24 maio 2018

ALMACO lança novos cursos técnicos para o 2º semestre de 2018

 

A Associação Latino – Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) lança dois novos módulos na sua grade de cursos de capacitação técnica para o 2º semestre de 2018. Os dois cursos terão uma carga horária de 16 horas e serão ministrado por Waldomiro Moreira, um dos maiores especialistas em compósitos e diretor da Global Composites. Veja abaixo as informações de cada módulo

 

1º)  Modelação e Ferramental – Moldes para Processamento Produtivo de Materiais Compósitos

 

– Data: 25 e 26 de setembro

 

Carga horária: 2 dias (16 horas com atividades de ensino teórico e prático)

 

– Propósito: Difundir as tecnologias atualizadas, métodos e parâmetros técnicos precisos para obtenção de modelos, moldes e ferramentas com qualidade e custo competitivo para moldagem de compósitos Termoplásticos, Termofixos e Elastômeros.

 

– Público Alvo: Estudantes de áreas técnicas, Profissionais voltados ao segmento de Design e Engenharia de Produto, Técnicos em Processos Plásticos, Oficinas de Reparos e preparação de veículos customizados “Tunning”, e de competição etc.

 

– Conteúdo  Programático:

– Introdução Materiais Compósitos Poliméricos Termoplásticos, Termofixos e Elastoméricos

-Conceito de Produto e Design  (Estudos de Funcionalidade, Ergonomia, Dimensionamento Estrutural etc)

-Ferramentas Computacionais e Métodos de Criação “3D” e “2D”

-Protótipos “Mock-up”

-Ensaios Mecânicos de Validação / Aprovação

-Apresentação de materiais para construção de modelos e ferramental produtivo (Temperatura Ambiente e Elevadas Temperaturas) como Desmoldantes, Gel Coats, Massas, Resinas, Compostos de moldagem Baixa Contração, Silicone Bi-Componente, Reforços de Fibras de Vidro, Ligas Metálicas etc.

-Técnicas de fabricação de Modelo Padrão (Madeira/ Gesso / Massas/ Espumas), e acabamentos

-Técnicas de fabricação de Ferramentas (Moldes) de produção – Processos abertos (Laminação Manual e A Pistola, Enrolamento Filamentar) e processos fechados (RTM com contra moldes rígidos e flexíveis “Pele de Silicone”, Infusão a Vácuo, Laminação Contínua “painéis e telhas” e moldagem a quente Compressão e Injeção Pultrusão, SMC e BMC.

-Estruturação de Moldes e Fabricacão de Berços e Gabaritos de Controle

-Técnicas de Manutenção e Reparo de Ferramental para moldagem de Compósitos.

 

No laboratório CETECOM atividades de construção de molde moldagem aberta laminação manual com sistema construtivo Baixa Contração

 

 

2º)  Fibras de Elevado Desempenho em Materiais Compósitos Avançados

 

– Data: 25 e 26 de outubro

 

Carga horária: 2 dias (16 horas com atividades de ensino teórico e prático)

 

– Propósito: Difundir as tecnologias de aplicações por meio das Fibras de Reforços de elevado desempenho a esforços mecânicos a exemplo das Fibras de Vidro de alto módulo “S” e “H, Fibras de Basalto, Fibras de Amidas Aromáticas Aramida e Fibras de Carbono.

 

– Público Alvo: Estudantes de áreas técnicas, Profissionais voltados ao segmento de Engenharia e Dimensionamento Estrutural de Produtos, Especialistas em Processos Plásticos, Oficinas de construção, reparos e preparação de veículos customizados “Tunning”, e de competição etc.

 

– Conteúdo  Programático:

– Introdução Materiais Compósitos Poliméricos Termoplásticos, Termofixos e Elastoméricos

– Apresentação de materiais de reforços e tabelas comparativas Custo/Desempenho

-Fibras de Vidro “E”

-Fibras de Vidro de elevado módulo de elasticidade “S” e ”H”

-Fibras de Basalto

-Fibras de Amidas Aromáticas “Aramidas” Kevlar® ,Twaron® etc.

-Fibras de Carbono de Módulos de Elasticidade elevados e intermediários

-Fibras Combinadas na forma de Tecidos, Fitas etc

-Ensaios Mecânicos de Validação / Aprovação

-Processos de Moldagem com Fibras de Reforços de elevado desempenho (Laminação Manual, “Prepegs” – Pré-Impregnados Termoplásticos e Termofixos, Saco de Vácuo Vacuum-Bag, Infusão a Vácuo, RTM (Moldagem por Transferência de Resina) e Compressão a Quente SMC – Composto de Moldagem e Prepregs Carbono / Termoplásticos Poliamida e Acrílico.

-Aplicações dos Reforços de Elevado Desempenho.

-Técnicas de Manutenção e Reparo de Ferramental para moldagem de Compósitos.

 

No laboratório CETECOM atividades de moldagem laminação manual, saco de vácuo vacum-bag e RTM Baixa Pressão com Fibras de Reforço de elevado desempenho (Vidro S, Aramida e Carbono) e Prensagem de Prepregs Termoplásticos Poliamida e Acrílico.

 

Para inscrições ou mais informações entre em contato conosco através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

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24 maio 2018

Startup do Vale do Silício usa impressora 3D para fazer bicicleta de fibra de carbono

Fundada por ex-executivo de Google e Amazon, empresa iniciante recebeu investimento US$ 12,5 milhões para tornar a tecnologia de impressão mais barata.

Após uma carreira que incluiu ajudar o Google a construir centrais de processamento de dados e a Amazon a entregar encomendas mais rápido aos clientes, Jim Miller está fazendo o que muitos executivos do Vale do Silício fazem depois de passarem por grandes empresas: andar de bicicleta.

Mas sua bicicleta é um pouco diferente. A Arevo, startup que conta com a empresa de investimentos da agência de espionagem dos Estados Unidos (CIA), da qual Miller assumiu o comando recentemente, tem produzido o que diz ser a primeira bicicleta de fibra de carbono do mundo que tem o quadro impresso em 3D.

A Arevo está usando a bicicleta para demonstrar sua tecnologia de impressão e software de design, que espera usar para produzir peças de bicicletas, aeronaves, veículos espaciais e outras aplicações em que os projetistas precisam de força e leveza da fibra de carbono, mas enfrentam o custo elevado de produção do material.

A Arevo levantou nesta quinta-feira (16) US$ 12,5 milhões em financiamento de risco de uma unidade das japonesas Asahi Glass e Sumitomo e da Leslie Ventures. Antes, a empresa tinha levantado US$ 7 milhões da Khosla Ventures, que também participou da rodada desta quinta-feira, e um valor não revelado da In-Q-Tel, empresa de investimentos apoiada pela CIA.

Bicicletas de fibra de carbono tradicionais são caras porque o material é produzido à mão por meio da adição intercalada de camadas de fibra e resina. O produto final então é colocado em um forno para derreter a resina e unir as camadas de fibra.

A tecnologia da Arevo usa uma cabeça de impressão montada em um braço robótico para produzir o quadro da bicicleta em três dimensões. A cabeça deposita as fibras de carbono nos locais corretos e derrete um material termoplástico para colar as fibras, tudo em uma etapa.

O processo quase não envolve participação humana, permitindo que a Arevo produzza quadros de bicicleta por US$ 300, mesmo no caro Vale do Silício.

“Estamos em linha com o que custa produzir um quadro na Ásia”, disse Miller. “Como o custo de trabalho é muito menor, podemos trazer de volta a produção dos compósitos.”

Miller afirmou que a Arevo está negociando com vários fabricantes de bicicletas, mas a companhia espera fornecer peças para a indústria aeroespacial. A tecnologia de impressão da Arevo pode ser montada em trilhos para a produção de peças maiores, o que evita a necessidade de grandes fornos para produzi-las pelo processo tradicional.

 

FONTE: Site Globo – Economia foto: Executivos da Arevo Labs, startup que usa impressora 3D para fazer bicicletas de fibra de carbono: Jim Miller, Wiener Mondesir e Hemant Bheda. (Foto: Stephen Lam/Reuters)

 

 

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24 maio 2018

Energia renovável emprega mais de 10 milhões de pessoas no mundo

O setor de energia renovável, incluindo as grandes hidrelétricas, emprega mais de 10 milhões de pessoas no mundo, de acordo com dados da quinta edição do relatório Renewable Energy and Jobs – Annual Review, lançado hoje (8) na 15º Reunião do Conselho da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), em Abu Dhabi. De acordo com o relatório, em 2017 foram criados mais de 500 mil empregos, um aumento de 5,3% em relação a 2016.

Segundo a Irena, organização intergovernamental global com 156 membros, a China, o Brasil, os Estados Unidos, a Índia, Alemanha e o Japão continuam a ser os maiores empregadores do mercado de energia renovável no mundo, representando mais de 70% de todos os empregos no setor globalmente.

“Embora um número crescente de países esteja colhendo os benefícios socioeconômicos das energias renováveis, a maior parte da produção ocorre em relativamente poucos países e os mercados domésticos variam enormemente em tamanho”, avalia a agência.

Para a Irena, a economia global poderá criar até 28 milhões de empregos no setor até 2050, com a descarbonização do sistema energético. Os dados mostram que a produção de energia solar fotovoltaica continua sendo o maior empregador de todas as tecnologias de energia renovável, respondendo por cerca de 3,4 milhões de empregos. A estimativa é que a China responda por dois terços dos empregos fotovoltaicos, equivalente a 2,2 milhões, o que representa uma expansão de 13% em relação a 2016.

Ao lado da China, Blangladesh, Indía, Japão e os Estados Unidos são os principais empregadores no mercado de energia solar fotovoltaica no mundo. Juntos, os cinco países respondem por cerca de 90% dos empregos em energia solar fotovoltaica em todo o mundo.

Brasil

No Brasil, o relatório destaca que o número de empregos no segmento de biocombustíveis aumentou 1% em 2017, totalizando 593 400 postos de trabalho. “Os empregos em etanol diminuíram devido à constante automação e ao declínio da produção de etanol”, aponta a agência.

Apesar da queda na produção de empregos no setor de etanol, a agência disse que houve compensação com os empregos gerados pelo biodiesel. A Irena estima que o Brasil empregou 202 mil pessoas no setor de biodiesel em 2017, 30 mil a mais em relação ao ano anterior.

Já no que diz respeito à indústria eólica, o levantamento estima que o setor emprega cerca de 33.700 pessoas na fabricação, construção, instalação, operação e manutenção. Em 2017, a indústria eólica fechou o ano com 12,8 GigaWatts (GW) de energia acumulados.

De acordo com a agência, novas instalações no mercado de aquecimento solar no Brasil caíram 3% em 2017. O emprego total em 2017 foi estimado em cerca de 42.000 postos de trabalho, com cerca de 27.500 na indústria transformadora e 14.500 na instalação.

Segundo Adnan Z. Amin, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável, a energia renovável tornou-se um pilar do crescimento econômico de baixo carbono para governos em todo o mundo, um fato refletido pelo crescente número de empregos criados no setor. Ainda segundo o diretor da agência, os dados também ressaltam um quadro cada vez mais regionalizado, destacando que os benefícios econômicos, sociais e ambientais das energias renováveis são mais evidentes nos países onde existem políticas atraentes para o setor.

 

Fonte: Agência Brasil – Foto: site www.engenhariae.com.br

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24 maio 2018

Tecniplas apresenta no Concasan tanques projetados para áreas sujeitas a elevadas cargas de vento

Empresa também mostrará os seus megatanques no Congresso Catarinense de Saneamento

Líder brasileira em tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas é uma das expositoras do Congresso Catarinense de Saneamento (Concasan). Agendado para os dias 06, 07 e 08/06, em Florianópolis (SC), o Concasan é promovido anualmente pela Companhia Catarinense de Saneamento (CASAN), com o apoio do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (SENGE-SC).

Na edição deste ano, a Tecniplas pretende divulgar a importância de projetar os tanques de compósitos levando em conta os sucessivos aumentos nas cargas de vento na Região Sul do país. Isso porque as rajadas de quase 200 km/h, comuns em determinadas épocas, podem danificar ou até mesmo arrancar os reservatórios das bases, caso não tenham sido construídos de forma adequada.

“Em linhas gerais, projetamos os tanques sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço, que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Outras atrações do estande da Tecniplas, adianta Rossi, serão os tanques de processo e armazenamento indicados para o trabalho com água, efluentes e produtos químicos. “A ideia é mostrar o quão mais vantajosa é a utilização de reservatórios de compósitos em comparação aos similares feitos de outros materiais, como concreto ou aço vitrificado”.

Em relação aos primeiros, Rossi ressalta que é necessária uma bem executada impermeabilização, em função da natural porosidade do concreto. “Além de elevar o preço, o revestimento tem vida útil limitada. Os compósitos, por sua vez, são impermeáveis, imunes à corrosão, possuem elevada resistência mecânica e podem ser formulados com resinas próprias para o contato com a água potável”.

Na comparação com o aço vitrificado, os benefícios são a maior facilidade de instalação – os tanques de compósitos são monolíticos, e não formados por milhares de placas parafusadas – e a ausência de vazamentos. “Fora que a cadeia produtiva do material que processamos é toda local, enquanto que o aço usado nos reservatórios é importado, o que deixa o cliente exposto às oscilações cambiais”, compara.

Megatanques oblatados


A Tecniplas também mostrará no Concasan os seus megatanques de compósitos. Com diâmetro máximo de 15 m e capacidade para armazenar até 4,5 milhões de litros, os gigantescos reservatórios são fabricados em seções na planta da empresa e, pelo processo de oblatação, redimensionados para permitir o transporte rodoviário.

“Ovalizamos e acinturamos as seções para que assumam o formato semelhante ao do número oito e fiquem com 5 m de largura. Assim, é possível transportar um megatanque numa carreta convencional, o que pode significar a redução do tempo de transporte de 90 para 10 dias”. Depois, na unidade do cliente, as seções são redimensionadas e laminadas umas sobre as outras. “A Tecniplas é única fabricante brasileira de tanques de compósitos a deter a tecnologia de oblatação”, observa Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

 

Fonte: SLEA Comunicação

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24 maio 2018

Cursos ALMACO mês de Junho

Você quer aprender a trabalhar com resinas e fibras de vidro?

 

A ALMACO tem o curso ideal para você. Inscreva-se! Vagas limitadas!

 

13/06 – Introdução aos Compósitos Poliméricos Termofixos;

Inscrições:

Associados: R$ 220,00

Não associado: R$ 330,00

 

14/06 – Processo de Laminação Manual

 

Inscrições:

Associados: R$ 330,00

Não associado: R$ 550,00

 

Informações:

Horário: 8h30 às 17h00

Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP

 

Para inscrição ou mais informações entre em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098, ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

 

Fonte: ALMACO

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16 maio 2018

LORD elege Redelease como Distribuidor Preferencial de 2018


Ao longo do ano passado, distribuidora superou os objetivos traçados pela fabricante de adesivos estruturais

A primeira edição do Programa Distribuidor Preferencial LORD para Adesivos Estruturais na América do Sul apontou a paulistana Redelease como a grande vencedora. Especialista no desenvolvimento de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, é parceira da Redelease desde 2005.

“No ano passado, a Redelease superou todos os objetivos traçados em relação ao negócio, a exemplo do volume de vendas, conquistas de novos clientes, geração de projetos e qualidade da interação com os times da LORD. Daí porque foi escolhida como Distribuidor Preferencial de 2018, o que garante o acesso a diversos benefícios comerciais ao longo deste ano”, afirma Tiago Fruet, gerente de contas para o mercado industrial da LORD.

Fruet explica que a premiação é anual – acontece nos EUA desde 2010 – e visa ao fortalecimento do canal de distribuição, que tem se tornado cada vez mais importante para a LORD. “Investimos muitos recursos para fortalecer a participação desse canal na nossa estratégia. Entendemos o distribuidor como uma extensão da LORD, não apenas dos nossos produtos, mas também da nossa marca, serviço ao cliente e, principalmente, da nossa missão, que é agregar valor ao mercado”.

Para Roberto Iacovella, sócio-diretor da Redelease, a conquista do prêmio reforça a importância da transparência na troca de informações entre distribuidor e distribuída. “Desde que iniciamos a parceria com a LORD buscamos desenvolver uma linha bastante consistente de comunicação. Isso nos ajuda a atuar como um braço da sua área comercial”, avalia.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Mais em www.lord.com.

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de cinco lojas licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, adesivos estruturais, resinas poliéster e éster-vinílicas, fibras de vidro, desmoldantes semipermanentes, resinas fenólicas, peróxidos orgânicos  e tintas de alta performance. Mais em www.redelease.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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10 maio 2018

PRÊMIO INOVAÇÃO ALMACO

O PRÊMIO

O Prêmio ALMACO de Inovação tem como objetivo conhecer e reconhecer os produtos, soluções e inovações tecnológicas lançadas no mercado de compósitos no último ano. Os critérios de seleção para os prêmios de inovação são a excelência técnica, a exemplaridade da cadeia de parceiros, o potencial de mercado e a originalidade.

QUEM PODE SE CANDIDATAR?

Qualquer empresa ou centro de pesquisa com uma inovação genuína ou conceito para apresentar em um setor de aplicação específica entre as cinco categorias abaixo:

  • Construção civil e Infraestrutura
  • Transporte, automotivo, agronegócio e náutico
  • Aeroespacial
  • Energias renováveis
  • Novos nichos de mercado

CRITÉRIOS DA SELEÇÃO

  • *Impacto sobre a humanidade
  • *Relação “custo da solução / aceitável preço para o público-alvo”
  • *Caráter inovador
  • *Impacto ambiental (ciclo de reciclagem/reutilização/emissão/vida…)
  • *Outro (obrigatório especificar)

A cadeia de valor completa, parceiros e inteligência coletiva são, em todos os casos, muito importantes.

PROCESSO

A escolha dos vencedores de cada categoria será feita por um júri independente constituído por um representante (usuário) de cada segmento e convocado pela associação. O júri escolherá os 5 vencedores que serão anunciados no dia 06 de dezembro durante o Prêmio Top of Mind 2018.

 

PRAZO DE INSCRIÇÃO

O prazo é até dia 10 de agosto. Os candidatos deverão encaminhar um e-mail para marketing@almaco.org.br colocando no assunto “Prêmio de Inovação ALMACO” e deverão encaminhar um pdf com o descritivo do produto com fotos e informações pessoais e de possíveis parceiros.

Para mais informações, entrar em contato no (55 11) 3719-0098

 

REALIZAÇÃO

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10 maio 2018

Pesquisa apoiada pelo IPT estuda envelhecimento de compósitos

Solucionar problemas na fabricação de estruturas leves é o objetivo do estudo, em parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

Olívia de Andrade Raponi estuda os efeitos do envelhecimento da matéria-prima em compósitos

O uso de estruturas formadas pela combinação de dois materiais que resulta em um produto superior, os chamados compósitos, é fundamental na fabricação de produtos tão distintos como coletes à prova de balas, varas para provas de salto, pranchas de surf, pás de helicóptero e fuselagens de avião, entre outros.

Porém, muitas vezes o desempenho final dos compósitos pode ser prejudicado por defeitos de fabricação, e é justamente para impedir que isso aconteça que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) fez uma parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI).

O objetivo do estudo é solucionar problemas de envelhecimento da matéria-prima derivados da exposição à temperatura e à umidade durante o processamento. A aluna de doutorado em materiais para engenharia, Olivia de Andrade Raponi, da UNIFEI, avalia os efeitos disso em compósitos para monitoramento do fenômeno e otimização do processo produtivo.

Dentro do programa Novos Talentos, os estudos são realizados no Núcleo de Estruturas Leves, na cidade de São José dos Campos (SP), com duração prevista de quatro anos e foco na utilização de pré-impregnados – materiais compostos por fibras de reforço de polímero, produtos intermediários prontos para moldagem – como matéria-prima para a fabricação de compósitos.

A formação de porosidade é um dos defeitos mais comuns associados ao processamento de pré-impregnados. Por isso, os estudos buscam chegar a um conjunto de dados que permita compreender melhor a influência do envelhecimento da matéria-prima na formação deste tipo de defeito em materiais compósitos.

“O envelhecimento é um fenômeno intrínseco ao processo produtivo do material, que não tem como ser evitado. A ideia é controlar as propriedades e garantir que não haja desperdício de matéria-prima por meio de ajustes de parâmetros de processamento em função das propriedades do material envelhecido”, explica Olivia.

A pesquisadora ressalta a importância da parceria entre instituto e a universidade para o sucesso do projeto e evolução da indústria.

“Existem equipamentos aqui no laboratório que não estão disponíveis na universidade. Além disso, a coorientação é bastante importante, e o contato com outros pesquisadores permite uma troca de conhecimentos que acrescenta muito ao trabalho, em especial se pensarmos que, em relação à universidade e ao mundo acadêmico, o IPT apresenta, na área em que estamos trabalhando, uma visão muito próxima das necessidades indústria”, finaliza.

 

Fonte: São Paulo SP Gov.

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10 maio 2018

Saiba quais profissões estarão em alta até 2020

O mercado de trabalho está em constante mudança. A evolução do mercado é tanta que muitas vezes a educação formal das faculdades não é o suficiente para conseguir as melhores profissões, e o recomendado é se especializar. O Guia da Carreira afirma que para saber se uma profissão estará em demanda no futuro, o ideal é consultar pesquisas como a da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Essas pesquisas apontam os próximos passos do mercado de trabalho e revelam quais profissões estarão em alta nos próximos anos. O último levantamento foi feito após respostas de mais de 400 empresas, que representam mais de 2,2 milhões de empregados dos setores de RH e operacional. De acordo com eles, há dez setores de atuação que devem ficar em alta até 2020:

Compras, Comercial, Tecnologia da Informação (TI), Serviços Gerais, Planejamento, Atendimento ao Cliente, Recursos Humanos, Marketing, Comunicação, Ouvidoria e Área de Produção.

Na área de produção, há oito setores devem ficar em alta:

Engenharia, Produção, Gestão de Qualidade, Projetos, Pesquisa e Desenvolvimento, Segurança e Saúde Operacional, Meio Ambiente e Manutenção. A pesquisa também revelou algumas profissões que devem ficar em alta até 2020:

– Supervisores de Produção em Indústrias de transformação de plástico;

– Engenheiros de Petróleo;

– Técnicos em Sistemas de Informação;

– Trabalhadores de tratamento de superfícies de metais e de compósitos;

– Engenheiros de mobilidade;

– Técnicos em mecatrônica;

– Biotecnologistas;

– Engenheiros ambientais e sanitários;

– Desenhistas técnicos em eletricidade, eletrônica e eletromecânica.

Vale lembrar que, para sempre ficar competitivo no mercado, a boa formação é essencial. Na área de produção, é indicado ter ao menos ter um curso técnico. Na área de gestão, o essencial é ter nível superior. Nos dois casos, para cargos de gerência e diretoria é necessário ter pelo menos uma pós-graduação.

Fonte: Hora Brasil

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10 maio 2018

Venda de máquina cresceu 26%

 

Depois de iniciarem o ano em queda, as vendas domésticas de máquinas agrícolas tiveram recuperação em abril e devem crescer, no mínimo, 7,5% neste ano. Segundo dados divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias no país somaram 4.142 unidades em abril. Em relação a março, houve alta de 17,6%, e na comparação com o mesmo mês do ano passado, as vendas subiram 26,4%.

Com a retomada do crescimento das vendas domésticas de máquinas, a Anfavea deve, ao menos, duplicar a atual projeção de aumento de 3,7% nos volumes em 2018, segundo o vicepresidente da associação, Alfredo Miguel Neto. Pela estimativa atual, as vendas alcançariam 46 mil unidades no ano. No o primeiro quadrimestre, as vendas somaram 11.667 unidades, ainda com retração de 7,2% ante o mesmo período de 2017.

“Podemos revisar para um crescimento entre 7,5% e 8%. Talvez, um pouco mais a depender dos números finais da Agrishow”, afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea, referindo-se à feira de máquinas realizada semana passada em Ribeirão Preto (SP). Neste ano, as vendas durante a Agrishow somaram R$ 2,7 bilhões na Agrishow, uma alta de 22,7% sobre 2017. Inicialmente, a organização do evento esperava aumento de 8% das vendas neste ano.

“Foi uma feira extraordinária”, disse Miguel Neto. Segundo ele, a Anfavea também aguarda o anúncio do Plano Safra 2018/19, quando serão conhecidos os recursos que o governo pretende destinar ao Moderfrota, linha de crédito voltada à aquisição de máquinas. “Nossas indicações são de que teremos recursos suficientes no próximo plano”, afirmou Megale. No ciclo 2017/18 foram direcionados R$ 9,2 bilhões ao Moderfrota.

Antes do encerramento da Agrishow, porém, o governo sinalizou que o montante ofertado no Moderfrota pode diminuir no Plano Safra 2018/19. Ao Valor, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz, disse, na ocasião, que os desembolsos liberados pelos bancos devem alcançar no máximo R$ 8 bilhões na atual safra e que o governo pretende manter esse volume no próximo ciclo.

Ontem, o vice-presidente da Anfavea também destacou o crescimento do uso do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para a compra de máquinas. Segundo ele, houve alta de 122% no primeiro quadrimestre, ante o mesmo período de 2017.

 

Fonte: Valor Econômico

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