28 jun 2018

Cursos ALMACO mês de Julho

Para qualificar a mão de obra de sua empresa conte com a ajuda da ALMACO. Novos cursos com mais parte prática e conteúdos atualizados.

 

A ALMACO tem o curso ideal para você. Inscreva-se! Vagas limitadas!

 

25/07 – Processo de Saco de Vácuo, Infusão e MPF (moldagem com pele flexível)

 

Inscrições:

 

Associados: R$ 330,00

Não associado: R$ 550,00

 

26/07 – Processo RTM e RTM Light

 

Inscrições:

 

Associados: R$ 330,00

Não associado: R$ 550,00

 

Informações:

 

Horário: 8h30 às 17h00

Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP

 

Para inscrição ou mais informações entre em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098,

ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

 

Fonte: ALMACO

 

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28 jun 2018

Redelease-Marbocote leva tecnologia de desmoldagem semipermanente para a Expobor

Produtos ajudam a aumentar a vida útil do ferramental

 

Fruto da recente joint venture entre a brasileira Redelease, tradicional distribuidora de especialidades químicas, e a inglesa Marbocote, referência global em tecnologia de desmoldagem semipermanente, a Redelease-Marbocote (Barueri, SP) é uma das expositoras da Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha (Expobor) – de 26-28/06, no Expo Center Norte, em São Paulo.

De acordo com Ana Clara Cordeiro, diretora de vendas da Redelease-Marbocote, o objetivo dessa primeira participação na Expobor é apresentar o extenso portfólio de desmoldantes semipermanentes super duráveis da empresa. “São produtos caracterizados pela alta performance em processos para fabricação de pneus e peças de borrachas em geral”, afirma.

Além de garantir múltiplas desmoldagens por aplicação, os produtos da Redelease-Marbocote ajudam a aumentar a longevidade do ferramental. “Conseguimos um incremento na vida útil do molde sete vezes maior do que é obtido com qualquer produto da concorrência”.

Outra vantagem deve-se ao fato de os produtos da Redelease-Marbocote serem totalmente isentos de silicone “Não ocorre a transferência do desmoldante para o produto final, garantindo a plena adesão do metal à borracha”, observa Ana Clara. Ela lembra também que os visitantes da Expobor poderão esclarecer dúvidas com os engenheiros da empresa ou agendar visitas técnicas.

Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de cinco unidades licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Redelease-Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler). Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

Sobre a Marbocote

Situada na região de Manchester (Reino Unido), a Marbocote fabrica e distribui uma ampla gama de agentes desmoldantes semipermanentes de alta tecnologia. Seus principais consumidores são os segmentos de moldagem de compósitos e borracha. Para mais informações, acesse www.marbocote.co.uk.

 

Serviço:
Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha (Expobor)

Quando: 26-28/06

Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

Redelease-Marbocote: Rua 1 estande 15

 

Fonte: SLEA Comunicação

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28 jun 2018

Tecniplas ressalta na Fispal Tecnologia a adequação dos tanques de PRFV ao contato com água potável

Reservatórios atendem às exigências da Portaria 2.941 e são mais competitivos do que os tradicionais de aço inox

A Tecniplas, líder brasileira em tanques e equipamentos de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro), é mais uma vez presença garantida na Fispal Tecnologia, principal feira da indústria de alimentos e bebidas da América Latina – de 26 a 28/06, no São Paulo Expo.
Na edição deste ano, o objetivo da Tecniplas é ressaltar a adequação dos seus reservatórios à Portaria 2.941, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre a inocuidade dos materiais que ficam em contato com a água potável. “Além de ser atóxico e inócuo, o PRFV é mais competitivo do que o aço inox normalmente usado nos tanques instalados em indústrias alimentícias”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Com as mesmas dimensões e características técnicas, os tanques de plástico reforçado podem custar até 35% menos do que os de aço inox. “Sem contar que são monolíticos, ou seja, moldados em uma única peça. Isso significa que não existem pontos de solda, áreas normalmente sujeitas a vazamentos”.

No caso dos tanques de aço vitrificado – são compostos por centenas de painéis parafusados –, a comparação é ainda mais favorável para o PRFV. “Só precisamos homologar a superfície interna ou liner do tanque para o contato com a água. No aço vitrificado, é necessário o aval para todos os componentes que compõem o reservatório, o que implica em sensível aumento do custo”, explica Rossi.

Muito embora seja uma alternativa de material consagrada no exterior, o PRFV ainda está sendo descoberto pela indústria alimentícia brasileira. Um dos cases mais recentes foi o fornecimento que a Tecniplas fez para a Leão Alimentos e Bebidas, empresa pertencente à Coca-Cola. Com capacidade de 400 m³, o reservatório tem 5 m de diâmetro e 24 m de comprimento – armazena água usada pela unidade de Linhares (ES) da Leão. “É o maior tanque monolítico de PRFV já fabricado no Brasil”.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Serviço
Fispal Tecnologia

Quando: 26-29/06

Onde: São Paulo Expo

Tecniplas: estande E1, 171

 

Fonte: SLEA Comunicação

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28 jun 2018

Brasnox® DM50 é ideal para a aplicação em gelcoat

Catalisador da Polinox apresenta concentração de água inferior a 2,5% e é isento de glicol

Uma das aplicações mais desafiadoras para os catalisadores ou peróxidos de metil-etil-cetona (MEKP) acontece nos gelcoats. Híbridos de resinas e pigmentos que protegem e dão acabamento às peças de compósitos, os gelcoats sofrem importantes alterações no seu desempenho se o catalisador apresentar, por exemplo, elevada concentração de água. Defeitos como rugosidades e amarelecimento precoce do laminado, então, podem ser evitados com a adoção de catalisadores consagrados por décadas de uso bem-sucedido, caso do Brasnox® DM50, fabricado pela Polinox desde 1995.

Carro-chefe da empresa – em 2017, respondeu por 60% das vendas –, o Brasnox® DM50 apresenta concentração de água inferior a 2,5%, bem como baixos índices de peróxido de hidrogênio livre (inferiores a 2%). Também é isento de glicol, elemento que dificulta a detecção do excesso de água presente no catalisador.

“Essas características fizeram do produto uma referência quando o assunto é catalisador. Tanto é assim que o Brasnox® DM50 faz parte dos planos de laminação dos líderes de diversos segmentos de mercado, como transporte, construção civil, energia eólica e náutico”, comenta Sérgio Andrade, gerente industrial da Polinox.

Além do uso em gelcoats, o Brasnox® DM50 é indicado para a polimerização de resinas poliéster e éster-vinílicas, daí levando em conta todos os processos de fabricação – moldes abertos ou fechados. “É difícil não encontrar pelo menos uma bombona de Brasnox® DM50 nas fábricas dos principais transformadores de compósitos da América Latina”, observa Andrade.


Sobre a Polinox

Com fábrica em Itupeva (SP), a Polinox dispõe de capacidade para produzir 360 toneladas/mês dos catalisadores Brasnox®, Perbenzox® e Tecnox Super®, entre outros produtos. Ao todo, são mais de 40 tipos – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.

Hoje em dia, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.

Em 2017, a Polinox foi eleita pela quinta vez Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Catalisadores”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

 

Para mais informações, acesse www.polinox.com.br

 

Fonte: SLEA Comunicação

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28 jun 2018

Mercosul cogita redução temporária de impostos sobre automóveis da EU

Para fechar um acordo que vem sendo negociado há 20 anos com a União Europeia (UE), o Mercosul já admite criar uma cota de importação temporária para automóveis europeus com a tarifa reduzida de 35% para 17,5%. A medida afetaria, principalmente, Brasil e Argentina, que poderão sofrer forte oposição de suas indústrias automobilísticas. Faltam ainda a serem definidos o tamanho da cota e o tempo de duração.

A expectativa do bloco sul-americano é que saia uma acordo, mesmo que menos ambicioso do que se pretende atualmente, até o fim deste ano. Apesar de avanços na parte de acesso a mercados, ainda há divergências quanto aos automóveis e a temas como transportes marítimos, açúcar/etanol, indicações geográficas e produtos lácteos.

Espera-se uma nova reunião entre representantes dos dois blocos no mês que vem, em Bruxelas (Bélgica), sede da UE. Segundo uma fonte envolvida nas negociações, o Mercosul tem demonstrado mais boa vontade em avançar do que os europeus.

Essa aparente falta de disposição levou o Uruguai e a Argentina a se queixarem abertamente das negociações com a UE e a propor que o Mercosul passe a trabalhar em um acordo comercial com a China. Isso aconteceu na semana passada, durante uma reunião de chanceleres do bloco, em Assunção, no Paraguai. No dia seguinte, durante o encontro de presidentes, a Argentina recuou e passou a defender a conclusão do tratado com os europeus, enquanto o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, queixou-se da falta de avanços e chamou o atual estágio das discussões com a União Europeia de “perda de tempo”.

 

Fonte: O Globo/Eliane Oliveira

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28 jun 2018

Fibra de carbono livra Polestar 1 de 230 kg

O primeiro modelo da antiga divisão desportiva da Volvo deita a mão a muita fibra de carbono, para deitar fora uns quilos extra. A dieta visa um desempenho acima da média do coupé híbrido com 600 cv.

Se potência e, sobretudo, “força” são atributos que não faltam em grandes doses ao Polestar 1, fibra de carbono em abundância é outro dos ingredientes escolhidos pela Polestar para fazer do elegante coupé híbrido uma receita de sucesso.

O desportivo monta à frente um motor 2.0 turbo a gasolina com 320 cv, que passa a potência às rodas dianteiras, e mais dois motores eléctricos atrás,  cada um ligado à sua roda, alimentados por uma bateria de 34 kWh. Ou seja, estamos perante um tracção integral, com 600 cv e 1.000 NM de binário, com a vantagem dos dois motores separados atrás permitirem controlar melhor o comportamento do carro.

Mas, como seria de esperar da antiga divisão desportiva da Volvo, “só” isso não chega para fazer do Polestar 1 uma referência, em termos de performance. Razão pela qual o antigo preparador não se poupou à fibra de carbono, para garantir que poupava uns bons quilos, o que favorece a agilidade do 1. Mas não só: a rigidez torcional nos pontos mais críticos da estrutura da carroceria também melhora radicalmente.

O construtor fez agora saber que o híbrido plug-in de duas portas, que começará a ser produzido na China em meados de 2019, apesar de já poder ser encomendado numa série de países (Portugal incluído), conseguiu “prescindir” de 230 kg, graças ao recurso a polímero reforçado com fibra de carbono (CFRP, de Carbon Fiber Reinforced Polymer) no capot, tampa da bagageira, painéis laterais, portas e em toda a parte estrutural do tejadilho, entre outras zonas de reforço. O resultado será, nas palavras de chefe de Desenvolvimento de produtos da Polestar, Christian Samson, um chassi rígido e comunicativo, que eleva o prazer e a eficácia da condução para um patamar superior.

Fonte: Observador PT

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28 jun 2018

ALMACO fecha parceria com a EP Treinamentos

A ALMACO busca oferecer aos seus associados e ao mercado novas soluções e oportunidades para fomentar o mercado de compósitos, por isso, fecha parceria com a  EP Treinamentos e lança 2 novos cursos para o 2º semestre de 2018. Utilizando uma metodologia de educação assistida, a EP Treinamentos trabalha não somente com o ensino de técnica de vendas e liderança, mas sim com o processo de incorporação dessas técnicas na dinâmica de trabalho da equipe, gerando assim uma melhoria de resultados qualitativos e quantitativos, fazendo com que todos os inseridos nesse contexto trabalhem com mais sinergia e motivação. “Através destes workshops conseguimos nos aprofundar mais em alguns temas específicos e trabalhar de forma mais dinâmica para gerar maior aprendizado e incorporação por parte da equipe.” explica Eltber Paiva e Tiago Beltran, fundadores da EP treinamentos.

Confira abaixo os 2 módulos que constarão no nosso cronograma de cursos do 2º semestre

 

1- Como vender mais, mesmo em tempo de crise:

– Data: 30 de agosto

 – Carga horária: 4 horas.

– Valor Associado: R$ 100,00            Não Associado – R$ 200,00

 

– Público Alvo:  Gestores comerciais; vendedores externos e internos, vendedores técnicos e assistentes comerciais.

Apresentação: Em tempos de crise os profissionais atuantes na área comercial que se destacam e tem índice de resultado elevado, tem a característica da busca continua pelo desenvolvimento e aprendizado, não só o conhecimento técnico de seu produto ou serviço, como também empreendedorismo, comunicação, persuasão e principalmente relacionamento humano.

O que este workshop propõe é a ampliação da visão sistêmica de todos estes profissionais, capacitando-os para proporcionar uma experiência singular, aumentando a fidelização, sinergia, motivação, valorização dos clientes e sua comunicação.

 

2 – Como planejamento e organização podem aumentar a sua produtividade:

– Data: 03 de outubro

– Carga horária: 4 horas

– Valor Associado: R$ 100,00             Não Associado – R$ 200,00

– Público Alvo: Profissionais com interesse em melhorar sua produtividade.

Apresentação: Talvez você já tenha se deparado com a seguinte situação: já chegou a noite e sua mesa ainda tem várias coisas que precisam ser resolvidas, você está cansado, trabalhou como um louco o dia todo e parece que só apagou incêndio. Se já passou por uma situação dessas com certeza as ferramentas apresentadas nesse workshop irão te ajudar a, com planejamento e organização, melhorar de forma significativa sua produtividade, fazendo mais em menos tempo e com menos estresse.

As datas e os custos serão enviados em breve.

Mais informações entre em contato com a ALMACO pelo e-mail: marketing@almaco.org.br ou pelo telefone (11) 3719-0098

Fonte: ALMACO

 

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07 jun 2018

Alta da matéria-prima deve dificultar recuperação de setor de Compósitos

Impacto do câmbio e do preço do barril de petróleo na cadeia de produção preocupa indústria que em 2017 apresentou desempenho positivo pela primeira vez após três anos de crise

As altas do dólar e do petróleo preocupam o setor de compósitos, ou plástico de engenharia. Após três anos de crise, a indústria ensaiou uma recuperação em 2017, mas agora avalia o impacto do encarecimento dos insumos.

“A matéria-prima é totalmente relacionada ao dólar e ao petróleo. Impacta o produto final para o cliente da cadeia do plástico que vai produzir um barco ou uma caixa d’água, por exemplo”, afirma o diretor da Polinox, Roberto Pontifex.

Especializada em na fabricação de catalisadores e ceras desmoldantes, matérias-primas dos compósitos, em sua planta em Itupeva (SP), a Polinox prevê, inicialmente, um crescimento de 5% em 2018. “Mas isso pode ser revisto pela queda após o 1º trimestre e o impacto desses preços nos produtos”, revela Pontifex.

O gerente comercial da Dilutec, Marcos Pannellini, explica que, desde outubro do ano passado, questões de economia global estão afetando o setor. “Além do câmbio e do preço do barril de petróleo, a oferta de produto foi readequada e forçou reajustes”. Pannellini conta que a crescente preocupação ambiental do governo chinês fez com que fábricas poluentes fossem fechadas, afetando a cadeia de fornecimento. “A China reduziu a produção e precisou importar. O preço disparou e a oferta diminuiu.”

O executivo afirma que esse suprimento reduzido é comercializado preferencialmente para mercados do hemisfério norte. “O resto do mundo compra o que sobra.”

Pequena retomada

Em 2017, o setor teve crescimento de 1,9% no faturamento, o primeiro resultado positivo desde 2014. “Esse crescimento sinaliza uma recuperação, mesmo sendo sobre uma base muito baixa. O setor perdeu muito nesse período de crise”, aponta o presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), Gilmar Lima. O levantamento, feito pela consultoria Maxiquim, mostra que o consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas. Já o número de postos de trabalho apresentou queda 0,9%. De acordo com a Almaco e empresas, o principal vetor dessa recuperação foi o setor automotivo. “O transporte foi o grande responsável, muito em função do desempenho do agronegócio, que impulsiona a fabricação de caminhões e tratores”, destaca Lima. A agropecuária foi o setor com melhor desempenho na economia brasileira no ano passado, com safra recorde de grão, especialmente milho e soja. O bom desempenho impactou a indústria automotiva, que faz diversas aplicações de compósitos, como painéis, compartimentos de motor, componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos.

“O setor automotivo deu uma retomada após três anos ruins. O resto está indo sem destaque, acompanhando o crescimento do mercado como um todo”, declara Pontifex.

O executivo afirma que o setor de saneamento é um mercado demandante que enfrenta problemas. “Está patinando, é um segmento que depende de verba pública. Tem um grande potencial, mas não está aquecido. O mercado como um todo começou o ano bem, dando prosseguimento ao ritmo do final 2017, mas houve uma queda a partir de abril.”

Pannellini também identifica uma queda nos negócios ao final do 1º trimestre, mas aponta que no caso da Dilutec, isso já era esperado. “O ano está ocorrendo dentro do esperado. Os nossos mercados mais fortes são bastante sazonais: náutico e piscinas, que vão melhor no verão.”

A empresa fabrica produtos químicos (thinner e gelcoat) e distribuí matérias primas e equipamentos para o setor de compósitos. Suas unidades estão localizadas em Piracicaba (SP) e Senador Canedo (GO).

O gerente comercial explica que o ano da empresa começa de fato em agosto. “É a temporada das piscinas, banheiros e barcos. Comparando ao ano passado, o desempenho deve ser mantido. Vemos o mercado comedido, evitando certas negociações. Há incerteza com cenário político e eleições, e o desempenho deve ser mantido em relação ao ano passado.”

Para 2018, o estudo da Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,841 bilhões e uma elevação de 9,4% ante o resultado de 2017, enquanto o consumo de matérias-primas deve crescer 4,8%, totalizando 205 mil toneladas. Lima acredita que para a recuperação ser mais consistente, o setor deve se mobilizar. “Há muito trabalho a ser feito. Temos que encontrar novos nichos, melhorar eficiência e gestão da produção. Senão, vamos continuar crescendo em um nível muito baixo Nesse ritmo, só voltaremos aos patamares pré-crise em dez anos.”

 FONTE: DCI Indústria

 

 

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07 jun 2018

CURSOS CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA e ANÁLISE DE TENSÕES – INSCREVA-SE

Nos dias 18 a 20 de junho a ALMACO ministrará os curso de CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DOS MATERIAIS COMPÓSITOS e CURSO DE ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES PELA TEORIA CLÁSSICA DA MECÂNICA DOS LAMINADOS no CETECOM.

Serão 3 dias de cursos que ajudarão os participantes a desenvolver a capacitação para a análise do comportamento mecânico dos compósitos, identificando o estado de tensões e deformações em laminados estruturais, e o aprendizado dos ensaios mecânicos, O curso abordará a parte teórica e prática e será ministrado pelo Profº Gerson Marinucci,  IPEN/USP.

18 DE JUNHO – CURSO CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DOS MATERIAIS COMPÓSITOS

19 E 20 DE JUNHO – CURSO DE ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES PELA TEORIA CLÁSSICA DA MECÂNICA DOS LAMINADOS.

Horário: 8h às 17h

Local: ALMACO/CETECOM – Av. Professor Almeida Prado, 532 – sala 11

Prédio 31 – Térreo – Cidade Universitária – São Paulo

 

Inscrições abertas! Vagas Limitadas!

 

Para mais informações entre em contato conosco através do telefone (55 11) 3719-0098, pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

 

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07 jun 2018

LORD lança na Expobor adesivo para a colagem a frio de correias transportadoras

Chemlok® CB 5200 é ideal para a manutenção feita em campo

Especialista no desenvolvimento de adesivos e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, participará mais uma vez da Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha (Expobor) – de 26-28/06, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na edição deste ano, a principal atração do estande da LORD será o lançamento do Chemlok® CB 5200, adesivo metal-borracha de cura a frio. Ou seja, polimeriza sob temperatura ambiente, o que permite a sua utilização em campo.

“É um produto indicado para o revestimento de tanques e cilindros, além de ser ideal para a realização de reparos de correias transportadoras normalmente utilizadas em jazidas de exploração de minério, fábricas de papel e usinas sucroalcooleiras”, explica Lucas Honorio, responsável pela área de desenvolvimento de novos negócios da LORD na América Latina.
O Chemlok® CB 5200, detalha Honorio, atinge um nível de união de 20 kgf/cm² em duas horas, resultado que garante o cumprimento das exigências da norma NBR 15391-2015, regulamentação referente à emenda por colagem a frio de correias.

“Quando uma esteira transportadora se rompe, a manutenção deve ser feita o mais rápido possível para que sejam reduzidos os prejuízos financeiros. Por isso, muitas empresas, sobretudo as do setor de mineração, adotam como parâmetro o tempo de duas horas disposto em norma para colocar o equipamento de novo em operação. Esse período é atendido tranquilamente pelo nosso novo adesivo”, explica o executivo da LORD.

Ainda a propósito da família Chemlok® – é referência global na união de artefatos de borracha –, Honorio destaca o recente aumento de capacidade da planta que a LORD opera em Saergertown (Pensilvânia, EUA), unidade dedicada exclusivamente à produção de matérias-primas para os adesivos metal-borracha da companhia. “Foram investidos mais de US$ 80 milhões nessa expansão, e esse movimento também é benéfico para a operação brasileira, que poderá responder mais rapidamente aos eventuais aumentos da demanda local”.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Mais em www.lord.com

Serviço:
Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha (Expobor)

Quando: 26-28/06

Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

LORD: estande H34

 

Fonte: SLEA Comunicação

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