29 jan 2021

Setor de compósitos se mostra otimista com 2021

Vendas devem ser puxadas pelo aquecimento dos mercados de construção, transportes e energia eólica

São Paulo, SP – Ainda que seja impossível cravar um percentual de crescimento, 2021 será um ano positivo para o setor brasileiro de compósitos, um tipo de plástico de alta performance. O aquecimento da demanda deve vir principalmente dos mercados de construção civil, transportes, geração de energia eólica e, mais atrás, infraestrutura, esse bem mais dependente de liberação da escassa verba governamental.

É dessa forma que Erika Bernardino Aprá, presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), projeta o desempenho da cadeia produtiva de plástico reforçado, outra denominação dos compósitos – no caso, reforçado quase sempre por fibras de vidro, mas também por fibras de carbono, aramida e naturais.

“Assim como a maioria dos setores, vivemos em 2020 uma verdadeira montanha russa”, ela lembra. Depois de dois primeiros meses excelentes, a pandemia atingiu em cheio as empresas representadas pela ALMACO – mais de 70% recorreram a reduções de jornadas e cerca de 40% a demissões. Até que, a partir de julho, o cenário mudou. “Foi uma recuperação tão forte que surpreendeu até os mais otimistas”.

Uma das maiores evidências dessa subida abrupta das vendas de compósitos pode ser ilustrada pelo giro das piscinas. Presas em casa, as pessoas passaram a investir em opções domésticas de lazer, e as “piscinas de fibra” viraram um sucesso absoluto de vendas. “Nunca se vendeu tanta resina, fibra e gelcoat para a fabricação de piscinas como no segundo semestre de 2020”, atesta a presidente da ALMACO.

Noves fora, o crescimento do mercado de compósitos no ano passado, se houve, foi mínimo, pois os meses muito bons acabaram compensando os muito ruins, observa Erika. “Mas a fotografia do segundo semestre deixou uma perspectiva bastante animadora para 2021”.

Para o período vigente, os maiores desafios no radar da ALMACO são, além das óbvias incertezas quanto à pandemia e vacinação, a escassez de matérias-primas e insumos, como embalagens. “Situações como essa podem puxar os preços para cima e dificultar o avanço do nosso setor”, conclui.

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Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

 

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27 jan 2021

Tiasa vai investir R$ 250 milhões em fábrica de dióxido de titânio em Camaçari

O Polo Industrial de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, vai ganhar uma unidade química de dióxido de titânio que vai gerar 1,1 mil empregos. O grupo Titânio América (Tiasa) vai investir, na primeira fase de implantação, R$ 250 milhões, quando serão gerados 200 empregos diretos, 300 indiretos e outros 600 postos de trabalho nas obras civis. O investimento foi anunciado no dia 19/01, durante a assinatura de protocolo de intenções com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

O dióxido de titânio é um pó branco, inorgânico e de uso seguro, utilizado para dar cor, brilho e opacidade a uma enorme gama de produtos do nosso dia a dia, como tintas, plásticos, papel, borracha, cerâmica, entre outros.

Fonte: NewsBa

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27 jan 2021

Projetos se multiplicam e biogás avança no Brasil

A desindustrialização que marcou a economia brasileira no ano passado passou ao largo do “pré-sal caipira”, como o biogás é chamado por seus entusiastas. No ano passado, 69 novas plantas de produção do gás renovável, de diferentes tamanhos, foram concluídas no País, segundo a Associação Brasileira do Biogás (Abiogás).

Nos últimos dois anos, os investimentos em novas plantas foram de mais de R$ 700 milhões. Só no ano passado, esses projetos injetaram no sistema 50 megawatts (MW), o equivalente a 100 milhões de metros cúbicos de biometano por ano.

A maioria das novas unidades foram erguidas por empresas e cooperativas agropecuárias interessadas em reaproveitar resíduos, sobretudo da criação de animais, para diversificar a produção e aumentar a renda.

Porém, o setor com maior espaço de expansão da capacidade é o sucroalcooleiro, avalia a associação, que prevê potencial de produção de até 57.6 milhões de metros cúbicos por dia dada a capacidade atual do setor.

Fonte: Sociedade Nacional Agricultura

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27 jan 2021

Boeing registra prejuízo anual recorde

A Boeing divulgou um prejuízo anual recorde de quase 12 bilhões de dólares, em meio a novo adiamento de seu jato 777X, o que resultou em um efeito negativo de 6,5 bilhões de dólares no resultado.

A crise do coronavírus exacerbou a queda na demanda pelas maiores aeronaves da indústria, com companhias aéreas evitando receber os aviões encomendados devido a restrições de viagens internacionais, prejudicando o fluxo de caixa da fabricante de aeronaves dos EUA.

A Boeing disse que espera que o 777X, uma versão maior do 777 mini-jumbo, entre em serviço no final de 2023, atrasando o lançamento do jato pela terceira vez e registrando uma baixa de 6,5 bilhões de dólares antes de impostos.

Fonte: Money Times

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27 jan 2021

CNI: Confiança do Empresário cai em 26 dos 30 setores da indústria pesquisados

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu em 26 dos 30 setores da indústria pesquisados em janeiro deste ano, na comparação com dezembro. Apesar desse recuo, o levantamento, divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que todos os 30 setores da indústria considerados ainda se mantêm confiantes, com índices acima de 50 pontos.

Em janeiro, os únicos setores em que a confiança avançou foram o setor de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (alta de 1,4 ponto, para 61,4 pontos) e o setor produtos de madeira (alta de 1 ponto, para 65,6 pontos). Segundo a pesquisa, a confiança não mudou nos setores de máquinas e materiais elétricos (64,3 pontos) e veículos automotores (62,7 pontos).

Os setores com maiores quedas de confiança em janeiro foram: outros equipamentos para transporte (-10 pontos, para 53,7 pontos), equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos (-6 pontos, para 58 pontos) e produtos de borracha (-4,8 pontos, para 61,4 pontos).

Fonte: Exame

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27 jan 2021

Empresas devem cadastrar fluxos rodoviários de produtos e resíduos perigosos

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) está implantando um novo sistema com o intuito de melhorar o lançamento e o armazenamento dos dados sobre o transporte de cargas perigosas no Brasil. As empresas devem efetuar até o dia 30 de junho de 2021 o cadastramento e o registro dos fluxos rodoviários efetuados em 2020, conforme estabelece a Instrução Normativa nº 9, pelo Sistema de Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (STRPP). O novo sistema estará disponível no início de fevereiro.

Os incidentes com produtos perigosos constituem-se em grandes problemas para países como o Brasil pela falta de estruturas adequadas para condução de emergências que resguardem a segurança do público e do ambiente Desde a sua criação, o DNIT, que substituiu o extinto DNER, promove pesquisas sobre o tema para a criação de um banco de dados com informações incluindo rotas georreferenciadas dos fluxos, estudos de emergência com elaboração de manuais e outras informações necessárias ao monitoramento e o manejo adequado de cargas perigosas nas rodovias nacionais. Dúvidas relativas ao cadastro ou emissão de certificados podem ser encaminhadas pelo e-mail ipr@dnit.gov.br.

Fonte: Sinproquim

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27 jan 2021

Ambev fecha parceria com FNM e Agrale para produção de mil veículos elétricos

A Ambev fechou mais uma parceria para a compra de mil veículos elétricos, desta vez com a Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM), startup criada no ano passado. A produção será feita em área exclusiva na fábrica da Agrale em Caxias do Sul (RS), com quem a empresa tem contrato de cooperação técnica.

A Ambev e FNM não divulgaram o valor do investimento. A Ambev já tinha acordo de intenção de compra de 1,6 mil veículos elétricos da Volkswagen Caminhões. A produção das primeiras 100 unidades começa no segundo semestre na fábrica de Resende (RJ).

Os veículos elétricos serão usados por transportadoras que prestam serviços de distribuição para a cervejaria. O veículo piloto fará rotas de entrega de bebidas no Rio de Janeiro, com autonomia de até 100 quilômetros por dia. Eles somam-se as 1,6 mil unidades elétricas em produção pela  Volkswagen Caminhões e Ônibus, em Resende (RJ). Destes, 100 devem começar a rodar este ano.

Fonte: Click Petróleo e Gás

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21 jan 2021

Stellantis: fusão entre Fiat-Chrysler e Grupo PSA foi concluída e nasce a 4ª maior fabricantes de carros do mundo

O início do ano está começando animado para a Fiat-Chrysler e o Grupo PSA.  Após meses de preparação, a fusão foi concluída, criando a Stellantis, empresa que irá englobar 20 marcas das 2 fabricantes e que cria a 4ª maior montadora do mundo. Entre as acionistas, a Exor, dona da Fiat-Chrysler, terá a maior fatia, 14,4% de participação, seguida pela família Peugeot com 7,2%, o governo francês com 6,2% e a chinesa Dongfeng com 5,6%.

A Stellantis terá John Elkann como presidente, Carlos Tavares como CEO e Mike Manley comandando o mercado norte-americano. Tavares estava na liderança do Grupo PSA há alguns anos, demonstrando bons resultados ao reverter o desempenho da Opel desde que a GM vendeu a fabricante para a PSA.

Fonte: Motor1.com

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21 jan 2021

Abertas as inscrições para as Olimpíadas de Química do Estado de São Paulo

Os estudantes das séries finais do ensino fundamental e de todas as séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas, podem se inscrever, até 31 de março, na 20ª edição das Olimpíadas de Química do Estado de São Paulo. O evento, que tem o apoio da Abiquim, é promovido anualmente pela Associação Brasileira de Química (ABQ) e tem como objetivo a reflexão sobre a importância da química no contexto atual e futuro, além de revelar e premiar jovens talentos com vocação para química.

Em 2021, a primeira etapa consiste na elaboração de uma redação de até quatro páginas sobre o tema “Química e os Oceanos”. As escolas participantes das Olímpiadas devem inscrever as melhores redações para continuidade do processo, cuja segunda fase contará também com uma prova de conhecimentos e raciocínio, a ser realizada em 12 de junho de 2021.

Fonte: Abiquim

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21 jan 2021

Suzano e Klabin entram com “pé direito” em 2021, devido à alta da celulose

Após um ano conturbado marcado pela Covid-19, nada melhor que chegar a 2021 com o pé direito, especialmente quando se trata de empresas com alto potencial de valorização na Bolsa.

A alta da celulose, amplamente noticiada, deve garantir um Ano Novo mais promissor para Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11), na avaliação da Ágora Investimentos. “A maré definitivamente mudou para os mercados globais de celulose, com um processo de recuperação de preço ainda mais rápido do que antecipávamos para a Europa e América do Norte, enquanto as perspectivas na China permanecem saudáveis em geral”, comentam os analistas Thiago Lofiego e Luiza Mussi.

A dupla explica que produtores estão aproveitando o momento positivo — marcado pela chegada das vacinas –, para anunciar aumentos agressivos nos preços da celulose.

Fonte: Money Times

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