11 mar 2021

Indústria 4.0 reage melhor à crise pós-pandemia

Enquanto milhares de empresas não suportaram a crise gerada pela pandemia, a Márcio May Sports, especializada na produção de roupas para ciclistas, triplicou o número de empregados e aumentou a capacidade de produção em seis vezes.

Tudo só foi possível graças ao investimento de R$ 400 mil na compra de uma de uma solução integrada de software e hardware para automação do corte de tecidos, por meio de um empréstimo do Inovacred 4.0, uma linha da Finep com prazos dilatados e juros reduzidos para estimular a inovação.

Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que empresas com tecnologias 4.0 reagiram melhor à crise.

Apesar de ser encarado por muitos executivos como custo ou um item de baixa prioridade, a pesquisa revelou que o investimento na indústria 4.0 é revertido em lucratividade, melhores perspectivas e maior capacidade de adaptação do negócio em um cenário adverso.

Entre as empresas que têm até três tecnologias integradas aos processos, 54% já registravam, em novembro, um lucro igual ou maior que o do período pré-pandemia. A falta de recursos foi apontada como o maior obstáculo para a inovação ou incorporação de tecnologias para 35% dos executivos.

Esse não foi um problema para Márcio May. Ele recorreu ao financiamento da Finep focado em apoiar as empresas que querem implementar tecnologias da indústria 4.0 e conseguiu dar um salto de produtividade.

“Com a pandemia, as pessoas passaram a andar mais de bicicleta. Assim que percebemos o aumento da demanda optamos por comprar o equipamento que nos permitia atender os nossos clientes a tempo e com qualidade. Foi quando conhecemos a Inovacred”, afirmou o ciclista profissional que já participou de três olimpíadas e, após parar de competir, abriu a empresa.

Em poucos meses a capacidade de produção mensal saltou de 2 mil para até 12 mil peças. O número de empregados diretos foi de sete para 20, e as costureiras que prestam serviços para a empresa mais que triplicaram. Eram oito e agora são 30.

“Tudo foi muito rápido, da decisão até a compra do equipamento com o empréstimo. Não foram mais de dois meses. Além de aumentarmos nossa capacidade de produção de duas mil para até 12 mil peças por mês, o valor das parcelas do financiamento é menor que o custo médio mensal que pagávamos pelo corte dos tecidos. Além disso, conseguimos ter um maior controle sobre a qualidade final do nosso produto”, disse May.

Fonte: Exame

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11 mar 2021

Siemens Gamesa cresce em eólica e mira novas áreas

A Siemens Gamesa vê espaço para ampliar sua atuação em energias renováveis no Brasil e se tornar uma grande provedora de produtos e soluções para segmentos que prometem encontrar terreno fértil no país no futuro, como os parques híbridos, as eólicas “offshore” (em alto mar) e o hidrogênio verde.

“Nossa ambição é ser o ‘player’ puro sangue em renováveis, aquele que sabe gerir essa complexidade de fontes de geração. Queremos usar nossa aposta de longo prazo no mercado ‘onshore’ [eólico] no país como a base de sustentação para agregar esses outros elementos do nosso portfólio, com desenvolvimento e produção local”, afirma o diretor geral da Siemens Gamesa no Brasil, Felipe Férres.

Estabelecida no país há quase 10 anos, a Siemens Gamesa é a segunda maior fornecedora de aerogeradores para o mercado nacional, com cerca de 1,75 mil equipamentos instalados, somando 3,6 gigawatts (GW) de capacidade, e mais 2,4 GW a entregar. No mundo todo, já forneceu mais de 95 GW em turbinas e é líder no segmento eólico offshore.

Com carteira de pedidos recheada, companhia amplia fábrica na BA e faz novos acordos com fornecedores. “Considerando apenas o eólico onshore, o Brasil representa cerca de um décimo da nossa receita global. A perspectiva é de que isso aumente, porque o mercado brasileiro tem crescido a passos largos. Independentemente disso, é uma escolha estratégica investir aqui no longo prazo, o país está entre os cinco mercados que prestamos mais atenção e temos ambição de crescer”, diz Férres.

Fonte: Valor

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11 mar 2021

Produção de caminhões foi 29% maior em fevereiro

A produção de caminhões segue em alta no Brasil: no mês passado saíram das linhas de produção 11,8 mil unidades, volume 29,3% maior do que o registrado em fevereiro de 2020, segundo a Anfavea, que divulgou os resultados do mês na sexta-feira, 5. Na comparação com janeiro o crescimento foi de 37,9%.

O incremento na produção foi puxado pelo trabalho das montadoras durante o carnaval, que não pararam com o cancelamento do feriado por causa da pandemia: “Isso também mostra a tentativa das empresas em contornar as dificuldades com componentes e logística para recuperar um pouco de estoque. No ano passado a pandemia derrubou o volume estocado”, disse Marco Saltini, vice-presidente da Anfavea.

No bimestre a produção somou 20,4 mil unidades, alta de 24,9% com relação ao mesmo período de 2020, quando a demanda por caminhões ainda estava em ritmo menor, segundo Saltini,

Acompanhando a produção as vendas cresceram 21,4% na comparação com fevereiro do ano passado, somando 7,8 mil licenciamentos, o melhor resultado para o período desde 2014 e o melhor volume mensal desde outubro de 2014: “É nesse ritmo que queremos seguir, com vendas mensais de 7,5 mil a 8,5 mil unidades. A força do agronegócio segue impactando positivamente”.

As vendas de caminhões pesados e semipesados representaram 70% do mercado em fevereiro, sendo que no primeiro segmento a Volvo liderou o mercado com 1,2 mil licenciamentos. A Mercedes-Benz Ficou em segundo lugar com 993 unidades vendidas e a Scania em terceiro, com 788.

No segmento de semipesados a Volkswagen Caminhões e Ônibus somou 1,1 mil veículos entregues, garantindo a liderança do segmento. O segundo lugar ficou, mais uma vez, com a Mercedes-Benz que vendeu 696 caminhões, seguida pela Volvo com 147 emplacamentos.

Fonte: Autodata

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11 mar 2021

Tecniplas completa dez anos de oblatação de tanques de PRFV

A Tecniplas é a precursora no Brasil da oblatação de tanques de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro). Há exatos dez anos a empresa introduziu esse sistema no Brasil, tecnologia que abriu um novo mercado para o PRFV: o dos megatanques.

Em linhas gerais, a oblatação permite que as seções dos tanques sejam ovalizadas e acinturadas, assumindo o formato semelhante ao de um “oito”. Dessa maneira, um reservatório de 15 metros de diâmetro, após a oblatação, fica com 5 metros, dimensão adequada às normas brasileiras de transporte rodoviário. No local de instalação, as seções são redimensionadas e, de forma manual, laminadas umas sobre as outras.

“No passado, uma das barreiras para a evolução dos megatanques de compósitos em PRFV era o transporte. Até que, em 2010, trouxemos dos EUA a tecnologia de oblatação”, lembra Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Na ponta do lápis, a oblatação pode reduzir o tempo de transporte de 90 para 10 dias. Também permite transportar, dependendo do diâmetro do tanque, dois ou três anéis em uma mesma carreta. “Ou seja, significa um ganho logístico considerável”, comenta.

Maior tanque de PRFV do Brasil

Ao longo dos últimos anos, a Tecniplas fabricou dezenas de reservatórios oblatados, sendo a maioria voltada à armazenagem de produtos químicos corrosivos. “O histórico de aplicações em ambientes agressivos habilita plenamente a utilização dos nossos megatanques no setor de saneamento”, observa Rossi.

Com capacidade de 3 milhões de litros e 15 metros de diâmetro, o maior tanque de compósitos em PRFV até hoje produzido pela Tecniplas – e o maior de que se tem notícia no Brasil – foi fornecido em 2016 para uma empresa da área de mineração.

Fonte: SLEA Comunicação

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11 mar 2021

BYK oferece o primeiro aditivo certificado do mundo para usinas eólicas

Como primeiro fabricante de especialidades químicas em todo o mundo, a BYK agora tem em seu portfólio um aditivo com certificação Germanischer Lloyd: BYK-C 8001. Isso significa que os fabricantes de turbinas eólicas podem usar o agente de acoplamento de polímero em seus sistemas de resina epóxi reforçada com fibra de vidro – um elemento importante na eficiência de recursos no mercado em expansão global de energia eólica.

Via de regra, as pás do rotor para turbinas eólicas são fabricadas em plástico reforçado com fibra de vidro, material para o qual a BYK fornece produtos há décadas. Uma única pá de rotor costuma pesar mais de quatro toneladas – e cada turbina eólica tem três dessas pás de rotor.

É aqui que entra o novo BYK-C 8001. O aditivo aumenta significativamente a resistência mecânica do material e, consequentemente, a robustez da pá do rotor, de forma que pás do rotor mais longas podem ser fabricadas com praticamente o mesmo peso. Como o mercado de energia eólica – assim como o mercado de aviação – somente utilizam recursos e matérias-primas certificados, a BYK decidiu solicitar a certificação do BYK-C 8001, realizada pela Germanischer Lloyd (DNV GL), certificadora reconhecida mundialmente.

Fonte: BYK

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04 mar 2021

Compósitos viabilizam primeiro projeto arquitetônico da Pininfarina no Brasil

Molduras das lajes de edifício construído pela Cyrela em São Paulo foram produzidas pela Gatron 

São José dos Pinhais, PR – O setor de compósitos, um tipo de plástico que combina resinas e reforços mecânicos, como fibras de vidro, costuma afirmar que a liberdade de design é uma das maiores vantagens para quem projeta com o material. Algo subjetivo, talvez, até que você se veja diante da fachada do edifício Heritage, que a Cyrela construiu em São Paulo. Primeiro empreendimento brasileiro com design assinado pelo estúdio Pininfarina – sim, o mesmo de alguns carros da Ferrari –, o Heritage conta com molduras de revestimento das lajes fabricadas pela paranaense Gatron, referência em processamento de compósitos.

“Esse projeto é um marco não só para a Gatron, mas também para o mercado brasileiro de compósitos”, resume Jean Zolet, diretor da empresa situada em São José dos Pinhais e mais conhecida por fabricar componentes de turbinas eólicas – nacelles e spinners, por exemplo.

Para tirar do papel o design dinâmico e repleto de curvas criado pelo estúdio italiano, a Cyrela imaginava ter de usar concreto, tanto que as lajes foram estruturadas para suportar várias toneladas. Outra possibilidade aventada pela construtora foram painéis de ACM, mas essa alternativa, por exigir muitas emendas, interrompia a fluidez das linhas desenhadas pela Pininfarina.

“Em contrapartida, os compósitos permitem a fabricação de peças curvas, quase sem emendas, leves e resistentes à corrosão e ao intemperismo”, detalha Lilian Basílio, arquiteta da Gatron.

Para efeito de comparação, um dos maiores componentes das molduras do Heritage – assemelha-se à letra “J” – tem 4 m de altura e 6 m de comprimento. Seu peso, em compósitos, é de 250 kg, mas seria de 1,5 tonelada se fosse de concreto. No caso do ACM, as placas têm comprimento médio de 1,5 m, contra 8 m dos painéis compósitos.

“Reduzimos bastante o número de emendas e, por conta da elevada estabilidade dimensional típica dos compósitos, alinhamos perfeitamente as peças aos guarda-corpos e às peles de vidro das sacadas, outra exigência do projeto”. O gap máximo aceito pela Cyrela – e cumprido pela Gatron – era de somente 2 mm. A propósito, a preocupação com o dimensional foi tão grande que a Gatron chegou a construir um protótipo da laje do Heritage em sua fábrica. “As peças só seguiam para São Paulo depois de validadas dimensionalmente no protótipo”, lembra Lilian.

Pintura automotiva

Com cerca de cem pessoas envolvidas no projeto, a Gatron produziu 3 mil m² de molduras de compósitos para as lajes das 33 unidades do Heritage, daí contando a cobertura, mais algumas peças instaladas nas áreas comuns. Como não poderia deixar de ser, todas foram pintadas com tinta metálica à base de poliuretano, a mesma usada em carros.

O processo fabril escolhido pela Gatron foi a infusão, tecnologia comumente empregada na fabricação de lanchas e pás eólicas. Mais: todas as peças foram moldadas com resinas autoextinguíveis, de acordo com as exigências da Instrução Técnica nº 10, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

“Esse trabalho nos permite mostrar aos arquitetos brasileiros que os compósitos são excelentes aliados para executar qualquer tipo de fachada. E, o melhor, com benefícios adicionais à liberdade de design, como leveza, durabilidade e redução de custo, pois dispensam uma maior estruturação das lajes”, conclui o diretor da Gatron.

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Sobre a Gatron

Fundada em 1989, na cidade de São José dos Pinhais (PR), a Gatron é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções por meio da transformação de materiais compósitos e plásticos de engenharia. Com forte presença nos setores de geração de energia eólica, agrícola e automotivo, a Gatron atua em todas as etapas dos projetos, da concepção e modelagem à execução, acabamento e instalação. Mais em www.gatron.com.br.

Fonte: SLEA Cominucação

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04 mar 2021

Lucro da Irani sobe 140% e soma R$ 33,9 milhões no quarto trimestre

A Irani Papel e Embalagem (RANI3) registrou lucro líquido consolidado de R$ 33,9 milhões no quarto trimestre. A cifra é 140% maior que a do mesmo período do ano retrasado, e 33% superior ao reportado entre julho e setembro.

A receita líquida cresceu 25% na comparação entre os últimos trimestres de 2020 e 2019 e alcançou R$ 290,1 milhões. Um número, porém, deve desagradar os analistas e investidores. Trata-se da queda de 22,6% do ebitda ajustado, para R$ 62,4 milhões.

A margem ebitda também sofreu uma forte deterioração de 13,1 pontos percentuais e encerrou dezembro em 21,5%.

Fonte: Money Times

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04 mar 2021

Bens de capital, agroindústria e automotivo serão os mais dominados pelas tecnologias 4.0, diz estudo da CNI

Os setores industriais de bens de capital, agroindústria e automotivo são os que mais apostam na dominância de tecnologias 4.0 para a competitividade dos negócios até 2027. E para chegar até esse cenário, inovação e tecnologia devem ser prioridade zero para governos e empresas. É o que mostra pesquisa inédita do Projeto Indústria 2027, iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com os institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp).

A pesquisa de campo foi realizada com 753 empresas de dez setores industriais:  aeroespacial, agroindústrias, automotivo, bens de capital, bens de consumo, farmacêutica, insumos básicos, petróleo e gás, química e tecnologias da informação e comunicação. 65% dos entrevistados disseram que as tecnologias avançadas – inteligência artificial, internet das coisas, nanotecnologia, novos materiais, biotecnologia, produção conectada, entre outras –  terão alto ou muito alto impacto no futuro da indústria na próxima década.

Entretanto, para alguns setores, o impacto será maior. Para 71% dos representantes de bens de capital, a inovação terá influência alta ou altíssima sobre o desempenho do setor. Na agroindústria, a opinião é de 70% dos representantes e no automotivo, 68% pensam o mesmo.

Segundo o documento, se as expectativas se realizarem, as transformações na indústria se darão, principalmente na produtividade e na competitividade do produto brasileiro. “As empresas serão mais eficientes e produtivas e capazes de prover bens e serviços atualizados e adequados às demandas dos consumidores; as cadeias de valor terão intensidade tecnológica avançada; as empresas estarão disputando mercados em ambiente competitivo onde seus concorrentes também possuem nível tecnológico elevado”, afirma o estudo.

Fonte: CNI

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04 mar 2021

Embraer vende mais 19 aviões Ipanema em um só mês e já chega a 27 no ano

A Embraer anunciou hoje, 3 de março, que a sua divisão de aviação agrícola registrou a venda de mais 19 aeronaves EMB-203 Ipanema somente no mês de fevereiro, totalizando 27 aeronaves comercializadas no ano.

Este volume de vendas no primeiro bimestre já é 8% maior do que o total negociado durante todo o ano de 2020. O segundo mês consecutivo de alta nas vendas reflete o desempenho favorável do agronegócio brasileiro e as inovações tecnológicas incorporadas na nova versão da aeronave.

O destaque no período ficou para as empresas aeroagrícolas que prestam serviços especializados de pulverização aérea. Embora a demanda pelo Ipanema permaneça tendo maior intensidade no Centro-Oeste, o principal polo agrícola do Brasil, o ritmo de vendas deste ano também tem sido crescente em outras regiões.

Com quase 1.500 unidades entregues, o Ipanema ocupa a liderança do segmento agrícola com 60% de participação no mercado nacional. Seu protagonismo na agricultura de precisão combina alta tecnologia e tradição de um produto que evolui continuamente para atender aos requisitos de alta produtividade e baixo custo operacional.

O Ipanema 203, o modelo mais atual da série, conta com aprimoramentos como substituição de peças da asa por outras com nova geometria e material em aço inox mais resistente. Essa solução posterga ainda mais eventuais desgastes gerados pela condição severa natural da operação no campo e despesas com manutenção ao longo dos anos.

O novo pulverizador aéreo também tem um novo design no capô do motor, com novas grades de saída de ar, garantindo maior refrigeração.

Fonte: AeroIn

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04 mar 2021

Usina Coruripe deverá encerrar a safra 20/21 com faturamento de R$ 3 bilhões

Usina Coruripe deverá alcançar resultado recorde na safra 2020/21, que se encerra no dia 31 de março. Isso é o que apontam as demonstrações contábeis da companhia auditadas pela PwC Brasil e publicadas na última semana.

O faturamento previsto é de aproximadamente R$ 3 bilhões (22,4% superior aos R$ 2,45 bilhões na safra anterior) e o Ebitda ajustado deve chegar a R$ 1,11 bilhão, um crescimento de 15% em relação à safra 2019/20 (R$ 967 milhões). A estimativa de aumento do lucro líquido é de 220,4%: de R$ 92,35 milhões para R$ 295,9 milhões.

No balanço auditado relativo aos três trimestres da safra 2020/21 (abril a dezembro de 2020), a Usina Coruripe registrou receita operacional líquida de R$ 2,15 bilhões, 46,3% a mais que o resultado no mesmo período da safra anterior (R$ 1,47 bilhão).

O presidente da Usina CoruripeMario Lorencatto, afirma que “a companhia tem registrado resultados expressivos e a previsão é continuar nessa trajetória”. Ele destaca que a meta é produzir, até o final da safra atual (março de 2021), 22,8 mil sacas de 50kg de açúcar, o que representa aumento de 12,6% em relação à safra encerrada em março do ano passado.

Em relação ao etanol, haverá uma redução de 5,5% no volume: de 505,8 milhões de litros, em 2019/20, para 477,8 milhões de litros na safra atual. A produção de energia elétrica deve chegar a 755MWh, um aumento de 5,7% sobre os 714MWh gerados na safra anterior.

Fonte: Jornal Cana

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