30 abr 2020
30 abr 2020

INEOS Composites fornece resina especial para massa poliéster

Araçariguama (SP) – Quase onipresentes nas funilarias de todo o Brasil, as massas poliéster destacam-se pela flexibilidade, excelente adesão às superfícies, ausência de porosidades e fácil lixamento. Essas e outras características são em boa parte garantidas pelo tipo de polímero usado na fabricação do produto. No caso do portfólio da INEOS Composites, líder global em resinas poliéster, a indicação fica por conta da AROPOL™ 65380.

“É a resina ideal para o trabalho com cargas especiais, como microesferas de vidro, pois garante elevados níveis de absorção e compatibilidade. Isso resulta em ganhos importantes no acabamento da peça”, afirma Paulo Henrique Rodrigues, gerente de vendas e produtos da INEOS Composites, lembrando que as massas poliéster são comumente usadas em reparos nos carros novos ou em modelos premium. 

Rodrigues salienta que a AROPOL™ 65380 foi desenvolvida de forma a garantir um baixo índice de oxidação da massa no decorrer do tempo. Assim, o produto pode ser aplicado sem problemas em carrocerias pintadas de branco ou de cores claras. “Com o tempo, não ocorre o amarelamento da superfície, problema relativamente comum quando resinas de baixa qualidade são usadas na formulação da massa”.

Projetadas para garantir elevada flexibilidade, ótimo desempenho mecânico e excelentes propriedades superficiais, as resinas AROPOL™ também podem ser usadas em uma ampla gama de processos de transformação de compósitos, tanto em moldes abertos quanto fechados.

Sobre a INEOS Composites

A INEOS Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos, um tipo de plástico de alta performance. Seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros. Para mais informações, acesse www.ineo.com/composites.

Sobre a INEOS

A INEOS é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega. Trata-se de uma das dez principais empresas e a maior companhia privada a operar no Mar do Norte. Para mais informações, acesse www.ineos.com.


Sobre a INEOS Enterprises

A INEOS Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A INEOS Enterprises não faz parte do grupo de bancos INEOS Group Holdings. Para mais informações, acesse www.ineosenterprises.com.

FONTE: SLEA

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30 abr 2020

ALMACO pleiteia redução do IPI das telhas de compósitos

São Paulo (SP) – A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) deu início ao processo no qual solicita a revisão do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) das telhas de compósitos. O objetivo da entidade é reduzir a taxação dos atuais 15% para 5%.

“Desejamos corrigir um problema que afeta duramente os transformadores especializados na fabricação de telhas de compósitos, material também conhecido como plástico reforçado com fibras de vidro”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO. De forma incorreta, o produto foi classificado como “chapa”, em vez de “telha”, o que resultou em uma alíquota três vezes maior.

Para apoiá-la nessa ação – a ALMACO entra no processo na condição de entidade representativa de categoria econômica –, a associação contratou o tradicional escritório Nelson Wilians & Advogados.

“O trabalho consistirá na elaboração e apresentação de uma nova consulta sobre classificação fiscal de mercadorias à Receita Federal, com uma redação que especifique de forma adequada o produto”, explica Lívia Faria de Moura, sócia-diretora do escritório.

Uma vez aprovada a minuta pelos associados da ALMACO, detalha Lívia, o requerimento será dirigido à Coordenação Geral de Tributação (COSIT) e apresentado na unidade da RFB de São Paulo.

Leves, translúcidas, resistentes à corrosão e 100% recicláveis, as telhas de compósitos são largamente utilizadas em aplicações industriais e residenciais. Hoje em dia, ao redor de 35 transformadores brasileiros fabricam o produto – por ano, faturam cerca de R$ 200 milhões e geram mais de 300 empregos diretos.  

As empresas que integram o Comitê Setorial da ALMACO responsável pelo pedido de revisão do IPI são as seguintes: Afort Telhas, Cersan, Cofibra Telhas, Cosmoplast, Fibralit, Fibrarte (Lux Telhas), Fibratel, Planefibra, Plastifibra, Reichhold Polynt, Owens Corning, Oswaldo Cruz e Novapol.


Sobre a ALMACO



Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

FONTE: SLEA Comunicação

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30 abr 2020

Tanques de PRFV são alternativa ao aço na armazenagem de gêneros alimentícios

No Brasil, o setor de alimentos e bebidas costumava optar exclusivamente por tanques de aço – ligas 304 ou 316 – para armazenar água potável e produtos acabados, como sucos, chás, polpas e molhos. Esse cenário vem gradativamente mudando com a ascensão dos reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).


“Os tanques de PRFV ganham espaço no mercado de alimentos e bebidas graças ao peso menor do que o aço, o que implica em redução no custo com as fundações, e à elevada resistência à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, líder brasileira em reservatórios e equipamentos especiais de PRFV.


Desde quando começou a atender empresas que produzem gêneros alimentícios, a Tecniplas forneceu cerca de cem tanques. “Alguns deles, por exemplo, foram adquiridos pela Asteca Hinomoto, de Presidente Prudente (SP), para a armazenagem de extrato de shoyu. Seguem operando regularmente até hoje”.


Para estar apto a ter contato com itens de consumo humano, os tanques de PRFV da Tecniplas são produzidos com resinas que possuem o Laudo de Inocuidade, conforme exigido na Portaria de Consolidação nº 5, de 28/09/2017, do Ministério da Saúde – Anexo XX (antiga Portaria 2914/2011).


“Em paralelo, temos investido na realização de ensaios ainda mais específicos para atender esse segmento, entre eles, o teste de rugosidade de superfície. Dessa forma, podemos cumprir todas as condições sanitárias mais exigentes quando o assunto é o armazenamento de produtos acabados”, completa o diretor da Tecniplas.


Sobre a Tecniplas


Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

FONTE: SLEA Comunicação

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30 abr 2020

Setor de compósitos cresceu 5,6% em 2019

São Paulo, SP – Em 2019, o setor brasileiro de compósitos – um tipo de plástico de engenharia – emplacou o terceiro ano seguido de crescimento, com um faturamento de R$ 2,8 bilhões, cifra 5,6% maior do que a registrada no período anterior. Em volume, o salto foi de 8,3%, totalizando 218 mil toneladas consumidas. Os dados fazem parte do mais recente estudo da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). 

“Os segmentos de transporte e elétrico foram os principais responsáveis por esse bom desempenho. Destaque também para o aumento da demanda do mercado náutico, ainda que represente pouco em termos de volume. A indústria da construção civil, por sua vez, teve uma importância menor em 2019, muito embora siga liderando o ranking dos principais consumidores locais de compósitos”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

De acordo com o levantamento da Maxiquim, a construção civil respondeu por 32% do consumo brasileiro de compósitos de poliéster, à frente de transportes (27%), corrosão/saneamento (22%), energia elétrica (4%), eólico (4%) e náutico (2%). Quando separada apenas a demanda de compósitos à base de resina epóxi, a geração de energia eólica liderou com 89%, à frente de óleo e gás (6%) e eletroeletrônicos (2%).

Das 218 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, o levantamento apontou para a seguinte divisão: resina poliéster (114 mil), fibra de vidro (60 mil), resina epóxi (21 mil), gelcoat (12,5 mil), resina éster-vinílica (2,3 mil), adesivo estrutural (2,2 mil), fibra de carbono (2,6 mil) e outros (4 mil), como catalisadores, aditivos e cargas minerais.

Em relação aos processos de fabricação adotados pelos transformadores brasileiros de compósitos, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, apareceram com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (8%), pultrusão (7%), enrolamento filamentar (6%), laminação contínua (5%), BMC/SMC (5%), infusão (4%) e outros (12%).

Pandemia

A pesquisa feita pela Maxiquim foi concluída nos primeiros dias da pandemia de Covid-19. Portanto, os dados sobre as expectativas para 2020 tiveram que ser desconsiderados, observa a presidente da ALMACO. “Ninguém sabe ao certo o tamanho dos danos que a paralisação causará na economia como um todo. Estamos aguardando maiores desdobramentos para refazer o estudo e divulgar novas perspectivas sobre o mercado de compósitos”.

Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

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30 abr 2020

Redelease intensifica produção de vídeos focados em faça-você-mesmo

Em tempos de pandemia, os efeitos econômicos podem ser tão ou mais devastadores do que a doença em si. Com a escalada do desemprego, formas de gerar algum tipo de renda são muito bem-vindas, e o artesanato ou trabalhos manuais do tipo faça-você-mesmo (DIY) ganham ainda mais importância.


Disposta a colaborar com a formação dessa mão de obra, a Redelease, tradicional distribuidora de produtos químicos – fornece resinas, fibras de vidro e borrachas de silicone, entre centenas de outros itens – vai intensificar a postagem de vídeos em seu canal no YouTube.

“Lançaremos em breve um quadro quinzenal detalhando como pequenos negócios podem ser montados a partir do processamento dos materiais que fornecemos. Em paralelo, seguiremos postando até quatro vídeos por semana, sendo que boa parte desse conteúdo passará a ser focado exclusivamente em compartilhar conhecimento, seja para produzir bijuterias e artesanatos em geral ou até a aplicar porcelanato líquido e fabricar river tables”, informa Rafael Iacovella, gerente de e-commerce da Redelease e um dos apresentadores do canal – no YouTube, ele é conhecido como “Bedu”.


Com 195 mil inscritos, o canal da Redelease reúne cerca de 400 vídeos, sendo que metade é voltada à temática DIY. “Fora os mais de 600 vídeos listados na página e produzidos pelos nossos parceiros”. Entre eles, destaque aos canais Claytrix, Kaka Craft, Fazendo Mundo, Adilson Pinheiro, Buraco Nerd, Manual do Mundo e 3d Geek Show. No Google, o termo “Redelease” é relacionado a cerca de 40 mil vídeos.

Redecenter

A presença no YouTube colabora não só com a estratégia de vendas online da Redelease – unidade de negócio criada em 2010 por Beto Iacovella, irmão de Rafael e diretor de marketing da empresa –, mas também com a popularização da marca por meio do Redecenter, nome das empresas que atuam sob licença da Redelease.

“O modelo de negócio do Redecenter baseia-se na assinatura de contratos de distribuição exclusiva. Ou seja, o proprietário da loja comercializa apenas os produtos que fornecemos. Por outro lado, tem melhores condições para acessar o nosso portfólio e conta com suporte técnico e comercial constante. Com o nosso canal no YouTube, fortalecemos a divulgação de ambas as marcas”, detalha Beto. 

Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease é uma das maiores distribuidoras de especialidades químicas do Brasil. Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre resinas termofixas, reforços mecânicos (fibras de vidro, por exemplo), desmoldantes semipermanentes, adesivos estruturais, peróxidos orgânicos e tintas de alta performance. Com sede administrativa em Barueri e filial em Campinas, a Redelease conta com unidades licenciadas (Redecenter) em São Paulo, Sorocaba, São José do Rio Preto, Volta Redonda, Joaçaba e Joinville. Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

FONTE: SLEA Comunicação

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27 abr 2020

Stringal Hurner amplia fábrica de tanques de compósitos

Com expansão da área fabril, capacidade produtiva deve aumentar mais de 70%


Um dos maiores negócios do mercado brasileiro de compósitos foi fechado no final de 2006, quando ocorreu a fusão entre Stringal e Hurner. A primeira, fundada em 1967, fabricava tanques e sistemas de exaustão. A segunda, na ativa desde 1964, era uma das suas principais concorrentes. Líder do seu segmento e detentora de um histórico de mais de 30 mil tanques fabricados, a Stringal Hurner hoje investe na ampliação da planta que opera em São Bernardo do Campo (SP), às margens do Rodoanel.

“Com a expansão da área fabril prevista para ser concluída até junho, teremos condições de aumentar em mais de 70% a nossa capacidade instalada”, calcula Marcos Miotto, diretor da Stringal Hurner. Em média, a empresa produz 600 tanques/ano.

A ideia é ocupar esse novo potencial com fornecimentos principalmente para empresas dos setores químico, papel e celulose, fertilizantes e tratamento de água e esgoto. “Costumam apresentar projetos mais complexos, que precisam de maior suporte da área de engenharia, e esse é o nosso perfil”.

A aptidão para atuar em cenários desafiadores levou a Stringal Hurner a montar uma completa estrutura interna para ensaios de qualidade, inclusive os mais rigorosos, como o hidrostático – o reservatório é preenchido com água para a detecção de vazamentos. Algo que chama atenção, sobretudo porque a empresa chega a produzir tanques que podem ter até 7 m de diâmetro e armazenar 1.000 m³.  

Única fabricante brasileira de reservatórios de compósitos – ou plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV) – a contar com a certificação ISO 9001, a Stringal Hurner só produz baseada em normas técnicas. “Nada do que sai daqui é fabricado em desacordo ao que dispõem as normativas da ASME”, ressalta Miotto.

Tubos e revestimentos

Em paralelo à fabricação de tanques, a Stringal Hurner produz tubulações de PRFV e PVC reforçado com fibras de vidro (RPVC). Os segmentos consumidores dos tubos são semelhantes aos dos tanques, com exceção do RPVC, cuja maior fatia de vendas concentra-se nas usinas de álcool e açúcar.

“Na área de revestimento industrial o nosso foco é a proteção anticorrosiva de diversos tipos de equipamentos, como dornas, canaletas e bacias de contenção”, completa o diretor da Stringal Hurner.

FONTE: Stringal

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