25 mar 2021

Nissan confirma interrupção das atividades devido ao agravamento da pandemia

A Nissan confirmou nesta quarta (24) que vai interromper a produção em Resende por duas semanas devido ao agravamento da pandemia de Covid-19. Os 850 funcionários da unidade entrarão em férias coletivas na sexta (26), e a retomada está prevista para o dia 6 de abril.

Em nota, a montadora diz que busca a segurança de seus funcionários como parte do esforço de reduzir o impacto da pandemia, além de se adaptar ao cenário atual do setor automotivo para garantir a continuidade do negócio. A segunda frase é uma referência à falta de componentes nas linhas de montagem, problema comum às outras quatro fabricantes que anunciaram paradas na produção.

Fonte: Folha de Pernambuco

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25 mar 2021

Suzano fica mais perto de anunciar nova fábrica em MS

Os preços da celulose de fibra curta subirão novamente em abril, deixando a Suzano ainda mais perto de submeter ao conselho de administração o projeto de construção de uma nova fábrica, em Ribas do Pardo (MS), cujos investimentos estão estimados em até US$ 3 bilhões.

Ontem, durante o “Suzano Day”, a companhia revelou a dimensão do projeto, sem fornecer detalhes sobre o desembolso. Serão 2,3 milhões de toneladas por ano, o equivalente a cerca de 20% de sua atual capacidade instalada de celulose no mercado.

Fonte: Valor Econômico

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18 mar 2021

Pós-graduação em materiais compósitos e polímeros

Aulas remotas até o fim do distanciamento social

Horário: aulas quinzenais aos sábados, das 08h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30

Carga horária: 360 horas

Local: IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas – Av. Professor Almeida Prado, 532 – Prédio 56 – Térreo – Cidade Universitária – São Paulo / SP

Alguns módulos serão ministrados no Laboratório de Estruturas Leves do IPT em São José dos Campos (SP)

Investimento: 30 x R$ 790,00 (incluso o material didático – livros Compósitos 1, 2, 3, 4 e 5 digital)

Outras informações:

Andréa Valero – E-mail: cursos@ipt.br – Telefone: (11) 3767-4226

Fonte: ALMACO

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18 mar 2021

Unipar: lucro salta 109% e chega a R$ 289 milhões no quarto trimestre

A Unipar registrou lucro de R$ 289 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 109% em relação ao mesmo período de 2019, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta-feira (17).

No ano, o lucro disparou 114%, somando R$ 370 milhões.

Segundo a empresa, a elevação é decorrente, principalmente, do aumento da receita e, consequentemente, do lucro bruto.

Fonte: Money Times

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18 mar 2021

“Petrolistas” podem frear a nova era dos supercarros elétricos

Koenigsegg Gemera, que fez sua estreia pública mundial em março passado, tem uma carroceria de fibra de carbono com um visual quase tão impressionante quanto o de seu antecessor, o Koenigsegg Agera — veículo que até janeiro tinha a distinção de fabricação mais rápida da história. Ele também tem uma versão avançada das portas diedrais do Agera que, abertas, lembram asas levantando voo.  Enormes saídas de ar e retoques aerodinâmicos, por sua vez, tornam o veículo igualmente ameaçador.

Porém, uma diferença radical entre os dois supercarros não é visível até que se abra o capô: em lugar do motor V8 biturboalimentado que é o barulhento coração de 960 cavalos do Agera, o Gemera de 1,5 milhão de euros (1,8 milhão de dólares) tem um motor turboalimentado 2.0 e três cilindros — além de três motores elétricos. A combinação de combustão e tecnológica elétrica é boa o bastante para uma potência combinada de 1.700 cavalos. A previsão é que o Gemera vá de zero a 96,5 km/h (60 milhas por hora, no original em inglês) em menos de 2 segundos.

A montadora sueca não é a única marca de automóveis de elite em busca de energia elétrica para seu futuro. A Pininfarina lançou seu Battista totalmente elétrico de 1.900 cavalos em 2019, mesmo ano em que a Lotus revelou seu Evija elétrico de 1.973 cavalos. Ambos estão na fila da produção deste ano das empresas. A Ferrari, por sua vez, está fabricando seu híbrido SF90 Stradale, de 986 cavalos. A McLaren também revelou um Artura híbrido de 225.000 dólares, que usa um motor elétrico para chegar a 330 km/h (205 mph, no original).

Fonte: Exame

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18 mar 2021

Eólica tem novo recorde em 2020 nas Américas

A instalação de energia eólica adicionou quase 22 GW de nova capacidade nas Américas, aumento de 62% na comparação com o ano anterior. Os dados são da GWEC Market Intelligence e foram apresentados em evento online. O relatório completo sobre o desempenho da energia eólica no mundo será divulgado em 25 de março.

Como já revelado na semana passada por outro balanço, os Estados Unidos impulsionaram um crescimento recorde na América do Norte instalando quase 17 GW de nova capacidade em 2020. Para efeitos de comparação o volume somente do quarto trimestre foi mais elevado do que durante todo o ano de 2019. O crescimento do último ano foi de 85%.

O Brasil continua a liderar o crescimento da energia eólica na América Latina com a adição de 2,3 GW de nova capacidade em 2020. Houve ainda instalações recordes na Argentina (1 GW) e no Chile (684 MW) contribuindo com o melhor ano para o vento na região. Segundo o estudo, o resultado poderia ter sido melhor, já que o desenvolvimento da energia eólica no México, um dos maiores mercados latino-americanos, diminuiu 55% devido a vários desafios políticos para o setor.

De acordo com a GWEC Market Intelligence, a capacidade total de energia eólica na América do Norte e América Latina é de 136 GW e 34 GW respectivamente, o que ajuda a evitar 250 milhões de toneladas de emissões de CO2 por ano, o equivalente a retirar 1,2 bilhão de automóveis das estradas.

Fonte: Canal Energia

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18 mar 2021

Projetos sustentáveis no Brasil devem atrair até R$ 3,6 tri nos próximos 20 anos

O Brasil é um berço de oportunidades para investidores que avaliam injeções de capital com base em critérios socioambientais, segundo uma pesquisa inédita publicada hoje, 16, pelo Brazil Green Finance Programme, aliança entre os governos brasileiro e britânico para alavancar investimentos sustentáveis e acelerar a economia de baixo carbono. De acordo com o relatório, o potencial de captação no país chegará a 3,6 bilhões de reais nos próximos 20 anos.

O relatório “Oportunidades de investimento em infraestrutura sustentável no Brasil” foi liderado pela Carbon Trust, uma das empresas que pertencem ao consórcio de implementadoras do programa britânico no Brasil. O grupo também inclui companhias como a Ernst & Young, SITAWI e IMC Worldwide.

De acordo com o estudo, o Brasil concentra oito setores sustentáveis com potencial para investidores e para gerar impactos ambientais, econômicos e sociais positivos, e contribuir para que o país alcance as metas assumidas no Acordo de Paris. São eles: energia de baixo carbono, telecomunicações, saneamento básico, transporte urbano, portos e hidrovias, ferrovias, resíduos sólidos e iluminação pública.

Fonte: Portal Saneamento Básico

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18 mar 2021

Mineradora Anglo American vai investir até US$ 330 milhões no Brasil este ano

A mineradora Anglo American vai investir entre US$ 300 milhões e US$ 330 milhões no Brasil em 2021, orçamento 60% superior ao do ano passado.

Três quartos da cifra serão destinados à segurança, manutenção e aumento de produtividade do sistema de minério de ferro Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro (MG), principal projeto da empresa no país.

Após enfrentar uma série de reveses, o Minas-Rio teve em 2020 seu melhor desempenho financeiro e prevê alta de 4% na produção este ano, para 25 milhões de toneladas.

Impulsionado por uma combinação de aumento do preço médio do minério de ferro, maiores volumes de produção, desvalorização do real e custos menores, o Minas-Rio teve um incremento de 60% na geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que chegou a US$ 1,86 bilhão em 2020.

O montante representa cerca de 20% do Ebitda global da Anglo, que destaca no balanço a importância da operação brasileira na redução dos impactos da pandemia de covid-19 em seus negócios.

“Foi o melhor resultado da história do projeto, que começou a produzir em 2014”, disse o presidente da Anglo American no Brasil, Wilfred Bruijn.

Fonte: O Estado de São Paulo

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15 mar 2021

Otimistas, apesar de tudo

O início deste ano tem se mostrado bastante desafiador para o setor brasileiro de compósitos. Vivemos um período de altas generalizadas nas cotações dos insumos e, em alguns casos, até de escassez de alguns deles. Por mais que o Brasil não seja formador de preços na cadeia petroquímica, essas oscilações sempre geram desgastes, pois o repasse está longe de ser uma tarefa das mais fáceis.

Em paralelo, com o agravamento da pandemia e a morosidade na vacinação em massa, vemos preocupados os efeitos de mais um período de restrições que, naturalmente, impactarão de forma negativa a economia.

Mesmo diante desse cenário, permanecemos otimistas com o desempenho da nossa indústria em 2021, ainda que seja impossível, por ora, determinar um percentual de evolução. O aquecimento da demanda deve vir principalmente dos mercados de construção civil, transportes, geração de energia eólica e, mais atrás, infraestrutura, esse bem mais dependente de liberação da escassa verba governamental.

O ano passado também foi muito difícil e, mesmo assim, graças à versatilidade dos compósitos e a sua presença em centenas de mercados, foi possível fechar o ano de forma equilibrada.

Assim como a maioria dos setores, vivemos em 2020 uma verdadeira montanha russa. Depois de dois primeiros meses excelentes, a pandemia atingiu em cheio as empresas que representamos – mais de 70% recorreram a reduções de jornadas e cerca de 40% a demissões. Até que, a partir de julho, o cenário mudou. Foi uma recuperação tão forte que surpreendeu inclusive os mais otimistas.

Uma das maiores evidências dessa subida abrupta das vendas de compósitos pôde ser ilustrada pelo giro das piscinas. Presas em casa, as pessoas passaram a investir em opções domésticas de lazer, e as “piscinas de fibra” viraram um sucesso absoluto de vendas.

ALMACO 2021

Em relação às atividades da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o distanciamento social infelizmente ainda impede a realização de cursos presenciais. Mas essa tem sido a única mudança em nossa rotina, hoje conduzida quase que integralmente de forma remota.

Todos os nossos comitês mercadológicos continuam operando de forma regular, a nossa presença nas redes sociais está cada vez mais intensa – a página da ALMACO no Instagram entrou no ar no início do mês –, a realização de webinars técnicos e da série “Compósitos em Foco” de entrevistas segue normalmente e a primeira pós-graduação em compósitos e polímeros de São Paulo está prevista para acontecer, em breve, de forma online até o término da pandemia. Fora todas as parcerias e ações em conjunto com entidades correlatas que continuam a todo o vapor.

Enfim, seguimos confiantes de que chegaremos ao final de 2021 contabilizando um ano de muitos desafios, mas também de muitas conquistas.

Erika Bernardino Aprá é presidente da ALMACO

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11 mar 2021

Produtos químicos de uso industrial mantêm crescimento em 2021

Produção, vendas internas e demanda dos produtos químicos de uso industrial mantém ritmo de crescimento em 2021 Mas aumento nos preços do petróleo Brent e da nafta petroquímica pressionam custos de produção no mercado internacional e doméstico.

Os principais índices que medem o desempenho dos produtos químicos de uso industrial tiveram em janeiro de 2021 resultados positivos na comparação com o mesmo mês do ano passado. A produção teve crescimento de 8,08%, as vendas internas tiveram elevação de 6,7% e o consumo aparente nacional (CAN), resultado da soma da produção mais importação excetuando-se as exportações, cresceu 8,8%, segundo levantamento da Abiquim.

Já a utilização da capacidade instalada foi de 76%, dois pontos acima do registrado em janeiro de 2020. No período de 12 meses, de fevereiro de 2020 a janeiro de 2021, na comparação com os 12 meses anteriores, a produção teve crescimento de 1,25%, as vendas internas subiram 1,97% e o CAN teve crescimento de 12,4%. Apesar de serem números positivos, que indicam melhora na produção e principalmente na demanda por produtos químicos, eles também evidenciam a falta de competitividade da indústria nacional, representada pela elevada penetração do produto importado, que corresponde a 46% do CAN.

As importações pesavam 7% do CAN em 1990 e praticamente todo o crescimento da demanda que ocorreu no País de 1990 até hoje foi absorvido por elevação das importações.

A característica da indústria química nacional é ser “tomadora” e não “formadora” de preços, e em janeiro, o Real se desvalorizou 5,37%, em relação ao dólar e os preços do petróleo Brent e da nafta petroquímica no mercado internacional, convertidos para reais, tiveram aumentos de 20,58% e de 14,90%, respectivamente, na comparação com dezembro, pressionando os custos de produção e preços tanto no mercado internacional quanto no Brasil. O efeito combinado desses fatores está refletido no índice de preços praticado no mercado interno, que teve alta de 6,68% em janeiro e no preço médio das importações totais dos produtos avaliados no Relatório de Acompanhamento Conjuntural (RAC) da Abiquim, que subiu 39,8% ante janeiro de 2020 (preço médio em dólares convertido em reais).

Fonte: Informe Abiquim

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