26 mar 2020
03 mar 2020

Projetos de construção devem contemplar sistemas de coberturas resistentes às chamas

Os riscos de incêndio em edificações comerciais, industriais e públicas têm colocado o setor da construção civil em alerta. Um dos fatores dos recentes acontecimentos trágicos no Brasil é a falta de uma cultura de autossegurança. Além da manutenção preventiva, é essencial que o projeto de uma construção ou reforma contemple a utilização de materiais que sejam resistentes à propagação das chamas.

A cobertura das obras é um dos pontos mais críticos do projeto, que merece análise detalhada dos materiais de estrutura e acabamento a serem utilizados. “É essencial buscar produtos que sejam comprovadamente resistentes às chamas, reduzindo dessa forma os riscos de incêndio e oferecendo maior confiabilidade e segurança”, informa Dennis Malschitzky, diretor da Planefibra, que possui sistemas de coberturas com resistência às chamas.

 As telhas translúcidas da Planefibra podem ser fabricadas para atender as normas técnicas que estabelecem condições para dificultar a propagação de chamas no ambiente de origem de incêndio e não criam impedimento visual que dificulte a fuga dos ocupantes em situação de incêndio. “As matérias-primas utilizadas e os processos de fabricação das telhas asseguram alta confiabilidade, atendendo aos mais modernos e seguros projetos da construção civil”, destaca o gerente industrial Cyrus Muchalski.

A Planefibra, que atende o mercado nacional a partir de sua unidade industrial instalada em São Bento do Sul, Santa Catarina, também é uma das primeiras fabricantes nacionais a atender a norma ABNT NBR 16753, editada recentemente para certificar a produção de poliéster reforçado com fibras de vidro. A empresa trabalha com produtos laminados em PRFV – resina poliéster reforçada com fibra de vidro para garantir alto desempenho, além de atender aos princípios de sustentabilidade.

A empresa também inovou ao lançar no Brasil as telhas Termoplan, que oferecem ótimo aproveitamento de luz natural com isolamento entre os ambientes externo e interno. O sistema traz benefícios a construções comerciais e industriais, incluindo retrofit, através da incorporação de novas tecnologias para revitalizar edificações. O padrão das peças torna precisa, fácil e rápida a instalação das telhas. A Termoplan pode ser aplicada em ambientes climatizados, como home centers, escritórios, refeitórios, áreas industriais e centros esportivos e logísticos.

SOBRE A PLANEFIBRA

A Planefibra desenvolve e produz soluções em iluminação e ventilação natural para a construção civil e a indústria. Atende o mercado brasileiro e sul-americano com telhas translúcidas, telhas térmicas, venezianas industriais, chapas industriais e peças de injeção plástica. A companhia está instalada em São Bento do Sul, Santa Catarina, onde mantém uma infraestrutura capacitada ao desenvolvimento de novas tecnologias e à fabricação de produtos com altos índices de qualidade e produtividade, além de atendimento especializado.

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Jornalista Ivan Roberto Liebl

Impulso Comunicação – São Bento do Sul

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03 mar 2020

Por mês, INEOS Composites processa 25 milhões de garrafas PET pós-consumo

Empresa fabrica resinas termofixas na cidade paulista de Araçariguama

Araçariguama (SP) – Ainda que façam parte da lista de vilãs do meio ambiente, as garrafas PET pós-consumo podem ser transformadas em matérias-primas de produtos de longa vida útil (décadas) e alto valor agregado. A INEOS Composites, por exemplo, utiliza PET reciclado na fabricação de algumas de suas resinas termofixas, polímeros que, combinados com fibras de vidro, dão origem a tanques, tubos, piscinas e tetos de ônibus, entre milhares de outras aplicações.

Por mês, calcula Alex Garcia, coordenador de processos da INEOS, a unidade da empresa situada em Araçariguama (SP) reaproveita o equivalente a mais de 25 milhões de garrafas PET de 500 ml. “O PET substitui parte do ácido tereftálico e do anidrido ftálico da resina termofixa. A quantidade usada vai depender do tipo e das características do produto que desejamos fabricar”.

Sob o ponto de vista de desempenho, não há qualquer restrição ao uso de resinas baseadas em PET reciclado. Ao contrário, a depender da formulação, produtos desse tipo chegam a ser mais flexíveis e resistentes do que os oriundos 100% de matérias-primas virgens.

“Isso só acontece graças a um rigoroso controle de qualidade e classificação da matéria-prima que adquirimos”, salienta Garcia. Todos os lotes de resina reciclada são submetidos a testes para determinar o grau de pureza e o teor de resíduos, como areia, olefinas e metais. “Também são feitos ensaios de cor e aparência. O controle do recebimento do PET é uma das fases mais importantes de todo o processo”, comenta.

Outra vantagem garantida pelas resinas derivadas de PET pós-consumo é o preço menor. Na comparação direta com uma resina termofixa do tipo tereftálica, por exemplo, a diferença é de 7% a 10%.

“A falta de conhecimento ainda pode levar a algum tipo de preconceito sobre essas resinas. Mas isso é cada vez mais raro e, quando acontece, respondemos rapidamente mostrando os milhares de casos bem-sucedidos de aplicação das nossas resinas que contêm PET reciclado”, finaliza o coordenador de processos da INEOS.

Certificação RC 14001®

A unidade de Araçariguama da INEOS Composites é a primeira fábrica de resinas termofixas do Brasil a contar com a certificação RC 14001®. Em linhas gerais, a RC 14001® é uma junção do programa Responsible Care, que abrange questões relacionadas à segurança, meio ambiente, saúde e proteção de patrimônio, com a ISO 14001, cujo foco é a gestão ambiental das empresas.

Sobre a INEOS Composites

A INEOS Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos, um tipo de plástico de alta performance. Seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros. Para mais informações, acesse www.ineo.com/composites.

Sobre a INEOS

  A INEOS é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega. Trata-se de uma das dez principais empresas e a maior companhia privada a operar no Mar do Norte. Para mais informações, acesse www.ineos.com.

Sobre a INEOS Enterprises

A INEOS Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A INEOS Enterprises não faz parte do grupo de bancos INEOS Group Holdings. Para mais informações, acesse www.ineosenterprises.com.


FONTE: SLEA Comunicação �[�

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03 mar 2020

Turbina eólica gigante de 20 MW vai ser testada na Alemanha

O Instituto Alemão Fraunhofer de Sistemas de Energia Eólica (IWES) está a preparar-se para começar testes de um simulador de rede móvel para avaliar o impacto dos aerogeradores gigantes com potências até 20 MW, e para isso contou com o financiamento governamental de 12.7 milhões de euros.

O Fraunhofer IWES vai assim lançar as suas instalações de testes móveis para o projeto de investigação de cumprimento da rede, o Mobil Grid CoP, com o objetivo de desenvolver e colocar em marcha um simulador de rede móvel que servirá para verificar todos os serviços atuais e futuros do sistema de rede, bem como as propriedades elétricas dos aerogeradores.

Há a destacar que o Mobil-Grid-CoP vai testar e otimizar a compatibilidade da rede de aerogeradores gigantes, com especial incidência nos aerogeradores com capacidade até 20 MW!

O maior aerogerador do mundo – que está prestes a entrar em produção em série é da GE, o Haliade X de 12 MW, mas os fabricantes têm vindo a desenvolver ativamente aerogeradores maiores, com o intuito de lançar no mercado potências de 20 MW (lá para o final da década).

DE REFERIR TAMBÉM QUE, ENTRETANTO, JÁ FOI LANÇADO EM CÓDIGO ABERTO, POR PARTE DOS EUA, UM AEROGERADOR DE 15MW, O IEA 15MW.

Ora, no horizonte estão aerogeradores cada vez maiores, e para serem bem-sucedidos, têm que ser testados, mas os atuais locais de testes não estão preparados para aerogeradores acima de 15 MW.

Lacuna que o Mobil Grip CoP, desenvolvido pelo Fraunhofer IWES, virá colmatar. Estes será o maior simulador de rede do mundo, com uma produção de 80 MVA.

E segundo o professor Jan Wenske, Diretor Técnico do Fraunhofer IWES “por um lado, pode ser integrado sem problemas na atual estrutura de testes do DyNaLab (Laboratório de provas dinâmicas de gôndola) e por outro pode também ser usado em campo aberto. Pode mesmo ser ligado ao campo de testes de hidrogénio planificado”.

Os investigadores estão encantados com as possibilidades que a retroalimentação positiva e respetivos requisitos técnicos do campo de testes.

O simulador de rede móvel será ligado diretamente ao ponto de ligação à rede num local de testes, disse Gesa Quistorf, gestor de projeto do Fraunhofer IWES.

O simulador de ligação de 80 MVA vai permitir o teste de equipamentos ate 20 MW de potência, o que significa que se podem medir parques e cadeias eólicas de uma só vez. É ainda dada a análise de perturbações ativas durante os testes de operação na rede.

Fonte: Por Pedro Reis – Canal Portal Energias Renováveis

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