28 out 2020

Empresas apostam em energia renovável

Apelo da sustentabilidade e busca por custos menores levam companhias a investir em usinas para produção de energia eólica e solar

Num movimento semelhante ao que ocorreu nos anos 90 e 2000 envolvendo hidrelétricas, grandes consumidores de energia estão investindo em complexos eólico e solar para se tornarem autoprodutores. O objetivo é ter usinas próprias para suprir sua demanda. Desta vez, no entanto, não é só o fator econômico que pesa na decisão do investimento. O apelo sustentável das fontes de energia a cada dia ganha mais relevância na estratégia das empresas de serem mais “verdes”.

Nesse grupo, estão grandes corporações como Anglo American, Vale, Tivit, Vulcabrás e Honda, entre outras. Algumas dessas empresas já eram autoprodutoras, sobretudo com hidrelétricas, mas não com eólica e solar – vista durante anos apenas como energia alternativa. Ao longo do tempo, com a evolução tecnológica e barateamento do preço dos equipamentos, as duas fontes cresceram no País e estão mudando a matriz elétrica brasileira.

Esse amadurecimento permitiu novos projetos de autoprodução de energia, que estavam adormecidos desde meados dos anos 2000. Uma das explicações está na dificuldade para construir hidrelétricas no País, ainda principal fonte de autoprodução, diz o presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape), Mário Menel. “Por causa da pressão internacional contra as usinas, os investidores recuaram. Agora estão indo, especialmente, rumo às eólicas”, afirmou ele.

Ao contrário do passado, quando as empresas construíam suas próprias usinas e arcavam com o risco da construção, agora há opções que eliminam esses problemas. A Casa dos Ventos, empresa responsável pelo desenvolvimento de um terço dos projetos eólicos em operação e em construção no País, tem desenhado soluções diferenciadas para as empresas.

Num primeiro momento, elas firmam um contrato com a companhia para explorar um determinado potencial eólico. Quando o projeto estiver concluído, ela terá a opção de se tornar acionista do empreendimento e virar autoprodutora. “Há uma tendência crescente pela energia eólica tanto pelo viés econômico como pela agenda verde”, diz Lucas Araripe, diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos.

Corporativos

Os contratos que estão sendo firmados agora são do complexo Rio do Vento (504 MW), no Rio Grande do Norte, cujos investimentos somam R$ 2,4 bilhões. O projeto foi dividido em oito Sociedades de Propósito Específico (SPE) – sendo um parque eólico para cada –, de forma a permitir um número maior de empresas dentro de um mesmo empreendimento. A companhia desenvolve outro projeto de 350 MW na Bahia e projeta expansão de Rio do Vento (500 MW), também mirando contratos corporativos de longo prazo.

Dos oito parques de Rio do Vento, três – ou 195 MWs – estão contratados pela mineradora Anglo American. “Trata-se da primeira experiência em autoprodução do grupo no mundo”, diz o gerente global de energia e utilidades da multinacional, Alfredo Duarte. Ele explica que a energia é um fator importante de custo para a empresa. Na produção de níquel, representa 30% do custo; e na de minério de ferro, 20%.

Por isso, o grupo decidiu desenvolver uma gestão energética inovadora. Segundo o executivo, até 2022, 70% da energia consumida pela mineradora será proveniente de energia solar e eólica. Isso deve ajudar a Anglo American a alcançar a meta mundial de reduzir em 30% as emissões de carbono até 2030, diz Duarte.

A combinação entre redução de custo e sustentabilidade também levou a Vulcabrás Azaleia a fechar parceria com a Casa dos Ventos para se tornar autoprodutora. O contrato, de 7 MW médios, vai abastecer 99% do consumo da empresa, reduzir em 25% o valor da conta de luz e diminuir as emissões em 27 mil toneladas de CO2 (dióxido de carbono) por ano, diz Luiz Otávio, gerente de QSMS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde) da Vulcabrás Azaleia. Segundo ele, projetos sustentáveis também trazem resultados positivos financeiramente.

No caso da montadora japonesa Honda, o principal objetivo ao decidir construir um parque eólico no Rio Grande do Sul foi atender a uma determinação do presidente mundial da empresa, que definiu inicialmente uma redução de 30% das emissões da empresa de CO2 até 2030 (esse número foi elevado para 50% até 2050). Na ocasião, a unidade brasileira começou a estudar maneiras para cumprir a meta, diz o presidente da Honda Energy, Otavio Mizikami, vice-presidente industrial da Honda Automóveis.

Segundo ele, após muita análise, verificou-se que a energia eólica seria a mais viável para alcançar o objetivo. A empresa construiu o parque Xangri-lá, de 27 MW, que abastece as fábricas de automóveis e os escritórios da empresa. Com a nova unidade de Itirapina (SP), a montadora decidiu ampliar o parque e colocar mais uma torre, de 3,8 MW.

FONTE: SITE ABEEÓLICARenée Pereira, O Estado de S. Paulo

 

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28 out 2020

Redelease completa 30 anos de olho na expansão do número de licenciadas

Empresa é uma das mais tradicionais distribuidoras de matérias-primas para o setor de compósitos

De uma pequena revenda de produtos químicos cuja sede ficava na garagem de um dos sócios até contar, hoje, com doze licenciadas Brasil afora, número que deve saltar para trinta em 2021. Assim pode ser resumida a trajetória da Redelease, distribuidora que completa três décadas na ativa este mês.

“Nossa missão ao longo de todos esses anos foi construir relações. Ou seja, não atribuíamos mais ou menos esforços para atender o cliente conforme o seu potencial de consumo. Isso garantiu a necessária capilaridade da nossa operação e a sustentabilidade do negócio, apesar de todas as crises que o país atravessou desde 1990”, afirma Roberto Iacovella, fundador da Redelease ao lado de Rubens Cruz, que hoje não faz mais parte do quadro societário da empresa.

A Redelease, lembra Iacovella, foi criada para atender os transformadores de compósitos, um tipo de plástico. Diferente do que se costumava praticar nesse mercado, a Redelease optou desde cedo por firmar contratos de distribuição exclusiva com seus fornecedores.

“Era comum os distribuidores venderem apenas os produtos que tinham sido melhor negociados, desprezando a consistência no fornecimento. Ao fazer o contrário, a gente fidelizou os nossos clientes, que até hoje valorizam a repetibilidade que conseguem durante o processamento das matérias-primas”.

Em paralelo, a Redelease buscou desde o início fornecer alternativas mais inovadoras. Por exemplo, quando não se sabia no Brasil o que era desmoldante semipermanente – permite retirar várias peças do molde com apenas uma demão –, Iacovella foi até a França e conseguiu fechar um acordo de distribuição exclusiva com um grande fabricante do produto. “Focar em inovações tecnológicas demanda tempo, trabalho e recurso, mas nos dá um diferencial que continua sendo percebido pelo mercado”, comenta.

Nessa mesma esteira, a Redelease despertou logo de início para a revolução digital. Ao lado da criação de uma robusta estrutura de e-commerce, a empresa foi uma das primeiras a desembarcar nas redes sociais, sobretudo no YouTube. É na plataforma de vídeos que a Redelease ensina milhares de pessoas a utilizar os mais de mil produtos que distribui, entre eles, resinas, fibras de vidro, adesivos e borrachas de silicone.

“Ao fazer isso, ajudamos a criar mercado para os nossos produtos e, tão importante quanto, a capacitar mão de obra. Quase diariamente recebemos relatos de pessoas que perderam o emprego e passaram a empreender depois de assistirem a um dos nossos vídeos sobre produção de artesanato, por exemplo”, observa o fundador da Redelease. Com 230 mil inscritos, o canal da Redelease no YouTube reúne cerca de 500 vídeos, sendo que metade é voltada à temática do “faça você mesmo”.

Redecenter

Para seguir crescendo, mas sem perder a essência de atendimento o mais próximo possível do cliente, a saída para a Redelease foi dar início, em 2016, ao processo de licenciamento da sua marca. Nasceram, assim, os Redecenters. “Da mesma maneira que fizemos com a maioria dos nossos fornecedores, o modelo de negócio do Redecenter baseia-se na assinatura de contratos de distribuição exclusiva. Por outro lado, o proprietário da loja tem melhores condições para acessar o nosso portfólio e conta com suporte técnico e comercial constante”.

Hoje em dia, há doze Redecenters localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. “Estamos trabalhando para que a ampliação dessa rede contemple agora as Regiões Norte e Nordeste. Até o final de 2021, nosso objetivo é contar com trinta Redecenters”, completa Iacovella.

Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease é uma das maiores distribuidoras de especialidades químicas do Brasil. Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre resinas termofixas, reforços mecânicos (fibras de vidro, por exemplo), desmoldantes semipermanentes, adesivos estruturais, peróxidos orgânicos e tintas de alta performance. Com matriz e filial em Campinas (SP), a Redelease conta com doze unidades licenciadas (Redecenter) distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

FONTE: SLEA Comunicação

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28 out 2020

Tecniplas amplia em 50% vida útil de equipamento usado em fábrica de papel

Cabreúva (SP) – Uma das maiores vantagens dos compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) é a versatilidade. Não só de design – é um dos materiais preferidos dos projetistas –, mas também por permitir a combinação de diferentes tipos e quantidades de matérias-primas. Líder em tanques e equipamentos especiais de PRFV, a Tecniplas aproveitou-se dessa característica e desenvolveu um equipamento para uma fábrica de papel cuja vida útil foi ampliada em 50%.

Trata-se de uma torre up flow usada no processo de branqueamento da massa de celulose, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. “O cliente operou durante uma década um equipamento desse tipo. Porém, nos últimos cinco anos de uso foram necessárias algumas reformas estruturais, em função da elevada agressividade do ambiente”. Além de trabalhar com fluidos altamente corrosivos, a torre opera a 70 ºC.

Com apoio da fabricante de resinas INEOS Composites, o departamento de engenharia da Tecniplas refez os cálculos estruturais baseado na norma ASME-RTP1 e levando em conta uma carga de vento de 144 km/h – com 2.220 mm de diâmetro, a torre tem 42 m de altura, sendo duas seções de 21 m cada montadas em campo.

“Após os cinco primeiros anos em operação, verificamos um fator de corrosão de cerca de 1 mm por ano”, calcula o diretor da Tecniplas. Então, a empresa considerou no plano de laminação da nova torre 9 mantas de vidro de 450 g/m² para a barreira química. Além disso, todo o equipamento – liner, barreira química e estrutura – foi produzido com resina éster-vinílica Derakane™ Signia™ 411.

Graças a essa nova combinação de matérias-primas, a nova torre up flow está apta a operar por 15 anos, sem a necessidade de interrupções para manutenção. “Conseguimos atender à demanda do cliente de uma forma relativamente simples e 100% baseada em normas técnicas”, conclui Rossi.

Sobre a Tecniplas

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

 

FONTE: SLEA Comunicação

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28 out 2020

Resinas da INEOS Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

Produtos são derivados de fontes renováveis e recicláveis

Araçariguama (SP) – A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos, um tipo de plástico que associa resinas e reforços mecânicos, como fibras de vidro. Essa fatia deve seguir aumentando, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a presença no Brasil de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis. É o caso da família de resinas Envirez, produtos ambientalmente amigáveis fabricados pela multinacional inglesa INEOS Composites.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando carimbar os seus empreendimentos com certificações “verdes”. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental, em tradução livre). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios, e é em um deles, o “Materiais e Recursos”, que as resinas Envirez™ se encaixam – podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre centenas de outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da INEOS Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez™ apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra. “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Entre os benefícios econômicos da certificação LEED, Márcia ressalta que os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

Sobre a INEOS Composites

A INEOS Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos, um tipo de plástico de alta performance. Seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros. Para mais informações, acesse www.ineo.com/composites.

Sobre a INEOS

A INEOS é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega. Trata-se de uma das dez principais empresas e a maior companhia privada a operar no Mar do Norte. Para mais informações, acesse www.ineos.com.

Sobre a INEOS Enterprises

A INEOS Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A INEOS Enterprises não faz parte do grupo de bancos INEOS Group Holdings. Para mais informações, acesse www.ineosenterprises.com.

FONTE: SLEA Comunicação

 

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28 out 2020

Pesquisa do Top of Mind da Indústria de Compósitos já começou

Resultados só serão conhecidos no dia 10/12, através de um vídeo que será divulgado nas redes sociais da ALMACO

O levantamento que apontará os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2020 já começou. Principal prêmio do setor de compósitos – um tipo de plástico de alta performance presente em mais de 70 mil aplicações –, o Top of Mind deste ano contempla 27 categorias, entre matérias-primas, processos e equipamentos.

A novidade desta edição é a inclusão da categoria Bons Ventos, que premiará a empresa do setor de compósitos mais lembrada pelos associados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).

“Essa iniciativa tem como objetivo destacar a importância da energia eólica para o nosso mercado”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos, entidade responsável pela organização do Top of Mind. Em 2019, a geração de energia eólica foi responsável por 89% do consumo de compósitos à base de resina epóxi produzidos no Brasil.

Por meio de votação eletrônica e espontânea, representantes da cadeia produtiva dos compósitos e consumidores finais escolherão as empresas mais lembradas em cada categoria. No dia 09/11, a ALMACO anunciará os nomes das três mais votadas e, em 10/12, às 19h, a associação divulgará em suas redes sociais e site um vídeo com a relação dos vencedores. “Em função da pandemia, não será possível realizar a nossa tradicional cerimônia de entrega dos troféus”, lamenta Erika.

O Top of Mind da Indústria de Compósitos 2020 é uma ação apoiada pelas seguintes empresas: CPIC, Fibermaq, Gatron, INEOS Composites, LyondellBasell, Novapol, NovaScott, Owens Corning, Purcom e Texiglass.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Estão presentes em mais de 70 mil aplicações no setor de transporte, construção civil, saneamento básico, químico e náutico, entre outros.

Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.


Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

FONTE: SLEA Comunicação

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28 out 2020
27 out 2020

ALMACO mapeia setor de compósitos durante pandemia

Ao longo das últimas semanas, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoveu uma pesquisa qualitativa para mapear os efeitos da pandemia de Covid-19 no setor brasileiro de compósitos. Participaram do levantamento empresas de diversos elos da cadeia produtiva do material.

Em setembro de 2020, o volume de produção das empresas ouvidas pela ALMACO subiu, em média, 7,2% se comparado ao desempenho de igual período do ano passado. Para outubro, a projeção é de um aumento de 6,7% e, levando em consideração todo o ano, a estimativa aponta para uma diminuição de 5,3% da atividade produtiva.

Em relação às reduções de jornada de trabalho e salário, 76,8% das empresas afirmaram que recorreram a esses dispositivos. Dos participantes da pesquisa, 41,6% efetuaram demissões desde que teve início a pandemia.

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Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

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