04 mar

Tecniplas reforça a adequação dos tanques de PRFV para a armazenagem de água potável

Líder em reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas acaba de reforçar, mais uma vez, a plena adequação do material ao contato com água potável – o PRFV é mais conhecido por armazenar produtos químicos corrosivos.

Da sua planta em Cabreúva, no interior de São Paulo, foi despachado recentemente um tanque de 70 m³ para a cidade catarinense de Rio do Sul, onde fica o loteamento residencial Parque Vila Verde, da LBP Empreendimentos. O reservatório permitirá à Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), a concessionária local, substituir as caixas d´água antigas e desativar o reservatório de concreto até então utilizado.

“Tanques como esse têm capacidade para suprir, em média, a demanda de 400 pessoas/dia”, calcula Roberto Fukumaru, representante da Tecniplas em Santa Catarina.

Para ter condições de armazenar água potável, observa Fukumaru, os reservatórios foram produzidos com resinas que possuem o Laudo de Inocuidade, conforme exigência da Portaria de Consolidação n° 5, de 28/09/2017, do Ministério da Saúde – Anexo XX (antiga Portaria 2914/2011).


Tanque de PRFV x tanque de concreto

Por ser muito poroso, o concreto requer a impermeabilização com borracha. Além de elevar o preço do tanque, esse revestimento tem vida útil limitada. Então, depois de três ou quatro anos, a água começa a atacar a estrutura de aço presente no concreto, exigindo investimentos pesados em manutenção ou até mesmo a troca do reservatório. Os compósitos em PRFV, por sua vez, são imunes à corrosão, possuem elevada resistência mecânica e podem ser formulados com resinas próprias para o contato com a água potável.

Tanque de PRFV x tanque de aço

Frente ao tanque de aço vitrificado, opção importada e mais recente para a armazenagem de água, os reservatórios de PRFV também oferecem diversos benefícios. A instalação é muito mais simples, pois são equipamentos monolíticos. Ao contrário dos tanques vitrificados, compostos por milhares de placas parafusadas, o que também pode significar pontos de vazamento depois de alguns anos. Outras vantagens ficam por conta da facilidade de manutenção dos compósitos em PRFV e o fato de toda a sua cadeia produtiva ser local. Trata-se de um material bem mais protegido contra as oscilações cambiais.

 Fonte: SLEA Comunicação

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