18 fev

Scania prevê crescimento no mercado de ônibus em 2021

Se 2020 foi um dos anos mais duros para o mercado de ônibus, tanto em vendas quanto para as empresas e clientes, a expectativa da Scania é manter a confiança para um desempenho melhor em 2021. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) haverá alta de 13% nas vendas da indústria em comparação ao período anterior. A fabricante ainda anuncia o primeiro ônibus rodoviário movido a gás para o fretamento.

“O ano de 2020 não será esquecido, infelizmente, pelo forte impacto negativo que a pandemia da Covid-19 causou no mercado de ônibus. As restrições de circulação e viagens, a própria crise econômica trazida e a diminuição dos passageiros, principalmente, nas linhas rodoviárias levaram a um cenário de demissões e fechamento de empresas. Mas, em nenhum momento deixamos de estar ao lado dos clientes com nossa rede e apoio das Soluções Financeiras Scania, do Banco e do Consórcio”, conta Fábio D´Angelo, gerente de Vendas de Soluções para Mobilidade da Scania no Brasil.

Para 2021, a visão ainda é prejudicada pela falta de clareza do plano nacional de vacinação da covid-19. “Temos um potencial maior de retomada do mercado, mas muitos segmentos só irão andar depois da imunização mais ampla. Por exemplo, o Turismo. A população vai esperar mais para viajar sem preocupação. As empresas estão investindo em medidas seguras de higienização e distanciamento de poltronas, estão fazendo sua parte. Por outro lado, o fretamento já voltou a demandar. Nos urbanos, a expectativa é de alta de vendas e maior busca pelas opções sustentáveis. Vamos continuar ao lado do cliente com o suporte do Banco e Consório Scania.”

No acumulado de 2020, na faixa de atuação da Scania (acima de 8 toneladas de capacidade de carga) a indústria emplacou 11.173 unidades contra as 17.517 de 2019. A fabricante sueca teve 394 ônibus registrados versus 901 do exercício anterior. “Além do grande impacto negativo da pandemia, houve um movimento de compras nos rodoviários de motor dianteiro, categoria que não temos produtos. O que é um sinal de busca por alternativas menos atrativas e de menor custo de aquisição”, explica o gerente. A participação de mercado foi de 3,5%.

Fonte: Scania

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