15 mar 2018

Montadoras de caminhões esperam crescimento de até 30% nas vendas

As montadoras de caminhões trouxeram para 2018 um otimismo que havia tempos não sentiam. Neste ano, as empresas esperam que as vendas cresçam entre 25% e 30%. Apesar de ser uma previsão de alta muito acima do que se espera para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – 2,87%, segundo o relatório Focus, do Banco Central, publicado mais recentemente, se essa projeção for alcançada, ainda assim a indústria estará em um patamar muito abaixo do que o registrado no seu auge, mas será um volume maior que o de 2015 e 2016, quando as vendas chegaram ao fundo do poço.
Em 2017, as vendas chegaram a 51,9 mil unidades – aumento de 2,7% em relação a 2016. Mas os dois últimos meses do ano foram os que confirmaram a tendência de recuperação para 2018. Em dezembro, foram comercializadas 6,1 mil unidades (crescimento de 11% sobre novembro e 36,5% a mais do que o registrado no mesmo período de 2016). Já a produção aumentou 37% no ano passado, com 82,9 mil unidades (7,4 mil só em dezembro, o que apontou para uma alta de 81,3% se comparado ao mesmo mês de 2016). As exportações também avançaram. Foram 28,3 mil unidades embarcadas, equivalente a uma expansão de 31,3%.
O agronegócio, apesar de ter uma previsão de crescimento menor em 2018, deve ser o responsável pelo principal empurrão nas vendas de caminhões. Já o setor de construção civil (incluindo construção pesada) é o que está demorando mais a reagir, segundo os executivos ouvidos pela reportagem.
Para o diretor comercial da Volvo, Bernardo Fedalto, se a expansão do mercado de fato se confirmar dentro do patamar estimado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Motores (Anfavea), o setor ainda estará a apenas 60%, no máximo 70% do seu potencial de mercado. Fala-se que, no auge da crise, a capacidade ociosa chegou a cerca de 70% e hoje seria de 45%. “Já percebemos a inversão, mas nossa base é muito ruim. Fomos bem até 2014, com 2011 e 2013 batendo recordes, até acima do que se esperava. Houve uma bolha naquele momento, depois vimos uma queda de 70% em dois anos. Mas agora vemos a economia retomando, e o mercado de caminhões está diretamente ligado à economia”, afirma.
Para Fedalto, um ponto de atenção nessa expectativa de recuperação é a eleição presidencial. “Estamos otimistas para 2018, com previsão de mais de 30% de crescimento, mas a base é muito baixa. A expectativa para o Brasil nos próximos anos é positiva, desde que a economia continue em uma polÍtica mais liberal, como está sendo visto hoje, com menos despesas e mais controle, sem gastos acima da arrecadação. Mas há desafios, como o deficit fiscal, que tem de ser resolvido pelo governo e parar de gastar mais do que arrecada. Talvez esse governo não consiga fazer as reformas que deveria por conta das questões políticas, mas o próximo governo não escapa de fazê-las, baixando o custo do Estado perante a arrecadação”, analisa.

Infraestrutura

O executivo da Volvo argumenta que as necessidades do país, por exemplo, com infraestrutura, são enormes, e esse é um “grande gerador de oportunidades” para o setor de caminhões. Mesmo que o setor demore a decolar, a expectativa é de que haja demanda em outras frentes, como a que vem do campo. Apesar de alguma incerteza, a montadora anunciou no início de 2017 um investimento de R$ 1 bilhão até 2019. Além disso, no fim do ano começou a contratar 250 funcionários para iniciar o segundo turno a partir da segunda semana de fevereiro.
A retomada das vendas leva o executivo da Volvo a acreditar que será possível reajustar alguns preços, deprimidos nos últimos anos, segundo ele, por conta da concorrência. “Foram três anos de acirramento total entre os competidores, porque todo mundo estava desesperado para vender o pouco que tinha. Mas, nos últimos anos, tivemos os custos aumentados em toda a cadeia, sem reposicionarmos os preços. Apesar de a briga estar feia, esse reposicionamento será necessário”, avisa Fedalto.
Roberto Barral, vice-presidente de Operações Comerciais da Scania no Brasil, lembra que o setor passou por seu momento mais delicado a partir de 2014. “As vendas caíram junto com a economia. O volume de vendas chegou a cair entre 70% e 75%. Agora, apesar da projeção de crescimento, estamos vindo de um patamar de vendas muito deprimido”, avalia.
Barral lembra que os níveis de venda registrados em 2013, quando foram produzidos 187.002 caminhões, estavam em um patamar insustentável, estimulado artificialmente graças a financiamentos “com juros muito subsidiados, o que inflou o mercado de forma artificial”. Apesar de a retomada não estar nem perto do auge do setor, as montadoras sabem que não podem ficar paradas. No caso da Scania, foram anunciados no ano passado investimentos de R$ 2,6 bilhões. O valor será destinado a desenvolvimento e lançamento de produtos, na unidade de produção e nas redes de distribuição. “A matriz já está acostumada com as turbulências no Brasil e sabe que precisamos continuar nos atualizando”, afirma o executivo.

Fonte: Correio Braziliense

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15 mar 2018

Produção da Polinox cresceu 8% em 2017

Empresa é a maior fabricante de catalisadores da América Latina

Líder latino-americana em catalisadores – são matérias-primas dos compósitos, um tipo de plástico de engenharia –, a Polinox registrou um aumento de 8% no volume produzido em 2017. O resultado, comenta Roberto Pontifex, diretor, embute duas análises principais: a crise brasileira, enfim, é página virada e a Polinox consolidou de vez a sua presença nos demais países da América do Sul.
“Esperávamos um crescimento de, no máximo, 5%, sobretudo porque vínhamos de dois anos muito difíceis. O resultado não foi tão superior assim na comparação com o período anterior, mas já mostra que o cenário é diferente”, afirma.
Outro sinal dessa mudança, observa Pontifex, ficou por conta da elevação de 4% nos negócios envolvendo as ceras desmoldantes produzidas pela Polinox – são produtos auxiliares à moldagem de compósitos. “A quase totalidade das vendas das nossas ceras acontece via distribuidores. Ou seja, esse aumento significa que o pequeno transformador de compósitos, aquele microempresário que se abastece com modestas quantidades de matérias-primas, teve mais poder de compra”.
Em relação às exportações, pelo terceiro ano consecutivo as vendas para os países da América do Sul responderam por 20% do faturamento da Polinox. “Com esse histórico, os negócios deixaram de ser pontuais e passaram a representar uma fatia importante da nossa receita”. Ao longo de 2017, a Polinox intensificou a procura de oportunidades no Peru e deu início às exportações para o Equador. “Nos demais países mantivemos uma participação em linha com a do ano passado”.

Sobre a Polinox

Com fábrica em Itupeva (SP), a Polinox dispõe de capacidade para a produzir 360 toneladas/mês dos catalisadores Brasnox®, Perbenzox® e Tecnox Super®, entre outros produtos. Ao todo, são mais de 40 tipos – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.
Hoje em dia, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.
Em 2017, a Polinox foi eleita pela quinta vez Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Catalisadores”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.polinox.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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15 mar 2018

Fibermaq consolida portfólio para enrolamento filamentar

Processo de moldagem de compósitos é usado na fabricação de postes, tanques e tubos

Se 2017 não foi um ano inesquecível para a Fibermaq, líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, ao menos o período serviu para a consolidação do seu portfólio para enrolamento filamentar. Tradução livre do inglês filament winding, o processo em questão dá forma a tubos, tanques e postes, entre outros produtos ocos de compósitos – um tipo de plástico de engenharia.
“A recuperação da demanda no ano passado serviu para repor as perdas de 2016, quando o nosso giro caiu mais de 30%. Em paralelo, conseguimos negociar uma máquina de enrolamento filamentar, equipamento sofisticado e com maiores índices de automação e personalização”, afirma Christian de Andrade, diretor da Fibermaq.
Logo, entre os principais fornecimentos de 2017, Andrade destaca o de uma máquina destinada à fabricação de postes cônicos de compósitos, de até 12 m de comprimento, para a Mossoró Premoldados. O segmento de postes, a propósito, é um dos poucos que vem se mostrando imune à crise. Estima-se que cerca de 10% de todos os postes fabricados no país sejam de compósitos, e a expectativa é de que essa participação dobre nos próximos dois ou três anos. Leves e imunes à corrosão, são produtos ideais para áreas de difícil acesso ou situadas no litoral.
Para o mercado de tanques, o diretor da Fibermaq ressalta a construção de um modelo de máquina de enrolamento filamentar que produz reservatórios de até 4 m de diâmetro e 6 m de comprimento. “Está em operação na planta da Delta Vinil, em Atibaia”. E, em relação aos tubos, um dos cases mais relevantes da Fibermaq fica por conta das máquinas fornecidas para o Grupo Stringal Hurner. Cada uma produz barras de 6 m de comprimento, com 50 a 700 mm de diâmetro.
“Pode soar estranho, mas o nosso maior diferencial frente à concorrência é que as nossas máquinas de filamento realmente funcionam. O que mais existe no Brasil são casos de transformadores decepcionados com o processo, pois adquiriram o equipamento com muitos problemas”, resume o diretor da Fibermaq.

Sobre a Fibermaq

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.
Ano passado, a Fibermaq foi eleita pela sexta vez consecutiva Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Equipamentos”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.fibermaq.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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15 mar 2018

Sistema construtivo brasileiro conquista prêmio de inovação organizado na França

Núcleo Úmido combina cozinha, banheiro e área de serviço numa mesma estrutura

A G12, empresa brasileira especializada em tecnologias que envolvem o uso de compósitos – um tipo de plástico de engenharia –, criou um sistema construtivo modular e 100% industrializado que integra, numa única estrutura, a cozinha, o banheiro e a lavanderia. Ou seja, as áreas úmidas de uma residência.
Desenvolvida a pedido da companhia argentina Materiales Compuestos (MC), a novidade, não por acaso denominada Núcleo Úmido, conquistou o JEC Innovation Awards, principal prêmio de inovação do setor global de compósitos – aconteceu anteontem, em Paris, durante a feira JEC World. A vitória repercutiu a tal ponto que a G12 foi convidada pela embaixada brasileira na França a apresentar o trabalho.
Além de ser uma solução construtiva inovadora, o desenvolvimento brasileiro combina a utilização de cinco processos de moldagem de compósitos e, vale a pena ressaltar, não se limita à fabricação do Núcleo Úmido – pode ser usado em dezenas de outras aplicações, como postos de atendimento, dormitórios, residências completas, etc. “Essa versatilidade já chamou a atenção de investidores da Europa, África e Ásia”, afirma Erivelto Mussio, líder de projetos da G12.
Em média, o Núcleo Úmido reduz em até 60 dias o tempo necessário para a conclusão da obra. Isso porque, nos métodos construtivos tradicionais, as etapas mais complexas são justamente as relacionadas à construção dos espaços úmidos. “O Núcleo Úmido é fornecido já com as instalações elétricas e hidráulicas executadas na fábrica, sendo necessário realizar na obra apenas a conexão aos ramais de entrada da residência. E o fato de ser modular também aumenta sensivelmente a velocidade de implantação, bem como a flexibilidade de projeto”.
Ideal para atender às demandas governamentais por habitações populares, o Núcleo Úmido apresenta preço bastante próximo ao dos métodos convencionais. “Na América Latina, onde o custo da mão de obra é baixo, a principal vantagem para a construtora é a maior produtividade e, em decorrência, a melhora do seu ciclo financeiro”, observa Mussio. Em países desenvolvidos, ele calcula que o Núcleo Úmido reduza entre 10% e 15% o custo total da casa.
O modelo básico ocupa uma área de 7,41 m², sendo que apenas uma estrutura é necessária para conter a cozinha, o banheiro e a lavanderia. Por ser feito integralmente de compósitos, o Núcleo Úmido apresenta elevada durabilidade e isolamento termoacústico melhor que o da alvenaria. Também é mais leve – cada módulo pesa cerca de 1 mil kg –, o que facilita o transporte em regiões de difícil acesso. “A construção dos módulos ao lado do local de instalação se justifica a partir de volumes acima de 300 unidades”.

Alianças estratégicas

Em paralelo às características técnicas exclusivas, um dos diferenciais do Núcleo Úmido ficou por conta das alianças estratégicas firmadas para o seu desenvolvimento. Somada à participação da G12 e de outras duas empresas brasileiras – Purcom e AJB –, fizeram parte do projeto as companhias argentinas MC e Plaquimet e a francesa Composite Integrity, que pertence ao IS Group.
“Trata-se de um modelo de negócio moderno e focado na combinação das competências de cada participante. Há tempos que o mundo não tem mais fronteiras, e a forma de criar produtos deve se aproveitar cada vez mais dessa condição”, comenta Gilmar Lima, fundador da G12.
Fundada em 2016, na cidade de Curitiba (PR), a G12 é uma empresa especializada no desenvolvimento de produtos, mercados e negócios com foco em inovação e geração de valor, por meio da multiplicação de redes de conhecimento e de práticas diferenciadas de gestão. Mais em www.g12innovation.com.br.
Resultantes da combinação entre resinas plásticas e fibras, como as de vidro, carbono ou aramida, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques de produtos químicos e pás eólicas a cascos de barcos e componentes estruturais de aviões.

Fonte: SLEA Comunicação

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15 mar 2018

Por que a Ashland aposta no mercado brasileiro de compósitos

Empresa opera uma fábrica de resinas em Araçariguama, no interior de São Paulo

Líder global em especialidades químicas, a Ashland atua no mercado brasileiro de compósitos – um tipo de plástico de engenharia – por meio do fornecimento de resinas poliéster e éster-vinílicas. O negócio, a despeito das dificuldades vividas recentemente, continua sendo estratégico para a empresa. Tanto é assim que a fábrica mantida pela Ashland em Araçariguama, no interior de São Paulo, recebeu investimentos de mais de R$ 20 milhões nos últimos anos.
“O Brasil atravessou a pior crise econômica da sua história, por isso não havia como passarmos incólumes. Mas acreditamos na continuidade da retomada que teve início no segundo semestre do ano passado e, principalmente, entendemos que ainda há muito espaço para o crescimento do consumo de compósitos no país”, afirma Fábio Sanches, gerente comercial do negócio de compósitos e, mais recentemente, também de intermediários e solventes da Ashland na América Latina.
O consumo per capita de compósitos no Brasil não chega a 2 kg, bem atrás dos números dos EUA (8 kg), Europa (5 kg) e Ásia (4 kg). Mais: dois dos principais segmentos consumidores do material no país – construção civil e transportes – ainda são marcados por enormes déficits. “Por combinar elevados índices de resistência e leveza, os compósitos são as melhores alternativas para muitas aplicações nesses mercados”. Destaque também para o uso intensivo de tubos e tanques de compósitos no setor de saneamento básico, outra área em que ainda há muito por fazer no Brasil.
“Apoiados por essa visão de médio prazo, mantemos o nosso planejamento de melhorias constantes de processo, que impactam na qualidade dos nossos produtos, e de segurança”, observa Sanches. A unidade da Ashland em Araçariguama, a propósito, é a primeira fábrica brasileira de resinas a obter a certificação RC 14001®. Trata-se de uma junção do programa Responsible Care, que abrange questões relacionadas à segurança, meio ambiente, saúde e proteção de patrimônio, com a ISO 14001, cujo foco é a gestão ambiental das empresas.

Sobre a Ashland
Com distribuidores oficiais em toda a América Latina, a Ashland fornece na região as resinas poliéster Aropol™ e Arotran™, referências globais em polímeros termofixos – esta última é mais voltada às aplicações em sistemas de prensagem de materiais (SMC e BMC).
A Ashland também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane™, sinônimo de proteção contra a corrosão para a grande maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo – completou 50 anos em 2015. As resinas Derakane™ são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.
Nos últimos quatro anos, a Ashland foi eleita a empresa Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.
A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma companhia especializada no desenvolvimento de especialidades químicas para uma ampla gama de indústrias, como a de adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, cuidados pessoais e farmacêutica. Para mais informações, acesse www.ashland.com

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
™ Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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01 mar 2018

Recuperação se espalha e chega a mais de 60% dos setores da indústria

Levantamento do Iedi mostra que crescimento do setor no ano passado começou a se disseminar para além da indústria automotiva, que foi a principal responsável pelo avanço

A indústria brasileira – que em 2017 voltou a crescer depois de três anos de queda – está vendo a recuperação se disseminar. O crescimento da produção industrial, no ano passado, foi além do setor automotivo, principal responsável pela retomada da indústria. Segundo estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), com base em dados do IBGE, 58 dos 93 segmentos – 62% do total – apresentaram resultados positivos.

O movimento foi maior no quarto trimestre, quando 66 ramos avançaram em ritmo superior ao registrado no mesmo período de 2016. A disseminação do do crescimento tem relação com o encadeamento entre setores, alavancado especialmente pelo setor automotivo.

A produção de veículos respondeu por metade da alta de 2,5% registrada pela indústria no ano passado. O bom desempenho acaba se refletindo em outros segmentos, como o de equipamentos de áudio e vídeo, borracha e plástico, têxteis e metalurgia. “O sinal é positivo e disseminado. Há um conjunto de desdobramentos e de relações intersetoriais que vão além do que a gente identifica como setor automotivo”, diz o economista-chefe do Iedi, Rafael Cagnin.

Mas não é só a cadeia em torno da produção de veículos que tem se beneficiado. Fabricantes de equipamentos de informática, por exemplo, ou de comunicação também cresceram no ano passado (veja mais na pág. B6). Na zona sul de São Paulo, uma fabricante de leitores de código de barras registrou um faturamento 20% maior em janeiro deste ano, na comparação com 2016. “Se continuar assim, vamos precisar rever o planejamento para o ano”, diz Marcos Canola, sócio e diretor comercial da Nanus.
Isso não significa, no entanto, expansão nem contratação de funcionários, porque ainda há capacidade ociosa. Durante a crise, a empresa reduziu a equipe pela metade, para 40 pessoas, cortou investimentos, fechou um depósito e segurou reajustes. Com a melhora dos resultados, que começou a aparecer no fim do ano passado, Canola está um pouco mais animado. Em abril, a Nonus participará de uma feira de negócios na China, depois de quatro anos de fora. “Não é para engatar uma quinta marcha, mas não dá para ficar parado”, diz o empresário.

Os movimentos conservadores da indústria têm o objetivo de se preparar caso a recuperação seja maior. Os dados do Índice de Confiança da Indústria (ICI), da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram que o otimismo dos industriais ainda avança muito devagar. A prévia do índice de fevereiro, divulgado sexta-feira, aponta avanço de 0,2 ponto, para 99,6 pontos. Se confirmado, será o maior patamar desde outubro de 2013. “Essa recuperação é gradual, embora tenha ganhado tração. Não dá ainda para dizer que o setor está otimista nem muito confiante”, diz a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV, Tabi Thuler Santos.

FONTE: Daniela Amorim Vinicius Neder, Impresso – Estadão

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01 mar 2018

Redelease prevê crescimento de dois dígitos em 2018

Empresa é uma das maiores distribuidoras de especialidades químicas do Brasil

De volta para o passado. Esse é o objetivo da Redelease em 2018, período em que a empresa aposta na retomada do seu “ritmo chinês” de crescimento – dois dígitos por ano registrados entre 2009 e 2013. Para tanto, a Redelease, uma das principais distribuidoras de especialidades químicas do país, deve expandir o raio de ação com a abertura de filiais e fortalecer ainda mais o seu portfólio.
“Depois de sucessivas quedas, nossas vendas aumentaram cerca de 3% em 2017. Diante disso, e da retomada generalizada da economia, é possível afirmar que os diversos projetos colocados em pauta terão caminho livre para sair do papel”, afirma Roberto Iacovella, diretor comercial da Redelease.
Entre eles, Iacovella destaca a abertura de uma filial própria da Redelease em Vila Velha (ES). O estado também deve contar até o final do ano com uma unidade do Redecenter, loja licenciada pela Redelease e operada por terceiros. “Ainda estamos negociando a inauguração de um Redecenter no litoral paulista”. Hoje, essa modalidade de negócio responde por 15% do resultado da Redelease, a partir de cinco unidades situadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. “Tem ajudado a fortalecer a nossa marca junto aos pequenos empreendedores, artesãos e plastimodelistas”.
Em relação ao portfólio, Iacovella confia na evolução das vendas de sílica pirogênica, produto que faz parte de um recente acordo de distribuição firmado entre Redelease e Evonik – é usado nos segmentos de tintas e compósitos, entre outros. “As expectativas são igualmente positivas quanto ao desempenho dos nossos desmoldantes para compósitos, que integram a linha Ycon, e para borracha, fornecidos pela inglesa Marbocote”, observa.
Ainda na área de compósitos – é responsável por, aproximadamente, 70% da receita da Redelease –, Iacovella projeta um aumento significativo no volume de vendas de adesivos estruturais. “A LORD, nossa bandeira nesse segmento, tem ampliado o papel dos distribuidores na sua estratégia comercial, e isso é muito benéfico para a Redelease”. Em paralelo, ele ressalta o fortalecimento dos negócios envolvendo as resinas fenólicas da AkzoNobel – são usadas na fabricação de pastilhas e lonas de freio, entre outros produtos.

Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de cinco lojas licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler).

Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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01 mar 2018

LORD é uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil

Empresa conquistou o certificado Great Place to Work já na primeira pesquisa que participou

Especialista no desenvolvimento de coatings e adesivos, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, é uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil, de acordo com a Great Place To Work (GPTW).
Ao longo de duas semanas, os funcionários que atuam na unidade de Jundiaí (SP) da empresa participaram de uma pesquisa conduzida pela GPTW – a LORD foi avaliada na categoria “Multinacional Média”.
“O resultado apontou que 77% dos colaboradores que aceitaram participar do levantamento consideram a LORD uma das melhores empresas para trabalhar”, comenta Cecília França, gerente de recursos humanos da LORD na América do Sul.
Foi a primeira vez que a LORD se submeteu à pesquisa da GPTW. “Isso aumenta ainda mais a importância da conquista dessa certificação, pois não foram necessárias adequações posteriores para a melhora da percepção dos funcionários”.
Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

Para mais informações, acesse www.lord.com.

Fonte: SLEA Comunicação

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01 mar 2018

Três projetos da Saertex são finalistas no JEC Innovation Award 2018

A premiação JEC Innovation Award, que é conferida durante a exposição JEC World em Paris, França – a principal feira de compósitos –, é considerada a mais importante competição da indústria. A SAERTEX, líder mundial na fabricação de tecidos multiaxiais e materiais de reforço, inscreveu três projetos e todos foram selecionados como finalistas. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 7 de março. A SAERTEX já levou para casa estes prêmios cobiçados em 2014 como em 2017.
Neste ano, a empresa familiar da região de Münsterland, Alemanha, participa na categoria “Rail Vehicle” (veículos ferroviários), junto com as empresas SMT e a Alan Harper, com um projeto que envolveu a renovação de painéis do piso em 66 trens do Deutsche Bahn ICE através da instalação dos materiais à prova de fogo SAERTEX LEO. Na categoria “Marine” (náutico), o SAERTEX LEO impressionou com o design de um solário completo em compósitos para um navio de cruzeiro de 110m de comprimento, construído em parceria com o estaleiro Meyer/Neptun em Papenburg (Alemanha). Na categoria “Construction and Infrastructure”, o uso do Carbon SAERfix para a reabilitação de tubulações de concreto, em associação com o cliente espanhol GRUPO NAVEC, apresentou excelente resultado. Neste caso, A SAERTEX e a HENKEL são as coinovadoras do projeto sob a liderança do GRUPO NAVEC.

Os três projetos finalistas são:

– A RENOVAÇÃO DA FROTA DE TRENS ICE 3: com materiais compósitos retardantes à chama, a Deutsche Bahn trocou os painéis do piso em 66 dos seus trens, removendo a madeira e introduzindo os compósitos com fibra de vidro fabricados com o SAERTEX LEO.
– SOLÁRIO PARA UM CRUZEIRO MARÍTIMO: A empresa MEYER WERFT e a SAERTEX criaram um deck de compósitos para um navio de 110 m de comprimento com o uso do SAERTEX LEO.
– MANUFATURA IN SITU DE TUBULAÇÃO DE FIBRA DE CARBONO: Nesta solução, o carbono autoadesivo SAERfix foi usado para reparar uma tubulação de concreto reforçado que estava em condições precárias

A premiação JEC Award é concedida por um júri de especialistas durante a realização da JEC World em Paris. A premiação é um reflexo da força de inovação das empresas do setor de materiais compósitos, sendo premiadas um total de 10 categorias.

Sobre a Saertex
Criada em 1982, em Saerbeck, Alemanha, a SAERTEX é líder mundial na fabricação de tecidos multiaxiais e materiais de reforço, os quais conferem redução de peso, aumento de rigidez e alta resistência à corrosão. Atualmente, oferece uma ampla variedade de itens como os tecidos técnicos em fibras orientadas, a manta moldada SAERcore, o complexo sanduíche SAERfoam, os tecidos auto-adesivos SAERfix, os materiais compósitos retardadores de fogo SAERTEX LEO e a tecnologia de reabilitação de tubulação SAERTEX-Liner (SAERTEX multiCom).
Os materiais de reforço da SAERTEX, fabricados com fibras de vidro, carbono ou aramida, são utilizados em diversos mercados como energia eólica, automotivo, esporte, petróleo & gás, aeroespacial, ferroviário & transporte, náutico, construção civil, saneamento, entre outros. Além de ampla assistência técnica, a empresa oferece serviços adicionais para auxiliar os clientes na transformação de componentes de aço para compósitos (também conhecido como plástico reforçado).
Com sede operacional e administrativa na Alemanha, a SAERTEX está presente em oito países (cinco continentes) com engenharia e unidades de fabricação: Brasil, França, Portugal, Estados Unidos, China, Índia, África do Sul, Lituânia e Turquia. Além disso, oferece sua rede de serviços e produtos em mais de 50 países. A empresa investe em tecnologia de processos otimizados e soluções customizadas para lançar produtos inovadores que atendam às necessidades de seus clientes, e proporcionem desenvolvimento pessoal e profissional aos seus 1500 colaboradores em todo o mundo. A SAERTEX está globalmente posicionada para atender e satisfazer a crescente demanda por soluções de composites avançados.

Fonte: SAERTEX Brasil ( Jornalista Responsável Simone Martins Souza)

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01 mar 2018

Setor de celulose e papel deve impulsionar a demanda por tanques de PRFV, avalia Tecniplas

Empresa é a maior fabricante brasileira de reservatórios de Plástico Reforçado com Fibras de Vidro

A continuidade da expansão do setor de celulose e papel, na esteira da demanda internacional aquecida, e a tão esperada definição no campo político, o que deve contribuir para a retomada econômica. Essas são as expectativas para 2018 da Tecniplas, maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).
“As plantas de celulose e papel especificam equipamentos mais complexos e de alto valor agregado, em linha com o que estamos acostumados a produzir. E a estabilidade política tende a deixar as empresas mais seguras para investir”, comenta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. Ele ressalta, porém, que é difícil cravar um percentual de crescimento nas vendas da empresa. “Mas não deve ser nada substancial. A tendência é de melhora mais acentuada a partir de 2019”.
Ano passado, apesar da recessão econômica, a Tecniplas conseguiu manter estável o seu nível de faturamento. A receita? Fortalecer a presença em nichos da indústria química, como o de fertilizantes. “O Brasil se tornou referência nessa área, e os projetos de expansão ocorridos em 2017 nos ajudaram em termos de volume de pedidos”. Apesar da boa fase vivida por esse segmento, o principal fornecimento da Tecniplas no ano passado foi para uma empresa de alimentos. “Trata-se de um tanque monolítico de 400 m³, o maior reservatório de PRFV produzido em uma peça única no Brasil”.
O mercado de saneamento, por sua vez, manteve o ritmo bastante lento dos anos anteriores, observa o diretor da Tecniplas. O único destaque ficou por conta de um fornecimento para a Casan – dois tanques monolíticos de 250 m³ cada. “A Tecniplas jamais deixa de lado a preocupação com a qualidade dos seus equipamentos, o que nem sempre acontece na cadeia de fornecedores que atendem o setor de saneamento”, completa.
Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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