16 maio 2018

LORD elege Redelease como Distribuidor Preferencial de 2018


Ao longo do ano passado, distribuidora superou os objetivos traçados pela fabricante de adesivos estruturais

A primeira edição do Programa Distribuidor Preferencial LORD para Adesivos Estruturais na América do Sul apontou a paulistana Redelease como a grande vencedora. Especialista no desenvolvimento de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, é parceira da Redelease desde 2005.

“No ano passado, a Redelease superou todos os objetivos traçados em relação ao negócio, a exemplo do volume de vendas, conquistas de novos clientes, geração de projetos e qualidade da interação com os times da LORD. Daí porque foi escolhida como Distribuidor Preferencial de 2018, o que garante o acesso a diversos benefícios comerciais ao longo deste ano”, afirma Tiago Fruet, gerente de contas para o mercado industrial da LORD.

Fruet explica que a premiação é anual – acontece nos EUA desde 2010 – e visa ao fortalecimento do canal de distribuição, que tem se tornado cada vez mais importante para a LORD. “Investimos muitos recursos para fortalecer a participação desse canal na nossa estratégia. Entendemos o distribuidor como uma extensão da LORD, não apenas dos nossos produtos, mas também da nossa marca, serviço ao cliente e, principalmente, da nossa missão, que é agregar valor ao mercado”.

Para Roberto Iacovella, sócio-diretor da Redelease, a conquista do prêmio reforça a importância da transparência na troca de informações entre distribuidor e distribuída. “Desde que iniciamos a parceria com a LORD buscamos desenvolver uma linha bastante consistente de comunicação. Isso nos ajuda a atuar como um braço da sua área comercial”, avalia.

Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Mais em www.lord.com.

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de cinco lojas licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, adesivos estruturais, resinas poliéster e éster-vinílicas, fibras de vidro, desmoldantes semipermanentes, resinas fenólicas, peróxidos orgânicos  e tintas de alta performance. Mais em www.redelease.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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10 maio 2018

PRÊMIO INOVAÇÃO ALMACO

O PRÊMIO

O Prêmio ALMACO de Inovação tem como objetivo conhecer e reconhecer os produtos, soluções e inovações tecnológicas lançadas no mercado de compósitos no último ano. Os critérios de seleção para os prêmios de inovação são a excelência técnica, a exemplaridade da cadeia de parceiros, o potencial de mercado e a originalidade.

QUEM PODE SE CANDIDATAR?

Qualquer empresa ou centro de pesquisa com uma inovação genuína ou conceito para apresentar em um setor de aplicação específica entre as cinco categorias abaixo:

  • Construção civil e Infraestrutura
  • Transporte, automotivo, agronegócio e náutico
  • Aeroespacial
  • Energias renováveis
  • Novos nichos de mercado

CRITÉRIOS DA SELEÇÃO

  • *Impacto sobre a humanidade
  • *Relação “custo da solução / aceitável preço para o público-alvo”
  • *Caráter inovador
  • *Impacto ambiental (ciclo de reciclagem/reutilização/emissão/vida…)
  • *Outro (obrigatório especificar)

A cadeia de valor completa, parceiros e inteligência coletiva são, em todos os casos, muito importantes.

PROCESSO

A escolha dos vencedores de cada categoria será feita por um júri independente constituído por um representante (usuário) de cada segmento e convocado pela associação. O júri escolherá os 5 vencedores que serão anunciados no dia 06 de dezembro durante o Prêmio Top of Mind 2018.

 

PRAZO DE INSCRIÇÃO

O prazo é até dia 10 de agosto. Os candidatos deverão encaminhar um e-mail para marketing@almaco.org.br colocando no assunto “Prêmio de Inovação ALMACO” e deverão encaminhar um pdf com o descritivo do produto com fotos e informações pessoais e de possíveis parceiros.

Para mais informações, entrar em contato no (55 11) 3719-0098

 

REALIZAÇÃO

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10 maio 2018

Pesquisa apoiada pelo IPT estuda envelhecimento de compósitos

Solucionar problemas na fabricação de estruturas leves é o objetivo do estudo, em parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)

Olívia de Andrade Raponi estuda os efeitos do envelhecimento da matéria-prima em compósitos

O uso de estruturas formadas pela combinação de dois materiais que resulta em um produto superior, os chamados compósitos, é fundamental na fabricação de produtos tão distintos como coletes à prova de balas, varas para provas de salto, pranchas de surf, pás de helicóptero e fuselagens de avião, entre outros.

Porém, muitas vezes o desempenho final dos compósitos pode ser prejudicado por defeitos de fabricação, e é justamente para impedir que isso aconteça que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) fez uma parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI).

O objetivo do estudo é solucionar problemas de envelhecimento da matéria-prima derivados da exposição à temperatura e à umidade durante o processamento. A aluna de doutorado em materiais para engenharia, Olivia de Andrade Raponi, da UNIFEI, avalia os efeitos disso em compósitos para monitoramento do fenômeno e otimização do processo produtivo.

Dentro do programa Novos Talentos, os estudos são realizados no Núcleo de Estruturas Leves, na cidade de São José dos Campos (SP), com duração prevista de quatro anos e foco na utilização de pré-impregnados – materiais compostos por fibras de reforço de polímero, produtos intermediários prontos para moldagem – como matéria-prima para a fabricação de compósitos.

A formação de porosidade é um dos defeitos mais comuns associados ao processamento de pré-impregnados. Por isso, os estudos buscam chegar a um conjunto de dados que permita compreender melhor a influência do envelhecimento da matéria-prima na formação deste tipo de defeito em materiais compósitos.

“O envelhecimento é um fenômeno intrínseco ao processo produtivo do material, que não tem como ser evitado. A ideia é controlar as propriedades e garantir que não haja desperdício de matéria-prima por meio de ajustes de parâmetros de processamento em função das propriedades do material envelhecido”, explica Olivia.

A pesquisadora ressalta a importância da parceria entre instituto e a universidade para o sucesso do projeto e evolução da indústria.

“Existem equipamentos aqui no laboratório que não estão disponíveis na universidade. Além disso, a coorientação é bastante importante, e o contato com outros pesquisadores permite uma troca de conhecimentos que acrescenta muito ao trabalho, em especial se pensarmos que, em relação à universidade e ao mundo acadêmico, o IPT apresenta, na área em que estamos trabalhando, uma visão muito próxima das necessidades indústria”, finaliza.

 

Fonte: São Paulo SP Gov.

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10 maio 2018

Saiba quais profissões estarão em alta até 2020

O mercado de trabalho está em constante mudança. A evolução do mercado é tanta que muitas vezes a educação formal das faculdades não é o suficiente para conseguir as melhores profissões, e o recomendado é se especializar. O Guia da Carreira afirma que para saber se uma profissão estará em demanda no futuro, o ideal é consultar pesquisas como a da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Essas pesquisas apontam os próximos passos do mercado de trabalho e revelam quais profissões estarão em alta nos próximos anos. O último levantamento foi feito após respostas de mais de 400 empresas, que representam mais de 2,2 milhões de empregados dos setores de RH e operacional. De acordo com eles, há dez setores de atuação que devem ficar em alta até 2020:

Compras, Comercial, Tecnologia da Informação (TI), Serviços Gerais, Planejamento, Atendimento ao Cliente, Recursos Humanos, Marketing, Comunicação, Ouvidoria e Área de Produção.

Na área de produção, há oito setores devem ficar em alta:

Engenharia, Produção, Gestão de Qualidade, Projetos, Pesquisa e Desenvolvimento, Segurança e Saúde Operacional, Meio Ambiente e Manutenção. A pesquisa também revelou algumas profissões que devem ficar em alta até 2020:

– Supervisores de Produção em Indústrias de transformação de plástico;

– Engenheiros de Petróleo;

– Técnicos em Sistemas de Informação;

– Trabalhadores de tratamento de superfícies de metais e de compósitos;

– Engenheiros de mobilidade;

– Técnicos em mecatrônica;

– Biotecnologistas;

– Engenheiros ambientais e sanitários;

– Desenhistas técnicos em eletricidade, eletrônica e eletromecânica.

Vale lembrar que, para sempre ficar competitivo no mercado, a boa formação é essencial. Na área de produção, é indicado ter ao menos ter um curso técnico. Na área de gestão, o essencial é ter nível superior. Nos dois casos, para cargos de gerência e diretoria é necessário ter pelo menos uma pós-graduação.

Fonte: Hora Brasil

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10 maio 2018

Venda de máquina cresceu 26%

 

Depois de iniciarem o ano em queda, as vendas domésticas de máquinas agrícolas tiveram recuperação em abril e devem crescer, no mínimo, 7,5% neste ano. Segundo dados divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias no país somaram 4.142 unidades em abril. Em relação a março, houve alta de 17,6%, e na comparação com o mesmo mês do ano passado, as vendas subiram 26,4%.

Com a retomada do crescimento das vendas domésticas de máquinas, a Anfavea deve, ao menos, duplicar a atual projeção de aumento de 3,7% nos volumes em 2018, segundo o vicepresidente da associação, Alfredo Miguel Neto. Pela estimativa atual, as vendas alcançariam 46 mil unidades no ano. No o primeiro quadrimestre, as vendas somaram 11.667 unidades, ainda com retração de 7,2% ante o mesmo período de 2017.

“Podemos revisar para um crescimento entre 7,5% e 8%. Talvez, um pouco mais a depender dos números finais da Agrishow”, afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea, referindo-se à feira de máquinas realizada semana passada em Ribeirão Preto (SP). Neste ano, as vendas durante a Agrishow somaram R$ 2,7 bilhões na Agrishow, uma alta de 22,7% sobre 2017. Inicialmente, a organização do evento esperava aumento de 8% das vendas neste ano.

“Foi uma feira extraordinária”, disse Miguel Neto. Segundo ele, a Anfavea também aguarda o anúncio do Plano Safra 2018/19, quando serão conhecidos os recursos que o governo pretende destinar ao Moderfrota, linha de crédito voltada à aquisição de máquinas. “Nossas indicações são de que teremos recursos suficientes no próximo plano”, afirmou Megale. No ciclo 2017/18 foram direcionados R$ 9,2 bilhões ao Moderfrota.

Antes do encerramento da Agrishow, porém, o governo sinalizou que o montante ofertado no Moderfrota pode diminuir no Plano Safra 2018/19. Ao Valor, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz, disse, na ocasião, que os desembolsos liberados pelos bancos devem alcançar no máximo R$ 8 bilhões na atual safra e que o governo pretende manter esse volume no próximo ciclo.

Ontem, o vice-presidente da Anfavea também destacou o crescimento do uso do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para a compra de máquinas. Segundo ele, houve alta de 122% no primeiro quadrimestre, ante o mesmo período de 2017.

 

Fonte: Valor Econômico

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10 maio 2018

VOCÊ QUER SABER MAIS SOBRE O ESTADO DA ARTE DA TECNOLOGIA DOS MATERIAIS COMPÓSITOS?

A ALMACO TEM O CURSO IDEAL PARA VOCÊ! CURSO DE COMPÓSITOS AVANÇADOS

Nos dias 22 e 23 de maio, no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) ministrará o Curso de Compósitos Avançados. Serão dois dias dedicados à teoria e prática sobre o material, com discussões a respeito de processos de alto desempenho (Infusão, MPF, FAST RTM, LFT e IMC), vida útil dos compósitos e matérias-primas (adesivos, fibras de carbono e aramida, etc.).

Confira a programação

Inscreva-se! Vagas limitadas!

Inscrições:

Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

Informações:

Datas: 22 e 23 de maio de 2018
Horário: 8h30 às 17h00
Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31 – sala 11 – Cidade Universitária – SP

Para inscrição ou mais informações entre em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098, ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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10 maio 2018

Setor de compósitos voltou a crescer em 2017

Faturamento foi de R$ 2,598 bilhões, alta de 1,9% em comparação ao ano anterior

Em 2017, o setor de compósitos – um tipo de plástico de alta performance – faturou R$ 2,598 bilhões, alta de 1,9% em comparação ao ano anterior. Trata-se do primeiro resultado positivo desde 2014, quando teve início a crise econômica brasileira. O consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas, enquanto o número de postos de trabalho apresentou queda de 0,9%, perfazendo 59 mil vagas. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).
“O mercado de transporte foi fundamental para que conseguíssemos esse desempenho, com destaque para a demanda aquecida por veículos utilizados no campo, como tratores e colheitadeiras. Vale a pena ressaltar também a participação dos postes para as redes elétricas, daí considerando o setor de infraestrutura”, explica Gilmar Lima, presidente da ALMACO. As diferenças entre os indicadores de faturamento e de volume de matérias-primas devem-se basicamente às oscilações de preços registradas no período.
Para 2018, o estudo da Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,841 bilhões, ou seja, uma elevação de 9,4% ante o resultado de 2017, enquanto o consumo de matérias-primas deve crescer 4,8%, totalizando 205 mil toneladas.
“Transporte, agronegócio e infraestrutura continuarão a evoluir. Em paralelo, segmentos que estavam com muitas dificuldades nos últimos dois anos, como construção civil, energia eólica e gás, devem se recuperar. E novos nichos continuarão a surgir, mesmo que lentamente, apoiados pela flexibilidade e leveza típicas dos compósitos”.
A despeito dos números de 2017 e das previsões otimistas para este ano, o presidente da ALMACO ainda não considera plenamente encerrada a má fase que o setor de compósitos amarga desde 2014. “Perdemos muito no último triênio. Em termos de volume, repetimos em 2016 os números de 2006”, calcula. Por isso, ele observa, as empresas que integram a cadeia produtiva do material voltaram os seus esforços apenas à sobrevivência, deixando em segundo plano a criatividade, o conhecimento e a manutenção dos talentos. “Agora, precisamos continuar alertas, repensar as nossas organizações e buscar alianças financeiras e estratégicas que nos ajudem a investir em educação, inovação e comunicação”.
De acordo com Lima, o papel da ALMACO nessa retomada deve ser o de provocar e tirar as empresas da zona de tranquilidade, colaborando com o fortalecimento não só dos fabricantes de matérias-primas, distribuidores e transformadores, mas também dos usuários de compósitos, comunidade em geral e órgãos governamentais. “É hora de sermos inquietos e investirmos em pessoas, relacionamento, conhecimento e gestão de excelência humanizada. Vamos levantar a bandeira da união e da antecipação, pois, se não cuidarmos uns dos outros, vamos morrer juntos”, conclui.

Sobre a ALMACO
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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10 maio 2018

ALMACO comemora resultado de evento em Joinville/SC

Mais de 50 pessoas marcaram presença no Encontro Regional que a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) organizou no último dia 4 de abril em Joinville/SC, evento que ocorreu no Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura e Processamento a Laser.

Os participantes assistiram palestras sobre matérias-primas, processos de moldagem, tecnologias e tendências acerca dos materiais compósitos.

Confira abaixo as empresas presentes:

ABCOL
Ashland
BYK
Carbo Fibras
Caterpillar Brasil Ltda
Diprofiber
Ectas Saneamento S.A
EGC
Fusopar
G12
Industrial Fibras
Lord
Magna Industria de Plasticos Ltda
MASTERGEL COMPÓSITOS
Novapol
Saertex
Sama Ind. e Com. Ltda
Sandvik Process Systems
Senai
T&G ASSESSORIA
Technofix
Tecnofibras
Termotecnica
Texiglass
Unisociesc/FGV
VCI DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE COMPOSITOS LTDA

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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