29 ago 2019

Simplás comemora 30 anos de olho nas tendências do futuro

Entidade que nasceu para integrar industriais do setor projeta avanço em ações de sustentabilidade econômica e ambiental
O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) completa neste sábado (24) três décadas de atuação. De origem regional, a entidade evoluiu para uma das mais representativas do país nas articulações do setor e da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Em solenidade na noite de sexta-feira (23), além da celebração do aniversário, também ocorreu a solenidade de apresentação da diretoria para o triênio 2019-2022 e outorga do Mérito Plástico Pietro Zanella – a principal honraria conferida pelo sindicato. Os homenageados desta edição são os empresários Leocádio Nonemacher (Sulbras Moldes e Plásticos) e Lourenço Stangherlin (Anodilar Indústria de Utilidades Domésticas).
Diretor da Natiplast Tecnologia em Polímeros, Gelson de Oliveira, 66 anos, torna-se o quinto presidente na história do Simplás. As vice-presidências ficam com o diretor da Lineform, Eugênio Misturini, 44 anos, e o diretor da Plasmosul, Orlando Marin, 61 anos, que já comandou a entidade por três gestões anteriormente (2004-2013). A nominata executiva se completa com Leocádio Nonemacher (Sulbras – 1º secretário), Paulo Francisco Weber (Pisani – 2º secretário), Mateus Bertolini Sonda (Plasmosul – 1º tesoureiro) e Jones Pellini (Kaballa – 2º tesoureiro).
Após duas gestões consecutivas à frente do sindicato (2013-2019), o diretor da Plásticos Itália, Jaime Lorandi, 59 anos, segue como diretor e passa a integrar o Conselho Fiscal. Também presidiram o Simplás nestes 30 anos os empresários João Francisco Muller (1995-2004), e Sérgio Ítalo Webber (1989-1995), que foi o primeiro.
“Cada presidente tem as suas ideias, as suas características e é justamente daí que o sindicato tira a sua força. Um novo presidente, quando assume, traz o seu jeito de liderar e assim traz novas contribuições para a entidade e o setor como um todo. É desta forma que pretendemos trabalhar: pensando sempre no benefício e na melhoria do nosso associado, porque todos fazemos parte deste grupo”, afirma Oliveira.

Missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade
Ao longo de três décadas de atuação, o Simplás firmou identidade própria em pelo menos quatro grandes vetores de desenvolvimento, além da própria representação em pleitos e negociações setoriais: missões, feiras, qualificação técnica e sustentabilidade.
Na fundação da entidade, em 1989, a região já reunia muitas empresas de plásticos que buscavam uma representação própria e integração dos industriais do setor. A comissão para constituição do sindicato foi composta por mais de 20 indústrias plásticas. Desde a inauguração, a sede ficou na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC). Já nas primeiras ações promovidas pelo Simplás estava a intenção de contribuir como órgão técnico e consultivo para o desenvolvimento do setor, indo além da representar as empresas na celebração de convenções ou acordos coletivos de trabalho e prestar orientações jurídicas. A promoção de palestras, seminários, cursos e participações em feiras já estava no DNA desde o final da década de 80.
O passo evolutivo natural foi a formação – que se tornou uma prática recorrente, com o tempo – das missões técnicas para os grandes eventos nacionais e internacionais do setor. Destacaram-se, no exterior, as participações em feiras na Argentina, na Itália, na China e, fundamentalmente, no grande referencial mundial do setor, a Feira K, em Dusseldörf, na Alemanha (que já tem missão do Simplás confirmada para outubro de 2019).
De frequentador a realizador de feiras: o Simplás avançou para a organização de uma das mais importantes exposições setoriais do país assinada por um sindicato industrial. Em cinco edições, de 2007 a 2015, a Plastech Brasil atraiu para Caxias do Sul (RS) e o polo plástico da Serra Gaúcha mais de mil expositores, quase 100 mil visitantes e, apenas nas duas últimas edições, movimentou mais de R$ 320 milhões em geração de negócios.
Nestes 30 anos, o Simplás também exerceu papel decisivo em um dos temas considerados mais sensíveis em praticamente todas as manifestações de associados: a qualificação da mão de obra. Graças a atuação do sindicato, o eixo transformador local passou a contar com uma série de alternativas de aprimoramento técnico, como a criação do curso de Tecnologia em Polímeros da Universidade de Caxias do Sul (UCS), da Escola Senai do Plástico e do curso técnico em Plásticos do Instituto Técnico Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Além das capacitações desenvolvidas e oferecidas pela própria entidade, como os cursos de Gestão na Prática e Liderança, em parceria com a Uniftec.
Assunto que adquiriu contornos de modismo entre alguns grupos em tempos recentes, a sustentabilidade já é realidade concreta na vida do Simplás desde os anos 1990. Na época, já surgiram debates e ações de promoção da reciclagem e as primeiras parcerias com entidades referenciais no descarte correto, como a Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca). Na década seguinte, a grande feira organizada pelo sindicato trouxe demonstração de economia circular na prática com o projeto Recicla Plastech Brasil, que começou a incluir a doação de milhares de bancos e lixeiras confeccionados com plástico reciclado, coletado no próprio evento, para escolas públicas.

Transformação para o futuro
Um novo paradigma foi estabelecido com o surgimento do projeto Plástico do Bem. Iniciativa que alia Educação Ambiental com inclusão social, em parceria didática com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, promovendo a capacitação de professores, alunos e alunas de escolas públicas municipais para a coleta, seleção, limpeza e destinação correta de artefatos plásticos pós-consumo. O material é posteriormente comercializado pelas escolas com a empresa Reciclados em Cristo, que remunera imediatamente as instituições de acordo com o volume recolhido.
O Plástico do Bem começou a ser implantado na rede pública municipal de Farroupilha (RS), em 2018, e avançou para Caxias do Sul (RS) em abril de 2019. Recentemente, ganhou expansão para o município de Flores da Cunha (RS) – assim como os anteriores, integrante da área de representação do Simplás. Até 31 de julho deste ano, considerando-se apenas os dois primeiros municípios beneficiados, o Plástico do Bem já encaminhou para a reciclagem mais de 30 toneladas de plástico limpo. E rendeu às escolas públicas quase R$ 30 mil. Já são, entre Farroupilha e Caxias do Sul, 78 escolas, 3.099 professores e 31.741 estudantes alcançados com as capacitações.
“É o grande diferencial do projeto, porque aponta para o futuro. Não se trata apenas de uma campanha de arrecadação. É mais do que isso. É uma mudança de comportamento e uma promoção de novos hábitos que serão adotados e cobrados de toda sociedade por estas crianças e jovens que estão hoje tendo contato com o produto e recebendo conhecimento”, observa o presidente do Simplás, Gelson de Oliveira.
Dos cerca de 60 associados do início dos trabalhos, o hoje o Simplás representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país. E figura entre as cinco maiores geradoras de empregos do setor no Brasil. Em 2019, o Simplás completa 30 anos de fundação.

Fonte: Gabriel de Aguiar Izidoro – Jornalista MTE

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29 ago 2019

Siemens Gamesa vai produzir conversores em Camaçari

Fabricante terá capacidade de produzir 100% dos seus conversores no Brasil, reafirmando compromisso com a indústria eólica nacional e com a economia local da região. Montagem final das novas turbinas no Brasil é comemorada.
A Siemens Gamesa Renewable Energy (SGRE) anunciou mais um importante investimento em sua estrutura industrial no Brasil. A empresa abrirá uma nova área de produção de conversores na sua unidade em Camaçari, na Bahia, sendo a primeira fabricante com capacidade de produzir 100% dos seus conversores no Brasil, o que melhora consideravelmente sua posição competitiva no país. O início das operações acontecerá neste mês de agosto, quando a empresa também comemora a conclusão das primeiras turbinas eólicas SG 2.6-114 e SG 3.4-132 produzidas no Brasil.
Segundo a multinacional, a nova linha de produção de conversores fará parte do atual complexo de manufatura, que já produz hubs e naceles, localizado no Polo Petroquímico de Camaçari. Em 2018, foram fabricados os equipamentos para o mercado local, com os hubs sendo exportados para vários países da América Latina. Para Roberto Prida, diretor administrativo onshore da companhia no Brasil, o investimento feito na localização dos aerogeradores reforça o compromisso da empresa com o mercado eólico brasileiro e com o desenvolvimento da economia local de Camaçari. “Estamos comprometidos com o fornecimento de energia limpa e renovável para as pessoas na Bahia, no Brasil e em outros países, num movimento que nos permite oferecer soluções ainda mais acessíveis e econômicas”, disse o executivo.
A produção dos conversores atenderá à demanda de turbinas de clientes atuais e futuros. Esses equipamentos são usados com o gerador para transformar a energia mecânica em energia elétrica. Antes, eram adquiridos de fornecedores qualificados, que fabricavam as peças de acordo com as especificações da Siemens Gamesa. Miguel Garcia Represa, diretor industrial da Siemens Gamesa no Brasil, afirmou que a companhia é hoje a segunda maior fabricante de turbinas eólicas do país, com 22% de participação de mercado. “Temos 3,1 GW de capacidade instalada de turbinas, e esse número deve aumentar, considerando as vantagens da fabricação local de turbinas eólicas”, prevê Garcia. Ele também destacou que a turbina SG 3.4-132 recebeu a certificação do BNDES Finame, no início de 2019, garantindo aos compradores a oportunidade de obter financiamento competitivo do banco de desenvolvimento federal.
Com 15,1 GW de potência eólica instalada, o Brasil é o mercado mais avançado da América Latina para a fonte, de acordo com o relatório mais recente do Global Wind Energy Council, que também destaca que o país está no caminho certo para o crescimento estável até 2023. No primeiro semestre de 2019, a Bahia se tornou o estado com a maior capacidade instalada nesse recurso renovável. Para atingir esse marco, foram investidos R$ 13,7 bilhões em 10 anos. Além disso, foram criados mais de 40 mil empregos diretos durante a fase de construção dos 147 parques eólicos em operação. Essas usinas têm capacidade instalada de 3.730 MW e beneficiam 23 cidades do estado.
Paulo Guimarães, superintendente de Atração de Investimentos e Fomento ao Desenvolvimento Econômico da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia, explica que a energia renovável é um dos setores econômicos mais importantes para o governo do estado, e que a Siemens Gamesa é um dos principais agentes deste setor. “Esse novo aporte aumentará a competitividade da Bahia para atrair novos projetos de energia eólica”, resumiu.

Fonte: Max Marduque – Técnico em Energias Renováveis

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29 ago 2019

Volkswagen e Toyota devem anunciar novos investimentos bilionários em SP

Marca alemã pode fazer novo carro de entrada em Taubaté; japonesa quer fazer seu primeiro SUV brasileiro em Sorocaba

Em poucas semanas Volkswagen e Toyota devem anunciar novos investimentos bilionários no Estado de São Paulo. É o que foi apurado junto a algumas fontes após declarações de Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo. Ela afirmou que nas próximas duas semanas o governador João Doria irá viajar à Alemanha para o anúncio de investimento no Estado de “uma empresa alemã do setor”, e depois seguirá para o Japão pelo mesmo motivo, “mas não vou adiantar quais são as empresas”, disse. A secretária divulgou a informação na manhã da quarta-feira, 21, em sua participação na cerimônia de inauguração do 27º Simea – Simpósio de Engenharia Automotiva, realizado pela AEA no Novotel Center Norte, na capital paulista.
Ambos os investimentos devem ser acima de R$ 1 bilhão, valor mínimo para que possam ser enquadrados no IncentivAuto, programa criado no início deste ano pela gestão Doria para incentivar fabricantes de veículos no Estado de São Paulo, que prevê a concessão de descontos de ICMS que começam em 2,5% para empresas que investirem R$ 1 bilhão, com geração de no mínimo 400 empregos, e vão subindo gradativamente até 25% de isenção para quem aportar acima de R$ 10 bilhões – caso da GM, primeira a aderir ao IncentivAuto, logo após ameaçar fechar ou reduzir suas duas fábricas no Estado.

VOLKSWAGEN

A Volkswagen deverá ser a primeira a fazer o anúncio do novo investimento, possivelmente antes do fim de agosto. Espera-se que o aporte seja feito em Taubaté (SP), a fábrica da empresa no Brasil que até agora recebeu a menor parte do programa em curso de R$ 7 bilhões para o período 2017-2020, aplicado principalmente para introduzir a plataforma global MQB nas plantas de São Bernardo do Campo (SP), onde são produzidos sobre esta base o hatch Polo e o sedã Virtus, e São José dos Pinhais, que este ano começou a fazer o SUV T-Cross.
Em Taubaté hoje são montados Gol, Voyage e Up! e é esperado que lá seja feito o investimento para produzir um novo modelo de entrada para substituir o Gol, que até poderá ter o mesmo nome, mas será um carro com arquitetura completamente diferente da atual. Antes disso, contudo, a plataforma MQB poderá chegar a Taubaté na forma de um SUV pequeno baseado no Polo, segundo informa o jornalista Fernando Calmon em sua coluna desta semana.

TOYOTA

O anúncio de novo investimento da Toyota deverá ser feito um pouco mais adiante, entre setembro e outubro. O mais provável é que o aporte seja destinado a ampliar a fábrica de Sorocaba (SP) para produzir lá o primeiro SUV nacional da empresa, possivelmente a partir de 2021. Não se sabe ainda se será uma variante do Yaris já fabricado lá ou a introdução de modelo sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture) – sobre a qual já é feito o SUV compacto C-HR, que na Europa e Japão também tem versões com powertrain híbrido.

A Toyota informou já ter feito recentemente investimentos de R$ 600 milhões e contratado funcionários temporários para elevar a capacidade da fábrica de Sorocaba de 108 mil para 160 mil veículos/ano em três turnos, mas este mês encerrou o terceiro turno devido à queda de exportações para Argentina e deverá produzir cerca de 120 mil unidades das linhas Etios e Yaris, ambos com carrocerias hatch e sedã. Inaugurada em 2012, a planta foi projetada com possibilidade de ampliações que podem dobrar e até triplicar seu tamanho.
A Toyota está em fase final do investimento de R$ 1 bilhão – também candidato ao IncentivAuto – na fábrica de Indaiatuba (SP), onde já começou a produzir nova geração do sedã médio Corolla sobre sua plataforma global TNGA. O carro será lançado mês que vem em versões com novo motor 2.0 com injeção direta de combustível produzido em Porto Feliz (SP) e powertrain híbrido elétrico-flex importado do Japão – será o primeiro híbrido bicombustível etanol-gasolina do mundo e o primeiro modelo deste tipo produzido no País.

Fonte: Automotivebusiness

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29 ago 2019

Impactos Financeiros do Risco Climático

Os impactos financeiros do risco climático foram analisados em 52 empresas de diferentes setores pelo Cebds. Estes dados podem ser encontrados no relatório “Impactos Financeiros do Risco Climático: uma estratégia essencial para o negócio”. O objetivo do trabalho é orientar as empresas a estarem cada vez mais preparadas para lidar com as questões climáticas. Para ver os principais resultados e informações sobre a pesquisa acesse o relatório em: http://bit.ly/2Z8KOmZ

Fonte: Abeeólica

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29 ago 2019

Megatanques e tanques monolíticos são os destaques da Tecniplas na Fenasan

Empresa é líder nacional em reservatórios de plástico reforçado com fibras de vidro

Fornecedora de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) para os fabricantes de estações de tratamento de água e efluentes, a Tecniplas participa mais uma vez da Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan) – de 17 a 19/09, no Expo Center Norte, em São Paulo.
“Mostraremos o nosso portfólio completo de reservatórios e equipamentos, com destaque para os megatanques e os tanques monolíticos de grandes dimensões”, adianta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.
Os primeiros, com capacidade máxima de 4,5 mil m³, são ideais para o armazenamento de água ou efluente brutos, caso dos tanques de detenção. Já os reservatórios monolíticos – ou seja, produzidos em uma peça única – podem ter até 400 m³ de capacidade e reforços para a operação em áreas sujeitas a elevadas cargas de vento, condição bastante comum, por exemplo, na Região Sul do Brasil.
“Ambos podem ser fabricados com resinas próprias para o contato com água potável. Também ajustamos a translucidez desses polímeros para que a luz solar não contribua com a proliferação de algas”, detalha Rossi.
Outro objetivo da Tecniplas nesta edição da Fenasan é alertar o mercado sobre a importância do cumprimento das normas técnicas por parte dos fabricantes de tanques de PRFV. “Pretendemos mostrar um patamar de tecnologia e qualidade diferente do que, em regra, é utilizado atualmente. Isso porque a Tecniplas atua há mais de quarenta anos na fabricação de reservatórios e equipamentos que trabalham com produtos químicos altamente corrosivos, bem mais complexos do que água e esgoto”.
Rossi destaca ainda que, por processar um material nobre como o PRFV, ambientalmente amigável e resistente a vazamentos, a Tecniplas tem plenas condições de atender às exigências da nova Lei de Licitações, que moderniza a Lei 8.666/93 e dá mais liberdade aos entes públicos para optar pela especificação técnica correta, e não apenas pelo menor preço.
“Todos os nossos tanques são fabricados de acordo com a norma técnica ASME RTP-1. Isso oferece ainda mais tranquilidade às concessionárias de serviço de abastecimento de água e tratamento de esgoto”, completa.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Serviço
Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan)
Quando: 17-19/09
Onde: Expo Center Norte (São Paulo, SP)
Tecniplas: estande M-06

Sobre a Tecniplas
Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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29 ago 2019

Reparação com adesivos melhora produtividade das oficinas

Tecnologia é mais rápida e segura que a soldagem do tipo MIG

Estima-se que existem no Brasil mais de 120 mil empresas especializadas em reparação automotiva. Desse montante, por volta de 15% dizem respeito às oficinas que fazem reparos de colisões. Ou seja, mais de 18 mil funilarias atuam hoje em dia no país, e muitas delas recorrem à reparação baseada em adesivos estruturais.
“São as mesmas tecnologias adesivas usadas pelas próprias montadoras. Tanto é assim que os fabricantes dos veículos recomendam a utilização de adesivos estruturais nos boletins e manuais de reparação que enviam para as concessionárias”, comenta Gabriel Matos, assistente técnico de vendas da LORD, fabricante de adesivos situada em Jundiaí (SP) – é subsidiária da norte-americana LORD Corporation.
No caso dos reparos em peças metálicas, os adesivos estruturais substituem com muitas vantagens a soldagem do tipo MIG. Além de ser um processo mais seguro, a tecnologia de adesivação é bem mais rápida. “Em média, reduz em duas horas o tempo de trabalho por peça, o que significa um salto importante na produtividade da oficina”. Com os adesivos, também não é necessário desmontar e montar os itens de tapeçaria, a exemplo de bancos e forros, assim como não é preciso aplicar antioxidantes, pois não há risco de oxidação.
“Os nossos adesivos da família LORD® LA, por exemplo, não geram dilatação e torção das chapas de aço, por não haver troca de calor. E, como ocupam o espaço entre as chapas de modo uniforme, evitam ruídos e vibrações oriundas do local onde foi feito o conserto”, detalha Matos. Os reparos com esses produtos compreendem todas as áreas laterais, traseiras e tetos dos veículos – só não são recomendados para a parte estrutural, como chassis e colunas.
No caso da reparação de peças de plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV), Matos indica o Fusor® 100EZ. “É um adesivo próprio para qualquer tipo de reparo estrutural ou cosmético, enquanto o Fusor® 114 destina-se exclusivamente aos reparos de riscos e danos superficiais. Ou seja, com apenas dois produtos a oficina tem condições de efetuar qualquer tipo de conserto em peças de PRFV”.
Os reparos com adesivos também abrangem os serviços em substratos termoplásticos, comuns em para-choques, emblemas e guarnições de portas, entre outras peças. Do portfólio da LORD, o Fusor® 152 possibilita não só o lixamento em minutos, como pode ter a sua cura acelerada por fontes de calor.

Sobre a LORD
Com matriz em Cary (EUA), a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, atua no Brasil desde 1972 – mantém uma unidade produtiva em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.
A LORD Corporation é uma empresa diversificada de tecnologia e fabricação que desenvolve adesivos altamente confiáveis, revestimentos, dispositivos de gerenciamento de movimento e tecnologias de detecção que reduzem significativamente os riscos e melhoram o desempenho dos produtos. Por 95 anos, a LORD trabalhou em colaboração com seus clientes para fornecer soluções inovadoras aos setores de petróleo e gás, aeroespacial, defesa, automotivo e industrial. Hoje, a companhia emprega cerca de 3 mil funcionários em 26 países e opera 19 fábricas e 10 centros de P&D em todo o mundo. A LORD também promove ativamente as competências da educação STEM e muitas outras iniciativas de envolvimento com a comunidade. Para mais informações, visite www.lord.com/latam/pt.

Fonte: SLEA Comunicação

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29 ago 2019

Cursos Técnicos ALMACO

Fique por dentro dos próximos cursos técnicos ALMACO. Não perca a oportunidade de aprender as boas práticas ou aperfeiçoar as suas técnicas de base para elaborar trabalhos com resinas combinadas com fibras de vidro.

17 e 18 de setembro – Moldes para Processamento Produtivo de Materiais Compósitos
Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

22 e 23 de outubro – Fibras de Elevado Desempenho em Materiais Compósitos Avançados
Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

25 e 26 de novembro – Compósitos Avançados
Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

Informações:
Horário: 8h30 às 17h00
Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP
Para inscrição ou mais informações entrem em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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15 ago 2019

Geração eólica cresce 9% em maio, afirma CCEE

Fonte representa 8,1% do total de energia gerado no Sistema Interligado Nacional – SIN. Entre as regiões, Bahia lidera na produção e capacidade instalada, ultrapassando o Rio Grande do Norte no segundo quesito.
A geração de energia eólica em operação comercial no país no mês de maio atingiu a marca de 5.176,8 MW médios, representando um crescimento de 9,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi entregue 4.738,2 MW médios ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A informação consta nos dados consolidados do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.
De acordo com o levantamento, a representatividade da fonte movidas pela força dos ventos em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema chegou a 8,1%. O quadro é completado em 76,3% pela fonte hidráulica, incluindo as PCHs, e por 8,5% das usinas térmicas, 6,4% pelas plantas a biomassa e 0,8% entregues pelas usinas solares.
A CCEE ainda registrou 594 usinas eólicas em operação comercial no país ao final do mês, somando 15.042,2 MW de capacidade instalada, incremento de 15% frente aos 13.064,1 MW de capacidade das 514 parques existentes em maio de 2018.
Geração por Estado
Na análise regional, a Bahia segue como maior produtora de energia eólica, com 1.798,3 MW médios no mês, representando aumento de 39% no comparativo com o mesmo período de 2018, quando gerou 1.290,9 MW médios. Na sequência, aparecem como maiores produtores o Rio Grande do Norte com 1.257,6 MW médios produzidos, o Piauí com 628,5 MW médios, Ceará com 537,5 MW médios e o Rio Grande do Sul, com 519,5 MW médios.
Quanto à capacidade instalada, a Bahia superou o Rio Grande do Norte e passou ao primeiro lugar, com 3.964,3 MW, seguida pelo estado potiguar, que aparece com 3.935,9 MW. Na sequência aparece o Ceará com 2.347,7 MW, Rio Grande do Sul com 1.777,8 MW e o Piauí, com 1.638,1 MW.

Fonte: CTEE

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15 ago 2019

Gigante dos mares, maior hélice de turbina eólica do mundo fará o Morro da Urca e arranha-céu de São Paulo ficarem pequenos!

Projetada pela divisão de energia renovável da GE, a turbina Haliade-X 12 MW será gigante, tanto em tamanho quanto em capacidade de geração de energia. Maior do que o Morro da Urca, no Rio de Janeiro e do que o Edifício Farol Santander, um dos ícones de São Paulo, uma única turbina dessas será capaz gerar 67 GWh anualmente, energia que garante o abastecimento de 16 mil residências. Com 23 turbinas dessa daria para suprir um ano inteiro uma cidade como Vitória, Capital do Espírito Santo, com cerca de 350mil pessoas.
Esse rotor de 220 metros tem uma área de 38.000 m2, equivalente ao tamanho de 3 campos de futebol, possibilitando que a turbina fique menos sensível às variações da velocidade do vento, aumentando a previsibilidade e a capacidade de gerar mais energia em baixas velocidades do vento.
Em relação ao recurso eólico offshore, uma das vantagens é que, fora da costa, onde não há obstruções de terrenos e edifícios, os ventos costumam ter velocidade e constância superiores, o que implica em uma maior geração de eletricidade. Além disso, o Brasil, que possui As vantagens do aproveitamento eólico offshore também se deve a possibilidade de instalação próxima aos centros de carga, tendo em vista que grande parte da população brasileira reside próxima da costa.

Algumas características do conjunto em números:

• Altura: 260 metros
• Rotor: 220 metros
• Área do rotor: 38.000m2
• Hélices: 107 metros (cada)
• Geração de energia: capacidade de 12 MW, 67 GWh/ano— considerando um fator de capacidade de 63%, compatível com a qualidade dos ventos da costa brasileira.

Um dos objetivos do aumento do tamanho das turbinas é reduzir o custo niv
elado da energia (LCOE), tornando-a a fonte mais competitiva. A GE pretende comercializá-la a partir de 2021. Será que veremos uma dessas no Brasil? Vento na costa brasileira é o que não falta…
Saiba mais em:
https://www.ge.com/renewableenergy/wind-energy/offshore-wind/haliade-x-offshore-turbine

Fonte: GE

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15 ago 2019

Motores de plástico podem baixar preço dos carros elétricos

Inovação na tecnologia dos motores elétricos pode baixar preço de carros elétricos e reduzir o seu peso com uso de motores de plástico.
Já o dissemos em algum momento: o peso é o principal obstáculo do carro elétrico. Sendo mais concreto, da sua autonomia, isso gerou uma obsessão para melhorar a aerodinâmica dos veículos e reduzir o seu peso.

Como vão funcionar os motores de Plástico

E dentro dessa problemática, o Instituto Fraunhofer de Tecnologia Química, em colaboração com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, descobriu um novo elemento que pode ser aliviado: os próprios motores de carros elétricos.
Porque eles entendem que ao substituir o invólucro de metal que o transporta por um de plástico, ele pode melhorar ainda mais o carro elétrico.
Além disso, permitiria aproveitar 98% da energia gerada por um motor elétrico. Devido à carcaça de metal, 10% desta energia é perdida devido a perdas de calor, e embora os motores dos carros elétricos já sejam muito eficientes, desta forma seria possível torná-los quase 100% eficientes.
As perdas ocorrem porque o alojamento de metal guia o calor para uma manga de arrefecimento para evitar o sobreaquecimento. E isso seria evitado com este invólucro de plástico e cabos retangulares planos substituindo os redondos. Desta forma, haveria uma economia de espaço que permite dissipar o calor dentro do motor.
Os plásticos utilizados para o desenvolvimento deste projeto são termo-estáveis e são reforçados com fibra, o que também permite reduzir os custos de produção. De facto, de acordo com os próprios pesquisadores, esses protótipos são construídos em apenas quatro minutos. Portanto, se eles são tão confiáveis como os motores atuais, pode ser um grande avanço para os carros elétricos.
Ao realizarem este projeto, as marcas poderiam tornar os carros elétricos mais acessíveis. Assim, resolveriam outra das grandes queixas do público interessado neste tipo de mobilidade.
Um dos desafios do carro elétrico é, entre outras coisas, reduzir o seu peso, que é principalmente mais pesado devido às baterias. Outro dos componentes mais pesados em qualquer carro é o motor, mas agora os pesquisadores do Instituto Fraunhofer estão a trabalhar em conjunto com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe para desenvolver um novo motor elétrico feito de materiais poliméricos (plásticos) que não só reduz o peso como também reafirma o conceito de refrigeração, aumentando ainda mais a eficiência do motor elétrico.
A ideia é usar polímeros como material para a carcaça do motor e aumentar significativamente a densidade de potência.

Existem três pontos-chave que desempenham um papel decisivo na melhoria de um motor elétrico:

• Alta densidade de potência;
• Design compacto;
• Altos níveis de eficiência

Este projeto chama-se ‘DEMIL’, uma abreviatura que em alemão significa “Directly-cooled electric motor with integrated lightweight housing”.

Fonte: Portal Energia

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