12 set 2019

ALMACO promove curso gratuito para alunos de engenharia da FEI

Treinamento acontece nos dias 26 e 27/09, no CETECOM

Nos próximos dias 26 e 27/09, a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) receberá 18 alunos do Centro Universitário FEI para um curso gratuito no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM). A ação foi viabilizada graças ao apoio das empresas Novapol, Owens Corning e Polynt-Reichhold.
Destinado aos alunos de graduação de Engenharia de Materiais e Engenharia Mecânica, o treinamento contará com uma parte teórica, na qual serão compartilhados os conceitos básicos sobre as propriedades dos compósitos, e prática, quando os estudantes poderão fabricar peças pelo processo de laminação manual.
“A disseminação do conhecimento sobre o material é a base da nossa estratégia. E nada melhor do que compartilhar essas informações entre futuros engenheiros”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.
A propósito, em 2020 será lançada a primeira pós-graduação em materiais compósitos e polímeros do estado de São Paulo. Fruto da parceria entre ALMACO e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o curso será direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração, além de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos na área.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

Treinamentos e parcerias são o foco da nova gestão da ALMACO

Desde janeiro, Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos é presidida pela publicitária e jornalista Erika Bernardino Aprá

O primeiro semestre de 2019 foi bastante movimentado para a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Presidida desde janeiro por uma executiva independente, a publicitária e jornalista Erika Bernardino Aprá, a ALMACO tem desenvolvido uma série de ações para fortalecer o segmento e prepará-lo para a tão esperada retomada econômica.
A disseminação do conhecimento acerca do material – um tipo de plástico de alta performance – é a base da estratégia da nova administração da ALMACO. Para tanto, a associação promoveu dez cursos nos primeiros seis meses do ano, todos apoiados pela estrutura laboratorial do Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), organismo que a ALMACO mantém em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).
“São treinamentos tanto para iniciantes na nossa indústria, que desejam conhecer os processos mais simples, como para profissionais experientes e que buscam ter contato com as tecnologias de ponta”, explica a presidente da ALMACO.
A propósito do IPT, todos os associados ALMACO passaram a contar este ano com descontos em ensaios e testes contratados no instituto.
Em paralelo, a entidade realizou duas edições dos Encontros Regionais nas cidades de São José dos Campos (SP) e em Caxias do Sul (RS). “Com isso, não limitamos às ações da associação à capital paulista e permitimos que mais pessoas tenham acesso aos conteúdos que disponibilizamos”.
Foi fora de São Paulo também que a ALMACO – mais precisamente, o seu Comitê de Tubulações – organizou um evento que obteve grande repercussão. Intitulado “Tubulações em PRFV: novas aplicações e tendências”, o encontro realizado na sede do departamento de engenharia da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ), foi marcado por forte interação com um público de perfil extremamente técnico.
“Valeu muito a pena, pois conseguimos dirimir algumas dúvidas dos engenheiros da Petrobras e discutir eventuais oportunidades de negócios para os nossos associados”, observa Erika.
Outra aproximação importante se deu com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos (ABENDI). No CETECOM e sob a orientação de técnicos da ALMACO, a ABENDI produziu corpos-de-prova de pás eólicas e simulou, em escala laboratorial, falhas nos laminados produzidos. O trabalho foi o pontapé inicial do curso de reparos em pás eólicas que a ALMACO lançará nos próximos meses.

Comitês, Guia de Pultrusão e Top of Mind
Para o segundo semestre, além da divulgação de mais um levantamento sobre o mercado de compósitos – pesquisa elaborada pela Maxiquim –, a ALMACO concentrará parte de seus esforços nas atividades de dois novos comitês: o de telhas e o de postes. “Em ambos, nos dedicaremos à elaboração de normas técnicas e planos de comunicação para popularizar essas aplicações”.

Os cursos, por sua vez, seguirão a toda. No CETECOM, estão programados mais dez treinamentos até o final do ano e, em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN/USP), a ALMACO promoverá duas aulas práticas sobre processamento de compósitos. O escopo será o mesmo no treinamento dos alunos de engenharia do Centro Universitário FEI, atividade agendada para o final de setembro.
“Em 2020, teremos a primeira pós-graduação em materiais compósitos e polímeros do estado de São Paulo”, salienta Erika. Mais um fruto da parceria entre ALMACO e IPT, o curso será direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração, além de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos na área.
Já em termos de publicações, o destaque ficará por conta do lançamento, em meados de outubro, do Guia de Compras e Inspeção de Perfis Pultrudados. Digital e disponível para download gratuito, o material inédito reunirá as principais recomendações para os usuários de perfis fabricados pelo processo de pultrusão – as aplicações mais comuns são grades de piso, guarda-corpos, leitos para cabos e escadas.
“Também teremos em dezembro a décima edição do Top of Mind da Indústria de Compósitos, a principal premiação do setor”. Este ano serão premiadas 26 categorias, entre fornecedores de matérias-primas, distribuidores e processos de fabricação.

Mercado em expansão

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos deve emplacar o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões, alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior.
“Notamos uma tendência de elevação na maioria dos segmentos consumidores do material, com destaque para a indústria automotiva, representada pelas montadoras de veículos pesados e agrícolas, e de energia, na qual ocorre uma intensa substituição da madeira e concreto usados em cruzetas e postes pelos compósitos, devido ao seu baixo peso e resistência à corrosão”, resume Erika.
Em contrapartida, o mercado de construção segue andando de lado, muito em função da dificuldade de obtenção de crédito imobiliário. “Já os investimentos em infraestrutura dependem de projetos governamentais, que permanecem escassos. Isso impacta diretamente nas vendas, por exemplo, de tubulações de compósitos”.
Com uma fatia de 35% do consumo local de compósitos de poliéster, a construção civil aparece à frente de transporte (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica responde por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo fica em segundo lugar, com 5%.
De acordo com o levantamento da Maxiquim, em 2019 serão consumidas 210 mil toneladas de compósitos, volume 4,5% superior ao anotado em 2018. A geração de emprego, por sua vez, deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.
“Caso se confirmem essas previsões, será o nosso terceiro ano seguido de balanço positivo. Então, em dezembro, poderemos dizer que, enfim, a curva de crescimento se inverteu definitivamente. Agora, cabe ao governo colaborar com a indústria e fazer as reformas necessárias para que o Brasil volte a ser um ambiente favorável aos investimentos privados”, conclui a presidente da ALMACO.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

Início da pesquisa do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2019

Organizada pela ALMACO, principal premiação do setor contempla 26 categorias

A partir do dia 01/10, a Destaque Business Research dará início à pesquisa que apontará os vencedores do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2019. Criado em 2010 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos, o Top of Mind é o principal prêmio do setor brasileiro de compósitos. A pesquisa encerrará no dia 08/11.
Por meio de votação eletrônica e espontânea, representantes da cadeia produtiva de compósitos e consumidores finais do material escolherão as empresas Top of Mind em 26 categorias, entre matérias-primas, processos, distribuição e inovação.

A cerimônia de premiação acontecerá em São Paulo, no dia 12/12.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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12 set 2019

O que o Processo de Enrolamento Filamentar Possibilita Fabricar?

O enrolamento de filamentos é uma técnica de fabricação usada principalmente para a fabricação de estruturas de extremidade aberta (cilindros) ou fechadas (vasos de pressão ou tanques).
Esse processo envolve o enrolamento de filamentos sob tensão sobre um mandril rotativo. O mandril gira em torno de um eixo enquanto um olhal de entrega em um atravessa horizontalmente em linha com o eixo do mandril em rotação, estabelecendo fibras no padrão ou ângulo desejado.
Os filamentos mais comuns são vidro ou carbono e são impregnados em um banho com resina à medida que são enrolados no mandril. Uma vez que o mandril esteja completamente coberto até a espessura desejada, a resina será curada.
Dependendo do sistema de resina e de suas características de cura, geralmente o mandril rotativo é colocado em um forno ou em aquecedores radiantes até que a peça seja curada. Após a cura da resina, o mandril é removido ou extraído, deixando o produto final oco. Para alguns produtos, como garrafas de gás, o ‘mandril’ é uma parte permanente do produto acabado, formando um revestimento para evitar vazamentos de gás ou como uma barreira para proteger o compósito do fluido a ser armazenado.
O enrolamento filamentar é adequado para automação, e existem muitas aplicações, as mais comuns são: postes de energia e transmissão, tubos e tanques para estações de tratamento (ETE e ETA). Mas também existem outros tipos de produtos fabricados por este processo como tacos de golfe, carcaças de membrana de osmose reversa, remos, garfos de bicicleta, aros de bicicleta, postes de energia e transmissão, vasos de pressão para carcaças de mísseis, fuselagens de aeronaves, etc.
Gostou desta informação? Entre em contato com a FIBERMAQ e saiba um pouco mais sobre esta tecnologia que vem revolucionando a fabricação de postes, tubos e tanques no Brasil.

Fonte: Fibermaq – Tiago Silva (Consultor Comercial)

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12 set 2019

INEOS completa aquisição da Ashland Composites Business

A INEOS Entreprises anunciou no dia 03/09 a conclusão da compra de todo o negócio de compósitos da Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH). A aquisição também incluiu uma fábrica de butanodiol (BDO) na Alemanha.

Os negócios que fazem parte da transação combinam vendas de mais de US$ 1,1 bilhão por ano e empregam 1.250 pessoas em 19 unidades distribuídas pela Europa, Américas do Norte e Sul, Ásia e Oriente Médio.
“Estamos muito satisfeitos por termos concluído o acordo para adquirir o negócio de compósitos da Ashland. Temos um forte histórico de excelência em fabricação, administrando negócios com segurança e confiabilidade, trabalhando em estreita colaboração com os clientes para atender às suas aspirações de crescimento. A INEOS Composites, como será conhecida, apresenta novas oportunidades para a INEOS entrar no mercado de compósitos por meio do apoio de excelentes pessoas e ativos. Estou ansioso para dar as boas-vindas a esse novo negócio”, afirmou Ashley Reed, CEO da INEOS Enterprises.
A partir de agora, o negócio de compósitos da Ashland passa a se chamar INEOS Composites, operação construída com base nas sólidas fundações de uma líder global em resinas de poliéster insaturado e éster-vinílicas, além de gelcoats. A fábrica de BDO, por sua vez, produz intermediários essenciais para poliésteres e poliuretanos de alto desempenho – será gerida pela INEOS Solvents.
“A Ashland completou uma etapa importante, cumprindo sua visão de se tornar a principal empresa de especialidades químicas com a conclusão da venda dos negócios de compósitos e intermediários. Ambos são excelentes negócios, com ótimas pessoas, tecnologia e ativos. Desejamos sucesso às equipes de compósitos e BDO agora que se tornaram parte da INEOS Enterprises”, afirmou Bill Wulfsohn, presidente e diretor executivo da Ashland.

Sobre a INEOS
A INEOS é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega. Trata-se de uma das dez principais empresas e a maior companhia privada a operar no Mar do Norte.

Sobre a INEOS Enterprises
A INEOS Enterprises compreende um portfólio de empresas que fabricam produtos químicos no norte da Europa, EUA e Canadá, com vendas de € 2 bilhões em todo o mundo. O negócio está focado nas necessidades de seus clientes e no rápido crescimento, por meio do investimento em novos produtos e instalações ou por aquisições. Emprega cerca de 2 mil pessoas em sites no Canadá e nos EUA. A INEOS Enterprises não faz parte do grupo de bancos INEOS Group Holdings. Para mais informações, acesse www.ineosenterprises.com.

Sobre a Ashland
A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma importante empresa global de especialidades químicas que atende clientes em uma ampla gama de mercados (industriais e de consumo), incluindo adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, nutracêuticos, cuidados pessoais e farmacêutico. A Ashland emprega cerca de 6 mil solucionadores, que desenvolvem respostas práticas, inovadoras e elegantes para problemas complexos apresentados por clientes em mais de cem países. Para saber mais, acesse www.ashland.com.

Fonte: SLEA Comunicação

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12 set 2019

Geração eólica bate novo recorde no Nordeste, diz ONS

O recorde anterior de geração média no Nordeste havia ocorrido em 26 de agosto, quando foram produzidos 8.650 MW médios

Conforme o operador, o recorde decorreu da intensificação do sistema de alta pressão que atuou no litoral do estado da Bahia.
O Nordeste registrou novo recorde de geração média diária de energia eólica na última sexta-feira (6), ao produzir 8.722 MW médios, volume que atendeu 87% da carga da região no dia, informou nesta terça-feira (10), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O fator de capacidade das eólicas da região chegou a 74%.
Conforme o operador, o recorde decorreu da intensificação do sistema de alta pressão que atuou no litoral do estado da Bahia, o que proporcionou geração eólica mais elevada, principalmente, nos estados da Bahia, Piauí e Pernambuco.
O recorde anterior de geração média no Nordeste havia ocorrido em 26 de agosto, quando foram produzidos 8.650 MW médios. O País vive atualmente a “safra de ventos”, quando sazonalmente a produção de energia proveniente das usinas eólicas é maior.
Anteriormente, especialistas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) já haviam sinalizado que setembro seria um mês tão bom quanto agosto ou até melhor.

Fonte: Diário do Nordeste

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12 set 2019

2º Encontro Regional ALMACO 2019 em Caxias do Sul/RS

Esta acontecendo hoje dia 12/09, em Caxias do Sul/RS, o 2º Encontro Regional de 2019 que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) esta promovendo. O evento esta sendo realizado no Restaurante SICA em parceria com a Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho).
Na parte da tarde os participantes acompanharão seis palestras. “Nada melhor do que apresentar trabalhos sobre o que há de mais avançado em termos de matérias-primas e processos de fabricação de compósitos, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.
Agradecemos aos patrocinadores: INEOS, LORD, Morquimica, Novapol e Saertex.

Fonte: ALMACO

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29 ago 2019

Simplás comemora 30 anos de olho nas tendências do futuro

Entidade que nasceu para integrar industriais do setor projeta avanço em ações de sustentabilidade econômica e ambiental
O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) completa neste sábado (24) três décadas de atuação. De origem regional, a entidade evoluiu para uma das mais representativas do país nas articulações do setor e da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Em solenidade na noite de sexta-feira (23), além da celebração do aniversário, também ocorreu a solenidade de apresentação da diretoria para o triênio 2019-2022 e outorga do Mérito Plástico Pietro Zanella – a principal honraria conferida pelo sindicato. Os homenageados desta edição são os empresários Leocádio Nonemacher (Sulbras Moldes e Plásticos) e Lourenço Stangherlin (Anodilar Indústria de Utilidades Domésticas).
Diretor da Natiplast Tecnologia em Polímeros, Gelson de Oliveira, 66 anos, torna-se o quinto presidente na história do Simplás. As vice-presidências ficam com o diretor da Lineform, Eugênio Misturini, 44 anos, e o diretor da Plasmosul, Orlando Marin, 61 anos, que já comandou a entidade por três gestões anteriormente (2004-2013). A nominata executiva se completa com Leocádio Nonemacher (Sulbras – 1º secretário), Paulo Francisco Weber (Pisani – 2º secretário), Mateus Bertolini Sonda (Plasmosul – 1º tesoureiro) e Jones Pellini (Kaballa – 2º tesoureiro).
Após duas gestões consecutivas à frente do sindicato (2013-2019), o diretor da Plásticos Itália, Jaime Lorandi, 59 anos, segue como diretor e passa a integrar o Conselho Fiscal. Também presidiram o Simplás nestes 30 anos os empresários João Francisco Muller (1995-2004), e Sérgio Ítalo Webber (1989-1995), que foi o primeiro.
“Cada presidente tem as suas ideias, as suas características e é justamente daí que o sindicato tira a sua força. Um novo presidente, quando assume, traz o seu jeito de liderar e assim traz novas contribuições para a entidade e o setor como um todo. É desta forma que pretendemos trabalhar: pensando sempre no benefício e na melhoria do nosso associado, porque todos fazemos parte deste grupo”, afirma Oliveira.

Missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade
Ao longo de três décadas de atuação, o Simplás firmou identidade própria em pelo menos quatro grandes vetores de desenvolvimento, além da própria representação em pleitos e negociações setoriais: missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade.
Na fundação da entidade, em 1989, a região já reunia muitas empresas de plásticos que buscavam uma representação própria e integração dos industriais do setor. A comissão para constituição do sindicato foi composta por mais de 20 indústrias plásticas. Desde a inauguração, a sede ficou na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Já nas primeiras ações promovidas pelo Simplás estava a intenção de contribuir como órgão técnico e consultivo para o desenvolvimento do setor, indo além da representar as empresas na celebração de convenções ou acordos coletivos de trabalho e prestar orientações jurídicas. A promoção de palestras, seminários, cursos e participações em feiras já estava no DNA desde o final da década de 80.
O passo evolutivo natural foi a formação – que se tornou uma prática recorrente, com o tempo – das missões técnicas para os grandes eventos nacionais e internacionais do setor. Destacaram-se, no exterior, as participações em feiras na Argentina, na Itália, na China e, fundamentalmente, no grande referencial mundial do setor, a Feira K, em Dusseldörf, na Alemanha (que já tem missão do Simplás confirmada para outubro de 2019).
De frequentador a realizador de feiras: o Simplás avançou para a organização de uma das mais importantes exposições setoriais do país assinada por um sindicato industrial. Em cinco edições, de 2007 a 2015, a Plastech Brasil atraiu para Caxias do Sul (RS) e o polo plástico da Serra Gaúcha mais de mil expositores, quase 100 mil visitantes e, apenas nas duas últimas edições, movimentou mais de R$ 320 milhões em geração de negócios.
Nestes 30 anos, o Simplás também exerceu papel decisivo em um dos temas considerados mais sensíveis em praticamente todas as manifestações de associados: a qualificação da mão de obra. Graças a atuação do sindicato, o eixo transformador local passou a contar com uma série de alternativas de aprimoramento técnico, como a criação do curso de Tecnologia em Polímeros da Universidade de Caxias do Sul (UCS), da Escola Senai do Plástico e do curso técnico em Plásticos do Instituto Técnico Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Além das capacitações desenvolvidas e oferecidas pela própria entidade, como os cursos de Gestão na Prática e Liderança, em parceria com a Uniftec.
Assunto que adquiriu contornos de modismo entre alguns grupos em tempos recentes, a sustentabilidade já é realidade concreta na vida do Simplás desde os anos 1990. Na época, já surgiram debates e ações de promoção da reciclagem e as primeiras parcerias com entidades referenciais no descarte correto, como a Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca). Na década seguinte, a grande feira organizada pelo sindicato trouxe demonstração de economia circular na prática com o projeto Recicla Plastech Brasil, que começou a incluir a doação de milhares de bancos e lixeiras confeccionados com plástico reciclado, coletado no próprio evento, para escolas públicas.

Transformação para o futuro
Um novo paradigma foi estabelecido com o surgimento do projeto Plástico do Bem. Iniciativa que alia Educação Ambiental com inclusão social, em parceria didática com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, promovendo a capacitação de professores, alunos e alunas de escolas públicas municipais para a coleta, seleção, limpeza e destinação correta de artefatos plásticos pós-consumo. O material é posteriormente comercializado pelas escolas com a empresa Reciclados em Cristo, que remunera imediatamente as instituições de acordo com o volume recolhido.
O Plástico do Bem começou a ser implantado na rede pública municipal de Farroupilha (RS), em 2018, e avançou para Caxias do Sul (RS) em abril de 2019. Recentemente, ganhou expansão para o município de Flores da Cunha (RS) – assim como os anteriores, integrante da área de representação do Simplás. Até 31 de julho deste ano, considerando-se apenas os dois primeiros municípios beneficiados, o Plástico do Bem já encaminhou para a reciclagem mais de 30 toneladas de plástico limpo. E rendeu às escolas públicas quase R$ 30 mil. Já são, entre Farroupilha e Caxias do Sul, 78 escolas, 3.099 professores e 31.741 estudantes alcançados com as capacitações.
“É o grande diferencial do projeto, porque aponta para o futuro. Não se trata apenas de uma campanha de arrecadação. É mais do que isso. É uma mudança de comportamento e uma promoção de novos hábitos que serão adotados e cobrados de toda sociedade por estas crianças e jovens que estão hoje tendo contato com o produto e recebendo conhecimento”, observa o presidente do Simplás, Gelson de Oliveira.
Dos cerca de 60 associados do início dos trabalhos, o hoje o Simplás representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país. E figura entre as cinco maiores geradoras de empregos do setor no Brasil. Em 2019, o Simplás completa 30 anos de fundação.

Fonte: Gabriel de Aguiar Izidoro – Jornalista MTE

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29 ago 2019

Siemens Gamesa vai produzir conversores em Camaçari

Fabricante terá capacidade de produzir 100% dos seus conversores no Brasil, reafirmando compromisso com a indústria eólica nacional e com a economia local da região. Montagem final das novas turbinas no Brasil é comemorada.
A Siemens Gamesa Renewable Energy (SGRE) anunciou mais um importante investimento em sua estrutura industrial no Brasil. A empresa abrirá uma nova área de produção de conversores na sua unidade em Camaçari, na Bahia, sendo a primeira fabricante com capacidade de produzir 100% dos seus conversores no Brasil, o que melhora consideravelmente sua posição competitiva no país. O início das operações acontecerá neste mês de agosto, quando a empresa também comemora a conclusão das primeiras turbinas eólicas SG 2.6-114 e SG 3.4-132 produzidas no Brasil.
Segundo a multinacional, a nova linha de produção de conversores fará parte do atual complexo de manufatura, que já produz hubs e naceles, localizado no Polo Petroquímico de Camaçari. Em 2018, foram fabricados os equipamentos para o mercado local, com os hubs sendo exportados para vários países da América Latina. Para Roberto Prida, diretor administrativo onshore da companhia no Brasil, o investimento feito na localização dos aerogeradores reforça o compromisso da empresa com o mercado eólico brasileiro e com o desenvolvimento da economia local de Camaçari. “Estamos comprometidos com o fornecimento de energia limpa e renovável para as pessoas na Bahia, no Brasil e em outros países, num movimento que nos permite oferecer soluções ainda mais acessíveis e econômicas”, disse o executivo.
A produção dos conversores atenderá à demanda de turbinas de clientes atuais e futuros. Esses equipamentos são usados com o gerador para transformar a energia mecânica em energia elétrica. Antes, eram adquiridos de fornecedores qualificados, que fabricavam as peças de acordo com as especificações da Siemens Gamesa. Miguel Garcia Represa, diretor industrial da Siemens Gamesa no Brasil, afirmou que a companhia é hoje a segunda maior fabricante de turbinas eólicas do país, com 22% de participação de mercado. “Temos 3,1 GW de capacidade instalada de turbinas, e esse número deve aumentar, considerando as vantagens da fabricação local de turbinas eólicas”, prevê Garcia. Ele também destacou que a turbina SG 3.4-132 recebeu a certificação do BNDES Finame, no início de 2019, garantindo aos compradores a oportunidade de obter financiamento competitivo do banco de desenvolvimento federal.
Com 15,1 GW de potência eólica instalada, o Brasil é o mercado mais avançado da América Latina para a fonte, de acordo com o relatório mais recente do Global Wind Energy Council, que também destaca que o país está no caminho certo para o crescimento estável até 2023. No primeiro semestre de 2019, a Bahia se tornou o estado com a maior capacidade instalada nesse recurso renovável. Para atingir esse marco, foram investidos R$ 13,7 bilhões em 10 anos. Além disso, foram criados mais de 40 mil empregos diretos durante a fase de construção dos 147 parques eólicos em operação. Essas usinas têm capacidade instalada de 3.730 MW e beneficiam 23 cidades do estado.
Paulo Guimarães, superintendente de Atração de Investimentos e Fomento ao Desenvolvimento Econômico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia, explica que a energia renovável é um dos setores econômicos mais importantes para o governo do estado, e que a Siemens Gamesa é um dos principais agentes deste setor. “Esse novo aporte aumentará a competitividade da Bahia para atrair novos projetos de energia eólica”, resumiu.

Fonte: Max Marduque – Técnico em Energias Renováveis

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29 ago 2019

Volkswagen e Toyota devem anunciar novos investimentos bilionários em SP

Marca alemã pode fazer novo carro de entrada em Taubaté; japonesa quer fazer seu primeiro SUV brasileiro em Sorocaba

Em poucas semanas Volkswagen e Toyota devem anunciar novos investimentos bilionários no Estado de São Paulo. É o que foi apurado junto a algumas fontes após declarações de Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo. Ela afirmou que nas próximas duas semanas o governador João Doria irá viajar à Alemanha para o anúncio de investimento no Estado de “uma empresa alemã do setor”, e depois seguirá para o Japão pelo mesmo motivo, “mas não vou adiantar quais são as empresas”, disse. A secretária divulgou a informação na manhã da quarta-feira, 21, em sua participação na cerimônia de inauguração do 27º Simea – Simpósio de Engenharia Automotiva, realizado pela AEA no Novotel Center Norte, na capital paulista.
Ambos os investimentos devem ser acima de R$ 1 bilhão, valor mínimo para que possam ser enquadrados no IncentivAuto, programa criado no início deste ano pela gestão Doria para incentivar fabricantes de veículos no Estado de São Paulo, que prevê a concessão de descontos de ICMS que começam em 2,5% para empresas que investirem R$ 1 bilhão, com geração de no mínimo 400 empregos, e vão subindo gradativamente até 25% de isenção para quem aportar acima de R$ 10 bilhões – caso da GM, primeira a aderir ao IncentivAuto, logo após ameaçar fechar ou reduzir suas duas fábricas no Estado.

VOLKSWAGEN

A Volkswagen deverá ser a primeira a fazer o anúncio do novo investimento, possivelmente antes do fim de agosto. Espera-se que o aporte seja feito em Taubaté (SP), a fábrica da empresa no Brasil que até agora recebeu a menor parte do programa em curso de R$ 7 bilhões para o período 2017-2020, aplicado principalmente para introduzir a plataforma global MQB nas plantas de São Bernardo do Campo (SP), onde são produzidos sobre esta base o hatch Polo e o sedã Virtus, e São José dos Pinhais, que este ano começou a fazer o SUV T-Cross.
Em Taubaté hoje são montados Gol, Voyage e Up! e é esperado que lá seja feito o investimento para produzir um novo modelo de entrada para substituir o Gol, que até poderá ter o mesmo nome, mas será um carro com arquitetura completamente diferente da atual. Antes disso, contudo, a plataforma MQB poderá chegar a Taubaté na forma de um SUV pequeno baseado no Polo, segundo informa o jornalista Fernando Calmon em sua coluna desta semana.

TOYOTA

O anúncio de novo investimento da Toyota deverá ser feito um pouco mais adiante, entre setembro e outubro. O mais provável é que o aporte seja destinado a ampliar a fábrica de Sorocaba (SP) para produzir lá o primeiro SUV nacional da empresa, possivelmente a partir de 2021. Não se sabe ainda se será uma variante do Yaris já fabricado lá ou a introdução de modelo sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) – sobre a qual já é feito o SUV compacto C-HR, que na Europa e Japão também tem versões com powertrain híbrido.

A Toyota informou já ter feito recentemente investimentos de R$ 600 milhões e contratado funcionários temporários para elevar a capacidade da fábrica de Sorocaba de 108 mil para 160 mil veículos/ano em três turnos, mas este mês encerrou o terceiro turno devido à queda de exportações para Argentina e deverá produzir cerca de 120 mil unidades das linhas Etios e Yaris, ambos com carrocerias hatch e sedã. Inaugurada em 2012, a planta foi projetada com possibilidade de ampliações que podem dobrar e até triplicar seu tamanho.
A Toyota está em fase final do investimento de R$ 1 bilhão – também candidato ao IncentivAuto – na fábrica de Indaiatuba (SP), onde já começou a produzir nova geração do sedã médio Corolla sobre sua plataforma global TNGA. O carro será lançado mês que vem em versões com novo motor 2.0 com injeção direta de combustível produzido em Porto Feliz (SP) e powertrain híbrido elétrico-flex importado do Japão – será o primeiro híbrido bicombustível etanol-gasolina do mundo e o primeiro modelo deste tipo produzido no País.

Fonte: Automotivebusiness

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