18 jul 2019

Curso de Análise de Tensões e deformações pela teoria clássica da mecânica dos laminados – Dias 07 e 08 de agosto

Carga-horária: 16 horas ( 2 dias)

Público Alvo: Engenheiros e Técnicos em cálculos estruturais.

Requisitos: Maior de 18 anos e conhecimento sobre compósitos

Professor: Gerson Marinucci

Os exercícios de aplicação serão feitos pelos alunos em sala de aula, com posterior acompanhamento à distância, se necessário.

Mini currículo Prof. Gerson Marinucci:

Possui graduação em Engenharia Mecânica pela UNESP- Universidade Estadual Paulista (1981), mestrado em Engenharia Mecânica pela USP-Universidade de São Paulo (1993) e doutorado em Tecnologia Nuclear pelo IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (2001). Tecnologista sênior nível IIIA da Comissão Nacional de Energia Nuclear no IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, professor responsável pelas disciplinas Materiais Compósitos Poliméricos e Compósitos Termoestruturais na Pós Graduação do IPEN/USP e especialista em compósitos poliméricos no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.Tem experiência na área de Engenharia de Materiais, com ênfase em Materiais Compósitos e Materiais Poliméricos, atuando principalmente nos seguintes temas: Desenvolvimento de novos materiais, Desenvolvimento de processos, Caracterização mecânica, Análise microestrutural, Análise de Fratura, Processo Filament Winding, Compósitos estruturais com fibra de carbono. Também é orientador nos programas de mestrado e doutorado do IPEN/USP.

PROGRAMAÇÃO

 

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS

Introdução
Grandezas Escalares, Vetoriais e Tensoriais
Tipos de carregamento em estruturas
Conceito de Tensões e Deformações
Trigonometria básica
Matrizes
Operações com matrizes
Anisotropia e Isotropia

 

MÓDULO 2 – ANÁLISE DA LÂMINA

Relação tensão-deformação para materiais anisotrópicos
Matriz de rigidez para materiais ortotrópicos
Relação tensão-deformação de lâminas no estado plano de tensão- eixos locais
Relação tensão-deformação de lâminas com orientação
Arbitrária- eixos globais
Exercício de aplicação

 

MÓDULO 3 – ANÁLISE DO LAMINADO

Análise micromecânica de laminados unidirecionais
Análise macromecânica de um laminado
Relação tensão-deformação de um laminado
Equações constitutivas do laminado
Análise de tensões e deformações na lâmina
Critério de falha pela tensão máxima
Exercício de aplicação

 

Inscrições através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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18 jul 2019

Curso de Caracterização Mecânica dos Materiais Compósitos – Dia 06 de agosto

Carga-horária: 8 horas (1 dia)

Público Alvo: Engenheiros e Técnicos em cálculos estruturais.

Requisitos: Maior de 18 anos e conhecimento sobre compósitos

Número Máximo de alunos: 30

Professor: Gerson Marinucci

Programação

Ementa:

Fornecer conhecimento da mecânica dos laminados e de ensaios mecânicos com ênfase em materiais compósitos poliméricos, envolvendo desde as matérias-primas constituintes até os compósitos fabricados com fibra de carbono, fibra de vidro e aramida. O conteúdo programático aborda fundamentos teóricos de ensaios mecânicos, destacando tração, compressão, cisalhamento no plano, cisalhamento interlaminar, flexão e torção. Há também um tópico que introduz conceitos da análise térmica das matrizes poliméricas.

Objetivo:

Desenvolver capacitação para a análise do comportamento mecânico dos compósitos, identificando o estado de tensões e deformações em laminados estruturais, e o aprendizado dos ensaios mecânicos. Permite, por meio dos ensaios de caracterização mecânica, obter as propriedades do material, tais como tensão, módulo, deformações e coeficiente de Poisson. Conceitos de análise térmica são abordados e permitem compreender e avaliar propriedades das matrizes poliméricas, como, por exemplo, temperatura de transição vítrea e grau de cura. Técnicas de preparação dos corpos-de-prova são também abordadas.

Mini currículo Prof. Gerson Marinucci:

Possui graduação em Engenharia Mecânica pela UNESP- Universidade Estadual Paulista (1981), mestrado em Engenharia Mecânica pela USP-Universidade de São Paulo (1993) e doutorado em Tecnologia Nuclear pelo IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (2001). Tecnologista sênior nível IIIA da Comissão Nacional de Energia Nuclear no IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, professor responsável pelas disciplinas Materiais Compósitos Poliméricos e Compósitos Termoestruturais na Pós Graduação do IPEN/USP e especialista em compósitos poliméricos no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo.Tem experiência na área de Engenharia de Materiais, com ênfase em Materiais Compósitos e Materiais Poliméricos, atuando principalmente nos seguintes temas: Desenvolvimento de novos materiais, Desenvolvimento de processos, Caracterização mecânica, Análise microestrutural, Análise de Fratura, Processo Filament Winding, Compósitos estruturais com fibra de carbono. Também é orientador nos programas de mestrado e doutorado do IPEN/USP.

Inscrições através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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18 jul 2019

Aberta as inscrições para a 1º turma de pós-graduação em materiais compósitos e poliméricos de São Paulo

Iniciativa da ALMACO, em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a primeira turma de especialização em materiais compósitos de São Paulo (SP) terá início no dia 13/09.

COMPETÊNCIAS
· Especializar os profissionais na área de Materiais Compósitos;

· Promover a capacitação profissional par atender a demanda de profissionais para este segmento;

· Proporcionar uma visão atual e objetiva da importância dos materiais compósitos para o mercado empresarial por meio de palestras e visitas técnicas;

· Promover a compreensão dos processos de fabricação dos materiais compósitos, por meio de atividades teóricas e práticas;

· Desenvolver atividades em diversas linhas de pesquisa, formando recursos humanos de alta qualidade e atendendo à comunidades acadêmica e industrial;

· Fomentar a excelência acadêmica e a adequada colocação do foco no mercado de compósitos, levando à obtenção de conhecimento inovador e sua transformação em novos produtos e patentes, buscando o desenvolvimento tecnológico na indústria e o fortalecimento dos materiais compósitos.

OBJETIVOS
Compreender a aliança entre linguagens técnicas e criativas, desenvolvendo ações comuns tanto para a indústria de compósitos como para o gerenciamento de equipes, favorecendo o entendimento, as tecnologias e as inovações da área de compósitos. Dominar equipamentos, materiais, processos e metodologias para exercer as funções em uma empresa do segmento.

PÚBLICO

O curso destina-se à capacitação de profissionais graduados em Design, Administração, Engenharia, Arquitetura e áreas afins; executivos, consultores e todos os profissionais envolvidos com os materiais compósitos e docentes interessados em aprofundar conhecimentos na área.

CARGA HORÁRIA

496 horas

PERIODICIDADE, DIAS E HORÁRIOS

Aulas quinzenais – Sextas-feiras, das 18h30 às 22h50 e aos Sábados das 08h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.

INSCRIÇÕES / PRE-MATRICULA

Pelo link https://www.ipt.br/pos_graduacao_ipt/cursos_de_especializacao/13-curso_de_especializacao_em_compositos_.htm#.XOapkBxC5Gs.linkedin

INVESTIMENTO

30 parcelas de R$ 980,00(Neste valor incluso o material didático – Livros Compósitos 1, 2, 3, 4 e 5 digital)

LOCAL

IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) – Av. Professor Almeida Prado, 532 – Prédio 56 – Térreo – Cidade Universitária – São Paulo / SP

*Alguns módulos serão ministrados no Laboratório de Estruturas Leves do IPT em São José dos Campos / SP

DIFERENCIAIS
· Corpo docente altamente qualificado· Aproximação com a indústria

· Curso descentralizado, aproveita laboratórios implantados em empresas do segmente e instituições apontadas por disciplina, caso necessário.

 

Para inscrições entre em contato com Andréa no telefone (11) 3767 – 4226

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18 jul 2019

Brasil sobe em ranking e tem perspectiva de crescer mais em energia eólica

A energia eólica entrou com força no Brasil nos últimos anos e o país chegou até a oitava colocação do ranking mundial de capacidade instalada, que cresceu 15 vezes na última década.

O país passou de 1 GW de capacidade instalada em 2010 para 15,1 GW neste ano, distribuídas em 600 parques eólicos em 12 estados, segundo os últimos dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica).

A energia eólica ganhou espaço e atualmente representa 9,2% da matriz energética nacional, atrás apenas das usinas hidrelétricas, que têm 60,3%.

Apesar do sólido avanço, esta fonte de energia renovável ainda tem bastante espaço para crescer no país, segundo os especialistas, e espera-se que em 2023 haja cerca de 19,4 GW de capacidade eólica instalada, levando em conta os leilões já realizados e os contratos assinados no mercado.

“Temos uma perspectiva de crescimento muito grande. Vemos que a eólica e a solar são as fontes que mais vão crescer no Brasil nos próximos 30 anos”, explicou à Agência Efe, a presidente da ABEEólica, a economista Elbia Silva Gannoum.

Apesar das conquistas nos últimos anos, graças à melhoria da tecnologia, da competitividade e das boas perspectivas em relação ao futuro, Elbia ressaltou que a situação de fragilidade da economia brasileira representou um freio para o setor ao reduzir a contratação de energia nos leilões.

O Brasil entrou em uma profunda recessão entre 2015 e 2016, quando o Produto Interno Bruto (PIB) perdeu cerca de sete pontos percentuais e, entre 2017 e 2018, a economia cresceu apenas 2%.

As previsões para este ano continuam fracas e, segundo as projeções do mercado financeiro, o PIB brasileiro registrará um crescimento tímido de 0,8% em 2019.

“A economia está dificultando, quando houver crescimento econômico veremos um crescimento maior do setor. Mesmo assim, temos um mercado crescendo bastante na média e com uma perspectiva futura muito boa”, acrescentou a presidente de ABEEólica.

A região nordeste concentra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, cujo território apresenta condições meteorológicas favoráveis, com ventos regulares e intensos, e onde proliferaram as turbinas de geração de energia eólica.

No município de Rio do Fogo, no Rio Grande do Norte, está a primeira instalação da Iberdrola no desenvolvimento de energias renováveis nesse país, inaugurada em 2006, e que representa o ponto de partida de um empreendimento que tem se expandido com força na última década.

A empresa espanhola Iberdrola, que está presente no país através da filial Neoenergia, conta com 17 parques eólicos em funcionamento, distribuídos nos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia (nordeste), com potência instalada de 516 megawatts (MW), e tem outros 15 em construção.

Com a conclusão da implantação de todos os projetos, a carteira de ativos em operação de Iberdrola em energia eólica totalizará em torno de 1 GW em 2022.

O crescimento dos projetos eólicos de Iberdrola no Brasil acompanhou o do próprio setor no país, onde já existe uma rede produtiva nacional, com seis fabricantes de turbinas em solo brasileiro.

“Essas fontes sofreram mudanças tecnológicas que fazem com que sua produtividade aumente e podem competir com a fonte mais barata que é a hidrelétrica, cujos recursos estão se esgotando”, detalhou Elbia.

 

FONTE: Site EFE

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04 jul 2019

Cursos Técnico ALMACO mês de Julho – Curso de Compósitos Avançados

Nos dias 30 e 31 de julho a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) ministrará o curso de Compósitos Avançados no CETECOM.

Não perca a oportunidade de aprender as boas práticas ou aperfeiçoar as suas técnicas de base para elaborar trabalhos com resinas combinadas com fibras de vidro.

 

30 e 31/07 – Compósitos Avançados

Inscrições:

Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

Informações:

Horário: 8h30 às 17h00
Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP

Para inscrição ou mais informações entre em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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04 jul 2019

Programa Logística Reversa ALMACO

Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO, reuniu-se na manhã do dia 02 de julho em Curitiba (PR) com Laerty Dudas, coordenador da Divisão de Resíduos Sólidos do governo do Paraná, e sua equipe na sede da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA).
As discussões giraram em torno do Programa ALMACO de Logística Reversa. Lançada em setembro de 2016, a iniciativa tem como objetivo promover a logística reversa de peças de compósitos presentes em ônibus que circulam pela capital paranaense.
A Geoquímica, empresa localizada em São José dos Pinhais (PR), é a responsável por recolher as peças em oficinas e garantir a correta destinação – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras.
“Os representantes do governo paranaense reiteraram a importância do programa. Tanto é assim que, daqui a um mês, depois de entregarmos um planejamento das atividades para os próximos dois anos, eles promoverão ações para incentivar a adesão das empresas locais”, afirma Erika.

Fonte: SLEA Comunicação

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04 jul 2019

Tanques de PRFV para água potável foram os destaques da Tecniplas na Fispal

Reservatórios atendem às exigências da Portaria de Consolidação nº 05 – Laudo de Inocuidade

A Tecniplas participou mais uma vez da Fispal Tecnologia, principal feira do setor de alimentos e bebidas da América Latina – de 25 a 28/06, no São Paulo Expo. Especializada na fabricação de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a empresa destacou no evento a adequação dos seus reservatórios à Portaria de Consolidação nº 05, de 28/09/2017, Anexo XX (Laudo de Inocuidade). A regulamentação dispõe sobre a inocuidade dos materiais que ficam em contato com água potável.
“A Tecniplas possui Laudo de Inocuidade das resinas utilizadas na fabricação dos tanques de PRFV, conforme exige a Portaria. Isso nos habilita a fornecer reservatórios usados para a armazenagem não só de água potável, mas de qualquer tipo de insumo consumido pela indústria de alimentos e bebidas”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.
Além de ser atóxico e inócuo, ele salienta, o PRFV é mais competitivo do que o aço inox normalmente empregado na fabricação dos tanques para a armazenagem de matérias-primas do setor alimentício.
“Com as mesmas dimensões e características técnicas, os tanques de plástico reforçado podem custar até 35% menos do que os de aço inox. Sem contar que são monolíticos, ou seja, moldados em uma única peça. Isso significa que não existem pontos de solda, áreas normalmente sujeitas a vazamentos”, detalha.
No caso dos tanques de aço vitrificado – são compostos por centenas de painéis parafusados e revestidos de borracha –, a comparação é ainda mais favorável para o PRFV. “Só precisamos homologar a superfície interna ou liner do tanque para o contato com a água. No aço vitrificado, é necessário o aval para todos os componentes que dão forma ao reservatório, o que implica em sensível aumento do custo”.
Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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04 jul 2019

Tubulações de compósitos são o tema de seminário da ALMACO na Petrobras

Evento acontece no próximo dia 23, na sede do departamento de engenharia da empresa

No próximo dia 23, o Comitê de Tubulação da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) promoverá o seminário “Tubulações em PRFV: novas aplicações e tendências” na sede do departamento de engenharia da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ).
Com apresentações de fornecedores de matérias-primas e fabricantes de tubos de compósitos – material também conhecido como Plástico Reforçado com Fibras de Vidro (PRFV) –, o encontro terá como objetivo reforçar a divulgação dos benefícios proporcionados por esses tipos de tubulações em aplicações on e offshore.
“A lista de vantagens inclui diversos pontos, a exemplo de elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e pressão, associados à leveza, facilidade de instalação e, eventualmente, possibilidade de execução de reparos não destrutivos”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.
Ao longo de todo o dia, os engenheiros da Petrobras poderão acompanhar dez palestras apresentadas por representantes das empresas Engcom, Glastec, NOV, Petrofisa, Saertex, Teijin Aramida, Team do Brazil e UTCOM.

Confira, a seguir, a agenda do seminário:

09h – “Aplicação de cálculo estrutural – Parâmetros de projetos das tubulações conforme a ISO 14.692”, Igor Bolorino (Engcom)
09h40 – “Aplicação de tubos em PRFV para refinarias, campos de petróleo on e offshore”, Reginaldo Domingues e Gustavo Souza (NOV)
10h30 – “Tubulação e reparos em compósitos para aplicações naval/offshore”, José Brito (Glastec)
11h10 – “Aplicação de tubos e conexões em PRFV para projetos onshore em áreas não classificadas”, Flávio Campos (Petrofisa)
12 – Almoço
13h30 – “Reabilitação não destrutiva de tubulações com materiais compósitos”, Rodrigo Tomazi (Saertex)
14h10 – “Certificações de montadores de tubos em PRFV”, Gustavo Souza (NOV)
15h – “Pipe Non-Destructive Inspection”, Jo Anne Watton (UTCOM)
15h40 – “Tubulação reforçada por termoplástico: benefícios através da escolha do material de reforço adequado”, Bruno Rodrigues (Teijin Aramida)
16h30 – “Estudos de caso sobre aplicação de materiais compósitos para reforço estrutural na indústria upstream”, Carlos de Barros (Team do Brazil)
17h20 – Debate

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pela resistência mecânica e química, leveza, facilidade de moldagem e por serem materiais ambientalmente amigáveis. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br”

Fonte: SLEA Comunicação

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04 jul 2019

Ashland conclui testes de Derakane™ Signia™ no Brasil

Nova versão da icônica família de resinas éster-vinílicas começará a ser vendida regularmente no país em julho

Apresentada oficialmente pela Ashland ao mercado brasileiro em novembro passado e testada ao longo dos últimos meses por diversos transformadores locais, a resina éster-vinílica Derakane™ Signia™ promete ser a grande atração de 2019 do segmento de compósitos.
Os primeiros lotes do produto – é a versão mais recente da icônica família Derakane™, sinônimo de combate à corrosão em todo o mundo desde 1965 –, serão comercializados na primeira quinzena de junho, e o fornecimento regular está agendado para o início do mês seguinte, avisa Alexandre Jorge, gerente de vendas e produtos da Ashland.
“Os testes foram feitos em fabricantes de tanques e equipamentos especiais atendidos diretamente pela Ashland e em consumidores de resinas éster-vinílicas que integram a carteira de clientes dos nossos distribuidores. Em ambos os casos, os resultados foram muito positivos”, comenta.
Em primeiro lugar, chamou a atenção dos transformadores a possibilidade de fabricar laminados espessos sem as obrigatórias paradas para evitar que a peça empene, em função do natural aumento de temperatura gerado pela cura da resina. Uma das empresas, por exemplo, fabricou o fundo de um tanque de 2,5 m de diâmetro em cinco dias, quando normalmente levaria de 12 a 15 dias.
“A distorção gerada pela Derakane™ Signia™ aproxima-se de zero, o que elimina a necessidade de retrabalhos para ajustar o paralelismo de flanges, conexões e demais peças com elevadas espessuras”, observa Evaldo Mota, gerente de desenvolvimento de negócios da Ashland.
Os transformadores também destacaram a melhor adesão secundária garantida pela resina, característica que dispensa o lixamento do substrato para receber uma nova camada. “É uma etapa a menos de trabalho, por isso reduz o custo com mão de obra e material, além de diminuir a geração de resíduos”.

Sistema de identificação

O baixo índice de espumação de Derakane™ Signia™ chamou igualmente a atenção das empresas que fizeram parte dos testes. Problema relativamente comum das resinas éster-vinílicas, a espumação implica no surgimento de espaços vazios no laminado e, em decorrência, na diminuição da resistência mecânica da peça final.
Por fim, a sensível queda na emissão de estireno da nova resina – 25-35% inferior à da formulação convencional, de acordo com os ensaios feitos pela Ashland nos EUA – foi ressaltada por todos os transformadores que aceitaram testar o produto. Além de diminuir o odor e melhorar o ambiente de trabalho, a baixa emissão é sinônimo de maior rendimento da resina.
“Somam-se a esses benefícios o sistema exclusivo de identificação presente na Derakane™ Signia™, que permite confirmar o seu uso em qualquer equipamento fabricado, e a estabilidade de estocagem ampliada em 50% na comparação com a versão anterior”, ressalta Mota.
INEOS Enterprises
Em novembro de 2018, a Ashland anunciou o acordo definitivo de venda do negócio de compósitos para a INEOS Enterprises, em uma transação avaliada em US$ 1,1 bilhão. Espera-se que a operação seja concluída em 01/07/2019.
“A despeito da venda para a INEOS, todos os fornecimentos, testes e projetos seguem inalterados, assim como as negociações e acordos feitos com os nossos clientes”, conclui Jorge.

Para mais informações, acesse www.ashland.com.

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
™ Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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04 jul 2019

LORD apresenta soluções para gerenciamento térmico e proteção de componentes eletrônicos na FIEE

Empresa fabrica resinas e adesivos de alta performance

Especializada na fabricação de resinas e adesivos de alta performance, a LORD, subsidiária da norte-americana LORD Corporation, participa pela segunda vez da Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação (FIEE) – de 23 a 26/07, no São Paulo Expo.
Nesta edição, explica Victor Zanini, gestor de contas da LORD, o objetivo é detalhar algumas soluções que a empresa desenvolve para o gerenciamento térmico, encapsulamento e proteção de componentes eletrônicos.
“No Brasil, já contamos com algumas aplicações dos nossos produtos no segmento de iluminação, como o encapsulamento de cabos e luminárias spot. A ideia agora na FIEE é expandir o raio de ação para o mercado de componentes eletrônicos, fornecendo resinas para encapsular placas de circuito impresso, motores elétricos, bobinas de ignição e sensores, entre outros componentes da indústria que necessitam de dissipação térmica e proteção”.
Dos produtos que a LORD dispõe para esse segmento, Zanini destaca o Thermoset UR-288. À base de poliuretano, é uma resina caracterizada pela boa fluidez para o preenchimento de componentes eletrônicos, bem como ótimas propriedades de condução térmica e baixo odor. Também pode ser fornecida em duas versões: cura regular ou rápida, sempre em temperatura ambiente.
“O Thermoset UR-288 ainda é indicado para as empresas que desejam fazer misturas, com o intuito de obter propriedades mecânicas e de cura específicas para os mais diversos projetos e processos”.
Outra atração do estande da LORD na FIEE ficará por conta do Thermoset SC-218. Trata-se de uma resina à base de silicone voltada ao encapsulamento de componentes muito sensíveis.
“Em conjunto com a elevada resistência à temperatura, o Thermoset SC-218 chama a atenção por ser um material de baixa dureza e, por isso, possibilitar a realização de reparos. Ou seja, em peças muito caras, compensa fazer a manutenção de um determinado componente, e essa resina pode ser removida sem causar danos ao circuito”, salienta o gestor de contas da LORD.
Por fim, Zanini destaca o LORD LA 048 A/B, resina epóxi de baixa viscosidade e ideal para a proteção de componentes eletrônicos – desde que a aplicação dispense a característica de termocondutividade.

Serviço
Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação (FIEE)
Quando: 23 a 26/07
Onde: São Paulo Expo
LORD: estande C-85

Sobre a LORD
Com matriz em Cary (EUA), a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, atua no Brasil desde 1972 – mantém uma unidade produtiva em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.
A LORD Corporation é uma empresa diversificada de tecnologia e fabricação que desenvolve adesivos altamente confiáveis, revestimentos, dispositivos de gerenciamento de movimento e tecnologias de detecção que reduzem significativamente os riscos e melhoram o desempenho dos produtos. Por 95 anos, a LORD trabalhou em colaboração com seus clientes para fornecer soluções inovadoras aos setores de petróleo e gás, aeroespacial, defesa, automotivo e industrial. Hoje, a companhia emprega cerca de 3 mil funcionários em 26 países e opera 19 fábricas e 10 centros de P&D em todo o mundo. A LORD também promove ativamente as competências da educação STEM e muitas outras iniciativas de envolvimento com a comunidade. Para mais informações, visite www.lord.com/latam/pt.

Fonte: SLEA Comunicação

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