21 fev 2019
21 fev 2019

CONHEÇO O PLANO DE AÇÕES ALMACO PARA 2019

O trabalho de divulgação que a ALMACO vem fazendo nos últimos anos tem como principais objetivos manter o nosso crescimento de forma sustentável e sempre criar novas oportunidades de negócios. Por isso, pretendemos levar cada vez mais conhecimento e fazer com que as nossas soluções e aplicações sejam discutidas e, sobretudo, especificadas nos mais variados projetos.
Preocupamo-nos com temas como sustentabilidade, reciclagem, disposição de resíduos, escassez de matéria-prima, qualificação de mão de obra, desconhecimento dos órgãos especificadores e certificadores, competitividade desleal e aumentos descontrolados de preços. Esta combinação de fatores pode prejudicar a nossa competitividade e comprometer a especificação em projetos importantes.
Sabemos da crise econômico do nosso país mas acreditamos que é nesta hora que devemos no juntar e fomentar ainda mais o nosso mercado. Gostaríamos de contar com a sua ajuda para continuarmos a desenvolver a indústria de compósitos.

Confira abaixo a apresentação do plano de ações 2019

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20 fev 2019

LORD Corporation torna-se uma empresa de US$ 1 bilhão

Em 2018, companhia fechou o maior contrato da sua história com a Boeing

A LORD Corporation, uma empresa global diversificada de tecnologia e manufatura, alcançou US$ 1 bilhão em vendas.

“Tornar-se uma companhia de US$ 1 bilhão é um marco significativo na nossa história. As relações colaborativas que desenvolvemos com os nossos clientes e parceiros nos permitiram atingir esse novo patamar”, afirma Ed Auslander, presidente e CEO da LORD Corporation.
O ano passado foi particularmente especial para a LORD Corporation, comenta Auslander, em razão da conquista do contrato com a Boeing, o maior da história da empresa. “Também celebramos o nosso crescimento em todo o mundo, incluindo um investimento de US$ 80 milhões para expandir as instalações de Saegertown, na Pensilvânia, e de US$ 12 milhões para inaugurar uma fábrica em Pont de l´Isére, na França”.
Fundada em 1924, a LORD Corporation emprega atualmente mais de três mil pessoas e opera em 26 países. A fábrica da LORD no Brasil está localizada em Jundiaí (São Paulo) e produz adesivos estruturais e revestimentos de alto desempenho. Segundo Helvio Manke, gerente geral da LORD na América do Sul, o marco de US$ 1 bilhão não só confirma as conquistas e posição da empresa no mercado, mas também é um sinal de sua disposição de continuar investindo tanto na estrutura quanto no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias.
“Essa tendência fortalece todas as operações regionais da empresa e, como resultado, contribui para o crescimento dos clientes da LORD nos mais diversos segmentos de mercado.”
Para mais informações sobre o marco atingido pela LORD, bem como para ter uma experiência interativa sobre a companhia e como suas soluções fazem parte da vida cotidiana, visite www.innovatingtogether.lord.com.

SOBRE A LORD CORPORATION
A LORD Corporation é uma empresa diversificada de tecnologia e fabricação que desenvolve adesivos altamente confiáveis, revestimentos, dispositivos de gerenciamento de movimento e tecnologias de detecção que reduzem significativamente os riscos e melhoram o desempenho dos produtos. Por 95 anos, a LORD trabalhou em colaboração com seus clientes para fornecer soluções inovadoras aos setores de petróleo e gás, aeroespacial, defesa, automotivo e industrial. Com sede mundial em Cary (EUA), a LORD emprega cerca de 3 mil funcionários em 26 países e opera 19 fábricas e 10 centros de P&D em todo o mundo. A LORD também promove ativamente as competências da educação STEM e muitas outras iniciativas de envolvimento com a comunidade. Para mais informações, visite www.lord.com.

Fonte: SLEA Comunicação

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20 fev 2019

Importação de energia pelo Brasil em 2018 é a maior em 17 anos, indicam dados do ONS

Baixo nível de reservatórios de hidrelétricas está entre fatores que explicam alta na importação. Energia vinda da Argentina e do Uruguai reduz uso de termelétricas e beneficia consumidor.

Por Fábio Amato, G1 — Brasília
O montante de energia elétrica importado pelo Brasil em 2018 foi o maior dos últimos 17 anos, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
No ano passado o país importou 1.131 gigawatts-hora (GWh) da Argentina e do Uruguai. A conta não considera a energia fornecida pela Venezuela, que atende apenas ao estado de Roraima.
Uma das razões para o aumento da importação é o encarecimento da energia produzida dentro do Brasil, resultado da queda no armazenamento de água nos reservatórios de hidrelétricas.
Antes de 2018, a maior importação foi a registrada em 2001: 3.917 GWh. Naquele ano, o país passou por um racionamento devido à falta de chuvas.
O volume importado em 2018 equivale a apenas 0,24% de toda a energia consumida no Brasil no ano passado (474.242 GWh). Apesar de pequena, especialistas apontam que a presença dessa energia importada beneficia os consumidores (leia mais abaixo neste texto).
Incentivo à importação
O Brasil possui interligação elétrica com Argentina, Uruguai e Paraguai e pode tanto importar quanto exportar energia. Segundo o ONS, as trocas ocorrem quando há “folga de recursos energéticos e de geração em um país e necessidade em outro, ou para atender a emergências”.
Apesar dessa interligação existir há décadas, medidas do governo e investimentos na ampliação da rede feitos nos últimos anos foram essenciais para o aumento na importação verificado no ano passado.
Em 2016, por exemplo, entrou em operação uma nova estrutura que elevou a capacidade de trocas de energia entre Brasil e Uruguai.
No ano passado, dos 1.131 GWh de energia importados pelo Brasil, 866 GWh vieram do Uruguai. Além disso, o Ministério de Minas e Energia autorizou empresas, entre elas a Eletrobras, a importar energia do Uruguai e da Argentina para ser vendida no mercado brasileiro.
Consultada, a Eletrobras citou outros fatores que explicam o aumento da importação, como a sobra de geração nos países vizinhos e o encarecimento da energia produzida dentro do Brasil devido ao baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas, reflexo da falta de chuvas.
Quando isso ocorre, o governo aciona mais termelétricas, usinas que geram eletricidade por meio da queima de combustíveis como óleo e gás. A medida poupa água das hidrelétricas, mas deixa o custo de produção de energia mais caro, afetando o bolso dos consumidores, que precisam arcar com as taxas extras das bandeiras tarifárias.
De acordo com a gerente da consultoria Thymos Energia, Daniela Souza, apesar de pequena, a presença de energia importada no país é importante e vantajosa para o consumidor pois substitui uma energia mais cara, que seria produzida por termelétrica instalada no país.
“[A importação] evitou gerar térmicas muito caras”, disse ela. Além disso, afirmou a consultora, a importação também contribui para poupar água de hidrelétricas que pode ser usada durante o período mais seco.
De acordo com a Eletrobras, “todas as importações que ocorreram [em 2018] foram vantajosas ao consumidor” brasileiro.
Fonte: G1 – Globo/Economia

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20 fev 2019

IPT avança em know-how sobre processamento de compósitos e fabricação de peças com geometrias complexas

O Núcleo de Estruturas Leves do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), localizado na cidade de São José dos Campos (SP), finalizou neste mês de fevereiro um projeto para ampliar a capacitação de sua equipe técnica no processamento de materiais compósitos termoplásticos. As atividades de capacitação tiveram inicio em agosto de 2017 com uma revisão bibliográfica sobre o tema, seguida por testes de processos e a fabricação de peças experimentais (tryout).
Também fez parte do escopo inicial do trabalho a avaliação da influência dos parâmetros do processo (tempo, temperatura e pressão, por exemplo) no produto final, bem como a simulação da manufatura por software de elementos finitos. Os bons resultados alcançados no decorrer do trabalho motivaram os pesquisadores a ampliar o objetivo inicial do estudo para a manufatura propriamente dita de peças complexas, por estampagem a quente (hot stamping).
Fornecedora de tecidos a partir de fibras de vidro, de carbono, de aramida e híbridos para aplicações desde o segmento automotivo até o de próteses humanas, a Texiglass é uma parceira do IPT desde a década de 2000 e se interessou em participar do projeto: eles disponibilizaram um material compósito termoplástico, do tipo tecido commigled, mais conhecido no mercado como prepeg, ou pré-impregnado.
Foi desenvolvido um processo de consolidação que permitiu a obtenção de peças com geometria complexa em um tempo inferior a cinco minutos. A Texiglass está absorvendo a tecnologia, desenvolvida a partir da parceria, para a produção e a comercialização de novos produtos, o que pode ampliar também as competências do IPT: “O laboratório tem interesse em avançar no estudo do processo de estampagem para reduzir o tempo de fabricação; antes, no entanto, é preciso que a empresa absorva essa tecnologia e consiga produzir placas de dimensões representativas. Assim, será possível executar a conformação de peças de geometria complexa em escala real”, explica o pesquisador Daniel Almeida Pereira, do Núcleo de Estruturas Leves.
Segundo Pereira, os benefícios do uso de compostos termoplásticos estão relacionados à propriedade intrínseca dos materiais, que é de suportar ciclos de consolidação, além da facilidade em se efetuar junções na peça final quando necessário. A grande variedade de combinações de matriz/fibra e frações volumétricas de fibras disponíveis também torna a tecnologia atrativa para diversos mercados – além disso, as matérias-primas têm vida útil mais longa do que os compósitos termorrígidos convencionais, e podem ainda ser recicladas sem o uso de solventes.
“É importante salientar que a utilização de materiais que não requeiram uma etapa de cura em autoclaves, como é o caso de compósitos termofixos, abre um leque de possibilidades para o avanço da utilização destes materiais em mercados de alta cadência, como o setor automotivo”, conclui Pereira.

Fonte: IPT

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20 fev 2019

Tecniplas projeta crescimento de 10% em 2019

Setor de papel e celulose deve ser o principal responsável pelo resultado

Referência na fabricação de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas prevê um crescimento de 10% nas suas vendas em 2019. O resultado deve ser garantido principalmente pela demanda do setor de papel e celulose, acredita Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.
“O mercado de papeleiras está no seu ciclo de novos investimentos, com grandes grupos injetando recursos no Brasil. Em paralelo, algumas empresas já estabelecidas sinalizaram que pretendem atualizar ou ampliar os seus parques industriais, o que impacta diretamente no nosso negócio”, comenta.
Em função da elevada resistência química típica dos compósitos, os reservatórios e demais equipamentos fabricados pela Tecniplas são largamente utilizados pelas empresas cujos processos envolvem a manipulação e armazenagem de produtos corrosivos, caso das fabricantes de papel. O mesmo acontece no setor de mineração, principal responsável pela estabilidade do faturamento da Tecniplas em 2018 – ao longo do ano, a empresa participou de diversos projetos de exportação.
“Nosso faturamento manteve-se estável no ano passado, e isso é uma excelente notícia, porque o período foi marcado pela instabilidade econômica e postergação generalizada dos investimentos, devido às eleições”, lembra Rossi.
Sob o ponto de vista técnico, ele ressalta que a principal novidade de 2018 para a Tecniplas foi a preocupação com a energia estática presente em determinados fornecimentos. “Para atender a esse novo requisito, desenvolvemos laminados especiais, ajustados às normas internacionais de fabricação e de acordo com os exigentes índices de controle de qualidade e rastreabilidade apresentados”.

Sobre a Tecniplas
Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atua nos setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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20 fev 2019

Erika Bernardino Aprá é eleita presidente da ALMACO

Primeira mulher a dirigir a associação do setor de compósitos, Erika pretende dedicar o seu mandato à disseminação de conhecimento acerca do material

Erika Bernardino Aprá, 41, é a nova presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Formada em publicidade e jornalismo, ela ocupou ao longo dos últimos onze anos os cargos de gerente de marketing e gestora geral da ALMACO. Seu mandato terá duração de três anos, prorrogáveis por mais três – é a primeira mulher a presidir a ALMACO, entidade fundada em 1981.
“A escolha de uma executiva independente, que não está ligada a uma determinada empresa do setor, reforça o perfil cada vez mais profissional da ALMACO”, comenta Erika. Rodrigo Braga (Owens Corning) e Marcelo Aguiar (Tecnofibras) assumiram os cargos de 1º Vice-Presidente e 2º Vice-Presidente, respectivamente.
Disseminar o conhecimento acerca dos materiais compósitos é o foco da nova gestão. A estratégia, observa a presidente, baseia-se na realização de cursos, workshops, jornadas técnicas e treinamentos in-company, entre outras atividades.
“Vale a pena destacar também o fortalecimento e a ampliação do número de comitês setoriais, visando à busca por novas oportunidades de negócios para todos os integrantes da cadeia produtiva dos compósitos”, afirma Erika. Em paralelo, a nova administração atuará de maneira intensa como interlocutora entre os associados e os órgãos governamentais. “A ideia é atender, da forma mais abrangente possível, às demandas e pleitos que surgirem”, observa.

Mercado em expansão

O setor de compósitos – um tipo de plástico de alta performance – fechou 2018 registrando um faturamento de R$ 2,697 bilhões, alta de 3,8% em comparação ao ano anterior. O consumo de matérias-primas no período alcançou 202 mil toneladas, volume 3,1% maior do que o anotado em 2017. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela ALMACO.
As indústrias de transporte, com destaque para as montadoras de veículos agrícolas, e a de infraestrutura, com foco na expansão das redes elétricas – postes e cruzetas de compósitos são largamente utilizados nesse segmento –, seguiram respondendo pela maior parte do volume consumido. Também ajudaram a ampliar em 5% o número de vagas de emprego geradas em 2018 pelo setor, totalizando 63 mil postos de trabalho.
Para 2019, Erika confia na retomada dos demais mercados que mais consomem os compósitos, principalmente o da construção civil, líder brasileiro na demanda pelo material. “Com a estabilidade política e a melhora do cenário econômico, a construção tende a ser uma das primeiras beneficiadas”, completa.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões. Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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