20 jul 2018

Polinox assina acordo de venda com a AkzoNobel

Empresa brasileira é a maior fabricante sul-americana de peróxidos orgânicos

A Polinox (Itupeva, SP), líder sul-americana em peróxidos orgânicos, assinou hoje um acordo de venda com a empresa holandesa AkzoNobel Specialty Chemicals. O negócio ajudará a AkzoNobel a expandir a sua presença na América do Sul e a torná-la uma das principais produtoras de sistemas de cura para resinas poliéster da região. A conclusão da venda está prevista para o quarto trimestre de 2018.

“É muito gratificante olhar para trás e pensar em tudo o que conseguimos fazer ao longo desses anos”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox. O acordo contempla a permanência de Pontifex, mas agora como executivo contratado da AkzoNobel.

A negociação entre as empresas consistiu na venda das marcas registradas da Polinox – Brasnox®, Perbenzox® e TecnoxSuper® –, bem como da sua carteira de clientes e know-how de produção. A AkzoNobel Specialty Chemicals investirá em seu próprio site localizado também em Itupeva, e a fabricação dos produtos será transferida para lá após a conclusão da expansão.

 

Fonte: SLEA Comunicação

 

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12 jul 2018

Fibra de carbono livra Polestar 1 de 230 kg

O primeiro modelo da antiga divisão desportiva da Volvo deita a mão a muita fibra de carbono, para deitar fora uns quilos extra. A dieta visa um desempenho acima da média do coupé híbrido com 600 cv.

Se potência e, sobretudo, “força” são atributos que não faltam em grandes doses ao Polestar 1, fibra de carbono em abundância é outro dos ingredientes escolhidos pela Polestar para fazer do elegante coupé híbrido uma receita de sucesso.

O desportivo monta à frente um motor 2.0 turbo a gasolina com 320 cv, que passa a potência às rodas dianteiras, e mais dois motores eléctricos atrás,  cada um ligado à sua roda, alimentados por uma bateria de 34 kWh. Ou seja, estamos perante um tracção integral, com 600 cv e 1.000 NM de binário, com a vantagem dos dois motores separados atrás permitirem controlar melhor o comportamento do carro.

Mas, como seria de esperar da antiga divisão desportiva da Volvo, “só” isso não chega para fazer do Polestar 1 uma referência, em termos de performance. Razão pela qual o antigo preparador não se poupou à fibra de carbono, para garantir que poupava uns bons quilos, o que favorece a agilidade do 1. Mas não só: a rigidez torcional nos pontos mais críticos da estrutura da carroceria também melhora radicalmente.

O construtor fez agora saber que o híbrido plug-in de duas portas, que começará a ser produzido na China em meados de 2019, apesar de já poder ser encomendado numa série de países (Portugal incluído), conseguiu “prescindir” de 230 kg, graças ao recurso a polímero reforçado com fibra de carbono (CFRP, de Carbon Fiber Reinforced Polymer) no capot, tampa da bagageira, painéis laterais, portas e em toda a parte estrutural do tejadilho, entre outras zonas de reforço. O resultado será, nas palavras de chefe de Desenvolvimento de produtos da Polestar, Christian Samson, um chassi rígido e comunicativo, que eleva o prazer e a eficácia da condução para um patamar superior.

 

Fonte: Observador – Tech Auto

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12 jul 2018

Siemens Gamesa fecha venda de 471 MW em turbinas eólicas para usinas da Neoenergia

SÃO PAULO (Reuters) – A fabricante de equipamentos de energia eólica Siemens Gamesa fechou contrato para fornecer 471 megawatts em turbinas a usinas que serão implementadas na Paraíba pela Neoenergia, controlada pelo grupo espanhol Iberdrola, segundo comunicado da companhia nesta quarta-feira.

Modelo de turbina de vento da Siemens Gamesa em Zamudio, na Espanha 20/06/2017 REUTERS/Vincent West

O negócio é o maior contrato já fechado pela companhia no mercado brasileiro e segue-se a outro acordo de grande porte anunciado nesta semana pela fabricante, uma venda de 163 megawatts em máquinas fechada junto à francesa Voltalia.

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A Siemens Gamesa não revelou o valor da transação, mas o contrato envolve 136 turbinas modelo SG 3.4-132 e o comissionamento dos equipamentos, que serão utilizados em 15 parques da Neoenergia, do complexo eólico Santa Luzia.

“É um marco na história do setor eólico brasileiro, pois é um dos maiores contratos de turbinas já realizados neste mercado”, disse em nota o CEO da Siemens Gamesa nas Américas, José Antonio Miranda.

A Siemens Gamesa, que está há oito anos no mercado eólico brasileiro, disse que já instalou mais de 3 gigawatts em turbinas no país, o que a coloca atualmente em segundo lugar no ranking local de fabricantes, segundo dados da consultoria MAKE, com uma participação de mercado de cerca de 24 por cento.

Logo após um leilão de projetos de geração no final do ano passado, a Reuters informou, com base em fontes com conhecimento do assunto, que a Siemens Gamesa estava negociando contratos para ao menos 500 megawatts em empreendimentos, incluindo parques da francesa Voltalia e Neoenergia

 

Fonte: Redação Reuters

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12 jul 2018

Embraer e Boeing firmam acordo para nova empresa de aviação

Valor atribuído à nova joint venture é de US$ 4,75 bilhões; Boeing deve pagar US$ 3,8 bilhões à Embraer

A Embraer divulgou na manhã desta quinta-feira, 5, o memorando de entendimentos firmado com a Boeing no qual estabelecem as premissas para a combinação de negócios no segmento de aviação comercial. O memorando, de caráter preliminar e não vinculante, conta com aprovação do conselho de administração da companhia. O valor atribuído ao novo negócio de aviação comercial é de US$ 4,75 bilhões.

Para nova joint venture, Boeing irá pagar US$ 3,8 bilhões à Embraer

No comunicado, a empresa explica que a operação compreenderá a criação de uma joint venture na qual a Embraer terá 20% e a Boeing 80%, que passará a desenvolver os negócios de aviação comercial atualmente desenvolvidos pela fabricante de aviões brasileira. Pelo acordo, a Boeing irá pagar US$ 3,8 bilhões à Embraer.

Os negócios referentes a defesa & segurança e a jatos executivos, dentre outros, não serão segregados para a nova sociedade e permanecerão sendo desenvolvidos pela Embraer.

Defesa

Além da criação de uma nova sociedade na aviação comercial, Embraer e Boeing terão parceria na área de defesa. O conselho de administração da Embraer aprovou a criação de outra joint venture com a empresa norte-americana para promoção e desenvolvimento de novos mercados e aplicações para produtos e serviços de defesa, em especial o KC-390.

“Os investimentos conjuntos na comercialização global do KC-390, assim como uma série de acordos específicos nas áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento e cadeia de suprimentos, ampliarão os benefícios mútuos e aumentarão ainda mais a competitividade da Boeing e da Embraer“, diz o vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, Nelson Salgado, por meio de comunicado ao mercado divulgado após o fato relevante sobre a nova sociedade no segmento comercial. O negócio de jatos executivos e a área Defesa e Segurança permanecem sendo desenvolvido pela Embraer.

Golden share

A Embraer informou que mesmo após o acordo de joint venture com a Boeing a União permanecerá com os direitos decorrentes da ação especial (Golden share). A fabricante de aviões brasileira afirmou também que consultará governo brasileiro após consenso com Boeing sobre documentos definitivos.

A informação de que as empresas teriam chegado a um consenso e detalhes do acordo seriam divulgados ainda hoje foi antecipada pela colunista Sonia Racy, do jornal O Estado de S.Paulo.

Segundo a fabricante de aviões brasileira, a nova sociedade será uma companhia fechada com operações e sede no Brasil. Com a implementação da operação, “a Embraer permanecerá uma companhia aberta brasileira, registrada na categoria A, e com ações listadas no segmento especial do Novo Mercado da B3″, acrescentou a empresa.

Agora tem início as tratativas sobre documentos definitivos da operação, que deverão regular de forma vinculante, inclusive, a estrutura e os termos financeiros da operação. Firmado consenso nessa questão, a Embraer consultará o governo brasileiro e as partes submeterão a operação às aprovações necessárias à sua implementação. “Dessa forma, não é possível, neste momento, garantir a efetiva assinatura dos contratos definitivos e consumação da operação”, ressalva a Embraer.

Nova sociedade

A nova sociedade, controlada pela Boeing, será administrada por uma diretoria e um conselho de administração. A Embraer, por sua vez, terá direitos a governança e de veto em determinadas matérias, observados termos e condições a serem estabelecidos nos documentos definitivos.

A joint venture terá uma política anti-diluição e de dividendos e as duas empresas não poderão dispor de suas respectivas ações de emissão da nova sociedade pelo prazo de 10 anos (período de lock-up) a contar do fechamento da operação.

Aliado a isso, os documentos definitivos deverão prever demais regras para a transferência de ações, incluindo os direitos de primeira oferta, de venda conjunta (tag along) e o direito de obrigar a venda conjunta (drag-along), em termos usuais para operações deste tipo, e respeitado o período de lock-up. A Embraer terá o direito, em determinadas circunstâncias, de vender sua participação na nova sociedade para a Boeing.

 

Fonte: Terra/economia

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12 jul 2018

Ashland foca em customização de resinas cristais

Empresa fabrica 18 tipos de produtos, o maior portfólio disponível no Brasil


Líder global em especialidades químicas, a Ashland fabrica na planta que opera em Araçariguama (SP) 18 tipos de resinas cristais, produtos largamente consumidos pelos setores de artesanato, construção civil, decoração e vestuário (botões). Trata-se do maior portfólio disponível atualmente no Brasil, o que, de acordo com Márcia Cardoso, especialista da área técnica da Ashland, ratifica o papel de fornecedora de soluções customizadas da empresa.

“Optamos por desenvolver produtos ajustados às principais aplicações do mercado brasileiro, daí levando em conta características como viscosidade, manuseio e, principalmente, tonalidade”, ela afirma.

Sob o ponto de vista técnico, as resinas cristais da Ashland – família Arazyn® 1.0 – destacam-se pelo elevado índice de repetibilidade, o que é vital para o bom desempenho em campo. “Por lidar com aspectos cosméticos, caso da cristalinidade, é muito fácil notar qualquer tipo de variação indesejada na aparência desses produtos”. Assim, as campanhas para a fabricação das resinas cristais são muito criteriosas, sobretudo em relação à qualidade das matérias-primas utilizadas – por exemplo, devem ter o menor grau possível na escala AFA de cor.

“Ao adquirir uma determinada resina Arazyn® 1.0 hoje, o cliente deve conseguir o mesmo resultado que obteve um mês ou um ano antes”, observa a especialista da área técnica da Ashland. Márcia lembra ainda que a operação brasileira é referência na companhia quando o assunto é resina cristal. “Todas as aditivações e customizações são e continuarão a ser desenvolvidas localmente. Isso também reforça o nosso comprometimento com o mercado brasileiro e com a perenidade da nossa operação no país”.

Sobre a Ashland

Com distribuidores oficiais em toda a América Latina, a Ashland fornece na região as resinas poliéster Aropol™ e Arotran™, referências globais em polímeros termofixos – esta última é mais voltada às aplicações em sistemas de prensagem de materiais (SMC e BMC).

A Ashland também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane™, sinônimo de proteção contra a corrosão para a grande maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo. As resinas Derakane™ são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.

Nos últimos quatro anos, a Ashland foi eleita a empresa Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma companhia especializada no desenvolvimento de especialidades químicas para uma ampla gama de indústrias, como a de adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, cuidados pessoais e farmacêutica. Para mais informações, acesse www.ashland.com.

 

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
™ Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

 

Fonte: SLEA Comunicação

 

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12 jul 2018

LORD lança adesivo poliuretano de cura rápida

LORD Fusor 2001/2003 NG é ideal para colagem de componentes automotivos

Especialista no desenvolvimento de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, anuncia o lançamento do LORD Fusor 2001/2003 NG. À base de poliuretano (PU), o produto é indicado para a colagem de peças de compósitos – um tipo de plástico especial – em processos caracterizados pela elevada cadência produtiva, comuns, por exemplo, na indústria automotiva.

Em comparação aos adesivos PU convencionais, o LORD Fusor 2001/2003 NG mantém o mesmo tempo de aplicação (open time) – período máximo para a aplicação do adesivo na peça após a mistura dos dois componentes –, mas reduz de 2h30 para 45 min o tempo de manuseio da peça (handling time). “Devido à curva de cura muito mais rápida, o LORD Fusor 2001/2003 NG proporciona um aumento considerável na produtividade”, comenta Andrios de Souza, supervisor de vendas da LORD.

Essa característica, observa Souza, atende a uma das principais demandas das montadoras, alvo principal do lançamento da LORD. “É o produto ideal para a colagem de para-choques, tetos e painéis, entre outras peças de compósitos presentes em ônibus, caminhões e veículos agrícolas”.

Sob o ponto de vista da aplicação, o LORD Fusor 2001/2003 NG é similar aos demais adesivos à base de PU produzidos pela LORD. “Apresenta a mesma viscosidade da geração anterior. Assim, o usuário não precisa fazer qualquer alteração na sua linha para utilizar essa nova formulação”, garante o supervisor de vendas da LORD, lembrando que o produto será a maior atração do estande da empresa na Feiplar Composites, principal feira da indústria latino-americana de materiais compósitos.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972, a partir de uma fábrica situada em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Mais em www.lord.com.

 

Fonte: SLEA Comunicação

 

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