locais”.

Fonte: Revista Náutica

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22 abr 2021

Novo avião supersônico poderá viajar de São Paulo até Paris em 2 horas

Empresa americana de aviação, Aerion apresentou nesta semana um jato supersônico que promete voar até sete vezes mais rápido do que aviões comuns e que transportam passageiros de um país para outro. De acordo com a empresa, o modelo Aerion AS3 atinge a velocidade de 6.200 km/h. Um Boeing 747, por sua vez, atinge velocidade máxima de 933 km/h.

Para ter uma ideia melhor de quão rápido é isso, a nova aeronave fará o trajeto entre Paris e São Paulo em apenas duas horas. Para efeito de comparação, o trajeto feito por um Boeing tradicional leva algo em torno de 11 horas. Já o trajeto entre as cidades de Los Angeles e Tóquio poderá levar apenas 3 horas, em vez de 12 horas.

O jato poderá transportar 50 passageiros por uma distância de até 7.000 milhas náuticas (quase 13.000 quilômetros) ao mercado é apenas em 2026. O avião ainda está sendo projetado e deverá fazer seu design concluído até o fim deste ano.

Este é o segundo avião que faz parte da família de jatos da companhia. Antes do AS3, a companhia também apresentou o AS2, um modelo menor e com capacidade para transportar entre 8 e 12 passageiros. Este modelo está previsto para chegar em 2024, em um voo de teste. A estreia no mercado está prevista para 2026.

Fonte: Exame

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22 abr 2021

CNPE aprova resolução que cria o Programa Combustível do Futuro

Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta terça-feira (20/4), resolução que institui o Programa Combustível do Futuro, que tem como princípio o uso de fontes alternativas de energia e o fortalecimento do desenvolvimento tecnológico nacional. Com o programa, o Brasil dá mais um passo na liderança da transição energética mundial.
O Programa Combustível do Futuro tem como objetivo propor medidas para incrementar o uso de combustíveis sustentáveis e de baixa intensidade de carbono, bem como a aplicação de tecnologia veicular nacional, com biocombustíveis, com vistas a maior descarbonização da nossa matriz de transporte.
O Programa conta também com importantes diretrizes, entre as quais podemos citar: a coordenação interinstitucional e a integração de políticas públicas relacionadas ao setor automotivo e de combustíveis, como o RenovaBio, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, o PROCONVE, o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o Programa Rota 2030 e o CONPET. Outra importante diretriz do Programa é a avaliação da eficiência energético-ambiental por meio da análise do ciclo de vida completo do combustível, nos diversos modos de transporte.
Foi criado também o Comitê Técnico do Combustível do Futuro (CT-CF), que será composto por quinze órgãos e coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Caberá a esse comitê propor metodologia de avaliação do ciclo de vida completo dos combustíveis; recomendar medidas para aproximação dos combustíveis de referência aos combustíveis efetivamente utilizados pelo consumidor, bem como sugerir ações para fornecer ao cidadão informações adequadas para a escolha consciente do veículo em relação aos aspectos de eficiência energética e ambiental.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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22 abr 2021

Ação da Braskem salta 5,6% com possível venda de parte da empresa

As ações da Braskem (BRKM5, R$ 52,79, +5,62%) foram destaque mais uma vez, com alta de mais de 5%. Isso após a notícia do fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, Mubadala, já conversar com a Odebrecht, agora chamada de Novonor, sobre uma possível aquisição de sua fatia de 50,1% na Braskem, conforme informou o jornal O Estado de S.Paulo neste domingo.
A venda dessa participação, que foi dada no passado como garantia a empréstimos tomados pelo grupo junto aos maiores bancos brasileiros, está prevista no plano de recuperação judicial da Odebrecht.

Fonte: InfoMoney

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22 abr 2021

Europa projeta rede de 40.000 km para transportar hidrogênio

Uma rede de cerca de 40.000 quilômetros para o transporte de hidrogênio na Europa até 2040. É este o cenário imaginado pelos Tso europeus – isto é, os operadores das redes de gás – no projeto “Extending the European Hydrogen Backbone”, que pretende dar outro impulso para a descarbonização.

Essa gigantesca infraestrutura seria criada aproveitando os gasodutos existentes, que representariam 69% desse futuro backbone europeu de hidrogênio. Os 31% restantes seriam construídos do zero para conectar os países que agora estão mais isolados. O investimento para um plano tão ambicioso seria entre 43 e 81 bilhões de euros.

A iniciativa envolve 23 operadores de redes de transporte de 21 países europeus, incluindo a italiana Snam, que já faz experiências com o transporte de hidrogênio em redes de gás com resultados que neste momento a certificadora Rina definiu como “positivos”.

O relatório afirma que o custo médio de transporte por 1.000 quilômetros ficará entre 11 e 21 centavos por quilograma de hidrogênio. Entretanto, do lado da produção, lembre-se que a União Europeia já se comprometeu com o projeto Prometheus, que visa reduzir os custos de produção do hidrogênio “verde”, ou seja, aquele produzido exclusivamente a partir de fontes renováveis.

Fonte: InsideEVS

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