23 maio 2017

Redelease completa dez anos de distribuição de Derakane

Resina éster-vinílica produzida pela Ashland é sinônimo em todo o mundo de solução contra a corrosão

Em 2017, a Redelease completa dez anos de distribuição exclusiva para o estado de São Paulo da resina éster-vinílica Derakane, produto fabricado pela Ashland e sinônimo em todo o mundo de solução contra a corrosão  é matéria-prima de tanques, tubos, equipamentos e revestimentos de compósitos instalados em ambientes quimicamente agressivos.
Ao longo desse período, a Redelease forneceu Derakane a mais de 250 transformadores de compósitos. Por se tratar de um produto destinado a aplicações complexas, a assessoria técnica é fundamental. Daí porque contamos com uma equipe dedicada exclusivamente ao atendimento a esses transformadores, fora todo o suporte que recebemos dos especialistas da Ashland, comenta Roberto Iacovella, sócio-diretor da Redelease.
Paulo Henrique Rodrigues, gerente de distribuição da Ashland, ressalta o esforço da Redelease para se qualificar como distribuidora de um produto utilizado em aplicações extremamente desafiadoras. Ao longo desses anos, a Redelease vem se estruturando para atender não só às demandas técnicas do mercado, mas também às exigências de uma companhia multinacional como a Ashland, comenta.
De acordo com Alexandre Jorge, gerente de vendas e de produtos da Ashland, a atuação da Redelease é caracterizada pela seriedade e comprometimento com um segmento de mercado bastante rigoroso. Trata-se de uma área que envolve muita preocupação com segurança patrimonial e de pessoas, por isso é fundamental contarmos com um parceiro com esse perfil.
Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto. Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler).
Em 2016, a Redelease conquistou pela quarta vez o Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria Distribuidor. A empresa também foi a vencedora pela quinta vez da categoria Desmoldantes. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.redelease.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 maio 2017

Faturamento do setor de compósitos caiu 4% em 2016

Resultado foi de R$ 2,550 bilhões; previsão para este ano é de novo encolhimento

Em 2016, o setor brasileiro de materiais compósitos, um tipo de plástico de alta performance, faturou R$ 2,550 bilhões, queda de 4% em comparação ao ano anterior. O consumo de matérias-primas diminuiu 1,3%, totalizando 159 mil toneladas. Em termos de nível operacional, o período marcou o pior resultado da série histórica, com apenas 55% de ocupação das plantas, enquanto o número de postos de trabalho caiu 4%, perfazendo 60,5 mil vagas. Os dados são da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).
Para Gilmar Lima, presidente da ALMACO, o desempenho foi impactado sobretudo pela desaceleração das indústrias de geração de energia eólica e construção civil. Somam-se a esses fatores a restrição de crédito, os poucos lançamentos de produtos e a demora na reação de, praticamente, todos os segmentos dedicados à moldagem de compósitos, comenta.
Das 159 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, o estudo da ALMACO aponta para a seguinte divisão: resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil) e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.
Em relação aos processos de fabricação adotados pelos moldadores brasileiros de compósitos, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, aparecem com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (12%), enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).
A construção civil permanece liderando o consumo do material (36%), à frente de transportes (25%), corrosão/saneamento (17%), energia elétrica (5%), eólico (4%) e náutico (4%). Quando separada apenas a demanda de materiais à base de resina epóxi, a geração de energia eólica lidera com 95,6%.
O levantamento da ALMACO traz como novidades alguns dados referentes à América Latina  a associação mantém bases na Argentina, Chile e Colômbia. Conforme o estudo, o setor que mais consome compósitos na região é o de saneamento/corrosão (32%), seguido por construção civil (22%), transportes (18%), agronegócio (4%), náutico (5%) e têxtil (4%). Com uma fatia de 50%, os processos manuais aparecem em primeiro lugar. Na sequência, laminação contínua (25%), enrolamento filamentar (15%), RTM e infusão e SMC (5%).

 

Mais dificuldades em 2017

De acordo com a pesquisa da ALMACO, a situação não melhora em 2017. O faturamento previsto para o setor brasileiro é de R$ 2,450 bilhões  ou seja, nova queda de 4% , enquanto o consumo de matérias-primas deve encolher 2,5%, totalizando 155 mil toneladas.
Os principais segmentos que impulsionam o mercado de compósitos, como transportes, agronegócio, implementos rodoviários, construção e geração de energia eólica, continuam atravessando uma fase de incertezas. E, mesmo nas áreas em que há alguma reação, o movimento ainda é bastante lento, lamenta o presidente da ALMACO.
Resultantes da combinação entre polímeros e reforços  por exemplo, fibras de vidro , os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.
Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 maio 2017

Mercado de máquinas usadas ganha força na crise

Que a recessão golpeou praticamente todos os setores da economia do país nos últimos anos não é novidade. Mas a crise também gera oportunidades, e na área de máquinas agrícolas a forte queda das vendas de novos tratores e colheitadeiras revigorou os usados e conferiu aos negócios nesse mercado uma certa profissionalização, em detrimento de sua histórica informalidade.

“Com a crise, as torneiras de crédito se fecharam. Financiamentos que eram de até 100% do valor das máquinas passaram a girar em torno de 70%”, lembra Marcelo Kozar, sócio da Via Máquinas, que presta serviços para concessionárias, entre os quais gerenciamento de estoques e vendas de equipamentos usados. A empresa, cuja sede é em Itajaí (SC), mantém convênio com a Assodeere, associação de distribuidores da John Deere, e conta no total com mais de 80 clientes, donos de 250 lojas.

Para a Via Máquinas, diz Kozar, o faturamento com as vendas de grandes máquinas agrícolas usadas saltou de cerca de R$ 5 milhões, em 2014, para R$ 16 milhões no ano passado. Em 2017, mesmo com a retomada das vendas de colheitadeiras e tratores novos no país, a expectativa é de crescimento de 31%. “Uma parcela considerável de produtores, para não ter de dar garantias adicionais, ainda está comprando equipamentos usados”, afirma.
Se no passado os baixos investimentos dos produtores brasileiros em maquinário não estimulavam a formalização do mercado de equipamentos já rodados, mesmo a partir de meados da última década, quando os aportes cresceram embalados por crédito farto a juros subsidiados, os usados continuaram a ser um negócio entre conhecidos ou simplesmente passaram a ser abandonados sem uso nas propriedades.
Mas com o tombo das vendas de maquinário novo em 2014 e 2015, o cenário mudou. Para tentarem estancar a sangria, as concessionárias começaram a aceitar colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e tratores usados como entrada na compra de novos. E nesse ambiente os negócios passaram a ser melhor estruturados e a contar com as garantias de praxe, embora as transações entre produtores ainda prevaleçam.
Emílio Gotti Filho, gerente de seminovos e usados da concessionária Igarapé, ligada à Associação Brasileira dos Distribuidores New Holland (Abraforte), confirma que, apesar do aquecimento do mercado de máquinas novas, a área de colheitadeiras e tratores usados segue viva. E que no segundo semestre, passadas as principais feiras agropecuárias do país, os negócios nessa frente tendem a ganhar uma nova dinâmica.
Fontes do segmento observam que o fato de atualmente as taxas de juros do Moderfrota ¬ linha de crédito voltada à aquisição de tratores e colheitadeiras com recursos do BNDES e juros controlados ¬ serem mais elevadas também ajuda as vendas de usados.
Mas entre os interessados não está apenas o produtor com restrição de crédito que não consegue financiamento para adquirir um zero quilômetro. Há o agricultor mais conservador, que investe tanto em equipamentos novos quanto em usados, a depender de suas prioridades, e o rol também inclui a figura do corretor, que compra e reforma o maquinário e para revendê¬lo depois.
Para a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o fortalecimento do mercado de máquinas usadas é importante para a dinâmica de vendas como um todo. “Ajuda tanto na venda de máquinas novas que aceita a usada como entrada quanto na democratização do acesso à tecnologia”, diz Ana Helena de Andrade, vice-presidente da Anfavea.
Mas mensurar o tamanho desse mercado ainda é uma tarefa árdua, até porque a vida útil do maquinário agrícola varia por horas de uso, não por anos. “O que eu posso garantir é que as máquinas que foram vendidas nos últimos 15 anos ainda estão em operação”, afirma Ana Helena. Nesses últimos 15 anos, foram vendidos 667 mil tratores de rodas e colheitadeiras de grãos no Brasil.
Segundo a executiva, a associação tem se aliado a outras entidades com o intuito de organizar e dar maior visibilidade ao mercado de máquinas usadas. Atualmente, estão sendo realizadas reuniões com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e com seguradoras para desenvolver parâmetros para cálculos de depreciação de usados. “Estamos tentando aprofundar o conhecimento desse mercado”.

Fonte: Valor Econômico/Kauanna Navarro

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23 maio 2017

Consulta pública – Apuração de inexistência de produção nacional

A ALMACO – Associação Latino- Americana de Materiais Compósitos. solicita a análise, sobre a existência ou não de fabricação nacional de produtos em condições de substituírem os produtos importados constantes nesta Consulta Pública que pode ser acessada pelo link à seguir:

http://www.almaco.org.br/artigos_tecnicos.cfm.

Em se tratando de produto considerado como similar, pedimos a gentileza que sejam encaminhados documentos correspondentes, conforme a seguir:

  • Características técnicas, catálogos e comparativo técnico entre o produto nacional e o bem objeto da consulta.
  • Comprovação de fornecimento (Nota Fiscal) de unidades já produzidas no País,
  • Nome do responsável pelas informações, endereço, telefone e e-mail para contato;

O envio com as informações acima deverá ser direcionado para: erika.bernardino@almaco.org.br

Face ao prazo limitado que dispomos para apreciação dos processos de concessão de Atestados de Inexistência de Produção Nacional, encarecemos o seu pronunciamento dentro de no máximo 05 dias úteis a contar da data desta publicação.

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23 maio 2017

Você quer saber mais sobre o estado da arte da tecnologia dos materiais compósitos?

A ALMACO TEM O CURSO IDEAL PARA VOCÊ! CURSO DE COMPÓSITOS AVANÇADOS
Nos dias 21 e 22 de junho, no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) ministrará o Curso de Compósitos Avançados. Serão dois dias dedicados à teoria e prática sobre o material, com discussões a respeito de processos de alto desempenho (Infusão, MPF, FAST RTM, LFT e IMC), vida útil dos compósitos e matérias-primas (adesivos, fibras de carbono e aramida, etc.). Vários especialistas do setor apresentarão o que há de mais novo em termos de tecnologias.

Inscreva-se! Vagas limitadas!

Inscrições:
Associados: R$ 800,00
Não associado: R$ 1.000,00

Informações:
Datas: 21 e 22 de junho de 2017
Horário: 8h30 às 17h00
Local: ALMACO/CETECOM – Av. Prof Almeida Prado, 532 – térreo – prédio 31
sala 11 – Cidade Universitária  SP

Para inscrição ou mais informações entre em contato conosco através do tel: (11) 3719-0098,
WhatsApp: (11) 98875-1398 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

Fonte: ALMACO

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23 maio 2017

Patrocínios para os Cursos CETECOM

As empresas interessadas em apresentar seus produtos  nos cursos ministrados no CETECOM, agora poderão patrociná-los. Cursos disponíveis: Introdução aos Compósitos Poliméricos Termofixos; Processo de Laminação Manual; Processos de Saco de Vácuo, Infusão e MPF e Processos de RTM e RTM-Light.
Cota: R$ 1.000,00

Empresas patrocinadoras terão direito à:

  • Presença de sua logomarca no material de divulgação do curso;
  • Presença de um banner da empresa (material fornecido pelo patrocinador);
  • Distribuição de folders ou material institucional aos inscritos;
  • Palestras de 30 minutos sobre produtos / serviços;
  • Uso dos produtos do patrocinador nas demonstrações práticas no CETECOM (quando o curso patrocinado tiver esta ação);
  • Uma inscrição vip;
  • Mailing dos participantes entregue no final do evento.

Abaixo as datas dos cursos programados para 2017

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23 maio 2017

Cronograma de Cursos ALMACO 2017

Confira abaixo o cronograma de cursos ALMACO para 2017.

 

* É recomendável que os alunos realizem o curso de Introdução aos Compósitos Poliméricos Termofixos, antes da realização dos demais cursos, pois, este tema não será mais retomado nos módulos seguintes.

Para mais informações entre em contato conosco através do e-mail: marketing@almaco.org.br ou (11) 3719-0098.

Fonte: ALMACO

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23 maio 2017

Curso de Compósitos Avançados: Exponha a sua marca!

Curso combina abordagens teóricas e práticas

Nos dias 08 e 09 de novembro, na sede do Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), em São Paulo, acontecerá mais uma edição do Curso de Compósitos Avançados. Promovido pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o treinamento contará com abordagens teóricas e práticas sobre o que há de mais moderno em termos de matérias-primas e tecnologias voltadas ao processamento dos compósitos.

Seja um patrocinador do Curso de Compósitos Avançados e conte com os seguintes benefícios:

  • Realização de uma palestra de até 30 minutos, sendo 20 minutos dedicados à apresentação e 10 minutos para discussões com os participantes;
  • Logotipo em destaque como patrocinador em todas as comunicações de divulgação do evento;
  • Uso prioritário dos materiais da sua empresa nas demonstrações práticas que serão realizadas no laboratório;
  • Inclusão de folder e/ou brindes nos materiais entregues no curso.
  • Cota única de R$ 2 mil (exclusivo para empresas associadas).

Para mais informações, ligue para (11) 3719-0098 ou envie um e-mail para marketing@almaco.org.br

 

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23 maio 2017

Reunião almoço com a economista Fabiana D'Atri – 28 de junho

A ALMACO (Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos) convida para a reunião almoço: Cenários e Tendências Econômicos  Economia em Dia.
Palestra da economista Fabiana DAtri,  coordenadora do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco. Foi economista do BBI Banco Bradesco de Investimento, trabalhou na Mauá Asset Managment, na Tendências Consultoria e no Banco Real ABN, AMRO. Graduada em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e mestre em Economia pela Escola de Economia Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV). Sua linha de pesquisa atual é focada na análise de economia chinesa, além do acompanhamento das questões macroeconômicas brasileiras.

Informações

Data: 28 de junho de 2017
Horário: 12h
Local: Restaurante Rubaiyat Faria Lima – Sala Chile
Av. Brigadeiro Faria Lima,  2.954 – Jardim Paulistano – São Paulo
Estacionamento no local

 

Inscrições (aceitamos cartão de crédito)

*Inscrição: R$ 400,00 (incluso almoço, couvert, entrada, prato principal, sobremesa e bebidas)
Inscreva-se! Vagas Limitadas!

Para mais informações e inscrição entre em contato conosco através do telefone
(11) 3719-0098, WhatsApp: (11) 98875-1398 ou e-mail: marketing@almaco.org.br

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23 maio 2017

Resinas especiais e customização marcam a atuação da Ashland no setor de saneamento

Produtos da empresa são empregados na fabricação de tubos, tanques e estações de tratamento

Estação de tratamento: equipamentos fabricados com resinas éster-vinílicas da Ashland

Unidade de negócios da Ashland especializada no setor de compósitos  um tipo de plástico de alto desempenho , a Ashland Performance Materials (APM  Araçariguama, SP) desenvolve uma série de resinas especiais para a fabricação de tubos, tanques e estações de tratamento, três das principais aplicações de compósitos no mercado de saneamento básico.
Em relação às tubulações, explica Evaldo Mota, gerente de contas da APM, as resinas  majoritariamente à base de poliéster  têm como principal característica a resiliência. São polímeros que garantem elevados índices de resistência à tração circunferencial e axial. Assim, possibilitam a fabricação de tubos tão resistentes quanto os de ferro ou concreto, mas com a vantagem de serem bem mais leves, o que reduz o custo de instalação e torna os compósitos ainda mais competitivos.
Para os tanques, além das resinas convencionais de poliéster, a Ashland fornece polímeros de alto alongamento. Essa característica permite a oblatação dos reservatórios, processo que consiste em ovalizar e acinturar as seções do tanque para que se consiga reduzir o seu diâmetro  assumem o formato semelhante ao do número oito. No local de instalação, as seções são redimensionadas e, de forma manual, laminadas umas sobre as outras.
Sem a flexibilidade típica das resinas de alto alongamento, o processo de oblatação não seria possível. Trata-se de uma saída muito interessante para o transporte de tanques cujos diâmetros ultrapassam 5 m, limite para o tráfego nas rodovias brasileiras, comenta Mota.
Já para as estações de tratamento de água e esgoto (ETA/ETE), quando os equipamentos ficam em contato com produtos corrosivos, a exemplo de ácido sulfúrico e peróxidos, a Ashland fornece uma ampla gama de resinas éster-vinílicas. Contam com um largo histórico de aplicações bem-sucedidas em ambientes bastante desafiadores, com excelente desempenho e baixíssima necessidade de manutenção.
Outro diferencial da APM nesse segmento é a possibilidade de customizar as resinas de acordo com os processos utilizados pelos transformadores de compósitos. Dispomos de produtos ajustados para trabalhar em todos os equipamentos de fabricação de tubos e tanques que operam no Brasil. Mas, caso o cliente apresente uma necessidade particular, contamos com estrutura local para desenvolver o produto mais adequado à sua demanda.

Painel de Saneamento Básico

A APM é uma das patrocinadoras do Painel de Saneamento Básico, evento que acontece no próximo dia 30, na sede da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (SABESP). Promovido pela Artsim, empresa que organiza a Feira Internacional de Composites e Plásticos de Engenharia (FEIPLAR), o painel contará com palestras e discussões a respeito da utilização de equipamentos de compósitos na distribuição de água e captação de esgoto. Inscrições pelo site www.tecnologiademateriais.com.br
Nos últimos três anos, a APM foi eleita a empresa Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias Resina Poliéster e Resina Éster-Vinílica. Promovido pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.
A Ashland Global Holdings Inc. (NYSE: ASH) é uma empresa especializada no desenvolvimento de especialidades químicas para uma ampla gama de indústrias, como a de adesivos, revestimentos arquitetônicos, automotivo, construção, energia, alimentos e bebidas, cuidados pessoais e farmacêutica. Para mais informações, acesse www.ashland.com

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
” Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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