28 Maio 2020

Como a Agrale reduziu custos na fabricação de peças em fibra de vidro

Durante a feira FEIPLAR + FEIPUR de 2018 organizada pela ARTSIM, a empresa fabricante de tratores e carrocerias de Caxias do Sul, AGRALE, veio a público mostrar os resultados da parceria de 3 anos com a Alan Harper Compósitos para a transformação de sua produção industrial dos processos de RTM-Light e SPRAY UP mudando para o processo de fabricação com membranas de silicone ALAN HARPER.

Nessa apresentação o Me. Leandro Fin da Silva, da engenharia de processos da Agrale, mostrou 6 exemplos de cases reais direto do chão das fabricas revelando todas as vantagens e benefícios do sistema de fabricação de compósitos por VPI (Infusão por pressão de vácuo) com membranas de silicone Alan Harper (peles de silicone).

Os tópicos abordados por Me. Leandro foram as diferenças em porcentagem observadas nos principais pontos do processo de fabricação e como as membranas de silicone trouxeram resultados financeiros e benefícios ambientais, de maneira fácil e rápida, para satisfação da diretoria e também da equipe.

Foi discutido ao longo dos 6 cases apresentados pela Agrale o resultado obtido na troca do processo produtivo dos antigos RTM-light e Spray-Up para a moderna fabricação com membranas de silicone, focando nos 6 principais recursos aos quais obtemos benefícios imediatos, diretos e rentáveis com a mudança de processo: 

1.    Área – Necessidade de espaço na planta produtiva durante o processo da peça;

2.    Custo – Custo direto da peça;

3.    Tempo – Quantidade de mão de obra necessária para um ciclo de produção;

4.    Resina – Consumo de resina de um processo em comparação a outros;

5.    Ferramentas – Necessidade de moldes, contramoldes e dispositivos de terminação;

6.    Investimento – Custo inicial dos moldes entre processos;

Nos comprometemos em criar vídeos com conteúdo relevantes à nossa indústria,  achamos valido trazer de volta a vida essa apresentação de nosso tão estimado cliente, em um bate papo de maneira descontraída, sempre tentando compartilhar resultados e aprendizados com nossos amigos e clientes!

O conteúdo dito por nós da Alan Harper Compósitos, nesse caso André Antunes e Leonardo Trevisan é de autoria própria e a Agrale não deve ser responsabilizada por nada contido nele a não ser a veracidade nos slides da apresentação.

Ficou interessado em reduzir os custos e ganhar tempo?

Assista ao vídeo completo (https://www.youtube.com/watch?v=kEoGKerdfF0), e caso também queira reduzir custos e ganhar tempo, podemos te ajudar!
Entre em contato pelo nosso whatsapp (+55 15 988 080 789) ou pelo nosso e-mail falacomigo@ahcomposites.com .

FONTE: Alan Harper Compósitos

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28 Maio 2020
28 Maio 2020

Maior estação de tratamento de esgoto da América Latina conta com equipamentos da Tecniplas

Situada na Região Metropolitana de Santiago, ETE La Farfana tem capacidade para tratar 8,8 m³/s de efluentes domésticos


Um scrubber e dois tanques fabricados pela Tecniplas fazem parte da infraestrutura pertencente à estação de tratamento de esgoto (ETE) La Farfana, a maior do gênero na América Latina. Situada na Região Metropolitana de Santiago (Chile) e construída pelo grupo francês Suez, a ETE tem capacidade para tratar 8,8 m³/s de efluentes e atender metade da população da capital chilena, algo em torno de 3,7 milhões de pessoas.

Todo o biogás gerado pela ETE La Farfana, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, é dessulfurizado por meio da tecnologia Thiopaq®, da Paques Brasil. “O biogás tratado é enviado para o uso em caldeiras, sendo que uma parte passa pelo processo de purificação para chegar ao biometano e, na sequência, alimentar a rede de energia da Metrogás, concessionária que atende Santiago”, detalha.

Com 19,6 m de altura, 2 m de diâmetro e 60 m³ de capacidade, o scrubber produzido pela Tecniplas e instalado na ETE La Farfana opera sob uma pressão de 50 mbar. “Tem como função a retirada das impurezas do biogás. O gás puro, então, passa a ser ideal para a combustão e geração de energia ambientalmente amigável”.


Em relação aos dois reservatórios, ambos trabalham sob pressão atmosférica, sendo que o maior deles (tanque reator) pode armazenar até 92 m³ – tem 7 m de altura e 4,2 m de diâmetro –, enquanto o menor (tanque sedimentador), de 6 m³, tem 6 m de altura e 1,2 m de diâmetro.


Todos os itens produzidos pela Tecniplas para esse projeto foram fabricados de acordo com a norma ASME-RTP1, que se refere aos cuidados na manufatura de equipamentos de plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV) resistentes à corrosão, e com as normas NCh 432 e NCh 2369, que consideram nos projetos as cargas de vento e os requisitos para a construção em regiões sujeitas a abalos sísmicos.



Sobre a Tecniplas

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

FONTE: SLEA Comunicação

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28 Maio 2020

ALMACO mapeia setor de compósitos durante pandemia

Entre março e abril, produção caiu 44,8%

São Paulo, SP – Ao longo das últimas semanas, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoveu uma pesquisa qualitativa para mapear os danos causados até agora pela pandemia de Covid-19 ao setor brasileiro de compósitos. Participaram do levantamento empresas de diversos elos da cadeia produtiva do material, um tipo de plástico de alta performance largamente consumido pelas indústrias de transportes, construção civil e geração de energia, entre outras.


Nos meses de março e abril de 2020, o volume de produção das empresas ouvidas pela ALMACO caiu, em média, 44,8% se comparado com o desempenho de igual período do ano passado. Para este mês, a projeção é de um encolhimento de 38,7% e, levando em consideração todo o ano, a estimativa aponta para uma redução de 30,85% da atividade produtiva.

Em relação às reduções de jornada de trabalho e salário, 72,6% das empresas afirmaram que ainda não recorreram a esses dispositivos. No entanto, boa parte já antecipou a concessão de férias e, quando possível, adotou o esquema de trabalho remoto (home office). Dos participantes da pesquisa, 33,7% efetuaram demissões desde que teve início a pandemia.

“Neste momento delicado que estamos atravessando, a associação entende que deve fortalecer ainda mais o seu papel de fonte de informações para o mercado”, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO, lembrando que o mapeamento passará a ser mensal a partir de junho.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos emplacou o terceiro ano seguido de crescimento, com um faturamento de R$ 2,8 bilhões, cifra 5,6% superior à registrada no período anterior. Em volume, o salto foi de 8,3%, totalizando 218 mil toneladas consumidas. 

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Sobre a ALMACO


Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse
www.almaco.org.br.

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28 Maio 2020

ASSOCIADO EM DESTAQUE

A ALMACO vai ajudá-lo a divulgar a sua empresa e, com isso, a gerar novas oportunidades de negócio.

A partir de junho, abriremos um espaço em nossas redes sociais (Facebook e LinkedIn) para divulgar gratuitamente as empresas associadas à ALMACO.

Denominada “Associado em Destaque”, a ação acontecerá uma vez por semana. Para participar, basta enviar um texto de até dez linhas sobre a sua empresa, incluindo os endereços das redes sociais, e até três fotos para o e-mail marketing@almaco.org.br.

Vale a pena lembrar que textos e imagens serão passíveis de edição.

Aproveite essa oportunidade para potencializar a divulgação da sua empresa!

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28 Maio 2020

Energia eólica somou expansão de 63 GW em 2019, indica GWEC

Estimativa antes da covid-19 era de uma expansão recorde de mais de 70 GW mas agora números precisarão ser revisados

A energia eólica viu sua capacidade aumentar globalmente em 63 GW no ano passado, foram 22.893 novas turbinas instaladas no mundo, resultado da produção de 33 fabricantes. Esse dado foi divulgado pelo Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês), que publicou o relatório anual Supply Side Analysis 2019 em sua plataforma de inteligência de mercado.

De acordo com a entidade que é uma das copromotoras do Brazil Windpower, maior evento do setor na América Latina, esse é o novo recorde do lado da oferta em termos de capacidade para a indústria.

A dinamarquesa Vestas continua mantendo seu lugar como principal fornecedor em 2019, respondendo por 18% de todas as turbinas eólicas instaladas em 2019. Um dos motivos, analisa o GWEC, é por conta da estratégia de diversificação global com instalações em mais de 40 países. A Siemens Gamesa subiu uma posição e agora ocupa o segundo lugar, tendo dobrado sua instalação eólica offshore em 2019 e expandindo sua cobertura geográfica. A chinesa Goldwind caiu uma posição para o terceiro lugar, apesar de a empresa aumentar suas instalações anuais em 19% em 2019 em decorrência de um acelerado ritmo de instalação em seu mercado doméstico.

O relatório completo está disponível exclusivamente para membros do GWEC e assinantes da área de Inteligência de Mercado da entidade. O relatório final inclui mais de 30 tabelas e figuras que mostram a evolução dos mercados globais de energia eólica da perspectiva do lado da oferta.

Segundo a publicação, a tendência ascendente do tamanho das turbinas eólicas continua, com uma capacidade nominal para equipamentos novos na média de 2019 ultrapassando 2.750 kW, um aumento de 72% ou 1.156 kW em relação a 2009.

Outra característica do mercado é da continuidade do processo de consolidação do mercado global de fornecedores de turbinas. O número de fornecedores diminuiu de 37 em 2018 para 33 no ano passado. Ao mesmo tempo, os seis principais fabricantes aumentaram coletivamente sua participação no mercado de 70% em 2018 para 72% em 2019. Dos quinze primeiros do ranking em 2019, dez também atuam no mercado offshore e foram responsáveis pela instalação de 99,9% dos 6,1 GW de capacidade em 2019.

O ano passado também foi a primeira vez que um fornecedor eólico puramente offshore, a MHI Vestas, que rompeu a marca e entrou entre os quinze primeiros do mundo. Esse dado, avalia o GWEC, demonstra o papel cada vez mais importante que a indústria offshore está desempenhando para impulsionar o crescimento da energia eólica.

A expectativa do GWEC no médio prazo é de que mais de 355 GW sejam implantados globalmente até 2024, com algo próximo a 71 GW. Contudo, avalia que a perspectiva deste ano, que estava em 76,1 GW deverá ser revista por conta do impacto da covid-19 globalmente.

Ranking dos 15 maiores fabricantes de turbinas eólicas em 2019 e sua participação de mercado:

1- Vestas – 18,0%
2- Siemens Gamesa Renewable Energy – 15,7%
3- Goldwind – 13,2 %
4- GE Renewable Energy – 11,6%
5- ENVISION – 8,6%
6- Mingyang – 5,7%
7- Nordex Acciona – 4,9%
8- Enercon – 3,0%
9- Windey – 2,5%
10- Dongfang – 2,1%
11- Sewind – 2,0%
12- CSIC Haizhuang – 1,8%
13- Senvion – 1,7%
14- United Power – 1,7%
15- MHI Vestas – 1,6%

Outros – 5,9%

Eólica onshore – 10 maiores fabricantes

1- Vestas  – 20,1%

2- Goldwind – 13,61%
3- Siemens Gamesa Renewable Energy  – 12,97%
4- GE Renewable Energy – 12,45%
5- Envision  – 8,55%
6- Mingyang  – 5,55%
7- Nordex Acciona – 5,47%
8- Enercon – 3,34%
9- Windey – 2,82%
10- Dongfang – 2,35%

Eólica offshore – 10 maiores fabricantes

1- Siemens Gamesa Renewable Energy – 39,77%
2- MHI Vestas – 15,7%
3- Sewind – 10,81%
4- Goldwind – 9,37%
5- Envision – 8,75%
6- Mingyang – 7,29%
7- GE Renewable Energy – 4,28%
8- CSIC Haizhuang – 2,33%
9- Senvion – 1,57%
10- XEMC – 0,12%

FONTE: MAURÍCIO GODOI, DA AGÊNCIA CANALENERGIA, DE SÃO PAULO (SP)

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21 Maio 2020

ALMACO mapeia setor de compósitos durante pandemia

Entre março e abril, produção caiu 44,8%

São Paulo, SP – Ao longo das últimas semanas, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoveu uma pesquisa qualitativa para mapear os danos causados até agora pela pandemia de Covid-19 ao setor brasileiro de compósitos. Participaram do levantamento empresas de diversos elos da cadeia produtiva do material, um tipo de plástico de alta performance largamente consumido pelas indústrias de transportes, construção civil e geração de energia, entre outras.


Nos meses de março e abril de 2020, o volume de produção das empresas ouvidas pela ALMACO caiu, em média, 44,8% se comparado com o desempenho de igual período do ano passado. Para este mês, a projeção é de um encolhimento de 38,7% e, levando em consideração todo o ano, a estimativa aponta para uma redução de 30,9% da atividade produtiva.

Em relação às reduções de jornada de trabalho e salário, 72,6% das empresas afirmaram que ainda não recorreram a esses dispositivos. No entanto, boa parte já antecipou a concessão de férias e, quando possível, adotou o esquema de trabalho remoto (home office). Dos participantes da pesquisa, 33,7% efetuaram demissões desde que teve início a pandemia.

“Neste momento delicado que estamos atravessando, a associação entende que deve fortalecer ainda mais o seu papel de fonte de informações para o mercado”, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO, lembrando que o mapeamento passará a ser mensal a partir de junho.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos emplacou o terceiro ano seguido de crescimento, com um faturamento de R$ 2,8 bilhões, cifra 5,6% superior à registrada no período anterior. Em volume, o salto foi de 8,3%, totalizando 218 mil toneladas consumidas. 

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Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

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Silvio de Andrade
(+55 11) 3554-0497 / (+55 11) 98181-8186
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14 Maio 2020
07 Maio 2020

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