27 ago

ALMACO mapeia setor de compósitos durante pandemia

Ao longo das últimas semanas, a ALMACO promoveu uma pesquisa qualitativa para mapear os danos causados pela pandemia de Covid-19 ao setor brasileiro de compósitos.

Participaram do levantamento empresas de diversos elos da cadeia produtiva do material, um tipo de plástico de alta performance largamente consumido pelas indústrias de transportes, construção civil e geração de energia, entre outras.

Em julho de 2020, o volume de produção das empresas ouvidas pela ALMACO subiu, em média, 9,3% se comparado ao desempenho de igual período do ano passado. Para agosto, a projeção é de um aumento de 6,4% e, levando em consideração todo o ano, a estimativa aponta para uma diminuição de 8,6% da atividade produtiva.

Quanto às reduções de jornada de trabalho e salário, 74,6% das empresas afirmaram que recorreram a esses dispositivos. Dos participantes da pesquisa, 42,3% efetuaram demissões desde que teve início a pandemia.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos emplacou o terceiro ano seguido de crescimento, com um faturamento de R$ 2,8 bilhões, cifra 5,6% superior à registrada no período anterior. Em volume, o salto foi de 8,3%, totalizando 218 mil toneladas consumidas. 

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Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

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