31 mar 2021

JEC divulga panorama da indústria global de compósitos

Uma cadeia de valor com mais de 40 segmentos diferentes, produção estimada em 11,7 milhões de toneladas, faturamento de US$ 83 bilhões e participação de centenas de milhares de pessoas em todo o mundo.

Essa é a indústria global de compósitos, de acordo com a quinta edição do Composites Landscape, que a JEC Composites publicou recentemente.

Como a própria JEC declara, trata-se de um trabalho em andamento e longe de estar completo – a próxima edição será divulgada durante a JEC Composites Connect, em 01-02/06.

Para incluir a sua empresa no Composites Landscape, envie o logo, a categoria e a subcategoria nas quais ela se enquadra para composites-landscape@jeccomposites.com.

Fonte: ALMACO

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31 mar 2021

Basf, Natura, Henkel e Braskem criam “bitcoin” da reciclagem

A Fundação Espaço Eco, instituição criada e mantida pela Basf, está coordenando um projeto que busca criar uma moeda digital para materiais de reciclagem. Batizada de reciChain, a iniciativa conta com a participação de Natura, Henkel, Braskem, entre outras empresas, principalmente do setor químico.

Segundo Rafael Viñas, gerente de operações da fundação, a iniciativa surgiu dentro da Basf. “Há um edital interno para fomento de negócios de impacto”, explicou Viñas, que foi o convidado desta semana do podcast ESG de A a Z, produzido pela EXAME. “Mas, entendemos que, para ter massa crítica, era necessário criar um consórcio de empresas.”

Com a tecnologia de blockchain, o consórcio criará tokens cuja finalidade é atestar a veracidade das informações, como a qualidade e as condições de origem dos materiais, e garantir que embalagens e outros produtos recicláveis não foram para em aterros ou lixões. As empresas participantes ou têm obrigações legais de fazer essa logística reversa, ou fizeram compromissos públicos de reduzir o descarte, como no caso da Natura.

Fonte: Exame

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31 mar 2021

Mudança de Volkswagen para Voltswagen nos EUA é mentira

A Volkswagen dos Estados Unidos mentiu “de forma oficial” ao emitir um comunicado de imprensa e imagens afirmando que mudaria seu nome para Voltswagen. De acordo com a Reuters, tudo foi pensado como estratégia de marketing em uma pegadinha de 1º de abril, embora ainda faltem dois dias para a data. Desta forma, atualizamos o texto com a informação verdadeira.

Tudo foi feito de forma oficial. A Volkswagen emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira (30) afirmando que passaria a usar o nome Voltswagen nos Estados Unidos a partir do mês de maio, de acordo com um breve comunicado à imprensa disponível no site da montadora, que já foi apagado.

“Podemos estar trocando nosso K por um T, mas o que não estamos mudando é o compromisso desta marca em fazer os melhores veículos para motoristas e pessoas em todos os lugares”, dizia Scott Keogh, presidente e CEO da Voltswagen da América em o anúncio oficial. “A ideia de um ‘carro do povo’ é a própria estrutura do nosso ser. Dissemos, desde o início de nossa mudança para um futuro elétrico, que construiríamos EVs para milhões, não apenas para milionários. Essa mudança de nome significa um aceno para o nosso passado como o carro do povo e nossa firme convicção de que nosso futuro está em ser o carro elétrico do povo”.
Fonte: Motor1

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31 mar 2021

CCR inicia estudos para expansão de linhas de metrô 5 e 17 de São Paulo

A CCR informou que foi celebrado aditivo ao contrato da ViaMobilidade, sua controlada direta e concessionária da Linhas 5 e 17 do Metrô de São Paulo, e o Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Transportes Metropolitanos. O comunicado foi feito pela empresa (BOV:CCRO3), na terça-feira (30).

O Contrato de Concessão estabeleceu a possibilidade de se atribuir à ViaMobilidade a responsabilidade pela elaboração dos competentes estudos e execução dos futuros investimentos relacionados à implantação, de forma integral, de trechos de expansão das Linhas 5 – Lilás e 17 – Ouro do Metrô de São Paulo, em condições a serem acordadas com o Poder Concedente em termo aditivo próprio, inclusive no que concerne ao reequilíbrio econômico financeiro da concessão.

A assinatura do Termo Aditivo nº 01 ao Contrato de Concessão da ViaMobilidade traduz o respeito do Grupo de CCR à parceria de longa data com o Estado de São Paulo e ao seu compromisso com o desenvolvimento da infraestrutura no Estado.

Fonte: ADVFN News

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31 mar 2021

Eternit compra concorrente do setor de telhas Confibra por R$ 110 milhões

A Eternit, que está em recuperação judicial, anunciou nesta segunda-feira (29) que comprou a fábrica de telhas Confibra por R$ 110 milhões.
De acordo com o anúncio, o preço da compra pode sofrer alguns ajustes.

A Confibra é uma fábrica de telhas de fibrocimento e está localizada em Hortolândia, interior de São Paulo, o maior mercado consumidor do produto no país, onde a Eternit não possui unidade industrial deste segmento.

“A aquisição representará um aumento de capacidade de cerca de 20% no parque industrial de produção de telhas de fibrocimento e está em linha com a estratégia de crescimento e consolidação setorial, proporcionando elevação imediata da capacidade instalada e da participação de mercado da Eternit, sem provocar excedente de produção na indústria”, informou a Eternit.

A empresa também destacou que haverá captura de sinergias com o ganho de escala de produção, com destaque para a ocupação plena da unidade de Manaus, que passará a fornecer as fibras de polipropileno para a Confibra, como já faz para a demais unidades da Eternit.

Fonte: Monitor do Mercado

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31 mar 2021

Volvo e Marcopolo exportam 30 ônibus urbanos para a Guatemala

A Volvo Buses e a Marcopolo anunciaram na terça-feira, 30, que realizaram o embarque de 30 ônibus urbanos para a Guatemala. Trata-se da primeira negociação das duas fabricantes com a prefeitura de Santa Catarina Pinula, município localizado na região metropolitana da Cidade de Guatemala, e visa compor a frota que será usada no novo corredor do Transpinula, serviço de transporte público da cidade, que vai se integrar a uma linha de BRT da capital guatemalteca, proporcionando mais rapidez, conforto e segurança aos usuários. Todos os veículos têm chassi Volvo B270F, com motor Euro 5 de 270 cavalos e alto torque, enquanto a carroceria é Marcopolo Torino.

“Este novo fornecimento é muito importante, pois representa a primeira venda da Marcopolo para essa cidade da Guatemala e reforça a nossa presença na América Central”, afirmou André Vidal Armaganijan, diretor de operações internacionais e comerciais da Marcopolo. “As exportações foram prejudicadas pela pandemia no ano passado e seguem em ritmo abaixo dos volumes históricos, mas acreditamos que, gradativamente, vamos retomar as vendas para as Américas de forma geral e África”, completou.

“A inauguração do corredor é o primeiro passo para um novo sistema de transportes em Santa Catarina Pinula. Vencer a licitação, fornecer com exclusividade os ônibus e participar do começo dessa transformação é muito relevante para a Volvo, uma marca que tem longa tradição e experiência em sistemas integrados de transporte de passageiros”, declarou Alexandre Selski, diretor de vendas estratégicas da Volvo Buses na América Latina.

Os novos ônibus têm 11,5 metros de comprimento, capacidade para 62 passageiros, sendo 33 sentadas e sistema inteligente de renovação do ar CityVent, além de itens de soluções Biosafe, da Marcopolo, como pega-mãos com material antimicrobiano e dispenser de álcool em gel junto à porta dianteira. Para maior segurança, os veículos também possuem quatro câmeras de monitoramente externo e interno.

Fonte: Automotive Business

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25 mar 2021

Digitalização chega à construção civil

A pandemia da Covid-19 afetou diretamente a economia, a saúde pública, o mercado de trabalho e a rotina das famílias brasileiras. Mais do que isso, ela provocou mudanças profundas na sociedade, como o aceleramento da digitalização, novos hábitos de consumo, implantação do home office, entre outras.
E foi por conta destas transformações que a Intec Brasil, plataforma de informações e contatos para a construção civil, viu seu faturamento e número de clientes dispararem. Na contramão da economia brasileira, a empresa registrou crescimento de 14% e 52%, respectivamente.
Em meio a um mercado exclusivamente presencial, a Intec Brasil oferece a oportunidade de vendedores continuarem em contato com as 14.000 obras em andamento por todo o Brasil, principalmente neste momento de isolamento social.
Ela monitora as atividades de construtoras e incorporadoras e disponibiliza para seus clientes o contato do responsável pela compra de materiais de construção, de acordo com o momento da obra. Além de fornecer dados técnicos e comerciais, ainda oferece um serviço de CRM para gerência dos clientes e maior efetividade de vendas.
Com tecnologias como geolocalização e agenda de follow up, a startup paulistana, que surgiu em 2017, ganhou força no mercado e provocou uma mudança profunda na rotina dos vendedores e das construtoras, como explica o fundador da empresa, Bruno Silva.

Fonte: Revista Grandes Construções

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25 mar 2021

Mercado de motos elétricas agora tem opções para todos os bolsos

A Volcon Grunt não é uma motocicleta típica. Tem grandes pneus de borracha e um único farol LED tipo ciclope. Não é uma cruiser ou para corridas de rua. Na verdade, não teria permissão nem para circular em áreas urbanas.

Mas com velocidade máxima de 96 km/h e um motor elétrico que, segundo o fabricante, pode percorrer 160 quilômetros com uma carga, o que essa moto pode fazer é levar você para explorar a natureza e voltar, quase silenciosamente.

O mercado-alvo para a Grunt, com preço de US$ 5.995, são caçadores, amantes de caminhadas, pescadores, observadores de pássaros e outros aventureiros. “Esta é uma motocicleta não projetada para motociclistas”, diz Andrew Leisner, diretor-presidente da Volcon, com sede em Austin, Texas.
O mesmo, ao que parece, pode ser dito de muitas de suas concorrentes. Depois de quase duas décadas de carros elétricos, há um boom de motocicletas elétricas de todos os formatos e tamanhos. Existem motos para circular pelo bairro, pelo campo e até mesmo algumas esportivas que custam mais de US$ 100.000.

Fonte: Bloomberg

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25 mar 2021

Copel quer desenvolver usinas solares na área de parques eólicos, diz diretor

A estatal paranaense de energia Copel (CPLE6) quer avançar em geração solar, o que passará pelo desenvolvimento de projetos para instalação de usinas fotovoltaicas em áreas já ocupadas por parques eólicos da companhia, disse um executivo nesta quarta-feira.
“A Copel tem uma participação tímida em solar, inauguramos neste ano um projeto de 5 megawatts. E a gente quer de fato, depois de começar a operar e testar um ativo, dar passos maiores”, afirmou o diretor de desenvolvimento de negócios da elétrica, Cássio Santana da Silva.
Segundo ele, o movimento da Copel visa aproveitar infraestruturas de complexos eólicos já operados pela empresa para viabilizar projetos “mistos”, que incluiriam também placas solares.

Fonte: Reuters

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25 mar 2021

Corsan prepara sua base de ativos para abrir capital

Privatização é o “plano A” da empresa de saneamento gaúcha, que prevê lançar ações na Bolsa em outubro, com um plano de diluição da parte do governo a cerca de 30%
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) se prepara para abrir seu capital ao setor privado neste ano. Até lá, o plano é concluir reestruturações internas, fazer o máximo possível de aditivos nos contratos atuais e validar a nova precificação de sua base de ativos junto à agência reguladora, segundo o presidente, Roberto Barbuti.
A privatização é o “plano A” para a empresa. A ideia é fazer, em outubro, uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), na qual o Estado do Rio Grande do Sul perderia o controle e passaria a ter uma fatia de aproximadamente 30%, segundo anunciou recentemente o governador, Eduardo Leite (PSDB). O cenário, porém, ainda depende do aval legislativo para alterar a Constituição estadual, que hoje exige um plebiscito em caso de venda de estatais.
Caso a votação fracasse, os planos de IPO não necessariamente estarão decartados. Barbuti avalia que uma oferta sem a perda do controle estatal seria muito mais desafiadora, mas possível. “Neste caso, vamos ter que trabalhar a questão de governança, para que o mercado se sinta mais confortável [em investir em uma estatal] e tornar a operação atrativa”, afirma.

Fonte: AESBE

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